A Polícia Militar prendeu um criminoso na tarde desta sexta-feira (22), após o furto de uma motocicleta Honda Biz em Chapadão do Sul (MS). A prisão aconteceu no distrito de Ouro Branco do Sul, em uma cena que parecia saída de filme e acabou registrada em vídeo. O suspeito tentou atravessar a rodovia correndo ao perceber a chegada da guarnição, mas os policiais conseguiram realizar a abordagem.

Conforme as informações da PM, a ocorrência aconteceu por volta das 15h35 durante patrulhamento da PM no distrito. A equipe recebeu informações da Polícia Civil de Sonora sobre o furto qualificado da motocicleta, ocorrido após o arrombamento de um estabelecimento comercial.

Durante as diligências, os militares localizaram a moto abandonada e sem combustível nas proximidades da entrada da cidade. No local, também apareceu uma mala com documentos pessoais e objetos do suspeito, reforçando os indícios da autoria do crime.

Segundo a PM, o criminoso seguia sentido Rondonópolis, mas acabou ficando sem gasolina. Ao tentar abastecer a motocicleta em um posto de combustíveis, ele deu de cara com os policiais e tentou fugir atravessando a pista a pé, momento registrado em vídeo.

Com apoio da Polícia Civil, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito. Durante entrevista preliminar, ele confessou o furto e relatou que abandonou a moto após o combustível acabar. Ainda conforme a ocorrência, o homem possui passagens por tráfico de drogas, agressão, ameaça e furto.

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Moraes virou alvo de ação nos EUA e pode responder por suposta censura extraterritorial

A Justiça dos Estados Unidos autorizou nesta sexta-feira (22) a citação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em uma ação movida pelas empresas Trump Media e Rumble. O caso avança em um tribunal federal da Flórida e aumenta a pressão internacional sobre o magistrado brasileiro.

A informação ganhou repercussão após publicação do advogado americano Martin de Luca na rede social X. Segundo ele, a Justiça autorizou que Moraes seja citado por e-mail institucional depois das empresas alegarem dificuldades para contato formal com o ministro.

As empresas acusam Moraes de praticar “censura extraterritorial” ao determinar remoções de conteúdos e perfis em plataformas americanas, sob ameaça de multas e até suspensão dos serviços no Brasil. Conforme o advogado, o magistrado utilizou anteriormente o próprio e-mail institucional para enviar notificações às plataformas.

O processo tramita nos Estados Unidos desde o ano passado e permaneceu parado após tentativas de citação por vias diplomáticas envolvendo o Superior Tribunal de Justiça. Em março deste ano, o STJ negou o pedido para intimar o ministro dentro do território brasileiro.

Agora, com a nova autorização da Justiça americana, as empresas terão prazo de 30 dias para realizar uma nova tentativa de citação eletrônica utilizando endereços ligados ao STF. Caso não haja manifestação da defesa dentro do prazo processual, as companhias poderão solicitar o reconhecimento de revelia no processo.

A ação envolvendo Moraes ocorre em meio ao aumento das críticas internacionais contra decisões relacionadas à remoção de conteúdos em redes sociais e bloqueios de perfis. Até a publicação desta matéria, o STF não havia se manifestado oficialmente sobre a decisão da Corte americana.

ENTENDA

O julgamento à revelia acontece quando a pessoa processada não apresenta defesa ou simplesmente não responde à ação dentro do prazo determinado pela Justiça. Nesse cenário, o processo continua mesmo sem a participação do réu, e o juiz pode tomar decisões com base apenas nos argumentos e provas apresentados pela outra parte.

No caso envolvendo Alexandre de Moraes, as empresas Trump Media e Rumble querem que ele responda judicialmente nos Estados Unidos por suposta censura extraterritorial. Caso a Justiça americana considere válida a citação por e-mail e não exista resposta da defesa, as empresas podem pedir a revelia.

Isso, porém, não significa prisão automática. A ação atualmente possui natureza cível, relacionada a decisões judiciais e liberdade de expressão nas plataformas digitais. Uma eventual prisão dependeria de fatores completamente diferentes, como acusações criminais, descumprimento de ordens judiciais americanas ou medidas posteriores muito mais graves dentro do sistema jurídico dos EUA.

