A poucos dias das eleições de 4 de outubro, Lula (PT) assinou medida provisória criando o Desenrola 3.0, programa que prevê utilizar o dinheiro de impostos, a cargo do Tesouro Nacional, comprará carteiras de dívidas de pessoas físicas — até R$ 150 bilhões em débitos elegíveis — com deságio mínimo de 90%. O custo estimado para o governo é de R$ 15 bilhões.

A nove dias da eleição de primeiro turno, a medida seria facilmente enquadrada como crime eleitoral, mas com o domínio exercido pelo Planalto dificulta e até impede reveses do governo petista no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A legislação eleitoral proíbe condutas vedadas a agentes públicos nos meses que antecedem o pleito, justamente para impedir que a máquina estatal seja usada para desequilibrar a disputa. A compra de votos ocorre quando se doa, oferece, promete ou entrega bem ou vantagem pessoal ao eleitor com finalidade eleitoral — não é necessário pedido explícito de voto.

O público-alvo são dívidas de até R$10 mil, de cartão de crédito (rotativo ou parcelado) e crédito pessoal sem consignação, atrasadas entre dois e quatro anos e meio. O governo estima um estoque de R$ 300 bilhões nessas condições e pretende atingir metade. O leilão das carteiras está previsto para novembro. Lula afirmou no anúncio que “agora é o governo que vai comprar a dívida e vai acertar a vida das pessoas”.

Timing e uso de recursos públicos

O Desenrola 3.0 se propõe a “comprar” dívidas pessoais com recursos do Tesouro, em escala massiva e anunciada no calor da campanha. Críticos apontam que o benefício é individual, imediato na percepção do beneficiário e difícil de dissociar do candidato à reeleição que o assina.

Comentários no post que divulgou a medida já falavam em “compra de votos descarada” e “crime eleitoral”.

A conta recai sobre o Tesouro. R$ 15 bilhões não são irrisórios em um cenário de dívida pública elevada e juros altos. Parte desses recursos poderia ter outro destino orçamentário. A escolha de anunciá-los agora, e não meses antes, alimenta a leitura de que o calendário eleitoral pesou mais do que a urgência técnica.

A Justiça Eleitoral e o controle institucional

Em qualquer tempo, exceto o atual, expectativa seria o Tribunal Superior Eleitoral repreender o anúncio por se tratar de evidente crime eleitoral, mas o TSE dificilmente o fará. O tribunal tem sete ministros efetivos (três oriundos do STF e dois do STJ) e dois juristas nomeados pelo presidente da República a partir de lista do Supremo.

Os dois juristas em exercício — Floriano Peixoto de Azevedo Marques Neto e Estela Aranha — foram nomeados por Lula em 2025, e não têm desapontando o atual chefe do governo. Entre os ministros do STF no TSE, Dias Toffoli foi indicado ao Supremo pelo próprio Lula em 2009. Kassio Nunes Marques (presidente do TSE) e André Mendonça (vice) foram indicados ao STF por Jair Bolsonaro. Os ministros do STJ são escolhidos internamente pela corte.
A ausência de reação imediata a um programa de R$15 bilhões do Tesouro a nove dias da eleição reforça a tese de assimetria.

O precedente e o custo

O Estado assume o papel de comprador de carteiras podres com desconto elevado. Bancos saem com o caixa aliviado. Famílias saem com o nome limpo ou dívida reestruturada. O contribuinte fica com o risco residual e o custo fiscal.Em um país com restrições orçamentárias crônicas, anunciar a compra de R$ 150 bilhões em dívidas privadas com dinheiro público na reta final da campanha não é gesto neutro. É escolha política.

Se a Justiça Eleitoral tratar o episódio como política pública ordinária, e não como possível desvio de finalidade em período eleitoral, o recado será claro: o Tesouro pode ser usado como instrumento de campanha quando o ocupante do cargo for Lula. A urna é em 4 de outubro. O leilão das dívidas, em novembro. O efeito político já está em curso.





