Policiais da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso prenderam na manhã desta quarta-feira (31.01) o autor de um dos homicídios ocorridos neste mês na cidade. Na ocasião o criminoso decapitou o rival ainda vivo e filmou o crime.

Partes do corpo de Eleandro Brandino, 27 anos, foram encontradas no dia 18 de janeiro, enterradas em pontos diferentes, em uma área aos fundos de uma concessionária de veículos de Sorriso. A perícia da Politec foi acionada no local e junto com os policiais civis removeu a vítima para realização de exame de necropsia.

O crime foi filmado e cometido com requintes de crueldade. A vítima teve a cabeça cortada ainda viva e depois enterrada em pontos diferentes no mesmo terreno.

A partir da identificação do autor do bárbaro crime, a equipe de investigação continuou com as diligências para localizá-lo e, nesta quarta-feira, os policiais obtiveram a informação que o criminoso estava em um bar usado por garotas de programa. O autor do homicídio foi encontrado, escondido, em um dos quartos do local, onde estava vendendo entorpecentes.

Ele foi encaminhado à Delegacia de Sorriso, onde será formalizado o mandado de prisão e depois irá para a unidade prisional do município.



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Um vídeo viralizou nesta quarta-feira (31), mostrando o prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Barcelos (Republicanos), dizendo que a população da cidade precisa parar de “fazer filho” porque a demanda por vagas em creches estão muito alta. 

“Pessoal não para de fazer filho. Não para de chegar gente com filho aqui e a demanda de creche aumenta muito. Eu tinha o sonho de fazer daquela escola uma escola em tempo integral, mas se continuar chegando o tanto de gente que está chegando aqui, nós não vamos conseguir”, disse o prefeito.

Assista:





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Rondonópolis criou 3.903 empregos com carteira assinada em 2023. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Governo Federal e mostram que Rondonópolis foi a cidade do interior de Mato Grosso que mais gerou empregos no ano passado.

Segundo o Caged, ocorreram 52.543 admissões e 48.640 desligamentos em Rondonópolis, gerando um saldo positivo de 3.903 novas vagas criadas. O município fechou 2023 com 71.435 trabalhadores empregados com carteira assinada, quantidade 5,78% maior que aquela de 2022.

Os números apontam ainda que a maior parte das novas vagas de trabalho formal em 2023 foram no setor de serviços, que foi o responsável pela criação de 2.077 vagas, aumento de 6,87% na geração de vagas com relação ao ano de 2022. No total, 32.314 trabalhadores estão empregados no setor de serviços na cidade.

Em seguida, o comércio foi o setor que mais abriu vagas, criando no ano passado, 704 postos de trabalho com carteira assinada, crescimento de 3,69% em comparação a 2022. O setor emprega 19.785 trabalhadores formais na cidade.

Também com resultado positivo, o setor da construção civil foi o responsável pela abertura de 594 vagas em 2023, uma expansão de 11,37% em relação a 2022. O setor foi o que mais cresceu e fechou o ano passado com um total de 5.820 empregados.

Com saldo positivo na geração de empregos aparecem ainda a indústria e a agropecuária. No setor industrial, 398 vagas de trabalho com carteira assinada foram abertas, enquanto que na agropecuária, 130 novos empregos foram criados.

Em 2023, na comparação com 2022, a indústria ampliou 3,95% as vagas de trabalho e a agropecuária, 4,45%. Ao todo, há 10.464 trabalhadores formais empregados na indústria e 3.052 na agropecuária.

Em dezembro, o Caged mostra que Rondonópolis teve 1.120 vagas fechadas de trabalho com carteira assinada. No mês, foram 3.305 admissões frente a 4.420 desligamentos. A maior parte das vagas fechadas foram na construção civil (733) e no setor de serviços (286).

Houve um aumento de 5,78% no total de vagas no trabalho formal em 2023 em relação a 2022, passando de 67.532 empregados com carteira assinada em 2022 para 71.432 no ano passado.



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O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) discutiu, nesta terça-feira (30.01), de forma minuciosa, as graves dificuldades financeiras enfrentadas pelo Hospital de Câncer de MT (HCanMT). Originada pelos persistentes atrasos nos repasses por parte da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), a situação coloca o hospital em um estado crítico, com risco iminente de paralisação das atividades por conta da ameaça de falta de oxigênio e cortes de energia elétrica.

