O prefeito Cláudio Ferreira anunciou nesta quarta-feira (9) o começo das obras do viaduto da Rua Fernando Correa da Costa com a Avenida Lions Internacional, em Rondonópolis. O Governo do Estado deu a ordem de serviço nesta terça-feira (8) para o início da estrutura que será o primeiro viaduto do trânsito urbano do município.

O novo viaduto é resultado da articulação política do prefeito Cláudio Ferreira junto ao Governo do Estado, visando a obtenção dos recursos necessários. Além disso, a Prefeitura de Rondonópolis, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura, contribuiu ficando responsável por executar o projeto da obra.

Com a ordem de serviço, começa a partir de agora os primeiros levantamentos técnicos para a mobilização da obra. O prefeito esteve no local nesta quarta-feira acompanhando o começo dos trabalhos de marcação da fundação e dos pilares do futuro viaduto.

Cláudio Ferreira classificou esse início das obras como um feito histórico para Rondonópolis, que vai ajudar a modernizar e melhorar a mobilidade urbana da cidade. “O sonho está saindo do papel. Quero agradecer o nosso governador, Otaviano Pivetta, pela grande parceria; o nosso futuro senador Mauro Mendes, que foi parceiro desde o começo desse projeto; e o futuro senador José Medeiros”.

O projeto prevê a construção de um viaduto em concreto armado e protendido no referido entroncamento, dando acesso ainda à Avenida dos Estudantes e à Avenida Otaviano Muniz, com extensão de 204,78m para o viaduto e 95,20m para os acessos, ambos com largura de 8,80m.

O consórcio Planex-Ingá MT, composto pelas empresas Planex Engenharia Ltda. e Construtora Ingá Ltda., foi o vencedor da licitação realizada pelo Governo do Estado para execução da estrutura, com o valor orçado de R$ 17,931 milhões.





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O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, conseguiu duas importantes certificações na área de sustentabilidade e conservação da arborização brasileira para o município. A Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU) certificou Rondonópolis, através do prefeito, com o título “Selo Cidade Amiga das Árvores”.

O Município também teve o reconhecimento como Cidade Árvore do Mundo, Tree Cities of the World pela FAO/ONU, no ano de 2025.

As certificações foram recebidas oficialmente pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pecuária, Álvaro Fachim, representando o prefeito, durante o 2º Simpósio Cidades Brasileiras Árvores do Mundo, em Cubatão (SP), realizado no mês passado. Ele repassou as conquistas ao prefeito Cláudio Ferreira em encontro em Rondonópolis.

A administração acredita que atuar na arborização urbana significa plantar vida, esperança e amor aos munícipes. Conforme o prefeito, mais do que plantar árvores, a gestão atual está plantando uma semente para o futuro de Rondonópolis, com respeito ao meio ambiente, respeito à ecologia urbana, com os animais que frequentam a cidade, e proporcionando mais qualidade de vida aos moradores e futuras gerações.

A Certificação de Arborização Urbana da SBAU reconhece o compromisso com o planejamento e a gestão das árvores na cidade. O grande destaque é a obtenção do selo internacional Tree Cities of the World 2025.

“Esse selo tem um peso simbólico e técnico enorme, porque coloca Rondonópolis num grupo seleto de cidades no mundo todo que cumprem padrões globais de gestão de florestas urbanas. Isso projeta o nome da cidade lá fora e mostra que a política ambiental está alinhada com as melhores práticas internacionais”, analisou o secretário Álvaro.

No Brasil, 51 cidades haviam sido reconhecidas até então com o selo Tree Cities of the World, incluindo Aracaju, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Cianorte, Dourados, Goiânia, Gramado, Hortolândia, entre outras.

Agora Rondonópolis passa a ser a 52ª cidade brasileira a receber a certificação, sendo a primeira de Mato Grosso e a 5ª do Centro-Oeste. A gestão ressalta ainda que o selo Tree Cities of the World tem um peso muito forte porque é concedido por duas das instituições mais respeitadas do mundo: a FAO/ONU e a Arbor Day Foundation.





