A Polícia Militar prendeu uma mulher após uma ocorrência de som alto terminar em ofensas e provocações contra policiais, na noite de domingo (20), no bairro Planalto, em Jaciara. Durante o transporte na viatura, ela teria chutado o compartimento do camburão e questionado: “Por que vocês não vão prender bandido? Não têm o que fazer?”.

Segundo o relato policial, militares do 28º Batalhão atenderam à denúncia por volta das 22h15. Uma pessoa reclamou do volume excessivo do som, e a equipe confirmou o barulho ao chegar à residência.

Como o portão estava fechado, os policiais acionaram a sirene e bateram várias vezes até uma mulher aparecer. Conforme a PM, ela reagiu ao pedido para abrir o portão com ofensas contra a guarnição.

Os militares alertaram que a conduta poderia configurar desacato e resultar em prisão. Ainda assim, segundo o registro, a moradora afirmou que não abriria o portão e que os policiais deveriam pular o muro caso quisessem prendê-la.

Após a insistência da equipe, a mulher abriu o portão. Ao responder sobre os xingamentos, ela confirmou: “Xinguei mesmo”.

Enquanto os policiais conferiam os dados da pessoa que reclamou do barulho, a moradora tentou fechar novamente o portão, embora um militar já tivesse entrado no imóvel. De acordo com a PM, ela também debochou da equipe e sugeriu que o policial permanecesse no local para escutar o som e beber.

A equipe deu voz de prisão à mulher, que, conforme o relato, continuou com as ofensas. Durante o deslocamento para o registro do boletim de ocorrência, ela passou a chutar o compartimento da viatura e repetiu os questionamentos contra os policiais.





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Desde o ano passado, a Prefeitura de Rondonópolis tem olhado de perto para os vendedores ambulantes e auxiliado na formalização de seus micro e pequenos negócios. Com a implantação do programa Ambulante Legal, idealizado pela atual gestão, cerca de 330 trabalhadores já foram localizados, mapeados e a metade deles já estão regularizados.

Com os trabalhos liderados pela Secretaria Municipal de Fazenda, o programa regulariza, de forma totalmente on-line, a atividade do vendedor ambulante, principalmente os que atuam no setor alimentos. O Certificado de Registro de Ambulante (CRA), selo expedido pelo Município, garante que o produto atende as medidas exigidas pela Vigilância Sanitária e o local de acordo com o código de obras e posturas.

A aceitação dos ambulantes tem sido positiva. De acordo com a secretária da Fazenda do Município, Rane Curto, os trabalhadores reconhecem a importância de estar regularizado e se sentem valorizados, tal como um empreendedor que atua em um imóvel. “O Ambulante Legal leva dignidade para os vendedores. Ele reconhece a atividade, assegura um local apropriado e ainda faz a economia circular”, ressaltou Rane Curto.

Alguns locais que concentram as atividades desses trabalhadores já estão organizados, liberando o fluxo das vias onde os trailers e carrinhos ficavam, levando mais segurança para o ambulante e seus clientes. A avenida Lions Internacional, as praças Brasil e dos Carreiros são uns dos principais pontos da cidade que foram organizados. 

A microempresária Taynan Martins ressaltou que o suporte da prefeitura foi fundamental para facilitar todas as etapas do processo. “A prefeitura explicou tudo, tirou nossas dúvidas e, quando o processo começou, já estávamos preparados. Foi só fazer a solicitação, marcar o ponto e conferir se estava tudo adequado. Não tivemos nenhuma dificuldade”, relatou.

Para fazer o cadastro no Ambulante Legal, basta clicar no ícone Ambulante Legal no site da Prefeitura – www.rondonopolis.mt.gov.br. O interessado terá de preencher um formulário com os dados pessoais, indicar o tipo de produto que comercializa, o local onde tem fixado suas vendas, o tipo de veículo ou equipamento que utiliza e informar a quanto tempo trabalha no local.

Com o sucesso da iniciativa, outras cidades de Mato Grosso também estão procurando Rondonópolis para conhecer de perto o programa. 

Além da Fazenda, o CRA atesta que o vendedor está regular também com as questões da Vigilância Sanitária, meio ambiente e mobilidade urbana.

Vendedores ambulantes reunidos com a secretária Rane Curto durante evento Café com Ambulante.





