Uma prática criminosa tem onerado o orçamento de Rondonópolis. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária (Semmaap), o Município gastou cerca de R$ 4,5 milhões, em onze meses, na limpeza dos bolsões de lixo e no descarte correto do material no aterro sanitário.

O custo alto chama a atenção para um problema, gerado pela população, que acaba reduzindo a qualidade de vida dos próprios moradores dessas regiões onde estão sendo deixados os resíduos como móveis usados, eletrodomésticos inutilizados, restos de construção, podas de árvores entre outros materiais inservíveis.

Esses bolsões surgem em diversas regiões da cidade e são gerados pela própria população. Para manter a cidade limpa e organizada, o secretário de Meio Ambiente Álvaro Fachim, explica que atualmente o Município fez um mapeamento desses lugares para fazer o acompanhamento e acabar com essa prática mantendo os locais limpos.

Toda a operação, que integra a retirada dos materiais, limpeza do local, transporte dos resíduos e descarte correto no aterro sanitário de todo volume coletado, executada entre julho de 2025 e junho de 2026, custou cerca de R$ 4,5 milhões para a Prefeitura. “Todo esse gasto poderia ser evitado caso a população utilizasse os Ecopontos para o descarte adequado dos materiais”, lembrou o secretário.

Rondonópolis conta hoje com quatro Ecopontos, sendo no Residencial Paiaguás, Vila Paulista, Rodovia do Peixe e Vila Operária. Após uma determinação do prefeito Cláudio Ferreira os locais agora funcionam da 06h até 18h, todos os dias, inclusive nos finais de semana. Podem ser descartados nos Ecopontos: móveis e eletrodomésticos em geral (cama, guarda roupa, sofá, geladeira, fogão); podas de galhos; restos de concreto, entulho no geral, gesso; plástico, papelão, metal, sucata, equipamentos eletrônicos, etc.



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Cinco pessoas acabaram presas em flagrante na noite deste sábado (18), em Pedra Preta, suspeitas de manter quatro mulheres em cárcere privado para aplicação de um “salve”, punição imposta por integrantes de facções criminosas. A ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar interrompeu o crime antes que as vítimas sofressem agressões mais graves.

Segundo a Polícia Civil, uma denúncia anônima informou que quatro mulheres, de 18, 19, 28 e 28 anos, estavam sendo mantidas presas em uma residência do município, onde seriam submetidas ao castigo imposto pela organização criminosa após uma briga ocorrida anteriormente em um estabelecimento comercial da cidade.

Assim que chegaram ao imóvel, os policiais surpreenderam os suspeitos. Ao perceberem a aproximação das equipes, alguns tentaram destruir aparelhos celulares e escapar pulando muros de casas vizinhas para dificultar as investigações. Apesar da tentativa de fuga, os envolvidos acabaram localizados e presos.

Ao todo, três homens, de 18, 23 e 25 anos, e duas mulheres, de 18 e 46 anos, responderão, inicialmente, pelos crimes de tortura, sequestro, cárcere privado e por integrar organização criminosa.

As vítimas relataram que permaneceram sob vigilância desde o período da tarde, cercadas por aproximadamente oito suspeitos. Conforme os depoimentos, elas eram constantemente ameaçadas e informadas de que sofreriam agressões físicas como forma de punição, o que provocou intenso medo.

As quatro mulheres foram resgatadas sem lesões graves aparentes e encaminhadas para os procedimentos legais.

Após a autuação em flagrante, a Polícia Civil pediu a conversão das prisões em preventivas. A Justiça aceitou o pedido para quatro dos investigados. Já uma das suspeitas, que está grávida, teve a prisão preventiva substituída por prisão domiciliar.

A Polícia Civil destacou que a denúncia anônima e a rápida atuação das forças de segurança foram decisivas para impedir a execução do chamado “salve” e preservar a integridade das vítimas.

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Rondonópolis definiu como será o fluxo de atendimento na rede municipal durante o enfrentamento ao período de queimadas de 2026. As medidas, que começam a valer nesta terça-feira (21), são necessárias devido ao aumento de casos de infecções de vias aéreas (IVAs) e outros agravos respiratórios.

Segundo levantamento da SMS, o aumento dos atendimentos respiratórios devido aos focos de queimadas começa já neste mês de julho, com piora da qualidade do ar no mês de agosto. Setembro é considerado o período de pico dos problemas, demandando o maior número de atendimentos na rede municipal, seguindo até o início de outubro, com redução gradual a partir da segunda quinzena do mês.

Para organizar o atendimento, pacientes com casos leves devem procurar as unidades básicas de saúde (UBSs), e o acompanhamento deve ocorrer na mesma unidade. O atendimento também acontece nas Estratégias de Saúde da Família (ESFs) que funcionam em terceiro turno, das 18h até a zero hora, com portas abertas para receber crianças e adultos.

