A recente decisão do ministro Flávio Dino que liberou a publicação, nas redes sociais, de postagens insinuando que o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, poderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, reacendeu a guerra interna no Supremo Tribunal Federal (STF), deflagrada no início do mês com a iniciativa de André Mendonça de investigar o colega Alexandre de Moraes.

A decisão de Dino derrubou uma liminar proferida por Mendonça, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, acolhendo um pedido de Flávio Bolsonaro, determinou a remoção de conteúdos que sugeriam um ataque deliberado do candidato, que é evangélico, a símbolos católicos, o que ele e a campanha do PL classificaram como “fake news”.

Um novo capítulo da crise interna no STF surgiu em razão, mais uma vez, da forma como a decisão de Dino foi proferida. Em regra, decisões individuais de um ministro do TSE são contestadas, inicialmente, por meio de recursos internos, a serem julgados no plenário da Corte Eleitoral. Quando se esgotam os recursos possíveis no TSE, a parte contrariada pode apelar ao STF por meio de recurso extraordinário, quando alguma questão constitucional da decisão eleitoral merece uma rediscussão.

Como os dois tribunais são integrados, em parte, pelos mesmos ministros (dos sete ministros titulares do TSE, três são do STF, incluindo o presidente), há uma tradição de respeito às decisões colegiadas da Corte Eleitoral antes de uma manifestação do STF.

Em geral, aguarda-se uma decisão final do TSE para que o Supremo delibere sobre ela de forma colegiada. No caso da Padroeira, Dino suspendeu de forma monocrática uma liminar de Mendonça antes que o plenário do TSE julgasse o caso. E não o fez dentro de um recurso extraordinário – ação distribuída por sorteio entre os ministros do STF –, mas a partir de um pedido de extensão, apresentado pelo humorista Antonio Tabet, dentro de uma ação apresentada em maio que já estava sob relatoria de Dino.

Nesta ação – a Reclamação 95295 –, um deputado estadual do PT pediu a Dino para derrubar decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná que havia proibido que ele postasse, nas redes, que o então pré-candidato a senador Deltan Dallagnol (Novo) estava inelegível. Dino atendeu ao pedido invocando precedente de 2009 do STF que derrubou a antiga Lei de Imprensa e serviu como marco em torno da liberdade de expressão – a reclamação é o tipo de ação em que o STF pode derrubar decisões de outros tribunais que contrariem sua jurisprudência em determinado tema.

Foi com base na decisão em favor do deputado petista que a defesa de Tabet pediu uma extensão para sua postagem, na qual escreveu que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Mendonça havia determinado a remoção do post e de outros com conteúdo semelhante, disseminados numa onda de rumores, alimentada pela esquerda, de que Flávio iria retirar o título de Padroeira do Brasil, por causa de um projeto de lei de 2007, de um aliado, já arquivado.

No final da decisão em favor de Tabet, Dino indicou ainda que estaria disposto a receber, no mesmo processo, outros pedidos para derrubar decisões do TSE. “Caso se faça necessário, outros pedidos de extensão podem ser deduzidos mediante petição nestes autos, a fim de que se preserve a autoridade do precedente vinculante do Supremo Tribunal Federal”, escreveu na decisão.

Defesa de Flávio Bolsonaro e Nunes Marques reagem à decisão de Dino

A reação veio nesta segunda. De forma semelhante ao que fez a defesa de Tabet, a campanha de Flávio Bolsonaro pediu diretamente ao ministro Luiz Fux para derrubar a decisão de Dino e restabelecer a ordem de Mendonça para remoção da postagem. O pedido foi apresentado no âmbito de um processo já em andamento sob relatoria de Fux, no qual o STF alterou a aplicação do Marco Civil da Internet para impor cerceamento mais rigoroso, pelas redes sociais, de conteúdos ilícitos.

Os advogados de Flávio Bolsonaro argumentaram que a decisão de Flávio Dino esvaziou um dos pontos da decisão do STF que preservava a competência do TSE para julgar a propaganda eleitoral e a desinformação nas campanhas.

“A competência própria da Justiça Eleitoral, segundo suas normas específicas, para tutelar o ambiente informativo nas eleições foi assegurada no julgamento do presente recurso, estabelecendo-se um regime institucional especial, a salvo das regras gerais sobre o Marco Civil da Internet”, afirmou a defesa de Flávio.

Uma eventual decisão de Fux contra Dino repetiria, em outro caso, situação criada pelo próprio Dino, no início do mês, na qual ele neutralizou uma decisão anterior de Mendonça que afastava do cargo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues – tendo por motivo a produção de relatórios de inteligência apócrifos contra Mendonça, usados por Moraes para retaliá-lo, acusando-o de abuso de autoridade.

Na ocasião, para cessar o conflito entre os ministros, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu as duas decisões e, para conter o acirramento dos ânimos dentro da Corte, desmarcou sessões do plenário. No dia 15 de setembro, quando estava agendada sessão para deliberar sobre a abertura de investigação contra Moraes, Gilmar Mendes passou a atacar Mendonça e Dino pediu vista para adiar a decisão.