Na reunião, conduzida pelo presidente do CRM-MT, Diogo Sampaio, estiveram presentes a Diretoria Médica e o presidente do HCanMT, Laudemi Moreira Nogueira, fortalecendo o compromisso conjunto de enfrentar os desafios atuais. Diante da situação, o CRM-MT decidiu fazer um apelo urgente à sociedade e aos órgãos competentes, cobrando uma mobilização rápida e eficaz, ciente da gravidade da situação. “O compromisso do Conselho em encontrar soluções para auxiliar o Hospital de Câncer a superar essa situação crítica foi reiterado”, destacou Sampaio.

Diretor técnico do hospital, Rafael Sodré relatou que os atrasos nos repasses ocorrem há vários anos e que a unidade tem enfrentado os problemas gerados pela inadimplência, inclusive com a busca por uma decisão da Justiça. “Hoje chegamos no limite do suportável, as dívidas com as empresas de energia, fornecedoras de oxigênio e insumos podem comprometer o reabastecimento do hospital. Os atrasos de pagamentos dos médicos e prestadores de serviço podem interromper as cirurgias, quimioterapias e radioterapias. Com muita responsabilidade procuramos o CRM-MT para nos auxiliar e apoiar nessa luta que não é só nossa, mas de todos os mato-grossenses”.

Além de direcionar a atenção aos médicos que atuam em condições inadequadas, a preocupação do Conselho é com a situação dos pacientes oncológicos. Eles, dependentes desses cuidados, estão agora em risco. “Por isso, também é que a colaboração rápida por parte de todos é crucial, de forma a garantir a continuidade do atendimento a esses pacientes enquanto a doença não evolui”, pontuou o presidente do CRM.

Sampaio enfatizou que os pacientes oncológicos contam com um atendimento multidisciplinar, por conta da diversidade de situações relacionadas à internação. “A situação demanda uma ação imediata para assegurar o bem-estar dos pacientes e manter a integridade do serviço hospitalar diante dos desafios financeiros enfrentados. O CRM-MT, como representante da ética médica, exorta a sociedade a unir esforços para superar essa crise, garantindo que o Hospital de Câncer continue a oferecer o suporte vital aos pacientes em seu momento mais crítico”.



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Um casal sofreu um grave acidente  envolvendo uma S10 na tarde de terça-feira (30), em Figueirópolis d´Oeste-MT. A engenheira Civil Fernanda Francischeti da Silva, 27, acabou morrendo. Já o marido dela, Diogo Milke, 33, que conduzia a caminhonete, foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde.

Conforme relatos, a Polícia Civil foi acionada às 17h40 para atender uma ocorrência de acidente de trânsito próximo ao trevo que dá acesso à Vila Cardoso.

Chegando ao local, a equipe constatou que chovia muito e o condutor perdeu o controle da caminhonete, saiu da pista e bateu contra árvores às margens da rodovia.

Devido ao forte impacto, Fernanda morreu na hora presa às ferragens. Já Diogo foi retirado pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao hospital do município. Seu estado de saúde atual não foi divulgado.

Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec) foi acionada para análise da ocorrência e liberação do corpo. Dinâmica do acidente será investigada pela Polícia Civil.



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O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (PSD) apresentou uma emenda impositiva na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024 que destina R$ 12,24 milhões para a saúde de Mato Grosso.

Deste montante, R$ 3,67 milhões serão destinados para a realização de cirurgias eletivas. O restante será investido na aquisição de equipamentos hospitalares, ampliação de unidades de saúde e ações de prevenção e promoção da saúde.

Nininho destaca que o investimento é fundamental para melhorar a qualidade da assistência à saúde da população mato-grossense que vive nos municípios.

“Com mais recursos, os hospitais e unidades de saúde poderão ampliar o atendimento, melhorar a infraestrutura e adquirir equipamentos modernos”, diz.

CIRURGIAS ELETIVAS

O investimento de Nininho reforça o programa Fila Zero na Cirurgia, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT),que pretende reduzir as filas de espera e garantir o acesso às cirurgias eletivas para quem precisa.

“Sabemos que muitas pessoas aguardam há meses ou até anos para realizar cirurgias eletivas. Com esse reforço, vamos garantir que mais pessoas tenham acesso a esse serviço tão importante”, afirma o deputado.

Lançado em abril de 2023, o Fila Zero na Cirurgia já tem 240 mil procedimentos eletivos aprovados e em execução em Mato Grosso. O objetivo da ação é acelerar o atendimento hospitalar e ambulatorial dos pacientes que aguardam um agendamento.

São ofertados 412 tipos de procedimentos de média complexidade e alta complexidade. Dentre as intervenções contempladas estão cirurgias gerais, cardiovasculares, ortopédicas, urológicas, neurológicas, ginecológicas e oftalmológicas.

EQUIPAMENTOS HOSPITALARES

A emenda impositiva do deputado Nininho também prevê o investimento em equipamentos hospitalares, como aparelhos de raio-X, ultrassonografia, tomografia e ressonância magnética.