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Um ônibus que transportava 22 passageiros de Sinop (MT) para Natal (RN) pegou fogo na noite desta sexta-feira (25), na BR-364, na região conhecida como Farinha do Osso. Apesar do susto e da proporção das chamas, ninguém ficou ferido.

Um vídeo registrado durante a ocorrência mostra o ônibus completamente tomado pelo fogo às margens da rodovia. As chamas se espalharam rapidamente e destruíram completamente o veículo.

Os passageiros conseguiram deixar o ônibus antes que o incêndio atingisse toda a estrutura. Equipes que atenderam a ocorrência controlaram as chamas e trabalharam na segurança do trecho.

Parte das bagagens e dos pertences dos passageiros também acabou destruída pelo fogo.

Segundo informações repassadas à Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista percebeu uma pane e aquecimento na região do motor antes do início das chamas. No entanto, ainda não há confirmação sobre o que efetivamente provocou o incêndio. A causa deverá ser apurada.

A ocorrência aconteceu no km 226 da BR-364 e provocou bloqueio temporário no sentido Cuiabá–Rondonópolis durante o atendimento.

Apesar do prejuízo material, os 22 passageiros saíram ilesos. Outro ônibus seria providenciado para que o grupo pudesse continuar a viagem com destino a Natal.

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Prefeito de Cuiabá relata conversa com o ex-presidente e afirma que, para a segunda vaga, Bolsonaro indicava Mauro Mendes ou Antonio Galvan

Uma das principais lideranças conservadoras de Mato Grosso e com trânsito direto no núcleo duro do bolsonarismo, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), mandou um recado ao eleitorado de direita neste sábado (26) ao tratar da disputa pela
duas vagas para o Senado Federal.

Em conversa com a imprensa no interior do estado, Abilio reforçou que o primeiro voto e a prioridade da direita é eleger Zé Medeiros (PL). Já a segunda vaga para o Senado, o prefeito carimbou o selo de confiança bolsonarista no ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e no produtor rural Antonio Galvan (Avante).

Para Abilio, o segundo voto não pode ser encarado como figurativo ou de menos importância, uma vez que é necessário escolher nomes que cheguem ao Senado Federal alinhados às pautas da direita e com coragem de enfrentar os excessos por parte de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Se o povo não votar conscientemente é capaz de entrar um esquerdista no segundo voto. Então nós não podemos deixar isso acontecer”, frisou Abilio.

O prefeito revelou que a indicação de Mauro Mendes e Antonio Galvan reflete diálogos mantidos diretamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro antes dele ser preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

“Olha, quando eu estive com o Bolsonaro, antes dele ser perseguido politicamente, preso da forma que foi, a gente estava conversando sobre o cenário político em Mato Grosso. Naquela ocasião, ele disse que o José Medeiros era seu candidato ao Senado e que o segundo apoio seria o Mauro Mendes ou Galvan”, relatou o prefeito.

Na avaliação de Abílio, os candidatos ao Senado Carlos Fávaro (PSD) e Janaína Riva (MDB) representam a esquerda da disputa e não terão coragem de pedir o impeachment de ministros do STF.

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A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta sexta-feira (25), apresenta um cenário significativamente mais equilibrado para o Governo de Mato Grosso do que levantamentos recentes que colocaram Otaviano Pivetta (Republicanos) à frente de Wellington Fagundes (PL). Na Quaest, Pivetta registra 29% e Wellington, 27%. Com margem de erro de três pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

A diferença é especialmente grande em relação ao Paraná Pesquisas divulgado neste mês. Naquele levantamento, Pivetta apareceu com 42,4%, contra 29,6% de Wellington, uma distância de 12,8 pontos percentuais. Outros institutos também produziram retratos diferentes ao longo de setembro, inclusive com levantamentos que colocaram Wellington numericamente à frente de Pivetta. As diferenças mostram que não há uniformidade entre os resultados apresentados pelos institutos.