A medida atende as unidades da Vila Olinda, Cidade de Deus e Itamaraty. O terceiro turno do bairro Vila Rica será transferido para o bairro Mathias Neves, para acomodar melhor a população.

Em caso de não melhora, o paciente deve procurar a Policlínica Central, que é a unidade indicada pela SMS para atendimento durante o período sazonal. A Unidade de Pronto Atendimento Infantil (PA Infantil) e a UPA 24 horas devem ser procuradas em casos mais graves, pois são indicadas somente para atendimento de urgência e emergência. 

Com as medidas, a Secretaria de Saúde espera reduzir o uso inadequado das emergências e melhorar a segurança clínica, reduzir uma possível superlotação na UPA e no PA Infantil, além de diminuir o tempo de espera por atendimento durante o período sazonal.



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Com a aproximação do Liquidaqui 2026, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rondonópolis reforça que o sucesso da campanha depende não apenas da participação das empresas, mas da construção de promoções que realmente despertem o interesse do consumidor.

Reconhecido como a maior ação promocional do comércio de Rondonópolis, o Liquidaqui consolidou, ao longo dos anos, uma relação de confiança com a população. O consumidor já identifica o período da campanha como o momento ideal para encontrar preços mais atrativos e boas oportunidades de compra.

Para orientar os empresários, a CDL utiliza como base os dados da pesquisa “Jornada do Consumidor Rondonopolitano”, que apontam quais estratégias promocionais geram maior impacto na decisão de compra. Segundo o levantamento, 43,3% dos consumidores preferem descontos aplicados diretamente no preço dos produtos, enquanto 22,7% demonstram maior interesse por promoções no formato “compre um e leve dois”.

De acordo com o diretor de Comunicação da CDL Rondonópolis, Leonardo Pissetti, esses números mostram que o consumidor valoriza ofertas simples, objetivas e fáceis de compreender.

“O primeiro passo é compreender que uma boa promoção precisa ser pensada com intenção. Cada lojista conhece a realidade do seu negócio e sabe quais oportunidades pode oferecer. O mais importante é que a condição seja atrativa, verdadeira e fácil de ser percebida pelo consumidor”, destaca.

Com consumidores cada vez mais conectados e acostumados a comparar preços antes de comprar, a CDL alerta que não há espaço para promoções que apenas aparentam oferecer vantagens. A campanha incentiva os lojistas a investirem em descontos reais e transparentes, capazes de gerar credibilidade e estimular a decisão de compra.

Além de definir boas condições comerciais, a comunicação das ofertas também é considerada estratégica. Segundo Pissetti, a percepção da vantagem influencia diretamente o comportamento do consumidor.

“Não basta oferecer uma boa condição comercial se ela estiver escondida em uma comunicação confusa. O consumidor precisa entender a oferta em poucos segundos. Quando a vantagem é clara, a promoção ganha força e facilita a decisão de compra.”

Outro diferencial do Liquidaqui é a campanha de premiação. Nesta edição, os consumidores concorrerão a 500 cupons de compras e ao sorteio de 10 iPhones 17, iniciativa que amplia o poder de atração da ação promocional e incentiva ainda mais a participação nas lojas credenciadas.

A CDL também destaca que o resultado da campanha depende da preparação das empresas. Além dos descontos, fatores como atendimento, organização da loja e confiança transmitida ao cliente fazem parte da experiência de compra e podem contribuir para o aumento das vendas.

“O Liquidaqui não termina na divulgação da oferta. A comunicação atrai o consumidor, mas é a experiência dentro da empresa que transforma esse movimento em resultado. Atendimento, clareza e confiança também fazem parte de uma boa promoção”, reforça Pissetti.

A orientação aos empresários é que aproveitem o período que antecede a campanha para negociar com fornecedores, estruturar condições especiais e planejar ações promocionais que dialoguem com as expectativas do consumidor.

Com tradição consolidada no comércio local, o Liquidaqui busca fortalecer as vendas, movimentar a economia de Rondonópolis e criar um ambiente favorável tanto para empresários quanto para consumidores, unindo descontos competitivos, comunicação eficiente e premiações que tornam a campanha ainda mais atrativa.



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Um homem foi preso na manhã deste sábado (18) após ser flagrado transportando aproximadamente R$ 2,3 milhões em ouro, 3,5 kg, dentro de um ônibus interestadual durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Rondonópolis.

De acordo com as informações repassadas pela PRF, a abordagem aconteceu no posto da corporação durante uma fiscalização de rotina a um ônibus que fazia o itinerário Goiânia (GO) – Cuiabá (MT).

Durante a entrevista com os passageiros, um dos ocupantes chamou a atenção dos policiais ao demonstrar nervosismo excessivo ao responder perguntas simples sobre a viagem. Diante da situação, os agentes aprofundaram a conversa.