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Parlamentar destaca a necessidade de renovação no Congresso para promover o reequilíbrio entre os Poderes em Brasília

A crise de confiança enfrentada pelo Poder Judiciário e os desdobramentos de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) foram temas centrais abordados pelo deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL-MT). O parlamentar manifestou forte apoio às propostas de reforma institucional que tramitam no Congresso Nacional, incluindo a fixação de mandatos por tempo determinado para ministros do STF e a aprovação do impeachment de magistrados que extrapolarem suas funções constitucionais.

Para Zaeli, as recentes polêmicas envolvendo membros da alta corte e o ativismo judicial prejudicam a imagem do Brasil no exterior e afetam a estabilidade democrática interna.

O deputado defendeu a eleição de parlamentares alinhados à direita e sem pendências judiciais para o Senado Federal, casa constitucionalmente responsável por analisar denúncias contra ministros. Nesse contexto, Zaeli tornou público seu apoio à pré-candidatura do deputado federal José Medeiros (PL-MT) na disputa ao Senado.

“O brasileiro hoje perdeu a confiança na imparcialidade do STF. Precisamos de uma reforma profunda e de senadores com coragem para assinar os pedidos de impeachment e colocar limites aos abusos. Apoio o José Medeiros para o Senado porque ele já demonstrou posicionamento firme, independência e coragem para defender o equilíbrio entre os Poderes em Brasília”, finalizou Rodrigo da Zaeli.





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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, deflagrou nesta quarta-feira (23) a terceira fase da Operação Galiléia, que resultou na conclusão das investigações sobre o homicídio de Edmilson Martins dos Santos Júnior, de 28 anos, ocorrido no município.

Nesta fase, foram cumpridas seis ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis, com base nos elementos de informação reunidos ao longo da investigação conduzida pela equipe da especializada.

Com as três prisões realizadas nesta quarta-feira, sendo um homem de 53 anos, localizado no bairro Jardim Brasília; um homem de 34 anos, que já se encontrava preso na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa; e um homem de 42 anos, localizado no bairro Parque São Jorge, sobe para quatro o número de suspeitos identificados como envolvidos no crime.

Um quarto mandado de prisão preventiva, expedido em desfavor de um homem de 39 anos, não foi cumprido, uma vez que o investigado não foi localizado e é considerado foragido.

Investigação

O crime ocorreu em 24 de março de 2026, quando a vítima foi localizada morta às margens da estrada de acesso à região da Galiléia, apresentando diversas lesões pelo corpo e ferimentos compatíveis com disparos de arma de fogo.

Conforme apurado durante as investigações, a vítima teria sido sequestrada na noite anterior, 23 de março, por integrantes de uma facção criminosa, em uma tabacaria localizada na região do bairro Sagrada Família. As diligências apontaram ainda que a vítima teria sido submetida a agressões e posteriormente morta.

Segundo os elementos reunidos pela investigação, o homicídio teria sido ordenado por integrantes de uma organização criminosa, sob a alegação de que a vítima estaria envolvida em furtos praticados na região da Vila Brasília.

Três fases

A primeira fase da Operação Galiléia foi deflagrada em 29 de abril de 2026, quando foi cumprido um mandado de busca e apreensão, que resultou na prisão em flagrante de uma pessoa pelo crime de furto de energia elétrica.

Na segunda fase, deflagrada em 26 de maio de 2026, a Polícia Civil deu continuidade às diligências para aprofundar a apuração do homicídio. Na ocasião, foram cumpridas seis ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e um mandado de prisão preventiva.

O trabalho investigativo desenvolvido ao longo das três fases permitiu à equipe da DHPP reunir novos elementos, identificar os envolvidos e subsidiar as medidas judiciais que culminaram nas prisões realizadas nesta terceira fase.

Após os procedimentos legais, os presos foram encaminhados à unidade penitenciária, onde permanecem à disposição da Justiça.

Com a conclusão das diligências, o inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 10 dias e encaminhado ao Poder Judiciário, para as providências cabíveis.

A operação reforça o trabalho investigativo da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida, com atuação contínua da DHPP na identificação dos envolvidos, responsabilização dos autores e cumprimento das decisões judiciais.

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A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23) aponta que o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cargo é desaprovado por 53% dos entrevistados. O petista é aprovado por 45,4%, enquanto 1,6% não soube responder.

