A Polícia Militar prendeu dois homens na manhã desta sexta-feira (12), após uma confusão envolvendo som automotivo, desacato, resistência e dano ao patrimônio público no bairro Parque Universitário, em Rondonópolis.

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe da PM recebeu um chamado por volta das 6h após um funcionário de uma unidade de saúde denunciar que um grupo consumia bebida alcoólica e utilizava som automotivo em alto volume nas proximidades do posto de saúde, causando transtornos aos pacientes que aguardavam atendimento médico.

Quando os policiais chegaram ao local, encontraram um VW Gol branco acoplado a uma carretinha de som. Apesar de o equipamento estar desligado naquele momento, a equipe realizou a abordagem dos envolvidos e a fiscalização da documentação do veículo.

Durante a checagem, os militares constataram que o automóvel estava com o licenciamento atrasado e informaram ao condutor que o carro seria removido ao pátio credenciado da 2ª Ciretran.

Segundo a PM, a situação saiu do controle quando um dos abordados passou a questionar a atuação dos policiais em tom exaltado, afirmando que a corporação deveria “prender bandidos e não trabalhadores”. Ainda conforme o registro, ele teria ofendido os militares diante de diversas pessoas que aguardavam atendimento na unidade de saúde.

Diante do desacato, os policiais deram voz de prisão ao suspeito. Já dentro da viatura, ele teria desferido diversos chutes contra a grade do compartimento de presos, causando danos ao patrimônio público. Durante a ação, sofreu um ferimento leve no joelho.

O segundo envolvido também passou a ofender os policiais com palavras de baixo calão e precisou ser contido com apoio de uma equipe da Ronda Escolar. Durante a imobilização, ele caiu ao solo e sofreu um pequeno ferimento na região do queixo.

Os dois homens foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado pelos crimes de desacato, resistência e dano qualificado.

O veículo, juntamente com a carretinha de som automotivo, foi apreendido e removido para o pátio da 2ª Ciretran. Segundo a PM, nenhum dos suspeitos possuía passagens criminais anteriores registradas.



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O Laboratório Labormat comemora neste mês seus 39 anos de atuação em Rondonópolis e em toda a região sul de Mato Grosso. Ao longo de quase quatro décadas, a empresa se consolidou como uma das principais referências em análises clínicas e diagnóstico laboratorial, construindo uma trajetória marcada pela confiança, qualidade e compromisso com a saúde da população.

A data também é marcada por agradecimentos. Em mensagem comemorativa, a direção do laboratório destacou a gratidão aos milhares de pacientes que confiaram nos serviços prestados ao longo dos anos, além dos médicos, clínicas, hospitais e demais profissionais da saúde que contribuíram para fortalecer essa caminhada.

Outro reconhecimento especial foi direcionado aos colaboradores e ex-colaboradores que fizeram parte da história da empresa. Conforme a direção do Laboratório, o empenho, o profissionalismo e a dedicação de cada integrante da equipe foram fundamentais para transformar o laboratório em uma referência regional.

Com quatro unidades instaladas em Rondonópolis, nos bairros Centro, Lions Internacional, Vila Birigui e Conjunto São José, o Labormat segue investindo em tecnologia, inovação e qualificação profissional para oferecer exames com segurança, precisão e agilidade.

A empresa destaca ainda que, mesmo acompanhando a evolução tecnológica do setor, mantém como princípio um atendimento humanizado, característica que faz parte da sua essência desde a fundação.

“Ser um laboratório de tradição na região sul do estado é uma responsabilidade que nos inspira a continuar evoluindo, investindo em tecnologia, qualidade e inovação, sem abrir mão da atenção humanizada que sempre fez parte da nossa essência”, destacou a direção.

Ao celebrar os 39 anos de atividades, o Labormat reafirma seu compromisso de continuar cuidando da saúde da população com confiança, qualidade e responsabilidade.