Mesmo assim, os Estados Unidos possuem histórico de agir contra figuras internacionais quando entendem existir violação de leis americanas ou impacto em empresas e interesses do país.

Alguns casos conhecidos:

  • Nicolás Maduro teve acusações formalizadas pela Justiça americana relacionadas a narcotráfico e terrorismo. Os EUA chegaram a oferecer recompensa milionária por informações que levassem à prisão dele.
  • Meng Wanzhou, diretora financeira da Huawei, acabou detida no Canadá em 2018 a pedido dos EUA por acusações ligadas a sanções internacionais e fraude bancária.
  • Manuel Noriega terminou preso após intervenção militar americana no Panamá em 1989 e posteriormente condenado nos EUA por tráfico de drogas.
  • Julian Assange enfrenta longa disputa judicial e pedidos de extradição feitos pelos EUA por divulgação de documentos sigilosos americanos.

A diferença é que esses casos envolveram acusações criminais ou temas ligados à segurança nacional, espionagem, narcotráfico ou sanções internacionais. No caso atual de Moraes, até o momento, trata-se de uma disputa judicial envolvendo liberdade de expressão e decisões sobre plataformas digitais.



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Texto aprovado pelos deputados busca garantir direito de defesa ao produtor rural e reage às regras que poderiam restringir crédito apenas por apontamentos do PRODES

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) o Projeto de Lei 2.564/2025, que proíbe a aplicação de embargos ambientais automáticos com base exclusivamente em imagens de satélite. A proposta representa uma resposta direta às preocupações do setor agropecuário após o avanço de regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) que passarão a utilizar dados do PRODES, sistema de monitoramento do INPE, como critério para concessão de crédito rural a partir de 2026.

O empresário do agronegócio e pré-candidato a primeiro suplente ao Senado por Mato Grosso na chapa de José Medeiros (PL), Odílio Balbinotti Filho, afirmou que a aprovação do projeto é vista no campo como uma medida importante para garantir segurança jurídica aos produtores rurais.

“O produtor brasileiro não pode ser condenado apenas por uma imagem de satélite, sem fiscalização presencial, sem análise técnica e sem direito de defesa. Monitoramento é importante, mas não pode substituir o devido processo legal”, afirmou Odílio.

O texto aprovado mantém a fiscalização ambiental e permite medidas cautelares em casos de irregularidades. No entanto, impede que propriedades sejam automaticamente penalizadas apenas por apontamentos remotos, sem confirmação técnica individualizada.

A discussão ganhou força após as resoluções do CMN determinarem que bancos consultem dados do PRODES antes de liberar financiamentos rurais. Pelas regras atuais, caso o sistema identifique supressão de vegetação nativa após julho de 2019, o produtor poderá ter o crédito bloqueado até comprovar a regularidade ambiental da área.

A medida gerou forte reação no setor agropecuário, especialmente em estados como Mato Grosso, maior produtor agropecuário do país e altamente dependente de crédito rural para custeio e investimento da produção.

Durante a votação do projeto, parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defenderam que produtores vinham sendo submetidos a restrições severas sem qualquer oportunidade prévia de esclarecimento.

Para Odílio Balbinotti, o tema exige equilíbrio entre preservação ambiental e segurança para quem produz. “O agro brasileiro sempre defendeu responsabilidade ambiental. O que não pode acontecer é o produtor regular enfrentar bloqueio de crédito, embargo ou insegurança apenas por divergência técnica de sistema. Pelo satélite não tem como saber se existe licença ambiental, se houve danos naturais. O correto seria notificar o produtor diante de qualquer suspeita, não penaliza-lo sem verificação prévia”, afirmou.

Entre os principais pontos levantados pelo setor está o fato de que alertas do PRODES não equivalem automaticamente a infrações ambientais confirmadas. Produtores apontam que divergências em Cadastro Ambiental Rural (CAR), áreas autorizadas para supressão vegetal, queimadas acidentais e falhas geoespaciais podem gerar apontamentos indevidos.

A proposta aprovada na Câmara segue agora para análise do Senado Federal. Caso seja aprovada sem alterações, o texto será encaminhado para sanção presidencial.



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O tradicional Baile do Havaí, que retorna após anos sem realização em Rondonópolis, já entrou no segundo lote de ingressos e segue movimentando o público da cidade.