Durante a fiscalização, os policiais localizaram o ouro escondido dentro dos calçados, estratégia utilizada na tentativa de burlar a fiscalização. Todo o material foi apreendido pela equipe da PRF.

Ainda conforme a PRF, o homem acabou confessando que transportava ouro de Goiânia para Cuiabá. Ele relatou que receberia R$ 3.500 pelo serviço e afirmou ter recebido o material de uma pessoa em Goiânia para entregá-lo a outra pessoa na capital mato-grossense. No entanto, disse não saber informar a identidade de quem entregou nem de quem receberia a carga.

O ouro, avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões, foi apreendido. O suspeito foi encaminhado às autoridades competentes, e o caso seguirá sob investigação para identificar a origem do material e os envolvidos no esquema.

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Um homem identificado como Adriano Bedin, de 46 anos, morreu na noite desta sexta-feira (17), dentro de uma residência no bairro Pinheiros II, em Sorriso (MT). O caso aconteceu após uma discussão familiar e será investigado pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias da morte.

De acordo com as informações preliminares, a Polícia Militar recebeu um chamado por volta das 20h para atender uma suposta ocorrência de violência doméstica. A denúncia indicava que um homem estaria armado dentro da residência.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram a esposa e a filha de Adriano abrigadas na casa de uma vizinha. Conforme o relato da mulher, o casal consumia bebida alcoólica quando iniciou uma discussão. Durante o desentendimento, o homem teria apresentado comportamento alterado e pegado uma arma de fogo.

Após colher as informações, equipes da Polícia Militar e do Raio entraram na residência e realizaram buscas pelos cômodos. Adriano foi localizado na suíte do casal, já sem vida, com um ferimento na região do peito e uma espingarda sobre as pernas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e confirmou o óbito ainda no local. Em seguida, equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram os procedimentos periciais.

A residência foi isolada para os trabalhos de perícia, e o caso segue sob investigação. Até o momento, as autoridades não divulgaram a causa da morte nem as circunstâncias que levaram ao ocorrido.



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Uma caminhonete Chevrolet S10 furtada terminou destruída após atingir um poste de energia na rotatória da Avenida Lions Internacional, em Rondonópolis, na madrugada deste sábado (18). Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o exato momento da batida e, em seguida, os ocupantes abandonando o veículo e fugindo correndo. As informações ainda são preliminares.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada por volta das 3h50 para atender uma ocorrência de acidente de trânsito. No local, os policiais encontraram a S10 branca completamente danificada após a colisão contra um poste de energia.

Segundo a PM, testemunhas relataram que dois homens, ambos usando camisetas pretas — um de calça branca e outro de bermuda jeans — saíram do veículo logo após o impacto e fugiram a pé antes da chegada da equipe policial.

Durante a checagem da caminhonete, os militares constataram que já havia um registro de furto do veículo. Pouco depois, o proprietário chegou ao local e contou que havia chegado em casa por volta das 3h, deixando a chave da caminhonete e a carteira sobre uma estante.

Ainda conforme o relato da vítima, pouco tempo depois ela ouviu um barulho e, ao verificar o imóvel, percebeu que a porta da residência havia sido arrombada. A chave da caminhonete, a carteira e o veículo já não estavam mais no local.

Sem condições de rodar devido aos danos causados pela colisão, a caminhonete permaneceu na rotatória até a chegada de um guincho. A Energisa também foi acionada para desligar a rede elétrica antes da retirada do veículo.

O proprietário foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia para registrar a ocorrência. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha para identificar e localizar os suspeitos envolvidos no furto e na fuga registrada pelos vídeos.

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Gabriel Barbosa Bispo, de apenas 19 anos, morreu após colidir em um boi na noite desta quinta-feira (16), na BR-364, na região da Serra de São Vicente. O acidente ocorreu próximo à comunidade Olho d’Água.

Conforme o jornalista Serginho Lapada, o motociclista segui em direção à sua casa na comunidade quando acabou surpreendido pelo animal atravessando a pista. A vítima não conseguiu evitar a colisão e acabou arremessado.

Serginho Lapada

Motorista que passavam pelo local pararam para tentar prestar socorro e sinalizar a pista, evitando que outros veículos atingissem a vítima. O trecho é considerado bastante escuro e possui intenso fluxo de veículos.

Equipes de resgate da Nova Rota do Oeste atenderam a ocorrência, realizaram procedimentos de reanimação por aproximadamente 40 minutos, porém o jovem não resistiu aos graves ferimentos e morreu ainda no local. Após a colisão, o boi fugiu para uma área de mata.

A Polícia Civil também esteve no local e investiga o caso.



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A empresária Rayssa Modolon Scheffer Santiago, filha do empresário Elusmar Maggi Scheffer, entrou na mira de uma investigação que apura uma suposta ocultação patrimonial envolvendo um apartamento de luxo avaliado em R$ 3,1 milhões, em Cuiabá.

