A gestão do prefeito Cláudio Ferreira avança na implantação de uma agenda estruturada para ampliar o controle sobre a máquina pública de Rondonópolis e colocar a integridade, a transparência e a fiscalização no centro da administração municipal. A iniciativa reúne novas regras, mecanismos de prevenção e gestão de riscos, fortalecimento do controle interno e ferramentas destinadas a tornar a gestão mais eficiente e transparente.

Um dos principais passos dessa estratégia foi a adesão de Rondonópolis ao Programa Time Brasil – Ações de Integridade Pública para Estados e Municípios, coordenado pela Controladoria-Geral da União (CGU). A iniciativa amplia a cooperação entre o Município e o órgão federal e proporciona acesso a metodologias, assessoramento técnico, capacitações e soluções voltadas ao fortalecimento da integridade, da transparência, do controle interno, da participação social e da prevenção à corrupção.

Como parte desse processo, o Município já avançou na elaboração do Autodiagnóstico Institucional e do Plano de Ação Municipal, instrumentos que permitem identificar oportunidades de melhoria e orientar medidas nas áreas de transparência, integridade, ética pública, controle interno, ouvidoria, corregedoria e gestão de riscos.

O plano prevê a criação de um Código de Ética dos servidores e de um Programa de Integridade, com mecanismos destinados à prevenção, identificação, tratamento e monitoramento de riscos que possam comprometer o funcionamento da Administração Municipal.

Outro ponto de destaque é o reforço da fiscalização sobre licitações, contratos e editais. Nesse campo, a Prefeitura avalia a utilização de ferramentas tecnológicas disponibilizadas pela CGU, entre elas o sistema Alice, baseado em inteligência artificial e destinado a auxiliar na identificação preventiva de riscos em processos de compras, contratações e licitações.

A utilização de soluções dessa natureza poderá ampliar a capacidade preventiva da Administração, permitindo identificar situações de risco antes que problemas se concretizem e contribuindo para decisões mais seguras e para uma aplicação mais eficiente dos recursos públicos.

A gestão também pretende fortalecer mecanismos de prevenção ao nepotismo e aos conflitos de interesses, além de ampliar a capacitação dos servidores que atuam nas áreas de integridade, controle e fiscalização.

Nesse contexto, a aproximação com a CGU já vem produzindo resultados concretos. Em visita técnica à Superintendência Regional do órgão em Mato Grosso, em Cuiabá, representantes da Prefeitura alinharam as próximas etapas de implementação das ações do Time Brasil e conheceram oportunidades de capacitação, intercâmbio de experiências, redes colaborativas e utilização de soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Governo Federal.

Como resultado dessa cooperação, Rondonópolis conquistou uma vaga no curso Fiscalização de Obras com Utilização de Drones, promovido pela CGU, ampliando a qualificação técnica dos servidores municipais e a capacidade de fiscalização da Administração.

Outra frente da estratégia é o fortalecimento da transparência e da participação social. O plano estabelece medidas para ampliar a divulgação de informações da Ouvidoria, acompanhar indicadores relacionados à Lei de Acesso à Informação e atualizar a Carta de Serviços, permitindo que o cidadão tenha melhores condições de conhecer, acompanhar e fiscalizar a atuação do Município.

Com as medidas, Cláudio Ferreira sinaliza que quer deixar sua marca também na forma de administrar Rondonópolis: mais controle, regras claras, prevenção, transparência e responsabilidade na utilização dos recursos públicos.





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Uma imagem forte mostra o rondonopolitano Elias Fernandes Guimarães, de 47 anos, morto e com diversas marcas de disparos pelo corpo. O homicídio ocorreu na manhã desta quinta-feira (3), em uma residência na zona rural de Juscimeira.

O corpo da vítima ficou caído nos fundos do imóvel, atrás de um pequeno muro. O local fica nas proximidades da Fazenda Escola Flor de Lótus, da Eduvale.

Por volta das 7h30, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) solicitou apoio da Polícia Militar. Ao chegarem ao endereço, os policiais receberam a informação de que Elias já estava sem vida.

A PM isolou e preservou a área para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Até o momento, ninguém informou quem efetuou os disparos nem o que teria motivado o crime. A Polícia Civil investiga o homicídio.

Conforme o histórico policial informado, Elias figurava como suspeito em ocorrências relacionadas a furto de gado, estelionato, ameaça e receptação entre 2020 e 2026.