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Um bispo evangélico de 43 anos foi preso nesta terça-feira (8), em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, suspeito de cometer abusos contra pelo menos quatro jovens que frequentavam a igreja onde ele atuava.

Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), o religioso teria usado a posição de confiança dentro da congregação para se aproximar das vítimas. Ele exercia diferentes funções no templo, atuando com jovens, casais, louvor e também como responsável por uma célula.

As denúncias começaram a ser formalizadas em fevereiro deste ano. Uma das vítimas contou à polícia que os abusos teriam começado ainda em 2024, quando era adolescente.

De acordo com o relato, o bispo teria se apresentado como uma espécie de “pai de consideração”, conquistando a confiança do jovem e também da família antes das supostas investidas.

Conversas e imagens entraram na investigação

Durante a apuração, as vítimas entregaram aos investigadores conversas mantidas por aplicativos de mensagens. Segundo a polícia, o religioso teria enviado imagens íntimas e mantido diálogos de conteúdo sexual com jovens.

Uma das denúncias aponta ainda que o suspeito teria praticado atos de natureza sexual contra um adolescente dentro de um veículo.

O material apresentado pelas vítimas agora é analisado pela Polícia Civil para ajudar a esclarecer a extensão dos abusos denunciados e a possível participação do investigado em outros casos.

Polícia procura possíveis novas vítimas

A investigação não descarta que outras pessoas possam ter sido vítimas. A polícia segue reunindo depoimentos e provas para verificar se os episódios relatados ocorreram com outros jovens ligados à congregação.

O bispo, identificado na reportagem como Cléber Cruz, foi preso durante o andamento das investigações.

Até a divulgação das informações, a defesa do investigado não havia sido localizada para comentar as acusações. O caso segue sob investigação, e as denúncias ainda deverão ser analisadas no decorrer do processo criminal.





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O motociclista Carlos Eduardo da Silva, de 30 anos, teve uma das mãos amputada devido aos graves ferimentos sofridos após se envolver em um acidente com uma carreta e ser arrastado pelo veículo na BR-364, em Rondonópolis. Ele permanece internado no Hospital Regional.

Carlos Eduardo foi identificado pela esposa na manhã desta quarta-feira (9), no Hospital Regional de Rondonópolis.

O grave acidente ocorreu na manhã de terça-feira (8), no km 201 da BR-364. Carlos Eduardo conduzia uma motocicleta Suzuki quando se envolveu em uma colisão lateral com uma carreta Iveco 480.

Após o impacto, o motociclista foi arrastado pela carreta e sofreu ferimentos gravíssimos. Devido à gravidade das lesões, uma das mãos precisou ser amputada.

A Nova Rota do Oeste recebeu o chamado às 7h22. A equipe de resgate prestou os primeiros atendimentos ainda na rodovia e encaminhou Carlos Eduardo ao Hospital Regional de Rondonópolis.

O motorista da carreta recebeu atendimento no local, mas não apresentava ferimentos e recusou encaminhamento médico.

Após o atendimento da ocorrência, o guincho da concessionária retirou a motocicleta que estava sobre a pista. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) liberou a carreta, que seguiu viagem.

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Levantamento encomendado pela CDL mostra o peso econômico da redução de um dia útil e alerta autoridades para a necessidade de avaliar impactos antes de ampliar paralisações no calendário municipal

Quanto custa para Rondonópolis deixar de produzir, vender e prestar serviços durante um dia útil? Um estudo econômico encomendado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rondonópolis aponta que a redução de um único dia de atividade pode provocar impactos que chegam a R$ 33,57 milhões na economia local, quando considerados não apenas os efeitos diretos sobre comércio e serviços, mas também os reflexos sobre fornecedores, trabalhadores, transportadoras, prestadores de serviços e arrecadação pública.

O levantamento foi elaborado para mensurar os efeitos econômicos e financeiros da interrupção de um dia útil no município e serve de alerta para decisões que resultem na paralisação permanente ou eventual das atividades econômicas. O estudo considera impactos sobre comércio, serviços, emprego, produtividade, arrecadação tributária, competitividade e desenvolvimento regional.

