O ex-governador Mauro Mendes (União) afirmou que as fiscalizações conduzidas pelo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo, estariam descumprindo os limites impostos pela legislação aos membros da Corte de Contas. Ao comentar as inspeções realizadas em obras de infraestrutura e a divulgação dos resultados, Mendes elevou o tom das críticas e declarou que o conselheiro estaria fazendo “papagaiada” e “circo”.

Mauro argumentou que os conselheiros do TCE possuem as mesmas vedações aplicadas aos magistrados e, por isso, deveriam observar os limites estabelecidos pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). “A legislação é muito clara. O conselheiro é equiparado à magistratura e, portanto, está submetido às mesmas regras. O artigo 36 da Loman veda que magistrados utilizem veículos de comunicação para falar de processos sob sua análise ou emitir juízo de valor antecipado. Todos nós temos que agir dentro da lei e respeitar os limites legais”, afirmou o ex-gestor ao Gazeta Digital após a missa de beatificação do Padre Nazareno Lanciotti, em Jauru (425 km a Oeste), no sábado (13).

Já o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) adotou um discurso mais moderado ao comentar as ações do presidente do TCE. Embora tenha classificado a condução das fiscalizações como “espetaculosa demais”, ele disse não ver problemas na atuação dos órgãos de controle. “O governo precisa ser fiscalizado e existem vários mecanismos de controle, e eu não temo esse acompanhamento. Talvez a forma como está sendo feito seja um pouquinho espetaculosa demais, não é normal, mas não tenho problema nenhum com isso”, declarou.

Relações abaladas

O atrito entre Sérgio Ricardo e lideranças governistas ganhou força após o presidente do Tribunal de Contas apontar falhas em obras de pavimentação executadas pelo Estado, especialmente na MT-170, por meio de suas lives nas redes sociais. Em vistorias recentes, o conselheiro chamou atenção para a deterioração precoce do asfalto em trechos que receberam investimentos milionários, cobrando providências e maior rigor na fiscalização dos contratos.

Ao reagir às críticas, Mendes defendeu o legado de sua gestão na área de infraestrutura e afirmou que o governo já havia adotado medidas para corrigir os problemas identificados. Segundo ele, cerca de 7 mil quilômetros de asfalto foram executados durante sua administração e as empresas responsáveis pelas obras são obrigadas contratualmente a garantir a qualidade dos serviços por cinco anos. O ex-governador ressaltou ainda que as empreiteiras já foram notificadas e iniciaram os procedimentos para refazer os trechos com defeitos após o período chuvoso.



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Um adolescente de 17 anos, identificado como Salatiel Gonçalves Ribeiro, foi encontrado morto com um tiro na cabeça na madrugada desta terça-feira (16), em uma propriedade rural na região de Colniza, no noroeste de Mato Grosso.

Segundo informações apuradas pela Polícia Civil, a ocorrência foi registrada por volta de 00h10, na Linha 24, quilômetro 40, sentido ao distrito de Conselvan.

De acordo com o relato, o jovem havia saído de motocicleta e demorou mais do que o esperado para retornar para casa. Preocupado com a demora, o irmão da vítima iniciou buscas pela região e acabou encontrando Salatiel caído ao solo, já sem sinais vitais.

A motocicleta estava sobre uma das pernas do adolescente. Durante a verificação, foi constatado que ele apresentava um ferimento provocado por disparo de arma de fogo na cabeça.

A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizaram os procedimentos necessários para a apuração do caso.

Até o momento, não há informações sobre a autoria ou a motivação do crime. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.



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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi (Podemos), afirmou que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, garantiu que o senador Wellington Fagundes permanece na disputa pelo Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026.

A declaração foi dada nesta segunda-feira (15), após uma reunião realizada na última semana, em Brasília, entre Max e Valdemar. Segundo o parlamentar, os dois passaram cerca de três horas conversando sobre o cenário político do estado e os planos do partido para a próxima eleição.

De acordo com Max, durante o encontro, Valdemar foi categórico ao assegurar que Wellington continua sendo o nome do PL para a corrida ao Palácio Paiaguás.

A manifestação ocorre em meio aos rumores que ganharam força nos bastidores políticos sobre uma possível desistência do senador da disputa estadual. As especulações aumentaram após declarações do deputado estadual Eduardo Botelho, que revelou a existência de conversas nos bastidores apontando para uma eventual mudança nos planos de Wellington.