A aquisição desses equipamentos vai modernizar a estrutura dos hospitais e unidades de saúde de Mato Grosso, garantindo um diagnóstico mais preciso e um tratamento mais eficaz para os pacientes.

AMPLIAÇÃO DE UNIDADES DE SAÚDE

O deputado pontua que os recursos visam, também, a ampliação de unidades de saúde em Mato Grosso. Esse investimento vai melhorar o acesso da população a serviços de saúde básicos, como consultas, exames e vacinação.

Além disso, a emenda impositiva de Nininho prevê o investimento em ações de prevenção e promoção da saúde, como campanhas de vacinação, educação em saúde e promoção da atividade física.

Essas ações são fundamentais para reduzir os índices de doenças e melhorar a qualidade de vida da população.

TRABALHO CONTINUA

O deputado Nininho afirma que continuará trabalhando para fazer mais pela saúde de Mato Grosso. “A saúde é uma prioridade para mim. Vou continuar lutando para garantir que todos os mato-grossenses tenham acesso a serviços de saúde de qualidade”, disse.

Para acompanhar o trabalho do deputado, acesse o site www.deputadonininho.com.br ou as redes sociais do deputado – Instagram e Facebook.



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Um professor em surto foi encaminhado à UPA pelo Samu após ameaçar colegas de trabalho com um estilete dentro da escola Escola Estela Maris Valeriano localizada no bairro Edelmina Querubim, em Rondonópolis. A PM prestou apoio no fato ocorrido na manhã desta terça-feira (30).

De acordo com informações do boletim de ocorrência, a PM chegou ao local e encontrou o professor em surto psicótico.

Aos policiais, os professores e o diretor da escola relataram que o professor chegou alterado e em posse de um estilete passou a ameaçar a todos dizendo que estava sendo perseguido.

Conforme o diretor da escola, não foi a primeira vez que aconteceu algo do tipo.

Diante da agressividade do professor os policiais precisaram fazer o uso de força moderada para contê-lo.

Em seguida, a equipe do Samu esteve no local, medicou o professor e o encaminhou à UPA.



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Rondonópolis criou 3.903 empregos com carteira assinada em 2023. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Governo Federal e mostram que Rondonópolis foi a cidade do interior de Mato Grosso que mais gerou empregos no ano passado.

Segundo o Caged, ocorreram 52.543 admissões e 48.640 desligamentos em Rondonópolis, gerando um saldo positivo de 3.903 novas vagas criadas. O município fechou 2023 com 71.435 trabalhadores empregados com carteira assinada, quantidade 5,78% maior que aquela de 2022.

Os números apontam ainda que a maior parte das novas vagas de trabalho formal em 2023 foram no setor de serviços, que foi o responsável pela criação de 2.077 vagas, aumento de 6,87% na geração de vagas com relação ao ano de 2022. No total, 32.314 trabalhadores estão empregados no setor de serviços na cidade.

Em seguida, o comércio foi o setor que mais abriu vagas, criando no ano passado, 704 postos de trabalho com carteira assinada, crescimento de 3,69% em comparação a 2022. O setor emprega 19.785 trabalhadores formais na cidade.

Também com resultado positivo, o setor da construção civil foi o responsável pela abertura de 594 vagas em 2023, uma expansão de 11,37% em relação a 2022. O setor foi o que mais cresceu e fechou o ano passado com um total de 5.820 empregados.

Com saldo positivo na geração de empregos aparecem ainda a indústria e a agropecuária. No setor industrial, 398 vagas de trabalho com carteira assinada foram abertas, enquanto que na agropecuária, 130 novos empregos foram criados.

Em 2023, na comparação com 2022, a indústria ampliou 3,95% as vagas de trabalho e a agropecuária, 4,45%. Ao todo, há 10.464 trabalhadores formais empregados na indústria e 3.052 na agropecuária.

Em dezembro, o Caged mostra que Rondonópolis teve 1.120 vagas fechadas de trabalho com carteira assinada. No mês, foram 3.305 admissões frente a 4.420 desligamentos. A maior parte das vagas fechadas foram na construção civil (733) e no setor de serviços (286).

Houve um aumento de 5,78% no total de vagas no trabalho formal em 2023 em relação a 2022, passando de 67.532 empregados com carteira assinada em 2022 para 71.432 no ano passado.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), e o Ministério Público Estadual (MPE), com o apoio da Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) de Mato Grosso, deflagraram duas operações na manhã desta quarta-feira (31.01), com foco no combate à sonegação fiscal. A atuação está alinhada ao planejamento estratégico do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), com atuação integrada de diversos órgãos estatais.