Unidades em Rondonópolis:
• Centro
• Lions Internacional
• Vila Birigui
• Conjunto São José

Informações e agendamentos:
📞 (66) 3423-2141
📱 WhatsApp: (66) 99647-2500



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A Prefeitura de Rondonópolis iniciou uma consulta pública para ouvir a população e coletar informações que vão contribuir para a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana do município. A participação dos moradores ocorrerá por meio de uma pesquisa online disponível pelos próximos 30 dias.

A iniciativa busca entender como os cidadãos utilizam o trânsito diariamente, quais são os principais desafios enfrentados nos deslocamentos e quais melhorias consideram prioritárias para a cidade. As informações servirão de base para a construção de estratégias voltadas à mobilidade urbana, transporte público, acessibilidade e organização do tráfego.

Segundo a administração municipal, o objetivo é desenvolver um planejamento que atenda às necessidades reais da população, utilizando dados fornecidos pelos próprios usuários das vias urbanas.

Para participar, os moradores devem acessar o site oficial da Prefeitura de Rondonópolis, localizar o banner em destaque sobre o Plano de Mobilidade Urbana e preencher o formulário disponível.

A prefeitura reforça que a participação popular é fundamental para que o plano reflita a realidade da cidade e contribua para a construção de um trânsito mais eficiente, seguro e organizado para todos.

Acesse o formulário neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSer7v48hS_-K7M-bnYU5sElpng3Jn47vnZ-7zwQK9RVmg3dqw/viewform



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A Polícia Civil identificou a vítima de uma execução ocorrido na noite desta quinta-feira (11) como Cristiano da Silva Moreira, de 39 anos. O assassinato aconteceu no Residencial Altamirando, em Rondonópolis.

De acordo com as informações apuradas, o homem foi executado a tiros em frente à própria residência, onde estavam seus três filhos, um adolescente de 16 anos e duas crianças. Os menores não presenciaram a execução.

No local, os policiais encontraram 13 cápsulas deflagradas de calibres 9 mm e .380, o que indica a participação de pelo menos dois atiradores.

A vítima foi atingida por diversos disparos em várias partes do corpo. No entanto, a quantidade exata de perfurações só será confirmada após a conclusão do exame de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML).

O celular de Cristiano foi apreendido e deverá auxiliar nas investigações. A Polícia Civil segue apurando a motivação e a autoria da execução em Rondonópolis.
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O senador Wellington Fagundes (PL) defendeu que os recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sejam aplicados rigorosamente de acordo com sua finalidade legal: melhorar a infraestrutura de transporte e ampliar a oferta de moradias para a população mato-grossense.

Segundo o parlamentar, a discussão não deve ser sobre uma obra específica, mas sobre a correta destinação dos recursos públicos e o respeito aos objetivos para os quais o fundo foi criado.

“O Fethab tem uma missão clara. Foi criado para investir em transporte e habitação. Quando existem famílias esperando pela casa própria e estradas colocando vidas em risco, é natural que a sociedade cobre que esses recursos sejam aplicados prioritariamente nessas áreas”, afirmou.

Dados do Tribunal de Contas de Mato Grosso apontam que apenas 2,8% dos recursos do Fethab foram destinados à habitação, apesar de a legislação prever percentual significativamente superior para essa finalidade.

Para Wellington, o déficit habitacional de Mato Grosso, estimado em cerca de 120 mil moradias, demonstra a necessidade de ampliar os investimentos no setor.

“Casa própria significa dignidade, segurança e qualidade de vida. Cada recurso destinado à habitação representa a oportunidade de transformar a vida de uma família. Por isso, é fundamental que a aplicação do Fethab observe sua finalidade original”, destacou.

O senador também chamou atenção para os desafios da infraestrutura rodoviária. Somente em 2025, Mato Grosso registrou milhares de acidentes nas rodovias, com centenas de mortes e feridos, realidade que, segundo ele, reforça a importância de investimentos permanentes em manutenção, recuperação e melhoria das estradas.