A fala de Max, no entanto, reforça a posição já defendida pelo próprio senador, que tem reiterado publicamente sua pré-candidatura ao governo. O encontro com Valdemar também foi citado por Wellington como um indicativo de que o comando nacional do PL segue alinhado com seu projeto político para 2026.



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Uma confusão registrada na manhã desta terça-feira (16) em uma unidade básica de saúde do bairro Santa Clara, em Rondonópolis, terminou com agressão física, ameaça de morte e acionamento da Polícia Militar.

Segundo informações apuradas, uma paciente se envolveu em uma discussão com uma médica da unidade, que está grávida. Durante o desentendimento, uma auxiliar de saúde bucal tentou intervir para evitar que a situação se agravasse, mas acabou sendo agredida pela mulher.

Após o episódio dentro da unidade, a suspeita ainda teria enviado um áudio contendo ameaças de morte contra a servidora pública. A mensagem foi encaminhada a profissionais que trabalham no local e aumentou a preocupação entre os funcionários da unidade.

Diante da gravidade da ocorrência, a Polícia Militar foi acionada. A auxiliar de saúde bucal procurou a 1ª Delegacia de Polícia para registrar o boletim de ocorrência e também passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

O caso deverá ser investigado pelas autoridades competentes. A motivação da discussão entre a paciente e a médica não foi divulgada.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que acompanha a situação e presta apoio à profissional agredida.



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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (16) a Operação Caronte, em Colíder, para avançar nas investigações sobre o desaparecimento do universitário Vitor Ursulino Alves. Durante o cumprimento de mandados judiciais, um dos alvos da investigação morreu após entrar em confronto com policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).

De acordo com a Polícia Civil, a operação foi desencadeada após a coleta de diversos elementos de informação relacionados ao desaparecimento do jovem, que não é visto desde a semana passada. As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em imóveis ligados a pessoas suspeitas de participação no caso e com suposta ligação com facções criminosas.

Segundo as investigações, um dos principais alvos era um homem identificado pelas iniciais I.M.S., apontado como integrante de uma organização criminosa e investigado também por tráfico de drogas. Conforme a versão apresentada pela Polícia Civil, ele ocupava a função conhecida como “disciplina” dentro da facção.

Durante o cumprimento de um dos mandados, os policiais da CORE realizaram a entrada no imóvel onde o suspeito estava. Ainda conforme a corporação, ele reagiu à abordagem e houve troca de tiros. Os agentes efetuaram disparos e o investigado morreu no local.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos periciais. Enquanto isso, as demais equipes continuaram o cumprimento dos mandados em diferentes regiões da cidade.

O delegado responsável pelo caso, Adan Ximenes, informou que as diligências seguem em andamento e que detalhes sobre possíveis pistas relacionadas ao paradeiro de Vitor Ursulino Alves não serão divulgados neste momento para não comprometer as investigações.

A Polícia Civil continua apurando o desaparecimento do universitário e busca identificar todos os envolvidos no caso.



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A Polícia Militar prendeu, na manhã desta terça-feira (16), um homem suspeito de estuprar uma criança de 5 anos no distrito de Ouro Branco do Sul, em Itiquira. A captura ocorreu após dias de buscas ininterruptas realizadas pelas equipes policiais. O crime de estupro de vulnerável foi registrado no último dia 14 de junho.

De acordo com informações da ocorrência, os militares receberam uma denúncia indicando que o suspeito estaria escondido em uma construção da região. Diante da gravidade do caso, as equipes se deslocaram rapidamente ao endereço e localizaram o homem nos fundos do imóvel.

Durante a abordagem, o suspeito tentou enganar os policiais ao fornecer um nome falso. No entanto, após checagens nos sistemas de segurança, sua verdadeira identidade foi confirmada, configurando também o crime de falsa identidade.

As consultas apontaram ainda que havia um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça de Mato Grosso do Sul. O documento está relacionado ao cumprimento de pena por crime sexual praticado anteriormente contra a própria filha do investigado.

Após a detenção, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil de Itiquira, onde ficou à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

O caso segue sob investigação das autoridades competentes.



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Um anúncio publicado em um grupo de compra e venda nas redes sociais chamou a atenção de moradores de Rondonópolis e levantou um alerta sobre possíveis irregularidades no Residencial Celina Bezerra.