As operações Déjà vu e Odisseia buscam desmantelar dois grupos criminosos que causaram prejuízos aos cofres públicos que ultrapassam os R$ 370 milhões, por meio de diversas fraudes fiscais relacionadas ao ICMS.

Os fatos investigados foram analisados pela Delegacia Fazendária e pela 14ª Promotoria de Justiça, que peticionaram ao Poder Judiciário por diversas medidas cautelares, sendo deferido pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo), sequestro de bens, além de 24 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão.

Nas duas operações foram expedidos mandados de busca e apreensão para sete cidades, em três diferentes estados da federação, Mato Grosso, Pará e Paraná, movimentando um total de 57 policiais civis, peritos da Politec e fiscais da Sefaz-MT.

Além da criação de diversas empresas de fachada, na operação Odisseia ficou constatado que o grupo criminoso se valeu de ardil para induzir ao erro o Poder Judiciário, obtendo liminares indevidas, com o escopo de fraudar a fiscalização e lesar os cofres públicos.

Na mesma operação, foi observada a utilização de dados cadastrais de contadores já falecidos, fato que tinha o objetivo de dificultar e responsabilizar o verdadeiro responsável contábil que operava para a organização criminosa.

Já na operação Déjà vu, assim como na operação Odisseia, identificou-se a criação de diversas empresas registradas em nome de laranjas, com a intenção de viabilizar a sonegação de impostos, muito provavelmente mascarando a origem real dos produtos e o produtor rural responsável de fato pela expedição da nota fiscal.

Dentre os bens sequestrados estão residências de luxo nos principais condomínios da capital cuiabana, veículos, embarcações e o bloqueio de contas das pessoas investigadas, com o objetivo de reparar o dano ao erário.



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A Polícia Civil concluiu nesta terça-feira (30) o inquérito policial que apurou a conduta de uma médica, investigada por negligência no atendimento, que resultou na morte de um menino de 7 anos e exercício ilegal da medicina no Hospital Municipal de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá). Na conclusão das investigações, a profissional foi indiciada pelos crimes de homicídio culposo, exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. O nome da médica não foi divulgado pela Polícia Civil.

O caso ocorreu em maio de 2023, quando o menino que estava sob os cuidados da médica morreu no dia 20 de maio, após cinco dias de internação. Os familiares do garotinho relataram que houve negligência durante tratamento, trazendo informações que levantavam suspeitas sobre a atuação da profissional. Durante as investigações do inquérito policial, conduzido pela Polícia Civil, foram apurados fortes indícios de negligência e imperícia no atendimento à criança, apontando fatores podem ter sido determinantes para a sua morte.

Além das questões relacionadas ao erro médico, também foi verificado em relação à profissional a situação de exercício ilegal da medicina, uma vez que ela anunciou diversas vezes ser especialista em pediatria, informação que se mostrou falsa.

Conforme a Lei 3.268/57, um médico registrado no Conselho Regional de Medicina pode exercer a medicina em sua plenitude, mesmo sem especialização, no entanto, a divulgação de especialidade é permitida apenas aos médicos que possuem título de especialista registrado no Conselho. Desta forma, a médica teria excedido os limites legais de sua profissão o que atraiu a repressão penal.

A investigação revelou ainda que a médica inseriu informações falsas em diversos documentos, afirmando possuir especialização em pediatria, o que configura o crime de falsidade ideológica. À época, após a morte do menino foi constatado que apesar de se apresentar como pediatra no Hospital Municipal de Confresa, a médica não possuia registro de especialidade e ainda estava cursando a pós-graduação. Ela foi afastada pela Secretaria Municipal de Saúde de Confresa logo após a morte do menino e o boletim de ocorrência registrado pela família da vítima junto à PJC.

Diante das condutas apuradas, a profissional da saúde foi indiciada pelos crimes de homicídio culposo, exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. O inquérito policial foi encaminhado ao judiciário para as devidas providências legais.

Conforme o delegado Victor Donizete de Oliveira Pereira, responsável pelo inquérito policial, as investigações apontaram fatos graves e envolvem não apenas a responsabilidade médica, mas também a ética profissional, sendo tambem comunicado o Conselho Regional de Medicina para adoção das providências administrativas cabíveis.

“A Polícia Civil realizou uma apuração rigorosa, que buscou assegurar a integridade e a confiança da população nos serviços médicos. O desfecho deste caso serve como um alerta para a importância da transparência e ética na prática médica, garantindo que a comunidade possa confiar plenamente nos profissionais que zelam pela sua saúde e bem-estar”, disse o delegado.



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