O estudo também aponta reflexos sobre a arrecadação pública. Com a redução das vendas e da movimentação econômica, podem ser afetadas receitas como o ISS, o Valor Adicionado Fiscal (VAF), a participação do município na distribuição do ICMS e a arrecadação indireta vinculada ao consumo. Embora o efeito de um único feriado possa ser relativamente pequeno em termos percentuais, o levantamento destaca que, por se tratar de uma alteração permanente no calendário, esse impacto se torna recorrente e cumulativo ao longo dos anos.

Os números mostram o tamanho da economia que está em jogo. Comércio e serviços movimentam, juntos, cerca de R$ 93,26 milhões em um dia útil típico em Rondonópolis. Desse total, aproximadamente R$ 55,56 milhões correspondem ao comércio e R$ 37,70 milhões aos serviços. O estudo ressalta que isso não significa a perda integral desse montante em um dia parado, já que parte das vendas pode ser recuperada posteriormente, mas demonstra a dimensão da atividade econômica exposta.

A partir disso, foram construídos três cenários. No conservador, a perda direta estimada é de R$ 9,33 milhões. No moderado, chega a R$ 13,99 milhões. No cenário mais severo, alcança R$ 18,65 milhões. Com a inclusão do efeito multiplicador sobre toda a cadeia econômica, o impacto total pode variar entre R$ 13,99 milhões e R$ 33,57 milhões.

Para a CDL, a discussão ganha ainda mais relevância diante do cenário enfrentado diariamente por quem empreende. Além da necessidade de manter empregos, fluxo de caixa e investimentos, as empresas convivem com custos tributários, oscilações da economia nacional, dificuldades para contratação de mão de obra e aumento permanente das despesas operacionais.

O estudo demonstra que um dia sem faturamento não representa necessariamente um dia sem despesas. Custos com aluguel, financiamentos, sistemas, seguros, folha administrativa, tributos e outras obrigações permanecem. Já as empresas que optam por funcionar em feriados podem ter custos adicionais trabalhistas e operacionais, reduzindo suas margens.

Micro e pequenas empresas aparecem como as mais vulneráveis, principalmente porque possuem menor capital de giro, maior dependência das vendas diárias e menor capacidade de absorver custos fixos.

Decisões precisam considerar quem produz e gera empregos

Mais do que discutir uma data específica, o estudo coloca em pauta a necessidade de responsabilidade econômica na tomada de decisões públicas que interfiram no calendário produtivo de Rondonópolis.

A CDL defende que vereadores, Poder Executivo e demais autoridades avaliem previamente os impactos para empresas, trabalhadores, arrecadação e desenvolvimento econômico antes da criação de novos feriados ou de medidas que reduzam dias de atividade.

O próprio parecer técnico reconhece a importância histórica, cultural e social que determinadas datas podem representar, mas recomenda que decisões dessa natureza sejam precedidas de análise de custo-benefício e diálogo com os setores produtivos diretamente afetados.

Em uma cidade que se consolidou como polo regional de comércio, serviços, logística e apoio ao agronegócio, cada dia útil representa geração de faturamento, renda, empregos, tributos e oportunidades. A análise aponta que Rondonópolis possui elevada sensibilidade à redução da atividade comercial justamente pela dependência da circulação diária de consumidores e da regularidade do funcionamento empresarial.

A mensagem central do estudo é que decisões públicas também possuem consequências econômicas. Valorizar datas, histórias e tradições é legítimo, mas isso não elimina a necessidade de avaliar o impacto sobre quem abre as portas todos os dias, emprega, paga impostos e movimenta a economia de Rondonópolis.





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A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, deflagrou na manhã desta quarta-feira (9.9) a Operação Última Chamada, com o objetivo de cumprir seis ordens judiciais relacionadas à investigação do sequestro, morte e ocultação do corpo de Verônica Sabrina Ribeiro Oliveira, de 24 anos.

