Uma mulher acabou detida na manhã desta terça-feira (1º), após o ex-companheiro denunciá-la por perseguição e ameaças, no Centro de Rondonópolis. Segundo a Polícia Militar, o casal está separado há aproximadamente dois meses, mas a suspeita não aceitaria o término do relacionamento.

Conforme informações, a PM recebeu o chamado por volta das 10h20 e seguiu até a Rua 15 de Novembro. No local, o homem contou que a ex passou a persegui-lo frequentemente em sua residência e no trabalho, causando transtornos e fazendo ameaças de prejudicá-lo.

Ainda conforme o relato da vítima, em outras ocasiões, a mulher teria invadido sua casa e o agredido fisicamente.

Nesta terça-feira, a suspeita procurou novamente o ex no local de trabalho e telefonou pedindo uma conversa. Como não o encontrou, seguiu até a residência dele, onde permaneceu rondando o imóvel e olhando por baixo do portão para verificar se o homem estava no local.

Ao perceber a presença da ex, o homem acionou a PM. Com medo de que ela pulasse o portão, como supostamente já havia feito anteriormente, ele permitiu que a mulher entrasse no imóvel e aguardou a chegada dos policiais.

A equipe deteve a suspeita e a encaminhou à Central de Operações da Polícia Militar para as providências legais. Conforme o registro policial, ela possui passagens registradas em 2026 por lesão corporal, ameaça e vias de fato.





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Uma mulher e uma criança, morreram após uma colisão frontal entre uma caminhonete e um caminhão, no km 485 da BR-364, em Jangada, nesta terça-feira (1º). Uma terceira pessoa que estava na caminhonete ficou gravemente ferida e foi encaminhada para atendimento médico.

Conforme a concessionária Nova Rota do Oeste, as duas vítimas que morreram, ainda não identificadas, estavam em uma caminhonete S10 branca.

O terceiro ocupante da caminhonete foi socorrido em estado grave e levado inicialmente ao Pronto Atendimento de Jangada. Depois, foi transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá.

De acordo com as informações iniciais, o veículo de carga teria rodado na pista e invadido a faixa contrária, onde seguia a caminhonete, provocando a batida frontal.

O motorista do caminhão não ficou ferido e recusou atendimento médico, conforme termo assinado no local.

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O deputado federal e candidato ao Senado, Zé Medeiros (PL), pediu a prisão do ministro Alexandre de Moraes após a divulgação de mensagens atribuídas ao magistrado e ao banqueiro Daniel Vorcaro, nas quais o empresário teria consultado Moraes sobre o risco de ser preso e a possibilidade de deixar o Brasil.

Medeiros comparou o episódio à prisão do ex-senador Delcídio do Amaral, em 2015, no âmbito da Operação Lava Jato, após ele ser acusado de tentar ajudar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró a fugir para impedir sua delação.

“Eu estava no Senado quando o então Delcídio do Amaral conversou e tinha o áudio dele conversando com Cerveró a respeito de uma possível fuga do Cerveró. O STF mandou prender o Delcídio do Amaral e ele foi preso”, afirmou Medeiros.

Para o deputado, se uma conversa sobre uma possível fuga foi suficiente para levar Delcídio à prisão, o mesmo critério deve ser aplicado agora diante das mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro.

“Agora acabamos de saber que o ministro Alexandre de Moraes tinha uma conversa similar com o Vorcaro. Então eu venho aqui encarecidamente pedir ao ministro André Mendonça: o senhor precisa prender Alexandre de Moraes. Pau que bate em Chico tem que bater em Alexandre também”, declarou.

Medeiros ainda cobrou que o Supremo Tribunal Federal trate os dois episódios com o mesmo rigor, sem distinção de quem esteja envolvido.

“Não pode existir dois pesos e duas medidas. Se o STF prendeu Delcídio por uma conversa sobre fuga, precisa ter coragem para aplicar o mesmo entendimento quando a conversa envolve um ministro da própria Corte”, afirmou.

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Uma menina de 13 anos acabou encontrada morta nesta terça-feira (1º), em uma residência no bairro Jardim Participação, em Rondonópolis (MT). De acordo com a Polícia Militar, que atendeu à ocorrência por volta das 12h10, a vítima estava suspensa por uma corda em volta do pescoço, na área dos fundos do imóvel.

Conforme o boletim de ocorrência, o Ciosp acionou os militares por volta das 12h10. Quando a guarnição chegou ao endereço, uma equipe do Samu já estava no local. O médico informou aos policiais que a adolescente havia morrido. O registro policial aponta suspeita de suicídio.

Os militares isolaram e preservaram a área para os procedimentos periciais. Durante o atendimento, uma chave quebrou dentro da fechadura da porta que dava acesso aos fundos da residência e impediu a entrada das equipes.

Com autorização dos pais da adolescente, proprietários do imóvel, os policiais precisaram arrombar a porta para permitir o acesso da Polícia Civil e dos peritos da Politec.