A reportagem teve acesso a um print que mostra uma moradora oferecendo um apartamento do conjunto habitacional para venda. A publicação rapidamente repercutiu entre moradores, já que esse tipo de negociação é proibido pelas regras dos programas habitacionais.

Os apartamentos foram destinados a famílias previamente selecionadas por meio de programas de moradia popular e possuem contratos com cláusulas que restringem a comercialização dos imóveis sem a observância das exigências legais previstas.

A venda, transferência ou negociação irregular dessas unidades pode resultar em medidas administrativas e jurídicas, conforme as normas estabelecidas nos contratos firmados pelos beneficiários.

O caso reacende o debate sobre a utilização correta dos imóveis destinados à habitação social, que têm como objetivo garantir moradia para famílias contempladas pelos programas governamentais.



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O esperneio do presidente Lula (PT) diante das chamadas “bombas fiscais” que avançam no Congresso Nacional contradizem iniciativas do próprio chefe do governo petista, que validou dez medidas que confrontaram exigências legais e constitucionais de controle de gastos públicos, no ano passado. Tal contrassenso do petista custará R$ 135,5 bilhões, até 2028. E foi exposto pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na semana passada, ao apresentar ressalvas na aprovação das contas do governo Lula de 2025.

Reportagem do Estadão desta terça-feira (16) expôs a implosão da retórica petista, ao relatar que o TCU destacou que dez das 21 desonerações validadas pelo governo Lula renunciaram receita afrontando totalmente as regras que impõem uma previsão de impacto financeiro, de memória de cálculo detalhada e de compensação das perdas, em 2025.

A conta das medidas aprovadas já foi de R$ 4,2 bilhões, em 2025. E será ampliada para R$ 135,5 bilhões, até 2028, no próximo governo. Além disso, foram sangrados 5,98% do PIB, no ano passado, com R$ 759 bilhões em benefícios tributários, financeiros e creditícios concedidos. O resultado representa quase o triplo do déficit do governo em 2025 (R$ 58,7 bilhões) e poderia suprir o déficit previdenciário  de R$ 321 bilhões do ano passado.

“A persistência dessas desconformidades esteve intrinsecamente ligada à atuação do Poder Executivo na edição de atos normativos próprios e na sanção de proposições legislativas sem assegurar, de forma tempestiva e integral, o atendimento das condicionantes fiscais e orçamentárias exigidas”, disse o TCU, em seu parecer.

A revelação acontece na semana seguinte ao governo Lula cobrar responsabilidade fiscal do Congresso Nacional e ameaçar recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar nove propostas em tramitação na cúpula do Legislativo, estimando uma “pauta-bomba” com impacto estimado em R$ 111 bilhões por ano para o Executivo.

Leis e Constituição afrontadas

Entre as normas apontadas pelo TCU como descumpridas nestas iniciativas de renúncias ficais atestadas por Lula estão: o artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que manda estimar impactos no orçamento e nas finanças; o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que obriga previsão de impacto e compensação pelas perdas; e os dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que impõem o detalhamento da memória de cálculo, a indicação expressa das compensações, metas estipuladas e limitação em cinco anos de objetivos e vigência da medida.

“Ao editar atos normativos próprios ou sancionar proposições legislativas sem estimativas robustas, sem memórias de cálculo suficientemente detalhadas, sem compensações tempestivas e sem parâmetros adequados de metas e acompanhamento, o Poder Executivo reduz a rastreabilidade do custo fiscal dessas políticas e enfraquece o controle sobre seus efeitos”, relatou o TCU, nas ressalvas para as contas de Lula do ano passado.

Veja as bombas fiscais atestadas pelo presidente Lula:

  1. Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten) – Lei 15.103/2025 proposta pelo Congresso Nacional;
  2. Ampliação da destinação do Fundo Social – Lei 15.164/2025 proposta pelo Congresso Nacional;
  3. Programa Acredita Exportação – Lei Complementar 216/2025 proposta pelo Executivo e pelo Congresso Nacional;
  4. Disponibilização de linhas de crédito rural – Medida Provisória 1.314/2025 em ato do Executivo;
  5. Ampliação do limite de benefício tributário de depreciação acelerada (navios-tanque e embarcações de apoio marítimo) – Medida Provisória 1.315/2025 em ato do Executivo;
  6. Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA) – Medida Provisória 1.318/2025 em ato do Executivo;
  7. Novo marco do setor elétrico – Lei 15.269/2025 proposta pelo Congresso Nacional;
  8. Nova Lei de Incentivo ao Esporte – Lei Complementar 222/2025 proposta pelo Congresso Nacional;
  9. Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (PRESIQ) – Lei 15.294/2025 proposta pelo Congresso Nacional;
  10. Crédito presumido de IPI das indústrias automotivas – Decreto 12.799/2025 por ato do Executivo.



