Novo escândalo envolve ministra do STM e pagamentos de empresa fantasma ligada a rede de lavagem de dinheiro

Um novo capítulo no universo de investigações sobre fraudes bilionárias no INSS e lavagem de dinheiro expõe o nome da ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Sterman.

Ela foi nomeada por Lula há 9-10 meses atrás, setembro de 2025. O escritório de advocacia dela recebeu R$ 700 mil, no final de 2024, de uma empresa cujo “dono” oficial confessou ser apenas um laranja.

A revelação é de reportagem da colunista Andreza Matais, do Metrópoles, e se baseia em depoimento bombástico à Polícia Civil de São Paulo e em relatórios de inteligência financeira do Coaf enviados à CPMI do INSS.

O depoimento foi de Ericsson de Azevedo, brasileiro de 50 anos, endividado, morador do Jaçanã, zona norte de São Paulo. Ele vive da confecção de pipas e da venda de rifas, com renda mensal de cerca de R$ 1 mil.

Ele admitiu em janeiro de 2025, ao delegado Julio Jesus Encarnação, que vendeu seus dados pessoais por R$ 5 mil para a abertura da empresa ACX ITC Serviços de Tecnologia.

O homem disse que recebia R$ 1 mil cada vez que precisava assinar algum documento.

Essa empresa, a ACX ITC, que declara capital social superior a R$ 100 milhões, integra uma rede de mais de 40 empresas ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

Segundo a CPMI, essa empresa movimentou R$39 bilhões em operações de lavagem e tem conexões com a Victory Trading, empresa sancionada quarta-feira pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por ligações com o PCC.

A mesma firma pagou R$ 595 mil ao escritório do ex-ministro do STJ Nefi Cordeiro após sua saída da Corte. Ele disse que foram honorários por serviços em ações já encerradas.

O caso ganha relevância por envolver uma magistrada de tribunal superior e recursos de uma empresa inserida em esquema investigado por fraudes no INSS, lavagem de dinheiro e possível conexão com o crime organizado.

O episódio reforça as preocupações sobre a utilização de “laranjas” e empresas de fachada para dissimular a origem de recursos em investigações de grande porte no país.



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Um tenente-coronel da Polícia Militar de Mato Grosso está sendo investigado após uma jovem de 20 anos denunciá-lo por supostos crimes de extorsão, perseguição (stalking), injúria e difamação. A vítima afirma que passou a ser ameaçada e perseguida depois de se recusar a enviar um vídeo íntimo ao oficial.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no dia 24 de junho, a jovem contou que manteve um relacionamento casual com o policial entre outubro de 2025 e junho de 2026. O problema teria começado após o militar descobrir que, durante esse período, ela também havia se relacionado com outro homem.

Segundo o relato, o oficial teria exigido que a jovem gravasse um vídeo íntimo, sob a ameaça de revelar o caso aos pais dela e à esposa do outro homem. A vítima afirma que recusou a exigência e respondeu que ele poderia contar os fatos aos familiares, mas que não enviaria qualquer imagem ou vídeo.

Ainda conforme a denúncia, após a recusa, o tenente-coronel teria comunicado o relacionamento extraconjugal tanto aos pais da jovem quanto à esposa do outro homem.

A vítima relatou que bloqueou o contato do ex-companheiro, mas ele teria continuado a procurá-la utilizando diferentes números de WhatsApp e até mensagens enviadas por meio de transferências via Pix.

Nas mensagens, segundo o boletim, a jovem era ofendida com palavras de baixo calão e afirma que passou a se sentir intimidada e perseguida pela insistência nos contatos.

Ela também informou às autoridades que teme por sua integridade física em razão de o suspeito ocupar o cargo de tenente-coronel da Polícia Militar e, por isso, solicitou medidas protetivas.

O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades competentes. Até o momento, não há informação sobre manifestação da defesa do oficial denunciado.



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Um jovem identificado como Douglas da Silva Lara, que vinha sendo monitorado por uma facção rival, acabou assassinado a tiros no início da noite desta sexta-feira (3). O crime ocorreu por volta das 18h30, na Rua das Begônias, esquina com a Rua Parauapebas, no bairro Vista Alegre, em Cáceres.

De acordo com informações, dois criminosos passaram pelo local em uma moto e dispararam à queima-roupa contra a vítima. A Polícia Militar esteve no local assim como o Samu, que somente constatou a morte do rapaz.