Precisa de ajuda? O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito e sigiloso, 24 horas por dia, pelo telefone 188.





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Não basta apenas construir praças, mas também garantir que a população possa usá-las plenamente. Com essa visão, diversas praças e áreas de lazer de Rondonópolis vêm ganhando atenção especial para o uso durante a noite.

A Prefeitura, sob a gestão do prefeito Cláudio Ferreira, realiza o trabalho de manutenção e revitalização da iluminação pública nesses espaços.

Somente em 2026, o Município, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, já atendeu quase 30 praças e áreas de lazer com serviços na parte elétrica, nos mais diversos bairros de Rondonópolis.

Além desses atendimentos, o projeto especial de reforma da Praça da Saudade modernizou todo o sistema de iluminação pública do local, demonstrando como esse investimento faz a diferença na vida dos moradores.

A Praça da Saudade, na região central da cidade, sofria, até então, com o medo e a insegurança provocados pela escuridão do espaço. O abandono era evidente e afastava os frequentadores.

Com a revitalização da iluminação pública, a Praça da Saudade voltou a atrair os moradores no período noturno. São adultos fazendo caminhada, famílias com crianças brincando e muitas pessoas usando as quadras de esportes.

O secretário municipal de Infraestrutura, Lucas Luz, observa que a gestão tem encontrado situações críticas nas praças e espaços de lazer, com problemas provocados especialmente por vandalismo e furtos.

Em muitos casos, a reincidência dos furtos poucos dias após a manutenção exige que as equipes refaçam os serviços, gerando novos gastos.

Nos serviços da Prefeitura, esses espaços recebem, além dos reparos e trocas necessárias, novos projetores, luminárias e lâmpadas de LED. Dependendo do caso, as equipes também instalam postes, garantindo mais segurança e melhores condições de uso à população no período da noite.

“O resultado logo aparece. Se não tem iluminação, as pessoas não conseguem frequentar os espaços de lazer à noite. Com a iluminação e revitalização, as pessoas passam a usar novamente esses espaços públicos, impactando também no entorno, com atração de investimentos”, avalia o secretário.

O trabalho segue e vai contemplar as demais praças e espaços de lazer com problemas elétricos e de iluminação.

Algumas praças e áreas de lazer atendidas em 2026

Jardim Atlântico, Boa Vista, Conjunto São José, Jardim Belo Horizonte, José Sobrinho, Casario, Paulista, Jardim Eldorado, Jardim Reis, Colina Verde, Jardim Morumbi, Vila Cardoso, Vila Operária, Parque Real, Santa Clara, Cidade Natal, Coophalis, Coopharondon, Vila São José, Cophalis, Granville, Sítio Farias e Centro B.





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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes trouxe para o debate da TV Vila Real, nesta terça-feira (1º), o caso Banco Master e voltou a questionar a responsabilidade do Governo do Estado diante das denúncias envolvendo empréstimos consignados concedidos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

“A Polícia Federal batendo, é o Banco Master. O Banco Master roubou dos nossos aposentados. Então, isso tudo é que está envergonhando o nosso Estado”, afirmou Wellington durante o debate.

O Banco Master foi autorizado pelo Governo de Mato Grosso a operar crédito consignado para servidores estaduais em 2023. Naquele ano, um decreto do então governador Mauro Mendes criou margem exclusiva de 10% para cartões de benefício, modalidade utilizada pelo Credcesta, ligado ao Master. O credenciamento entrou posteriormente na mira de investigação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), aberta a pedido da Procuradoria-Geral da República.

O caso ganhou dimensão diante das denúncias envolvendo o comprometimento da renda do funcionalismo. Dados divulgados a partir do Portal da Transparência mostram que, considerando as instituições investigadas por possíveis irregularidades nos consignados, os descontos feitos dos servidores mato-grossenses chegaram a R$ 629,6 milhões entre 2023 e 2026.





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Registros técnicos gravados no próprio arquivo do contrato — extraído do celular de Daniel Vorcaro e obtido pelo jornal Estadão — indicam que o ministro Alexandre de Moraes foi o responsável pelas últimas alterações no documento de R$131 milhões firmado entre o escritório de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, e o então dono do Banco Master.

O perfil do Microsoft Office 365 identificado como “Ministro Alexandre de Moraes” aparece como o último a editar o arquivo às 23h04 de 15 de janeiro de 2024. A alteração ocorreu cerca de 1 hora e 40 minutos depois de Vorcaro devolver a minuta a Viviane pelo WhatsApp, com a mensagem pedindo conferência da cláusula incluída e combinando a assinatura. Dois dias depois, em 17 de janeiro, Viviane encaminhou essa versão final ao banqueiro.

Na aba “Propriedades” do documento (Office 365), constam autor, datas e horários das modificações. O autor original registrado é Guilherme de Toledo Benazzi, administrador do escritório Barci de Moraes. O perfil atribuído ao ministro fez a última edição na versão que depois foi enviada.