A operação resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Criminal de Rondonópolis. A ação contou com o apoio de equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis.

O crime ocorreu no dia 30 de abril de 2023. Próximo ao horário do almoço, Verônica foi até um bar localizado no bairro Jardim Morumbi para se encontrar com amigos. Pouco depois de chegar ao estabelecimento, o proprietário do local, com o auxílio de outro integrante de uma organização criminosa, teria subtraído o aparelho celular da vítima e passado a verificar as mensagens e demais conteúdos existentes no telefone.

Na sequência, a jovem foi colocada à força em um veículo e retirada do local contra a sua vontade. Desde então, Verônica não foi mais vista e seu corpo permanece desaparecido.

A partir de intenso trabalho investigativo, diligências e análises técnicas, a equipe da DHPP conseguiu identificar quatro homens, com idades de 24, 30, 31 e 48 anos, envolvidos na ação criminosa.

Conforme as investigações, a vítima foi sequestrada e morta ainda no dia do desaparecimento. Um dos investigados, apontado como responsável por ordenar a morte, já se encontra preso na Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis, pela prática de outros crimes.

Outro investigado é o proprietário do bar onde a vítima foi abordada, enquanto o terceiro teria sido responsável por retirar Verônica do estabelecimento e transportá-la no veículo utilizado na ação criminosa.

O quarto envolvido, de 30 anos, morreu durante um confronto policial ocorrido em 26 de junho de 2024, no contexto de outra operação que investigava o sequestro e a morte de trabalhadores recém-chegados a Rondonópolis.

Diante dos elementos reunidos ao longo da investigação, a Polícia Civil representou pela decretação das prisões preventivas e pela expedição dos mandados de busca e apreensão contra três dos envolvidos.

Segundo o delegado João Paulo Praisner, responsável pelas investigações, os suspeitos identificados possuem extensa ficha criminal e são considerados de alta periculosidade.

Os investigados serão indiciados, conforme a participação de cada um, pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e integração de organização criminosa.

Último contato

O nome da operação, “Última Chamada”, faz referência ao último contato realizado por Verônica antes de desaparecer.

Momentos antes de ser retirada do bar, a jovem conseguiu entrar em contato com pessoas próximas e informou que estava no estabelecimento e que sentia muito medo, após integrantes da organização criminosa terem acessado seu aparelho celular.

A Polícia Civil segue com as diligências investigativas para esclarecer integralmente a dinâmica do crime e buscar informações que possam contribuir para a localização do corpo da vítima.

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Rondonópolis fechou o período de janeiro a agosto de 2026 com crescimento de 14,6% nas exportações, que atingiram um total de U$ 2 bilhões. Esse valor mantém a cidade como maior exportadora de Mato Grosso e a 18ª maior do Brasil no período. Os dados são do Ministério da Indústria e Comércio Exterior e foram divulgados na última sexta-feira (4).

Com o montante de U$ 2 bilhões, as exportações locais representaram 8,8% do total exportado por Mato Grosso no período de janeiro a agosto, e, 0,8% das exportações brasileiras.

No período, Rondonópolis também liderou as importações no Estado, que chegaram a U$ 798,7 milhões, aumento de 124% em relação a janeiro a agosto de 2025. As importações locais representaram 44,9% das importações de Mato Grosso e 0,4% do total do Brasil.

Com U$ 2 bilhões em exportações e U$ 798,7 milhões em importações, o Município fechou os oito meses de 2026 com superávit de U$ 1,2 bilhão.

Além disso, as exportações de Rondonópolis tiveram a China como principal destino. Para o país asiático foram exportados 34% do total no período. Já as importações vieram em sua maioria do Canadá, representando 30,2% do total.

Entre os principais produtos exportados estão a torta e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja, que representaram 39,8% do total exportado; seguida da soja (34%); do algodão (11,6%) e da carne bovina (6,3%).

Por outro lado os produtos mais importados foram os adubos ou fertilizantes, representando mais de 93% das importações locais, seguido dos inseticidas, que representaram 4,2%.