 Em conversas com um familiar, a PM ouviu que a vítima vinha sendo monitorada e filmada por uma “olheira” da organização rival nas últimas 24 horas. 

Ela teria passado pelo local no dia anterior realizando rondas pelo bairro em um carro prata, gravando vídeos e monitorando a rotina de Douglas com o aparelho celular.

Conforme testemunhas, o jovem acabou assassinado por dois homens que se aproximaram em uma motocicleta antiga de cor escura. O piloto vestia uma camisa branca e o garupa trajava camisa preta. O passageiro sacou a arma, efetuou os disparos à queima-roupa e a dupla fugiu em alta velocidade pela própria Rua das Begônias.

Além disso, durante os trabalhos de levantamento do corpo e busca pessoal pelos peritos, os policiais localizaram algumas porções de substância análoga à maconha escondidas no bolso da calça de Douglas, elemento que reforça a linha de investigação de tráfico doméstico.

A Polícia Militar realizou o isolamento do local para preservar os vestígios balísticos até a chegada das equipes de pronto-atendimento da Polícia Judiciária Civil (PJC) e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A Polícia Civil investiga o caso.

Video:





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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um homem de 42 anos investigado pelo furto de cabos de energia pertencentes ao patrimônio público e, durante a operação, ainda localizou um adolescente de 17 anos procurado por participação em um homicídio. A ação ocorreu em Rondonópolis e foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

As investigações começaram após a Secretaria Municipal de Habitação denunciar o desaparecimento de dois cabos de energia elétrica da entrada subterrânea do prédio do órgão. O furto teria ocorrido entre os dias 28 e 30 de março deste ano.

Com o avanço das diligências, os investigadores reuniram provas técnicas que permitiram identificar o suspeito e solicitar à Justiça mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, posteriormente autorizados pelo Judiciário.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam ferramentas e diversos objetos que agora serão analisados para verificar possível ligação com outros crimes patrimoniais registrados na cidade.

Apreensão de adolescente

No imóvel alvo da operação, os investigadores também encontraram um adolescente de 17 anos que tentou enganar os policiais ao fornecer um nome falso. Após a identificação correta, os agentes descobriram que havia contra ele um mandado de internação temporária expedido pela Justiça.

Segundo a investigação, o menor é suspeito de participação no assassinato de Reinaldo Fernandes Gimenes, de 47 anos, ocorrido em março deste ano.

Conforme apurado pela Polícia Civil, após o crime, armas pertencentes à vítima desapareceram e movimentações financeiras por meio de PIX também passaram a ser investigadas pelas autoridades.

O homem preso e o adolescente foram encaminhados para a delegacia, onde permaneceram à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

O delegado da DERF, Fábio Nahas, destacou que a ocorrência demonstra a importância das investigações qualificadas e do trabalho de inteligência no combate à criminalidade em Rondonópolis e região.

Vídeo mostra a prisão dos suspeitos:





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A Prefeitura de Rondonópolis, sob a liderança do prefeito Cláudio Ferreira, avança na consolidação de uma política integrada de qualificação dos servidores. Para isso, implementará um amplo programa de capacitação, sem impacto no orçamento, em todas as secretarias municipais, fortalecendo a integridade e promovendo a modernização administrativa.

A iniciativa tem como marco estruturante a implementação da função técnica de Compliance e Integridade Pública no Município, instituída no âmbito da Secretaria Municipal de Transparência e Controle Interno (Setraci).

A medida passa a integrar o programa Gestão de Excelência, por meio do projeto Valoriza Servidor, conduzido pela Secretaria Municipal de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação.

Nesse contexto, uma das primeiras medidas estruturadas foi a publicação da Orientação Técnica nº 001/2026, que fomenta e potencializa o acesso dos agentes públicos municipais a uma ampla rede de cursos gratuitos, também com custo zero para a Prefeitura.

As capacitações serão oferecidas por instituições de referência nacional, como a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), Academia Nacional de Polícia (ANP Cidadã), Fundação Bradesco e SEST SENAT.

Ao todo, serão disponibilizadas 672 horas de capacitação em 26 diferentes cursos gratuitos.

As capacitações contemplam todos os servidores, incluindo estagiários e empregados públicos, abrangendo áreas consideradas essenciais para a modernização da administração pública.

Entre os temas ofertados estão governança, integridade, gestão de riscos, inteligência artificial, cidades inteligentes, inovação, transformação digital, proteção de dados, atendimento ao cidadão, comunicação institucional, liderança, gestão de projetos e planejamento estratégico.