“O cidadão que contribui com esse fundo espera ver estradas melhores, mais segurança para quem trabalha e produz, e mais famílias realizando o sonho da casa própria. Esse é o espírito que orientou a criação do Fethab”, afirmou.

Wellington defende que o Estado fortaleça o planejamento dos investimentos públicos, priorizando ações que gerem resultados concretos para a população e garantindo o cumprimento das finalidades estabelecidas em lei.

“O debate central é simples: os recursos públicos devem ser aplicados com responsabilidade, transparência e respeito àquilo que a legislação determina. O Fethab precisa cumprir sua missão de melhorar a vida dos mato-grossenses por meio da habitação e da infraestrutura”, concluiu.



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Um adolescente de 15 anos foi apreendido após agredir a própria mãe na noite desta quarta-feira (10), nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase, em Várzea Grande. Segundo informações da Guarda Municipal, a confusão começou após a mulher se recusar a pagar uma corrida por aplicativo para que ela e o filho retornassem para casa.

De acordo com o relato, mãe e filho haviam acabado de deixar a unidade de saúde quando o adolescente insistiu para que o trajeto fosse feito por aplicativo. Diante da negativa da mãe, que optou por seguir a pé, o menor teria se irritado e iniciado uma discussão.

Durante o desentendimento, o adolescente partiu para a agressão física. A vítima informou aos agentes que estava com um bebê no colo no momento em que foi atacada. Além das agressões, o menor também teria tomado o celular da mãe e arremessado o aparelho contra o chão, causando danos ao equipamento.

Quando a Guarda Municipal chegou ao local, encontrou moradores segurando o adolescente. Conforme o boletim de ocorrência, algumas pessoas chegaram a agredi-lo e havia risco de que a situação terminasse em linchamento.

A mãe relatou ainda que não foi a primeira vez que sofreu agressões do filho. Segundo ela, o adolescente já foi encaminhado outras vezes à delegacia por episódios semelhantes.

A mulher também apresentou documentos informando que o jovem realiza acompanhamento na área de saúde mental. O caso foi encaminhado às autoridades competentes para as providências cabíveis.

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A Prefeitura de Rondonópolis assumiu de forma temporária nesta quinta-feira (11) a administração do Sossego Lar dos Idosos (atual Recanto Bom Jesus Lar dos Idosos), uma instituição privada situada no Globo Recreio.

A ação cumpre decisão judicial da 1ª Vara Cível da Comarca de Rondonópolis, que constatou que cerca de 40 idosos viviam em situação insalubre e de grave abandono na instituição.

Atendendo uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso, a Justiça determinou o afastamento imediato do administrador da entidade e a entrega temporária da gestão ao Município.

“O foco principal do nosso trabalho é garantir a segurança e a vida dos acolhidos que aqui estão”, explicou a secretária municipal de Promoção e Assistência Social, Fabiana Perez.

A equipe municipal encontrou no local uma realidade chocante.

Idosos abandonados, com feridas abertas — algumas já tomadas por larvas —, em meio a forte mau cheiro e a um ambiente insalubre, com a maioria dos acolhidos apresentando quadros de saúde agravados pela falta de cuidado.

A situação era tão grave que um dos idosos precisou ser removido pelo Samu e encaminhado para internação.

Para entrar no local, a Prefeitura montou uma força-tarefa multidisciplinar.

Estiveram presentes equipes da Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social e da Secretaria Municipal de Saúde, com médico, enfermeiros, dois técnicos da Vigilância Sanitária, assistente social, além da Procuradoria-Geral do Município, que realizaram a verificação das condições da entidade e o acompanhamento individual de cada acolhido.

A atuação jurídica do Município foi imediata.

No mesmo dia da decisão judicial, a Procuradoria-Geral do Município fez um pedido nos autos requerendo a habilitação da Prefeitura como parte no processo, ao lado do Ministério Público, pedido que foi deferido pela Justiça.

Na manifestação, o Município assumiu o compromisso de disponibilizar toda a sua equipe e oferecer integral suporte à intervenção, em defesa dos idosos acolhidos.