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Proposta transforma discussão iniciada no STF em projeto de lei e busca garantir mais investimentos, planejamento e serviços públicos para a população da região.

O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL-MT), apresentou, nesta segunda-feira (15), o Projeto de Lei Complementar que cria a Região Integrada de Desenvolvimento do Araguaia-Xingu (RIDE Araguaia-Xingu).

A proposta estabelece uma atuação coordenada entre a União, os governos de Mato Grosso e do Pará e os municípios da região, permitindo a integração de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, segurança pública e desenvolvimento econômico.

A iniciativa surgiu após a audiência de conciliação realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 10 de junho, conduzida pelo ministro Flávio Dino, da qual Wellington participou ao lado de parlamentares, prefeitos e representantes dos dois estados para discutir os impactos da disputa territorial entre Mato Grosso e Pará.

Entenda o Caso
A disputa envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e afeta diretamente milhares de moradores que vivem em território oficialmente pertencente ao Pará, mas que dependem dos serviços públicos oferecidos por municípios mato-grossenses, como Paranaíta, Alta Floresta, Guarantã do Norte e outras cidades da região.

Enquanto o processo segue em análise no STF, Wellington defende que a população não pode ficar desassistida e que os municípios não podem continuar enfrentando esse desafio sozinhos.

“Não estamos discutindo apenas uma linha no mapa. Estamos falando de pessoas que precisam de atendimento médico, escolas, segurança e estradas. A população não pode esperar uma decisão judicial para ter acesso a serviços públicos de qualidade”, afirmou.

Segundo o pré-candidato, a proposta cria uma estrutura permanente para que os governos atuem de forma integrada, compartilhem responsabilidades e planejem investimentos para a região. “É uma solução de Estado. Queremos unir esforços e garantir que a população seja atendida, independentemente do tempo que o processo levará no Supremo Tribunal Federal”, disse.

O projeto prevê a criação de um Conselho Administrativo com representantes da União, dos governos de Mato Grosso e do Pará, dos municípios envolvidos e de órgãos federais ligados ao desenvolvimento regional. “Estamos criando um instrumento moderno de cooperação, inspirado em modelos que já deram certo no Brasil, sem alterar limites territoriais e sem interferir na decisão que será tomada pelo STF”, acrescentou.

A proposta abrange municípios do Pará, como Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia, além de municípios de Mato Grosso, como Santa Terezinha, Santa Cruz do Xingu, Vila Rica, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Paranaíta, Alta Floresta, Matupá e Novo Mundo.

O PLP 174/2026 tem a coautoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e já começou a tramitar no Senado Federal. O texto será analisado pelas comissões da Casa e, se aprovado pelos senadores, seguirá para a Câmara dos Deputados e, posteriormente, para sanção presidencial.

Para Wellington, a criação da RIDE Araguaia-Xingu representa uma alternativa prática e imediata para fortalecer a presença do poder público, ampliar a segurança jurídica e garantir planejamento de longo prazo para uma região estratégica da Amazônia Legal, sem depender da conclusão da disputa territorial em andamento no STF.



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Um motociclista ficou ferido e um longo congestionamento se formou na tarde desta segunda-feira (15), no km 270 da BR-364, em Jaciara, após um acidente envolvendo uma Honda CG vermelha. Vídeos gravados por motoristas mostram a grande fila de veículos que se formou no trecho.

Conforme a Nova Rota do Oeste, a ocorrência foi registrada às 17h51. A motocicleta seguia no sentido sul da rodovia quando caiu sobre a pista e parou no canteiro central.

Equipes do Samu, Corpo de Bombeiros e da concessionária foram acionadas para prestar atendimento à vítima. Após os primeiros socorros, o motociclista foi encaminhado pelo Samu ao Hospital Municipal de Jaciara.

Durante o atendimento da ocorrência, uma das faixas precisou ser interditada, provocando lentidão e congestionamento na rodovia. Motoristas que passavam pelo local registraram o tráfego praticamente parado.

Assista:

A faixa foi liberada às 18h23 e o fluxo voltou a ser normalizado. As causas do acidente não foram informadas.





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