A Secretaria Municipal de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação reforça que a iniciativa consolida uma política permanente de valorização do servidor público e fortalece uma gestão cada vez mais moderna e eficiente.

A proposta também busca promover o desenvolvimento de competências, ampliar a gestão por resultados e garantir a melhoria contínua da prestação dos serviços oferecidos à população.



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A Polícia Civil investiga se a morte do adolescente Maxwell Arnaldo Lima dos Santos, de 17 anos, está ligada a uma facção criminosa que teria decretado sua execução após um suposto furto de uma motocicleta. O corpo da vítima foi encontrado boiando nas águas do Rio Manito, em Marcelândia, no norte de Mato Grosso. Dois suspeitos acabaram presos durante as investigações.

Maxwell estava desaparecido desde o dia 28 de junho. Segundo a Polícia Civil, a última vez que ele foi visto com vida foi após visitar a casa da irmã, no bairro Vila Esperança. Testemunhas relataram que o adolescente deixou o local na companhia de dois homens que estavam em uma motocicleta sem placa.

As investigações apontam que o crime pode ter sido motivado por um suposto “tribunal do crime”. Conforme informações levantadas pelas forças de segurança, Maxwell vinha sofrendo ameaças de integrantes de uma facção criminosa após o desaparecimento de uma motocicleta que teria sido furtada recentemente.

Na terça-feira (30), equipes policiais localizaram a motocicleta que teria sido utilizada pelos suspeitos. Durante a abordagem, os investigados tentaram fugir e se esconderam em uma kitnet, mas acabaram cercados e presos.

Ainda conforme a polícia, um dos suspeitos tentou destruir o próprio telefone celular na tentativa de apagar possíveis provas relacionadas ao homicídio. O aparelho foi apreendido e deve passar por perícia.

Os dois presos, de 18 e 20 anos, foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, onde permanecem à disposição da Justiça. Eles são investigados por participação no assassinato.

O corpo de Maxwell foi localizado na tarde desta quarta-feira (1º), nas águas do Rio Manito. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a dinâmica do crime, identificar a participação de outros envolvidos e confirmar a motivação do homicídio. Até o momento, a principal linha de investigação aponta para uma execução ligada à atuação de uma facção criminosa.





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A construção do viaduto no cruzamento da Rua Fernando Corrêa da Costa com a Avenida Lions Internacional deu mais um passo importante para sair do papel em Rondonópolis. O Governo de Mato Grosso publicou no Diário Oficial desta sexta-feira (3) a homologação da licitação, confirmando o consórcio vencedor responsável pela execução da obra.

O projeto integra o pacote de investimentos anunciado em março pelo prefeito Cláudio Ferreira e pelo governador Mauro Mendes, considerado o maior conjunto de obras já destinado ao município. A execução ocorrerá por meio de convênio entre a Prefeitura de Rondonópolis e o Governo do Estado.

O complexo viário prevê a construção de um viaduto em concreto armado e protendido, além de acessos para a Avenida dos Estudantes e a Avenida Otaviano Muniz. A estrutura principal terá 204,78 metros de extensão, enquanto os acessos somarão 95,20 metros, todos com largura de 8,80 metros.

Pelo processo licitatório, venceu o consórcio Planex-Ingá MT, formado pelas empresas Planex Engenharia Ltda. e Construtora Ingá Ltda. A proposta apresentada foi de R$ 17,931 milhões, representando um desconto de 8,76% em relação ao valor estimado.

Com a homologação concluída, a expectativa é que a ordem de serviço seja assinada nos próximos dias, permitindo o início das obras.

O novo viaduto será construído em um dos principais corredores de tráfego de Rondonópolis. A expectativa é ampliar a capacidade de circulação de veículos, reduzir congestionamentos, aumentar a segurança dos motoristas e modernizar a mobilidade urbana da cidade.



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A Polícia Civil segue à procura de Gabriely Lorraine Moreira, de 24 anos, condenada por matar o namorado Edésio Silva Arantes, de 52 anos, com uma facada no peito em um crime ocorrido no bairro Jardim das Paineiras, em Rondonópolis.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram que a mulher mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e teria cometido o crime motivada por ciúmes.

Segundo a Polícia Civil, na noite de 27 de outubro de 2022, a suspeita foi até a residência do companheiro e o chamou até o portão. Quando ele saiu para atendê-la, recebeu um abraço e, em seguida, acabou surpreendido com uma facada no peito.