Marcado para o próximo dia 23 de maio, no The 20, o evento promete resgatar uma das festas mais lembradas por gerações, trazendo de volta o clima nostálgico que marcou época em Rondonópolis.

Com a mudança de lote, os ingressos passaram por reajuste nos valores, acompanhando a grande expectativa em torno da festa. A organização prepara uma estrutura especial, com mesas de frutas, decoração temática, lounge instagramável para fotos, caldos e diversos ambientes pensados para reviver a tradição do Baile do Havaí.

Além disso, o público contará com uma programação recheada de atrações, incluindo DJ Léo Beat, Patrike Garcia, Temperos do Samba e o grupo Pagode da Gica, diretamente do Rio de Janeiro.

A proposta do evento mistura nostalgia, samba, pagode e o clima tropical que transformou o Baile do Havaí em um dos eventos mais marcantes da cidade.

O The 20 abrirá às 17h para receber o público.

Informações sobre camarotes e ingressos podem ser obtidas pelo WhatsApp (66) 99966-0020.



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Um motociclista identificado como Belmiro Luis, de 50 anos, morreu na noite desta sexta-feira (22) após um grave acidente na MT-130, nas proximidades da Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis.

Conforme as informações repassadas pela Concessionária Morro da Mesa, Belmiro seguia pela rodovia no sentido Primavera do Leste quando a motocicleta atingiu a traseira de uma carreta. O motorista do veículo de carga não teria percebido a colisão e continuou viagem.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegaram rapidamente ao local, porém apenas constataram a morte do motociclista ainda na pista.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos periciais. A pista permaneceu parcialmente interditada até a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML).

Testemunhas e motoristas que passavam pela rodovia registraram a movimentação das equipes de resgate e da polícia no trecho do acidente.

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Rondonópolis voltou a entrar no radar de grandes investidores e pode receber mais uma indústria estratégica nos próximos meses. Representantes da empresa AVS Tecnology do setor químico participaram de uma reunião na manhã desta quarta-feira (21) para discutir a possível instalação de uma planta de cloro-álcali no município, em um movimento que reforça a retomada da confiança empresarial na cidade após anos de estagnação.

A possível chegada da indústria ocorre em meio ao trabalho de desburocratização adotado pela gestão do prefeito Cláudio Ferreira, que já participou da articulação de grandes investimentos privados anunciados recentemente em Rondonópolis, somando quase R$ 5 bilhões em novos empreendimentos industriais.

“Nós temos trabalho duro para melhorar o ambiente de negócios, e isso tem atraído a agroindústria e a indústria de base para a cidade. Rondonópolis está se tornando referência na atração de investimentos privados”, destacou o prefeito Cláudio Ferreira.

O projeto prevê uma planta considerada estratégica para o desenvolvimento industrial, já que os produtos fabricados abastecem diversos setores da economia. Entre eles estão soda cáustica, ácido clorídrico e hipoclorito de sódio, insumos utilizados por indústrias, usinas de biodiesel, saneamento, tratamento de água e limpeza industrial.

Conforme a apresentação do projeto, a unidade instalada mais próxima atualmente fica em Uberlândia (MG), a cerca de 900 quilômetros de distância de Mato Grosso. A proposta colocaria Rondonópolis como sede da única planta de cloro-álcali do Centro-Oeste.

O material apresentado pela empresa destaca ainda que esse tipo de indústria “impulsiona todos os tipos de setores” devido à importância dos insumos produzidos. O documento também aponta que Mato Grosso concentra forte produção agrícola e possui o maior número de usinas de biodiesel do país, cenário considerado ideal para receber o empreendimento.

A estimativa inicial do investimento gira em torno de US$ 17 milhões, aproximadamente R$ 85 milhões. A planta teria capacidade inicial para produzir diariamente 36 toneladas de ácido clorídrico, 27 toneladas de hipoclorito de sódio e 37 toneladas de soda cáustica.

Foto: Vandi

Impacto

Além do impacto industrial, o projeto prevê geração de empregos diretos e indiretos durante as fases de instalação e operação da unidade.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Wesley Lopes da Silva Martins, destacou que o investimento reforça o avanço da industrialização de Rondonópolis e demonstra que a cidade voltou a atrair grandes empresas.