As irregularidades na entidade não eram novas.

A Vigilância Sanitária do Município já havia flagrado uma série de inconformidades em fiscalizações anteriores, que resultaram inclusive em termo de ajustamento de conduta.

As determinações, porém, não foram cumpridas.

A partir de agora, com a administração temporária do Município, as famílias dos idosos estão sendo localizadas e notificadas, com o objetivo de reintegrar cada acolhido a um ambiente seguro e digno.

A Prefeitura de Rondonópolis já está elaborando um relatório completo sobre a situação da instituição e a condição de cada idoso, que será entregue ao Poder Judiciário na próxima semana.



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Desde as manifestações de 2013, uma parte expressiva da elite política brasileira parece incapaz de compreender a natureza da insatisfação que tomou conta das ruas.

Milhões de brasileiros saíram para protestar inicialmente contra o aumento das passagens de ônibus. Mas rapidamente ficou evidente que o problema era muito maior. A população expressava um sentimento difuso de revolta contra serviços públicos precários, corrupção, privilégios, burocracia excessiva e uma sensação crescente de distanciamento entre governantes e governados.

As instituições ouviram o barulho das ruas, mas não compreenderam sua mensagem.

Em 2016, após anos de manifestações, a pressão popular contribuiu para o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em 2018, a mesma energia política levou à eleição de Jair Bolsonaro, um candidato visto como outsider, alguém que prometia romper com práticas que grande parte da população identificava como símbolos do sistema político tradicional.

Entretanto, mesmo após a vitória eleitoral, o conflito não diminuiu. Pelo contrário.

Desde os primeiros meses do novo governo, surgiram discussões sobre impeachment, disputas institucionais permanentes, judicialização intensa da política e um ambiente de confronto contínuo. Os apoiadores de Bolsonaro passaram a interpretar essas movimentações como uma tentativa de neutralizar, por outros meios, uma escolha que havia sido feita nas urnas.

Durante o processo eleitoral seguinte, a percepção de desequilíbrio se aprofundou entre milhões de brasileiros. Decisões judiciais envolvendo censura de conteúdos, remoção de perfis e restrições ao debate político foram vistas por muitos cidadãos como intervenções incompatíveis com a liberdade de expressão e com a igualdade de condições entre os competidores.

Após os acontecimentos de janeiro de 2023, milhares de pessoas foram investigadas, denunciadas ou presas. Independentemente da avaliação jurídica de cada caso, consolidou-se em parte significativa da sociedade a percepção de que não se tratava apenas da punição de crimes específicos, mas da criminalização de um movimento político inteiro.

É nesse ponto que muitos analistas continuam cometendo o mesmo erro.

Acreditam que Bolsonaro produz o fenômeno social. Talvez a relação seja inversa.

Talvez Bolsonaro seja consequência, e não causa.

Talvez ele tenha se tornado a principal expressão política de uma insatisfação que já existia antes dele e que continuará existindo depois dele.

Prender Bolsonaro não elimina as razões que levaram milhões de brasileiros às ruas em 2013. Não reduz a carga tributária. Não diminui a sensação de insegurança. Não resolve a percepção de impunidade. Não reduz a burocracia. Não aproxima as instituições do cidadão comum.

A questão central talvez não seja a polarização entre esquerda e direita.

Essa explicação, embora contenha elementos verdadeiros, parece insuficiente para explicar a profundidade do fenômeno.

O conflito que emerge repetidamente nas ruas parece refletir algo mais fundamental: a sensação crescente de que existe uma distância cada vez maior entre quem exerce poder e quem suporta o peso de suas decisões.

De um lado, uma estrutura estatal que cresce continuamente, amplia tributos, regula cada aspecto da vida social e concentra cada vez mais poder em Brasília.

De outro, cidadãos que sentem trabalhar mais, pagar mais impostos e receber menos retorno.

Essa tensão não desaparece com prisões, censura ou decisões judiciais. Também não desaparece com eleições isoladas.