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A disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado Federal aparece apertada entre Mauro Mendes (União) e o deputado federal José Medeiros (PL) na nova pesquisa do Instituto Veritá. Na consolidação dos dois votos, Mauro registra 33,5%, enquanto Medeiros chega a 30,4%, uma diferença de apenas 3,1 pontos percentuais.

O levantamento considera que, nas eleições de 2026, cada eleitor terá direito a votar em dois candidatos ao Senado. Na consolidação apresentada pelo próprio instituto, Janaína Riva (MDB) aparece com 21,5% e Carlos Fávaro (PSD), com 20,5%.

Quando considerado somente o primeiro voto, Medeiros registra 20,1% do total da amostra, enquanto Mauro tem 17,8%. Fávaro aparece com 13,6% e Janaína com 11,6%. Outros 22% não souberam ou não responderam e 4,5% declararam voto branco ou nulo.

No segundo voto, Mauro registra 15,7%, Medeiros 10,3%, Janaína 9,9% e Fávaro 6,9%. Neste cenário, o percentual de eleitores que não souberam ou não responderam chega a 36,4%.

A pesquisa também revela espaço para mudanças até a eleição. 46,4% dos entrevistados afirmaram que ainda não têm candidato definido para senador, enquanto 53,6% disseram já possuir uma escolha. Entre os eleitores de 16 a 34 anos, 60% ainda não definiram candidato.

O Instituto Veritá ouviu 1.220 eleitores entre os dias 19 e 23 de agosto, em Mato Grosso. A margem de erro informada é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números MT-05925/2026 e BR-04523/2026.





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Levantamento do IBROSS não inclui unidade de Mato Grosso entre os dez hospitais públicos mais bem avaliados do Brasil

A afirmação de que Mato Grosso teria hoje “o maior e melhor hospital público do país”, feita pelo governador Otaviano Pivetta durante sabatina com representantes da Fiemt, Famato e Fecomércio-MT, na manhã desta quinta-feira (3), entra em contraste com um levantamento nacional divulgado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Conass, Conasems e Instituto Ética Saúde.

O ranking dos Melhores Hospitais Públicos do Brasil 2026 avaliou um universo inicial de 5.279 hospitais que atendem ao SUS e considerou critérios como qualidade assistencial, taxa de mortalidade ajustada, internações de alta complexidade, disponibilidade e ocupação de leitos de UTI, tempo médio de permanência, eficiência na gestão, compliance e satisfação dos usuários. No resultado final divulgado recentemente, o Hospital Central de Mato Grosso não aparece entre os dez primeiros colocados.

O primeiro lugar ficou com o Hospital Estadual de Sumaré (SP), seguido pelo Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (GO) e pelo Centro de Referência da Saúde da Mulher (SP). A lista também inclui hospitais de Minas Gerais e São Paulo. Entre as unidades mais bem avaliadas diretamente pelos usuários, o primeiro lugar ficou com o Hospital Regional de Piracicaba (SP).

A diferença entre o discurso oficial e o resultado do levantamento nacional levanta uma questão objetiva: com base em quais indicadores o Governo de Mato Grosso classifica o Hospital Central como o melhor hospital público do Brasil, se a principal premiação nacional do setor divulgada em 2026 não o colocou sequer entre os dez primeiros? O próprio IBROSS informa que sua metodologia buscou justamente identificar modelos de excelência no SUS, combinando desempenho assistencial, eficiência, qualidade, segurança e experiência dos pacientes.

O Hospital Central começou a funcionar em janeiro de 2026, depois de mais de três décadas com as obras paralisadas. A unidade inaugurada em ano eleitoral, possui 287 leitos, sendo 96 de cuidados intensivos, além de dez salas cirúrgicas e uma sala híbrida com hemodinâmica. Segundo o Governo do Estado, foram investidos mais de R$ 540 milhões entre obras e equipamentos.

A discussão, portanto, não é sobre a importância da entrega do hospital para Mato Grosso, mas sobre a necessidade de separar propaganda institucional de avaliação objetiva de desempenho. Se o Estado sustenta que o Hospital Central é o melhor hospital público do país, cabe apresentar os indicadores técnicos que fundamentam essa conclusão e explicar por que eles não aparecem refletidos no ranking nacional divulgado pelo IBROSS.





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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Pedra Preta, prendeu em flagrante nesta quinta feira (03/09), um homem de 35 anos, investigado por envolvimento em uma tentativa de homicídio ocorrida na noite de 2 de setembro de 2026, no município.

Conforme apurado inicialmente, a vítima teria sido surpreendida por dois homens, que invadiram a residência e passaram a golpeá-la com um facão. O homem sofreu cortes no rosto e na cabeça, fratura e ferimento no punho esquerdo, além de lesões na região da boca e dentes quebrados.