A Atlas também questionou os entrevistados sobre como eles avaliam o governo petista. Para 50,9%, a gestão é ruim ou péssima, 40,4% avaliam a administração como ótima ou boa e 8,7% como regular. Na semana anterior, o placar era 52%, 41% e 8%, respectivamente.

A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.015 pessoas pela internet por meio do método de recrutamento digital aleatório entre os dias 17 e 22 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.





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Uma mulher foi esfaqueada pelo próprio filho, de apenas 11 anos, na manhã desta terça-feira (22), em Tangará da Serra (MT). O ataque teria ocorrido depois que a mãe impediu o menino de usar um celular. Ferida e ensanguentada, a vítima foi sozinha até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.

Conforme as informações iniciais, o garoto queria utilizar o aparelho, mas a mãe não permitiu. Após a negativa, ele teria se apossado de uma faca e atingido a mulher.

Mesmo ferida, a vítima conseguiu sair do local e procurar atendimento por conta própria. Ela chegou à UPA com bastante sangue pelo corpo e foi atendida pela equipe médica.

O caso deverá ser acompanhado pelos órgãos responsáveis, considerando que o autor tem apenas 11 anos. As circunstâncias do episódio também deverão ser apuradas.

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A primeira-dama de Rondonópolis e candidata a deputada estadual Alessandra Ferreira (Podemos) aparece entre nomes de peso da política de Mato Grosso em nova pesquisa do Instituto Data Index divulgada nesta terça-feira (22).

Mesmo estreando na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Alessandra alcançou 1,43% das citações espontâneas e figura em meio a uma lista dominada por políticos que já possuem mandato ou acumulam trajetória eleitoral no Estado.

No levantamento, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), registra 2,62%. Depois aparecem Lúdio Cabral (PT), com 1,88%, e Samanta do Abilio, com 1,81%.

Dr. João, Beto Dois a Um, Eduardo Botelho, Léo Bortolin e Nininho aparecem com 1,75%. Paulo Araújo e Juca do Guaraná têm 1,63%. Dilmar Dal Bosco, Tiago Silva, Jéssica Riva e Diego Guimarães registram 1,56%, enquanto Sebastião Rezende e Gilberto Cattani aparecem com 1,50%. Logo depois vem Alessandra, com 1,43%.

Numericamente, a primeira-dama de Rondonópolis ainda aparece acima de outros nomes conhecidos. Carlos Avallone e Alan Porto registram 1,37%, enquanto Valmir Moretto, Faissal Calil, Júlio Campos e o ex-prefeito de Rondonópolis Zé Carlos do Pátio aparecem com 1,19%.

O resultado representa avanço em relação ao levantamento Data Index realizado entre 1º e 4 de julho. Naquela pesquisa, Alessandra havia registrado 1,06% das citações espontâneas. Agora, aparece com 1,43%. Os dois levantamentos, contudo, são retratos de momentos distintos e a variação está dentro das respectivas margens de erro.

Na pesquisa espontânea, nenhum nome é apresentado previamente ao entrevistado: o eleitor responde diretamente em quem pretende votar. O levantamento atual ouviu 1.600 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro, possui margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado sob o número MT-04351/2026.





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Rondonópolis está entre os alvos da Operação Janus, que a Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (23) contra um núcleo de facção criminosa investigado por usar empresas de alimentos e cestas básicas para lavar dinheiro do tráfico de drogas e de golpes virtuais.

A ação reúne 14 ordens judiciais, entre elas 11 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens. As equipes também cumprem medidas em Cuiabá, Várzea Grande e Goiânia (GO).

Segundo a investigação, os faccionados usavam empresas formalmente constituídas para movimentar dinheiro do crime e dar aparência de legalidade aos recursos por meio de operações comerciais simuladas.

Além de esconder a origem dos valores, o grupo distribuía cestas básicas a integrantes e simpatizantes. Conforme a polícia, o núcleo utilizava esse assistencialismo para fortalecer a facção e ampliar sua influência nos territórios.

Uma das empresas, sediada em Várzea Grande, movimentou R$ 13,2 milhões em quatro anos, apesar de não apresentar estrutura física compatível com a atividade declarada.

Os investigadores também identificaram movimentações superiores a R$ 36 milhões nas contas de uma investigada e de mais de R$ 4,7 milhões nas contas de outro alvo. A polícia aponta incompatibilidade entre os valores e a capacidade econômica declarada pelos envolvidos.