Os números da Quaest mostram ainda que Pivetta, integrante da administração estadual desde 2019, primeiro como vice-governador e atualmente como governador, chega à reta final sem abrir vantagem além da margem de erro sobre Wellington nesse levantamento. Pivetta passou de 23% para 29% desde agosto, enquanto Wellington permaneceu com 27%. Doutora Natasha (PSD) avançou de 8% para 11%. O cenário mantém aberta a possibilidade de nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.

Caso isso aconteça, Mato Grosso poderá ter pela primeira vez um segundo turno na disputa pelo Governo desde que o sistema passou a ser adotado. As eleições estaduais realizadas sob as atuais regras foram decididas no primeiro turno. Para haver uma nova votação em 25 de outubro, nenhum candidato poderá alcançar a maioria absoluta dos votos válidos no dia 4.

A própria Quaest também apresenta um cenário equilibrado para uma eventual segunda votação. Wellington aparece numericamente à frente de Pivetta, com 41% contra 36%, resultado que configura empate técnico considerando a margem de erro. Wellington também registra 48% contra 27% de Natasha. Outros institutos apresentaram resultados diferentes para um eventual segundo turno, reforçando as divergências entre os levantamentos na reta final da disputa.





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Em vídeo nas redes sociais e entrevistas na imprensa, o político de esquerda deixa claro que, se eleito, quer voltar a comandar Rondonópolis

O ex-prefeito Zé Carlos do Pátio (PV), candidato a deputado estadual, vem revelando aos poucos o seu plano. Em um vídeo que circula nas redes sociais, ele promete a um eleitor que, se for eleito para a Assembleia Legislativa, “ele vai voltar”.

Associado a outras declarações em entrevistas como por exemplo na rádio 105 que afirma que o sonho do seu grupo é voltar pra prefeitura, fica clara a leitura que o mandato de deputado seria uma estratégia com o objetivo de voltar a ser prefeito de Rondonópolis.

As declarações mudam o sentido do voto. Quem votar em Zé do Pátio não estaria elegendo um deputado para quatro anos. Estaria financiando uma pré-campanha à Prefeitura.

Fica claro que quem votar em Zé do Pátio para deputado estadual está ajudando a construir um possível retorno do grupo político que comandou Rondonopolis pelos últimos 30 anos.





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O deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL-MT), vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, fez duras críticas à condução da política econômica e ambiental do Executivo nacional. Em declaração recente, o parlamentar afirmou que o Governo Federal adotou o agronegócio brasileiro como “inimigo e vilão”, apesar do protagonismo do setor no superávit da balança comercial do país.

Segundo Zaeli, a produção agrícola nacional segue alcançando posições de destaque global em culturas como soja, milho, algodão e na pecuária de corte, mesmo diante de entraves impostos pela gestão federal. “Nós mantemos a balança comercial do Brasil no positivo e conseguimos ser os maiores produtores de soja, algodão e milho, além de um dos maiores em carne, com todo o governo trabalhando contra”, declarou o parlamentar mato-grossense.

Tributação, juros e insegurança jurídica

Entre os principais fatores de desgaste citados pelo deputado estão a alta carga tributária, a elevação dos juros no financiamento agrícola e a criação de novas áreas protegidas ou demarcações de terras em áreas produtivas consolidadas.

Para o deputado, as políticas adotadas nos últimos anos criam um ambiente de instabilidade e desmotivam o produtor rural:

Aumento da carga tributária: Tentativas contínuas de elevação de impostos incidentes sobre a produção agrícola;

Encarecimento do crédito: Juros elevados que dificultam o financiamento da safra e de investimentos na produção;

Insegurança jurídica no campo: Demarcações de novas terras indígenas e reservas ambientais sobre áreas agrícolas já consolidadas, inclusive no Estado de Mato Grosso.

“Quando você coloca uma instabilidade jurídica dentro da terra, demarcando novas áreas indígenas ou de reservas em locais já consolidados, traz insegurança e desmotiva o produtor. Aconteceu isso recentemente em Mato Grosso. De repente, o governo chega e toma a área dizendo que agora é de preservação”, destacou Zaeli.