A vítima relatou aos policiais que havia realizado um trabalho juntamente com os dois suspeitos, que conhecia apenas pelos apelidos. Segundo o relato, os investigados teriam desconfiado que ele havia recebido o pagamento pelo serviço e não teria repassado a quantia a eles.

Após o ataque, os suspeitos fugiram do local. A vítima foi encaminhada inicialmente ao Hospital Municipal de Pedra Preta e, posteriormente, transferida para o Hospital Regional de Rondonópolis, em razão da gravidade dos ferimentos.

Investigação

Após tomar conhecimento dos fatos, a equipe da Delegacia de Pedra Preta iniciou imediatamente as diligências para esclarecer a ocorrência e identificar os responsáveis.

Durante o trabalho investigativo, os policiais realizaram levantamentos de informações e diligências que permitiram identificar e qualificar dois suspeitos, de 29 e 35 anos.

Com o avanço das investigações, um dos suspeitos, de 35 anos, foi localizado no bairro Jardim Natureza. Ele foi abordado pelos policiais e conduzido à Delegacia de Polícia de Pedra Preta, onde foi colocado à disposição da autoridade policial.

As diligências prosseguem para localizar o segundo envolvido e esclarecer integralmente as circunstâncias e a motivação da tentativa de homicídio.





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Durante a inauguração da nova unidade do Sanear, em Rondonópolis, o secretário de Governo Mykaell Vitorino criticou o ex-prefeito e o atual vice-prefeito. No discurso, acusou o antigo gestor de deixar obras paradas para tentar inviabilizar a administração de Cláudio Ferreira e afirmou que o vice apenas critica, sem contribuir com as entregas da gestão.

Segundo o secretário, o ex-prefeito iniciou obras por toda a cidade sem o planejamento necessário para concluí-las. Na avaliação dele, essa postura comprometeu o andamento dos serviços e deixou dificuldades para a administração seguinte.

O secretário também afirmou que a gestão anterior executava obras de qualquer jeito. Em contraponto, disse que Cláudio trabalha diariamente para concluir os projetos com qualidade.

Na sequência, o discurso teve como alvo o atual vice-prefeito. O secretário afirmou que ele só vai à prefeitura para receber o salário e não apresenta entregas à população.

Ao destacar o trabalho para a inauguração da nova unidade, o secretário contrastou a postura que atribuiu ao vice com a participação dos diretores do Sanear. Segundo ele, todos contribuíram para concretizar a entrega. Ele também reconheceu o trabalho dos colaboradores da autarquia.

Assista:





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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública nega liminar a Mariúva e confirma que presidente da Câmara agiu dentro da lei ao declarar extinção do mandato.

A Justiça de Mato Grosso deu razão, nesta quarta-feira (3), ao presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis, Paulo Schuh (PL), no caso da extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB). O juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, indeferiu a liminar pedida pela parlamentar no mandado de segurança em que ela tentava suspender o ato do presidente e impedir a convocação e a posse do suplente.

Com a negativa, cai a única barreira judicial que pesava sobre a convocação do primeiro suplente da coligação, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), que exerceu cinco mandatos na Casa de Leis.

ATO FOI LEGAL, DIZ JUIZ

Mariúva alegava que Paulo Schuh não poderia ter declarado sozinho a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, no dia 26 de agosto, e que a competência seria da Mesa Diretora, além de sustentar que não houve direito de defesa. O juiz rejeitou os dois argumentos.

Na decisão, o magistrado afirmou que o ato do presidente da Câmara “possui natureza solene, vinculada e meramente declaratória”, ou seja, é uma formalidade que apenas exterioriza uma consequência jurídica que já existia: a suspensão dos direitos políticos da vereadora, decorrente de condenação criminal transitada em julgado.

O juiz lembrou que o artigo 15, inciso III, da Constituição Federal determina que a condenação criminal definitiva suspende automaticamente os direitos políticos, e que o Supremo Tribunal Federal já firmou entendimento, em repercussão geral, de que essa suspensão é imediata e não depende de qualquer procedimento.

Segundo a jurisprudência citada na decisão, a extinção do mandato de vereador nesses casos independe de deliberação da Câmara ou de processo prévio, porque não se trata de nova punição, mas do reconhecimento de um fato já consumado na esfera criminal.

Sobre a alegada falta de contraditório, o magistrado foi direto: não há violação ao direito de defesa porque não se trata de apuração de infração político-administrativa nem de imposição de nova sanção, e sim da “formalização de consequência jurídica decorrente de condenação criminal já transitada em julgado”.