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A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso ganhou um novo capítulo em Rondonópolis. O ex-prefeito Zé do Pátio resolveu levar a batalha para a Justiça Eleitoral e pediu a cassação da candidatura de Alessandra Ferreira, sua adversária direta nas eleições deste ano.

A investida ocorre em meio ao crescimento político de Alessandra na corrida eleitoral. A representação apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) questiona a participação da candidata na Copa Integração 2026, projeto esportivo e social realizado em Rondonópolis.

Apesar do pedido de Zé do Pátio, Alessandra não teve a candidatura cassada e também não sofreu condenação. A decisão do juiz auxiliar da propaganda eleitoral Flávio Fraga e Silva tem caráter liminar e preventivo, tomada antes da apresentação das defesas e da análise completa das provas.

O próprio magistrado deixou registrado que a eventual responsabilidade individual das pessoas citadas será analisada somente após a instrução do processo. Na prática, a Justiça ainda não julgou o mérito das acusações apresentadas contra a candidata.

A Copa Integração também continua normalmente. O TRE-MT não suspendeu nenhuma etapa da competição e os atletas inscritos seguem participando do projeto. A liminar estabeleceu apenas restrições relacionadas às cerimônias realizadas durante o período eleitoral.

A Prefeitura de Rondonópolis e o Instituto Amor e Vida deverão entregar documentos referentes ao Termo de Fomento, entre eles plano de trabalho, cronograma, prestação de contas e comprovantes da execução do projeto. Os responsáveis defendem que a Copa Integração tem finalidade social e que sua realização ocorreu dentro da regularidade e com transparência.

O embate chama atenção porque Zé do Pátio e Alessandra disputam diretamente uma vaga de deputado estadual. Enquanto a campanha avança nas ruas, o ex-prefeito tenta agora, pela via judicial, tirar a adversária da corrida eleitoral.

Por enquanto, porém, Alessandra segue normalmente na disputa. Não existe decisão da Justiça Eleitoral que tenha cassado seu registro de candidatura, condenado a candidata ou determinado sua retirada das eleições.





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Um motociclista morreu após perdeu o controle da moto Honda Biz, atingir o meio-fio e colidir contra uma árvore, na madrugada desta quarta-feira (09). O acidente ocorreu na Avenida Binário Norte, Parque Sagrada Família, em Rondonópolis. A vítima tinha 33 anos.

De acordo com informações, a equipe do Samu recebeu o acionamento e chegando ao local constatou a morte do rapaz.

A PM também recebeu o chamado e realizou o isolamento da área para os trabalhos da Polícia Civil e Politec.

O caso segue sob investigação.

As informações são do SBT Rondonópolis.

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Polícia Civil de Itiquira prendeu em Campo Grande suspeito de homicídio ocorrido em Ouro Branco do Sul, na região Sul de Mato Grosso

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Polícia de Itiquira, cumpriu, nesta terça-feira (8.9), em Campo Grande (MS), mandado de prisão preventiva contra um homem de 29 anos, investigado pelo homicídio de Diego Padilha, de 27 anos, ocorrido na madrugada de 31 de maio de 2026, no Distrito de Ouro Branco do Sul, em Itiquira.

A vítima foi atingida por diversos golpes de arma branca nas proximidades de uma casa noturna e morreu em decorrência das graves lesões.

Após o crime, o investigado deixou a região e permaneceu em local desconhecido. Durante as investigações, a equipe da Delegacia de Itiquira reuniu elementos que apontaram o suspeito como possível autor do homicídio e representou pela prisão preventiva, posteriormente deferida pela Justiça.

Com o prosseguimento das diligências, os policiais conseguiram localizar o investigado em Campo Grande (MS). Uma equipe da Delegacia de Itiquira deslocou-se até a cidade para o cumprimento da ordem judicial.

A ação contou com o apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio do GARRAS – Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros.

Após o cumprimento do mandado, o investigado foi colocado à disposição da Justiça.

A prisão é resultado do trabalho investigativo da Delegacia de Itiquira e da integração entre as Polícias Civis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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