Ela só pode ser enfrentada quando as instituições compreenderem que sua legitimidade não decorre apenas da legalidade formal, mas também da capacidade de responder às demandas da sociedade que representam.

Brasília precisa lembrar uma verdade elementar de qualquer democracia: o poder emana do povo.

O Brasil já enviou esse aviso em 2013.

Talvez a pergunta mais importante não seja por que milhões de brasileiros continuam revoltados.

Talvez a pergunta seja por que, depois de tantos anos, tantos ainda se recusam a ouvir.

Zé Medeiros é deputado federal e candidato ao senado por MT



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Um homem de 39 anos foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (11), no bairro Altamirando, nas proximidades de um campo de futebol, em Rondonópolis.

De acordo com as informações preliminares, a vítima, identificada apenas pelo primeiro nome Cristiano, estava em frente à residência onde morava quando foi surpreendida e atingida por diversos disparos de arma de fogo.

Com a gravidade dos ferimentos, o homem morreu ainda no local antes da chegada do socorro.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e realizaram o isolamento da área para preservação da cena do crime. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) também esteve no local para os trabalhos periciais que irão auxiliar nas investigações.

Até o momento, não há informações sobre a motivação do homicídio ou a identidade dos autores. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

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Articulações e o envio de emendas parlamentar a partir de Brasília pelo deputado federal, Zé Medeiros (PL), foram fundamentais, nos últimos anos, para que hospitais regionais se fortalecessem por todo o estado de Mato Grosso. Em casos como o da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, a atuação do parlamentar foi primordial até para evitar o fechamento da unidade de saúde.

A filantrópica da maior cidade do interior recebeu um total R$ 75 milhões de indicações no orçamento federal, desde 2016, todas protagonizadas por Medeiros. “Um hospital que atende 19 municípios da região sul, referência em procedimentos de alta complexidade em cardiologia, oncologia e onde nascem 400 mato-grossenses todo mês. Não dava pra agir diferente”, pontuou Medeiros.

O Hospital do Câncer de Sinop foi outra unidade a ser alvo do trabalho do deputado, que usou sua cota-parte dentro da chamada emenda de bancada, no exercício de 2022, para encaminhar à unidade pouco mais de R$ 9.6 milhões, usados para fins de estruturação.

O secretário de saúde de Araputanga, Hudson Cunha Ramos, também ressalta que o antigo Hospital Geral e Maternidade, transformado em Hospital Público Municipal em 2026, só conseguiu fazer essa transição e garantir o seguimento dos atendimentos por causa de Medeiros.

“O deputado Zé Medeiros teve papel fundamental na aquisição desse hospital. Ele destinou em 2024 a importância de R$ 3 milhões pra gente fazer a aquisição deste hospital”, citou, referindo-se a compra que foi completada pelo caixa local e formalizou-se por pouco mais de R$ 6 milhões.

O prefeito de Pontes e Lacerda, Jakson Bassi, é outro a testemunhar a atenção dada pelo deputado e pré-candidato a senador bolsonarista em ajudar o Poder Público no socorro da população. “O deputado Zé Medeiros tem sido primordial no apoio à saúde da nossa região, principalmente na questão de custeio. Nós temos um hospital, que é o Hospital Vale do Guaporé, que atende dez municípios e no ano passado o deputado já nos mandou R$ 750 mil e para esse ano já temos a garantir de mais R$ 1 milhão. A gente fica muito grato por esse olhar de carinho dele com nossa região”, citou.

Zé Medeiros também abraçou, junto da gestão Barga Rosa, em Guiratinga, a revitalização do histórico hospital Santa Maria Bertilla, que já foi um dos principais centros de referência em saúde do interior do estado. “Garantimos recursos dentro das nossas emendas pra reforma desta unidade de saúde, que está sendo equipada e voltando a ter uma capacidade de atendimento condizente com sua história e que vai ser de apoio estratégico a Rondonópolis, que é o polo maior da região”, explicou Medeiros.



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