O contrato previa 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos (R$ 3.646.529,77 brutos cada, livres de impostos), totalizando R$ 108 milhões líquidos ou R$ 131.274.351,72 brutos. Os pagamentos foram interrompidos após a prisão de Vorcaro e a liquidação do banco.

O escritório de Viviane confirmou que o ministro acessou o documento. Segundo a nota, o setor de compliance “consultou” Moraes, na condição de marido da sócia diretora, sobre eventuais impedimentos legais — como ações no STF sob sua relatoria ou julgamentos de interesse do cliente. A banca afirma que, “diante da inexistência de previsão de atuação no STF ou de qualquer impedimento legal”, o contrato foi assinado e os serviços prestados. Moraes e Viviane reconhecem o acesso, mas negam irregularidades.

A prova material não é apenas o relato das partes: são os metadados embutidos no arquivo enviado por WhatsApp, que registram o perfil, a data e a hora da última edição atribuída ao ministro.





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Um corpo ainda não identificado foi encontrado na manhã desta terça-feira (1º) no Rio Vermelho, em Rondonópolis. A localização ocorreu após buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros na região. As informações são do Agora MT.

De acordo com as informações apuradas, o cadáver apresenta sinais de perfuração, mas ainda não há confirmação sobre o que provocou os ferimentos. A perícia deverá esclarecer se as lesões foram causadas por disparos de arma de fogo ou por algum objeto cortante.

Uma tatuagem encontrada no braço da vítima poderá ajudar no processo de identificação. O corpo também apresentava sinais de decomposição e, conforme avaliação inicial, já estaria entrando na chamada fase gasosa, indicando que poderia estar na água havia alguns dias.

O cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde exames deverão apontar a identidade da vítima, a causa da morte e uma estimativa mais precisa de quanto tempo o corpo permaneceu no rio.

As buscas começaram no último domingo (30), depois que um pescador acionou o Corpo de Bombeiros e relatou ter visto algo semelhante a um corpo boiando no Rio Vermelho durante as primeiras horas da manhã.

O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes.

Com informações do Agora MT.





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O candidato do PL à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, defendeu nesta terça-feira (1º) a renúncia do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a divulgação de novas informações envolvendo supostas mensagens entre o magistrado e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

As declarações ocorreram depois da revelação de que o ministro André Mendonça encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) um relatório da Polícia Federal com dados extraídos do celular de Vorcaro.

O material reúne mensagens atribuídas ao banqueiro. Em uma delas, Vorcaro teria indicado que precisava da proteção de pessoas identificadas como “Paulo” e “Andrei”. Investigadores apontam que o destinatário seria Alexandre de Moraes e que os nomes fariam referência ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Na chegada ao Congresso Nacional nesta terça-feira, Flávio Bolsonaro reagiu às revelações e afirmou que o conteúdo levantado até agora indicaria uma relação que precisa ser esclarecida.

Segundo o senador, Moraes seria, “de fato, o advogado do Vorcaro”. Flávio também afirmou que as mensagens sugeririam uma suposta proteção envolvendo o ministro, integrantes da PGR e o comando da Polícia Federal.

“Isso é uma coisa muito grave. Eu acho que o Alexandre de Moraes tinha que renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem a menor condição de ele continuar sendo ministro do Supremo”, declarou Flávio.

O candidato à Presidência também citou o contrato firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia comandado por Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes. O acordo, firmado em janeiro de 2024, previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões pela instituição financeira.

Flávio afirmou ainda que Moraes teria participado da elaboração do documento envolvendo o escritório da esposa e o banco de Vorcaro.

“Um integrante da mais alta Corte, do Supremo, ele próprio redigindo o contrato da esposa dele para devolver para o Vorcaro. Quer dizer, tudo indica, inclusive sugere que é uma proteção do próprio Alexandre de Moraes”, afirmou.

Para o senador, as informações divulgadas exigem novos esclarecimentos por parte do ministro do STF.

“Isso é uma completa distorção do devido processo legal. Isso é uma completa distorção das garantias institucionais que um membro da mais alta corte, do Supremo, deveria exercer. Tem que dar muito esclarecimento, isso é muito grave”, completou.

As suspeitas envolvendo as mensagens e a interpretação sobre o conteúdo do material fazem parte das informações levantadas na investigação e das acusações feitas por Flávio Bolsonaro, não representando, por si só, comprovação das condutas atribuídas ao ministro.





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Durante o debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes rebateu Otaviano Pivetta e destacou sua atuação na liberação de US$ 100 milhões de dólares em recursos para investimentos na educação do Estado.

Wellington afirmou que foi ele quem apresentou o então governador Mauro Mendes ao ex-ministro Paulo Guedes para viabilizar o empréstimo, com participação do senador Jayme Campos na tramitação no Senado.

O candidato também criticou a aplicação dos recursos e afirmou que o dinheiro poderia ter sido utilizado de forma mais eficiente, especialmente na construção de escolas e creches.

“Com tanto dinheiro que estava à disposição, poderia fazer muito mais pelo aluno da base e ajudar os prefeitos”, afirmou Wellington.





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