Conforme ele, além de fortalecer a indústria de base e agregar valor à produção regional, a planta também reduzirá custos logísticos para diversos setores, já que atualmente as empresas do segmento estão concentradas no litoral e a unidade mais próxima fica a cerca de 900 quilômetros do município.



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O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL-MT), celebrou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), desta quinta-feira (21), que validou, por 9 votos a 1, a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, considerada fundamental para o avanço da Ferrogrão, ferrovia estratégica para a logística e o desenvolvimento de Mato Grosso e do Brasil.

A legislação alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, permitindo o andamento do projeto ferroviário, que estava travado desde 2021 por decisão cautelar da própria Corte. O STF também ressaltou que a implantação da ferrovia seguirá condicionada aos estudos técnicos e ao licenciamento ambiental.

Presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), Wellington classificou a decisão como uma vitória histórica após anos de articulação política e institucional em defesa da obra, que ligará Sinop (MT) a Miritituba (PA), consolidando um novo corredor de exportação para a produção brasileira.

“Essa é uma decisão histórica para Mato Grosso e para o Brasil. A Ferrogrão representa competitividade, redução de custos, sustentabilidade e desenvolvimento. É uma luta antiga que travamos com responsabilidade e diálogo”, afirmou o senador.

Ao longo dos últimos anos, Wellington se consolidou como uma das principais vozes no Congresso Nacional em defesa da Ferrogrão, liderando reuniões com representantes do setor produtivo, do governo federal, órgãos ambientais e integrantes do STF para buscar segurança jurídica e destravar o empreendimento.

O senador defende que a ferrovia é fundamental para reduzir o custo do frete, ampliar a competitividade do agronegócio brasileiro, diminuir a pressão sobre a BR-163 e fortalecer a integração logística do país. Com aproximadamente 933 quilômetros de extensão, a Ferrogrão foi projetada para conectar o médio-norte de Mato Grosso aos portos do Arco Norte, criando uma alternativa mais eficiente e sustentável para o escoamento da produção agrícola.

“Não existe país competitivo sem infraestrutura. O Brasil produz muito, especialmente Mato Grosso, mas ainda perde bilhões por falta de logística adequada. A Ferrogrão é estratégica para o presente e o futuro do país”, destacou.

Em junho de 2023, Wellington comemorou a autorização concedida pelo ministro Alexandre de Moraes para a retomada dos estudos técnicos da ferrovia. Já em setembro de 2025, às vésperas do julgamento no STF, afirmou que a análise da Suprema Corte seria “decisiva para o futuro do país”.

No mês seguinte, em outubro de 2025, o senador liderou uma comitiva ao STF em audiência com o ministro Edson Fachin para tratar diretamente da Ferrogrão e da moratória da soja, acompanhado de parlamentares e representantes do setor produtivo.

“Desde o início, defendemos equilíbrio entre preservação ambiental e desenvolvimento. É possível produzir, preservar e garantir infraestrutura moderna para o Brasil crescer. Hoje é um dia importante para todos que acreditam no desenvolvimento do país”, concluiu Wellington Fagundes.



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A Polícia Civil de Mato Grosso, por intermédio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, deflagrou nesta semana a Operação Ligação Direta, ação integrada realizada em conjunto com a Politec e a Energisa, com o objetivo de apurar denúncias relacionadas a furtos de energia elétrica registrados no município de Rondonópolis.

A operação ocorreu entre os dias 18 e 21 de maio de 2026, mobilizando equipes técnicas e investigativas para fiscalização de imóveis suspeitos de irregularidades no consumo de energia elétrica. As ações foram realizadas nos bairros Jardim Morumbi, Vila Olinda, Jardim Tropical e Jardim Eldorado.

Durante o decorrer da operação, três pessoas foram presas em flagrante. Um homem, de 44 anos, e uma mulher, de 43 anos, responderão pelo crime de furto mediante fraude. Já um homem, de 22 anos, foi autuado pelo crime de furto de energia elétrica.

Além das prisões em flagrante, um quarto endereço, vinculado a um homem de 48 anos, também foi alvo de fiscalização. Diante das irregularidades constatadas no local, foi instaurado procedimento de verificação preliminar para apuração dos fatos.