O núcleo dividia as tarefas entre responsáveis pela obtenção e movimentação do dinheiro, compra de alimentos e distribuição das cestas. A apuração também identificou integrantes que articulavam atividades ilícitas mesmo dentro da prisão.

A GCCO/Draco conduz a investigação, com apoio da Delegacia Regional de Rondonópolis, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e da Polícia Civil de Goiás. Entre os bens que a Justiça determinou sequestrar estão um veículo e um imóvel em Goiânia.

A Polícia Civil investiga os suspeitos por lavagem de dinheiro e organização criminosa e continua as diligências para identificar o patrimônio ligado ao grupo.

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Deputado federal defende a expansão do agro aliada a investimentos em inovação tecnológica, turismo e logística para diversificar a economia mato-grossense

As mudanças na arrecadação impostas pela nova Reforma Tributária foram alvo de críticas e alertas por parte do deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL-MT). Em análise, o parlamentar apontou que a mudança da cobrança do imposto do local de origem (onde o produto é fabricado) para o de destino (onde é consumido) vai penalizar estados fortemente produtores e exportadores como Mato Grosso, que representam menos de 2% da população do país.

Estimativas citadas pelo parlamentar indicam uma frustração de receita na ordem de R$ 10 bilhões por ano para os cofres estaduais, além do risco de elevação na carga tributária geral do cidadão e das empresas.

Como alternativa de médio e longo prazo para mitigar o impacto e diminuir a dependência exclusiva da produção primária, Zaeli defendeu uma estratégia ampla de diversificação econômica. Entre as propostas apresentadas estão o incentivo a empresas de tecnologia, o fortalecimento da industrialização ao longo dos trilhos da ferrovia que liga Rondonópolis ao Norte do estado, a ampliação da malha de voos comerciais e investimentos em infraestrutura turística.

“O agro continua sendo o nosso motor e defendo inclusive que continue se expandindo com segurança jurídica. Contudo, Mato Grosso precisa avançar para um ‘plano B’. Temos que incentivar a tecnologia e a industrialização. Recentemente, destinamos R$ 650 mil para a Universidade Federal de Rondonópolis para projetos de tecnologia. Empresas do setor digital faturam alto com estrutura enxuta e geram divisas que ficam no próprio estado”, explicou o deputado.





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Após anos de controvérsias administrativas e judiciais no Município, a gestão do prefeito Cláudio Ferreira decidiu atender a uma antiga reivindicação dos técnicos em radiologia e reconheceu administrativamente o adicional de insalubridade em grau máximo, correspondente a 40%, com pagamento já na folha de setembro de 2026.

Embora o percentual de 40% esteja previsto no artigo 16 da Lei Federal nº 7.394/1985, o adicional não havia sido implementado durante a gestão do ex-prefeito José Carlos do Pátio. A questão se arrastou por anos, gerando controvérsias administrativas e judiciais.
Agora, por determinação do prefeito Cláudio Ferreira, a administração reconheceu o adicional pela via administrativa, dando uma solução concreta a uma demanda histórica dos profissionais.

Cláudio Ferreira entende que o compromisso da gestão é valorizar quem trabalha por Rondonópolis. Nesse sentido, ele repassa que não faz sentido deixar uma demanda histórica se prolongar quando a administração pode analisá-la com responsabilidade e encontrar uma solução. Por isso, decidiu garantir esse reconhecimento e o pagamento já na folha de setembro.

A medida foi conduzida pela Secretaria Municipal de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação, sob a coordenação do secretário Luciano Rodrigues, juntamente com a equipe técnica responsável pelas análises e providências necessárias à implantação do benefício.

“Existem reivindicações que atravessaram anos sem uma solução definitiva. Por determinação do prefeito Cláudio Ferreira, conduzimos esse trabalho com nossa equipe técnica, buscando uma solução responsável e juridicamente segura. O resultado é o reconhecimento do adicional de 40%, que será pago aos profissionais já neste mês de setembro”, afirmou Luciano Rodrigues.

Com a decisão, o secretário reforça que a atual administração atende a uma reivindicação histórica dos técnicos em radiologia e demonstra uma nova postura na condução das demandas do funcionalismo público, priorizando soluções administrativas e a valorização dos profissionais que diariamente prestam serviços à população de Rondonópolis.





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