Pressão internacional e agendas ambientais – Rodrigo da Zaeli também questionou a adesão do Executivo a compromissos ambientais internacionais impostos por Organizações Não Governamentais (ONGs) europeias. Segundo ele, tais diretrizes visam conter o avanço e a competitividade do Brasil no mercado internacional. “São agendas ambientais motivadas por organizações e ONGs da Europa que não querem ver o Brasil crescer porque não querem concorrência. Nós não temos terremotos, maremotos, áreas congeladas ou desertos. O Brasil é extremamente propício para progredir, prosperar e se tornar o maior país do mundo, mas o governo atual pensa em escravizar a população para manter privilégios”, afirmou.

Defesa de Mato Grosso na Câmara – Representando Mato Grosso, estado no qual cerca de 90% da economia é impulsionada pelo setor produtivo rural, Zaeli ressaltou a relevância de sua atuação na vice-presidência da Comissão de Agricultura na Câmara.

O deputado destacou a necessidade de vigilância constante nas votações, citando a disparidade do tamanho das bancadas estaduais no Congresso Nacional — onde Mato Grosso conta com 8 representantes, enquanto estados como São Paulo possuem 70 deputados e Minas Gerais, 53. “O agro precisa dar lucro. Pensando nisso, assim que cheguei a Brasília, fui direto para a Comissão de Agricultura. Hoje sou vice-presidente da comissão mais cobiçada da Câmara para garantir que as leis aprovadas não prejudiquem o nosso estado. Se deixarmos outros estados fazerem leis sem nossa intervenção, eles não vão se preocupar com Mato Grosso. Nosso papel é analisar cada proposta para defender quem produz”, concluiu o parlamentar.





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Os empresários Cleodir Darci Barreto, de 58 anos, e Iracy Leonilda Werkhausen Baretto, de 59 anos, morreram em uma violenta colisão entre uma Volkswagen Amarok e um caminhão na BR-163. O casal, morador de Sorriso, seguia para Lucas do Rio Verde quando ocorreu a tragédia.

Na caminhonete também viajava a filha do casal, Kauane Barreto. Ela sobreviveu e equipes de emergência a encaminharam ao Hospital São Lucas para receber atendimento médico.

As primeiras informações levantadas no local apontam que o caminhão seguia no sentido Lucas do Rio Verde–Sorriso quando teria avançado sobre a pista contrária. A Amarok trafegava no sentido oposto e acabou atingindo o veículo de carga.

A força da colisão destruiu a parte dianteira da caminhonete. Cleodir e Iracy não resistiram aos ferimentos e morreram ainda no local. Equipes de resgate e de segurança atenderam a ocorrência e realizaram os procedimentos necessários no trecho da BR-163.

Uma das hipóteses levantadas inicialmente indica que o motorista do caminhão possa ter sofrido um mal súbito pouco antes da colisão, situação que poderia explicar a invasão da pista contrária. As autoridades, porém, ainda precisam confirmar essa informação.

A investigação deverá esclarecer a dinâmica da colisão e apontar o que fez o caminhão atravessar para o sentido contrário da rodovia. Até o momento, não há novas informações confirmadas sobre o estado de saúde de Kauane nem sobre a situação do motorista do caminhão.

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Um homem acusado de participar do homicídio de Patrick Leonardo, ocorrido em 2024, acabou preso pela Polícia Civil ao chegar para o velório da própria mãe, no Residencial Dona Júlia, em Tangará da Serra. Segundo as informações, o suspeito estava foragido havia mais de dois anos e retornou ao município por causa da morte da mãe.

O caso de Patrick começou no Jardim dos Ipês, onde criminosos sequestraram a vítima. Na sequência, eles levaram Patrick até uma região de milharal, onde cometeram o homicídio e ocultaram o corpo.

As investigações apontaram elementos que ligariam o homem ao crime. Conforme as informações repassadas, o veículo utilizado na ação estava registrado em nome do suspeito.

Além disso, a apuração indica que a arma utilizada para matar Patrick também pertenceria ao investigado. A Polícia Civil apura a participação de cada envolvido no sequestro, homicídio e ocultação do cadáver.