A Operação Ligação Direta reforça o trabalho integrado das forças de segurança e órgãos técnicos no combate às fraudes e crimes patrimoniais, evidenciando a atuação investigativa da Polícia Civil no enfrentamento às práticas ilícitas que causam prejuízos à coletividade e comprometem a regularidade do fornecimento de energia elétrica.

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Marcado por momentos de acolhimento, troca de experiências e muita integração, o 3º Encontro das Amoras voltou a reunir mulheres dos bairros Coophalis, Coophasem, Santa Marina e região em mais uma edição de fortalecimento comunitário e valorização feminina.

Promovido pela associação de moradores, o encontro contou com a participação de cerca de 40 mulheres de diferentes idades, que compartilharam histórias, vivências e experiências em um ambiente descontraído e de aproximação entre as comunidades.

O presidente da associação, Hermes Antônio Moriggi, conhecido como “Big”, destacou que o crescimento do projeto demonstra o envolvimento cada vez maior das moradoras e a importância de criar espaços voltados à convivência social. “Quando vemos tantas mulheres participando e retornando aos encontros, percebemos que o projeto realmente criou raízes na comunidade. Isso fortalece os bairros e aproxima ainda mais as famílias”.

Segundo Big, além do aspecto social, o encontro também tem contribuído para ampliar a participação popular nas ações desenvolvidas pela associação.

Idealizadora do projeto, a tesoureira da entidade, Lúcia Melo, explicou que o Encontro das Amoras nasceu da necessidade de criar um espaço permanente de acolhimento, diálogo e valorização das mulheres da comunidade. “A proposta sempre foi criar um ambiente onde cada mulher pudesse se sentir ouvida, acolhida e parte ativa da comunidade. A cada encontro surgem novas amizades, histórias e um sentimento muito forte de união entre os bairros”, destaca.

Lúcia também ressaltou que a iniciativa deverá continuar crescendo nos próximos meses, ampliando as atividades comunitárias e incentivando cada vez mais a participação feminina.

O Encontro das Amoras vem se consolidando como uma importante ação social da comunidade, fortalecendo vínculos, incentivando a convivência entre os moradores e criando uma rede de apoio entre as mulheres da região. O próximo encontro deve acontecer no final do mês de junho ou julho.



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Após cerca de 15, 30 e até 40 anos de espera a comunidade dos bairros jardim Rivera, Nossa Senhora da Glória, jardim Ipê e Gramado começou a receber os títulos definitivos de suas propriedades. Na noite desta quinta-feira (21), foi a vez de 41 moradores receberem os documentos. 

A líder comunitária, Maria Rivany de Lima, representou os moradores que receberam as escrituras e afirmou que esse é um dia muito importante para as quatro comunidades. “As pessoas estavam há muitos anos esperando e hoje estão muito felizes e agradecidos pelo trabalho da gestão em facilitar o acesso e esses documentos”, declarou a moradora.

Por meio da Secretaria de Habitação e Urbanismo, o município organiza a documentação do proprietário e ainda cobre todos os custos da confecção da escritura, gerando uma economia de cerca de R$ 12 mil. “Todo o serviço, todo o levantamento tanto da parte da engenharia quanto da parte social, parte técnica, tudo isso é feito pelo município sem custo nenhum”, destacou a secretária de Habitação e Urbanismo do município Yasmin Waki.

O prefeito Cláudio Ferreira, acompanhado da primeira-dama Alessandra Ferreira, entregou pessoalmente cada título e comemorou junto da comunidade. “Fiquei surpreso ao saber que muitas pessoas estavam esperando esse documento a 20, 40 anos. Estou muito feliz porque muita gente esperava por esse dia e eu tenho certeza que isso vai trazer segurança, motivar as pessoas a fazer uma reforma, melhorar suas condições de vida”, declarou.

Para facilitar ainda mais o acesso da população a esse serviço, a Habitação descentralizou os atendimentos e está com as equipes nos bairros. Na próxima semana, entre os dias 25 e 29 de maio, os interessados podem ir até o Cmei Márcio Gleide, no jardim Liberdade. No próximo mês, de 8 a 12 de junho, será a vez da comunidade do jardim Dom Bosco.

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