A vítima ainda recebeu socorro e foi encaminhada para uma unidade hospitalar do município, porém não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada no hospital. A motivação do crime teria sido ciúmes.

Após meses de investigação, coleta de provas técnicas, oitivas e diligências, a DHPP concluiu o inquérito e indiciou a autora pelo crime de homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima.

Na última quarta-feira (1º), a acusada sentou no banco dos réus durante julgamento realizado pelo Tribunal do Júri e acabou condenada a 10 anos, 7 meses e 15 dias de prisão em regime inicialmente fechado.

Apesar da condenação, a mulher não foi localizada para iniciar o cumprimento da pena e passou a ser considerada foragida da Justiça. Equipes da Polícia Civil realizam diligências para localizar a condenada e cumprir o mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário.

Ainda conforme a Polícia Civil, Gabriely também responde a outro processo criminal por tentativa de homicídio contra um ex-namorado, fato ocorrido em setembro de 2021.

A DHPP destacou que a condenação representa o resultado do trabalho investigativo desenvolvido pela unidade especializada, que reuniu provas suficientes para esclarecer a dinâmica do crime e garantir a responsabilização da autora perante o Tribunal do Júri.



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A presidente do diretório do PL no Distrito Federal, deputada federal Bia Kicis, afirmou que o partido não trabalha com a possibilidade de substituir Michelle Bolsonaro na corrida por uma das duas vagas ao Senado nas eleições de 2026.

A declaração foi dada em meio às especulações sobre uma eventual desistência da ex-primeira-dama de disputar o pleito.

Segundo Bia Kicis, a estratégia da legenda permanece inalterada e a expectativa é de que Michelle mantenha sua pré-candidatura.

A parlamentar também reiterou que pretende disputar o Senado ao lado da ex-primeira-dama, formando uma chapa composta pelas duas representantes do partido no Distrito Federal.

Nos últimos dias, rumores sobre uma possível saída de Michelle da disputa ganharam força nos bastidores políticos.

As especulações surgiram após divergências públicas envolvendo a ex-primeira-dama e o senador Flávio Bolsonaro, além de seu afastamento da liderança nacional do PL Mulher.

Apesar disso, dirigentes da sigla no Distrito Federal afirmam que não houve qualquer discussão interna para buscar um nome alternativo.

Ao comentar o cenário, Bia Kicis declarou que mantém convicção de que Michelle será candidata e afirmou que não considera a hipótese de substituição.

A presidente do PL-DF reforçou que a legenda segue concentrada na composição inicialmente planejada para a eleição ao Senado.

Enquanto o partido mantém oficialmente a pré-candidatura de Michelle Bolsonaro, alguns nomes passaram a ser mencionados nos bastidores como possíveis alternativas em caso de mudança de cenário.

Entre eles está o senador Izalci Lucas, que já manifestou disposição para buscar a reeleição ao Senado caso a vaga fique disponível.

Até o momento, porém, a direção do PL no Distrito Federal afirma que essa possibilidade não integra as discussões oficiais da legenda.

A disputa pelas duas cadeiras do Senado no Distrito Federal é considerada uma das mais relevantes das eleições de 2026.

O PL aposta na força política de Michelle Bolsonaro e na atuação de Bia Kicis para ampliar sua representação na Casa, mantendo, por enquanto, o planejamento original da chapa e afastando qualquer sinalização de mudança.



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A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira (2), um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por armazenar e compartilhar arquivos contendo cenas de abuso sexual infantil em Rondonópolis. A ação integra a segunda fase da Operação Proteção Integral IV.

Segundo a PF, o investigado já havia sido preso em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão realizado no dia 28 de abril deste ano. Na ocasião, ele acabou colocado em liberdade posteriormente por decisão judicial.

Após a análise pericial dos equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos durante a primeira fase da investigação, os policiais federais reuniram novos elementos que, conforme a corporação, reforçam os indícios da prática criminosa investigada.

Diante das novas provas obtidas, a Polícia Federal representou pela prisão preventiva do suspeito. O pedido acabou aceito pelo Poder Judiciário, que expediu o mandado cumprido nesta quinta-feira em Rondonópolis.

As investigações continuam para apurar a extensão dos crimes e identificar possíveis outras pessoas envolvidas no esquema de compartilhamento e armazenamento do material ilegal.

Por envolver vítimas menores de idade e crimes de natureza sexual, o procedimento tramita sob sigilo judicial. A Polícia Federal não divulgou a identidade do investigado nem detalhes sobre os arquivos encontrados durante a investigação.



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