CONVOCAÇÃO IMEDIATA DO SUPLENTE ESTÁ NA LEI

Ponto central da decisão, o juiz citou expressamente o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967, que rege a responsabilidade de prefeitos e vereadores.

O dispositivo estabelece que, comprovado o fato extintivo, compete ao presidente da Câmara comunicar o Plenário, fazer constar em ata a declaração da extinção do mandato e convocar imediatamente o respectivo suplente.





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Policiais militares de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul prenderam, na manhã desta quinta-feira (3), em Juscimeira, na região de Rondonópolis, um homem apontado como responsável por editar e publicar vídeos (Social Media) de execuções atribuídas ao Comando Vermelho (CV). A ação ocorreu por volta das 6h, no Centro, durante a Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas.

Segundo as informações da PM, o suspeito produzia e divulgava vídeos relacionados à execução de integrantes da facção rival, o Primeiro Comando da Capital (PCC), que haviam recebido “decretos” de morte. Ele também atuava na divulgação da expansão territorial do CV em Mato Grosso do Sul.

Entre os casos relacionados às publicações do investigado está o de um homem identificado como Márcio. Conforme as informações repassadas, o suspeito divulgou a sentença de morte contra ele. Durante a execução de Márcio, os criminosos também mataram a filha dele, de 3 anos, e balearam outra filha, de 12 anos.

A Vara de Garantias de Três Lagoas, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, expediu o mandado de prisão com base no artigo 2º da Lei 12.850, que trata de organização criminosa.

Equipes da PM de Juscimeira e de São Pedro deram apoio aos policiais de Mato Grosso do Sul no cumprimento da ordem judicial. Os militares localizaram o investigado em um imóvel na Rua W e o encaminharam à Delegacia de Polícia para as providências legais.

Imagens

Imagens divulgadas pela PM

Imagens divulgadas pela PM





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Elias Fernandes Guimarães, de 47 anos, nascido em Rondonópolis, morreu após sofrer disparos de arma de fogo na manhã desta quinta-feira (3), na zona rural de Juscimeira (MT). O crime ocorreu em uma residência próxima à fazenda-escola Flor de Lótus, da Eduvale.

Segundo a Polícia Militar, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) solicitou apoio à guarnição por volta das 7h30, após receber um chamado para socorrer uma vítima de disparos.

Quando os policiais chegaram, os socorristas informaram que Elias já estava sem vida. O corpo estava caído nos fundos da residência, atrás de um pequeno muro.

A PM isolou a área e acionou a Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Os militares permaneceram no imóvel para preservar o local até a chegada das equipes.

Conforme o histórico policial informado, Elias figurava como suspeito em ocorrências relacionadas a furto de gado, estelionato, ameaça e receptação entre 2020 e 2026.

Um dos registros, de 2024, menciona a compra de R$ 300 mil em gado em um leilão, sem o pagamento. O levantamento também cita, neste ano, uma ocorrência de receptação de gado furtado e o cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão. Os registros não informam o desfecho judicial desses casos.

O boletim não traz informações sobre a autoria, a motivação ou a dinâmica dos disparos. Também não aponta relação entre o homicídio e as ocorrências anteriores.





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Um aluno levou uma faca na mochila para a escola após se envolver em uma briga com um colega, em Rondonópolis. O caso mobilizou a Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (2), na Escola Municipal Alcides Pereira dos Santos, no bairro João de Barro. Segundo o relato repassado à direção por outro estudante, o aluno pretendia “se acertar” com o colega.

Conforme o boletim de ocorrência, o desentendimento aconteceu no dia anterior, durante uma partida de futebol na quadra da escola, no horário do intervalo. Os dois alunos trocaram agressões e permaneceram na unidade até o fim das aulas. De acordo com a diretora, nenhum deles procurou a direção para comunicar o episódio.

Na manhã seguinte, outro estudante alertou a equipe escolar sobre a faca. Ele contou que o colega havia levado o objeto para a escola com a intenção de confrontar o aluno que o teria agredido.

Diante do relato, a direção chamou o estudante até a sala e o questionou sobre a situação. Durante uma busca na mochila, a equipe encontrou a faca.

A direção entrou em contato com a mãe do aluno, que compareceu à escola e tomou conhecimento dos fatos. O Conselho Tutelar também esteve no local e informou que acompanhará o caso, com a adoção das medidas de sua competência.

A Polícia Militar registrou a ocorrência para as providências cabíveis. O boletim não relata feridos nem uso da faca contra outro aluno.





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