Conforme petição apresentada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Rayssa e o marido, o empresário Nivaldo Sanches Santiago, teriam estruturado a aquisição do imóvel de forma que apenas ela figurasse como compradora, enquanto parte do pagamento teria sido realizada por uma empresa ligada ao Grupo Producampo, investigado por suposta sonegação fiscal na Operação False Flag, deflagrada em 2023.

O apartamento está localizado no Edifício Apogeo, um dos empreendimentos de alto padrão da capital mato-grossense. Segundo a PGE, o imóvel foi registrado exclusivamente em nome de Rayssa após orientação de Nivaldo, sob a justificativa de evitar que o bem sofresse eventuais restrições judiciais relacionadas aos problemas enfrentados pelo casal.

Durante as investigações, foi identificado um comprovante de transferência de R$ 125 mil, realizada em abril de 2022 por uma empresa do grupo diretamente à construtora Plaenge, responsável pelo empreendimento. Após ser oficiada, a construtora confirmou que o contrato de compra e venda, firmado em março de 2022, tinha Rayssa Modolon Scheffer Santiago como compradora oficial, pelo valor de R$ 3,1 milhões.

Ainda de acordo com a PGE, mensagens extraídas de um celular apreendido indicariam que o casal discutiu a forma de pagamento do imóvel e a necessidade de o nome de Nivaldo não aparecer na negociação, no cartório ou perante a Receita Federal. Para os investigadores, os elementos apontam para uma suposta tentativa de ocultação patrimonial e confusão entre bens particulares e recursos de empresas do grupo econômico.

Outro ponto destacado pela Procuradoria é que o contrato do apartamento foi assinado mais de um ano antes do casamento de Rayssa e Nivaldo, celebrado sob o regime de separação total de bens. Na avaliação da PGE, isso reforçaria a tese de que a estrutura da aquisição já teria sido planejada para desvincular o imóvel das empresas e dos demais investigados.

A ação integra um processo em que o Estado busca estender a cobrança de aproximadamente R$ 238 milhões em débitos tributários a empresas e pessoas físicas que, segundo a investigação, fazem parte de um mesmo grupo econômico. Além de Rayssa e do marido, outras empresas e integrantes da família Santiago também figuram entre os réus.

As investigações apuram supostos crimes como fraude tributária, corrupção, falsificação de documentos, falsidade ideológica e ocultação de patrimônio. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre as acusações, e os investigados têm assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa.





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Dois irmãos morreram em confronto com policiais da Força Tática na tarde desta quinta-feira (16), no bairro Novo Horizonte, em Cuiabá. Pedro Henrique, de 18 anos, e Pablo Henrique, de 21, integravam uma quadrilha investigada pelo sequestro de um caminhoneiro, mantido em cárcere privado enquanto os criminosos tentavam negociar a venda de uma carreta roubada.

As investigações tiveram início após a vítima conseguir ser localizada em uma região de mata, em Várzea Grande. O caminhoneiro contou que cinco homens encapuzados o renderam enquanto ele jantava em um posto de combustíveis na Rodovia dos Imigrantes. Em seguida, os criminosos o levaram para uma residência e, posteriormente, para um cativeiro, onde permaneceu sob vigilância.

Quadrilha mantinha caminhoneiro em cárcere privado

Durante o período em que ficou em poder da quadrilha, a vítima foi obrigada a realizar diversas transferências bancárias via Pix. Paralelamente, o grupo iniciou negociações para vender a carreta roubada, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 30 mil.

Com o avanço das investigações, equipes da Força Tática identificaram um imóvel utilizado como base pelos suspeitos. No local, os policiais apreenderam rádios comunicadores, fardas camufladas, abraçadeiras plásticas do tipo “enforca-gato”, um facão e as roupas do caminhoneiro, materiais que, segundo a Polícia Militar, eram utilizados nas ações criminosas.

Ainda conforme a PM, Pedro Henrique e Pablo Henrique estavam na residência e reagiram à abordagem efetuando disparos contra os militares. Houve troca de tiros e os dois acabaram baleados. As equipes os socorreram até uma unidade de saúde, mas eles não resistiram aos ferimentos.

Cinco suspeitos acabaram presos

A operação também terminou com a prisão de outros cinco integrantes da organização criminosa. Dois suspeitos estavam no imóvel onde o caminhoneiro era mantido em cárcere privado, enquanto os demais acabaram localizados em outra residência, no bairro Capão Grande, em Várzea Grande.

Os policiais ainda identificaram que um dos irmãos utilizava tornozeleira eletrônica e também era investigado pelo roubo de um motorista de aplicativo ocorrido na semana passada.

A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos e esclarecer a atuação da organização criminosa.





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