Após mais de dois anos foragido, o suspeito teria decidido retornar a Tangará da Serra para acompanhar o velório da mãe, realizado no Residencial Dona Júlia.

Os policiais civis de Tangará da Serra receberam informações sobre o retorno do investigado e foram até o local. As equipes aguardaram a chegada do homem e deram voz de prisão na entrada, quando ele chegava para participar do velório.

O suspeito ficou à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue com os procedimentos relacionados ao caso.

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Profissionais da saúde e pacientes da rede pública municipal vão contar com novos veículos para trabalhar no atendimento e transporte entre as unidades. A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, ampliou a frota de veículos que serão utilizados no socorro de pacientes que chamarem o SAMU, na manutenção das unidades e no serviço administrativo da pasta.

São nove veículos novos, sendo duas ambulâncias, sete carros de passeio e duas pick-ups. O secretário de Saúde do Município, Israel Paniago, explicou que as duas ambulâncias vão integrar a frota da SAMU, que agora passa a contar com três unidades básicas e uma avançada, ampliando a capacidade de atendimento e, com isso, diminuindo o tempo de chegada às ocorrências.

A equipe da Vigilância Sanitária comemorou o recebimento de dois veículos do modelo Argo, ambos 0km, sendo a primeira vez em que o setor conta com veículos novos para fazer as fiscalizações e liberações de alvarás. Outro Argo será utilizado pela equipe administrativa da secretaria. As pick-ups foram entregues para o setor de engenharia e manutenção que atendem todas as unidades de saúde.

O secretário Israel Paniago destacou o investimento da gestão Cláudio Ferreira na frota da Saúde e reforçou que é mais qualidade e conforto no atendimento à população como um todo. “É no momento em que as pessoas estão doentes que mais precisam, por isso precisam de um veículo que ofereça conforto, com ar condicionado. A gente pretende melhorar isso a cada dia”, comentou.

Para atender melhor os pacientes que precisam de transporte, ainda serão disponibilizados quatro carros do modelo Spin, sendo dois para atender aqueles que precisam de hemodiálise, um para a equipe do programa Melhor em Casa e outro para o transporte de pacientes em geral.

A frota da saúde do Município também está sendo ampliada com um micro-ônibus que será utilizado no transporte de pacientes que precisarem realizar exames de alta complexidade em Cuiabá ou até fora do estado.

Um ônibus também vai estar à disposição da rede municipal de saúde para o transporte de pacientes em grande número, no caso de mutirões que são realizados em Cuiabá. Este veículo será acionado apenas em casos pontuais e com custo apenas por quilômetro rodado, conforme explicou o secretário.





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Duas pessoas morreram e uma ficou gravemente ferida em um acidente envolvendo uma carreta, um táxi e um veículo utilitário, na noite desta sexta-feira (25), no km 388 da BR-364, em Cuiabá. Segundo as informações iniciais, a sequência de colisões começou durante uma tentativa de ultrapassagem.

O táxi seguia no sentido Cuiabá–Rondonópolis quando uma carreta atingiu a lateral do veículo durante a manobra. Com o impacto, o motorista do táxi, Francisco Orestes de Souza, de 67 anos, perdeu o controle da direção.

O táxi rodou sobre a pista e acabou no sentido contrário da rodovia. Na sequência, um veículo utilitário, que trafegava de Rondonópolis para Cuiabá, atingiu o táxi.

A violência da batida arremessou Francisco e o passageiro Wanderson de Oliveira, de 39 anos, para fora do táxi. Wanderson sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.

O motorista do utilitário, Rudiney Ferreira Lima, de 51 anos, ficou preso às ferragens e também perdeu a vida.

Equipes de socorro atenderam Francisco e o encaminharam em estado grave ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

Conforme as informações iniciais, o motorista da carreta deixou o local após o acidente. As forças de segurança fizeram buscas e o localizaram posteriormente nas proximidades da Serra de São Vicente, onde ocorreu a prisão.

As autoridades responsáveis vão apurar a dinâmica completa da tragédia e as circunstâncias que levaram às colisões.

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