Outra reação à decisão de Dino, desta vez, dentro do próprio STF, partiu de Kassio Nunes Marques, o atual presidente do TSE. Em ofício a Edson Fachin, sem citar o colega, ele apontou “risco de captura institucional” e o esvaziamento, pelo Supremo, da competência constitucional do TSE de garantir a normalidade e a legitimidade do processo eleitoral, bem como o equilíbrio da disputa.

Apontou “subordinação funcional do TSE a juízos individuais externos à estrutura da Justiça Eleitoral” e pediu que Fachin filtre os pedidos que chegam ao STF já direcionados para determinados ministros, por serem relatores de ações sem ligação estrita com o caso em discussão.

“Em período eleitoral, marcado por prazos exíguos e por efeitos de difícil reversão, a instabilidade decisória gera insegurança jurídica, estimula a litigância estratégica perante a instância percebida como mais favorável e compromete a previsibilidade das regras do jogo. É por essa via incremental formalmente lícita, mas materialmente desestruturante – que se opera a erosão democrática, mediante o progressivo enfraquecimento das instituições incumbidas de assegurar a integridade do pleito”, escreveu Nunes Marques no ofício a Fachin.

Ele ainda criticou a parte final da decisão de Dino, que abriu a possibilidade de receber outros pedidos contra decisões do TSE. “O convite expresso à formulação de ‘outros pedidos de extensão’ converte a reclamação em instância permanente de revisão difusa dos atos da Corte Eleitoral e em juízo universal da propaganda eleitoral”, escreveu Nunes Marques.

Ainda pela manhã, depois que surgiram as primeiras notícias de bastidores sobre a insatisfação criada no STF com sua decisão, Dino pediu a Fachin que levasse sua decisão sobre o caso da Padroeira para deliberação colegiada do plenário.

No despacho, escreveu que a questão envolve “debate sobre o controle de constitucionalidade de decisões monocráticas de um ilustre ministro que faz parte de um Tribunal Superior, o qual tem competências jurisdicionais subordinadas ao Supremo Tribunal Federal”, numa referência indireta a André Mendonça.

Na decisão monocrática, Dino argumentou que, em proteção à liberdade de expressão e à liberdade religiosa, seria inconstitucional proibir manifestações críticas à suposta pretensão de retirar o título de Nossa Senhora Aparecida. A decisão não levou em conta as alegações de Flávio Bolsonaro de falsidade de tal plano por sua candidatura.

Dino concentra outras ações com potencial para desgastar Flávio

Nas últimas semanas, com o acirramento da disputa eleitoral, Dino passou a concentrar em seu gabinete outras ações com potencial de desgastar a candidatura de Flávio Bolsonaro.

Um dos casos envolve o filme “Dark Horse”, de homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em maio, depois da revelação de que Flávio Bolsonaro cobrava dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro para bancar a obra, André Mendonça abriu uma investigação sobre o financiamento da produção – o ministro é relator das investigações envolvendo as fraudes e corrupção no Banco Master.

Dino, então, abriu uma nova investigação, a partir de pedidos de deputados de esquerda, para apurar se emendas parlamentares indicadas pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP), produtor executivo do filme, foram desviadas para a obra.

O parlamentar e a produtora negam uso de verba pública. Dino, no entanto, determinou busca e apreensão em busca de possíveis provas do uso de emendas parlamentares na produção – ele é relator de ações mais amplas, de 2021, que impõem mais transparência para indicação e destinação dessas verbas.

O ministro também abriu uma nova investigação sobre o Master, desta vez, no âmbito de uma ação do partido Novo que, originalmente, questionava a falta de recursos para incrementar a fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no mercado financeiro. Dino determinou uma ampla análise dos procedimentos e normas internas e verificou que denúncias enviadas ao órgão desde 2022 sobre o Master foram descartadas.

Com base nisso, ele determinou a instauração de inquérito para investigar “a atuação funcional de agentes públicos ligados à Comissão de Valores Mobiliários, bem como de autoridades de alto escalão que teriam influenciado em processos decisórios na autarquia”. Ele não apontou nomes que podem ser investigados, mas fez referência a atos de 2022, ainda durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em meio à guerra interna no STF relacionada ao caso Master, Dino também intensificou uma investigação contra o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP), aliado de Flávio Bolsonaro, por suposto tráfico de influência – ele destacou, para isso, conversas com Vorcaro para agendar um encontro do banqueiro com André Mendonça.

Em outra frente, Dino mandou a PF investigar investimentos do Master no setor funerário em São Paulo, no âmbito de uma ação que, originalmente, discutia irregularidades na prestação desses serviços por concessão do governo estadual.





Fonte da Noticia


O dia 28 de setembro chegou cheio de animação nas escolas das rede pública municipal, afinal nesta segunda-feira foi realizada mais uma edição do Dia do Hambúrger. Idealizado pela atual gestão municipal, o dia especial oferece uma nova opção de lanche na merenda escolar de toda a rede municipal onde as alunos saboreiam lanche com hambúrger acompanhado de suco natural.

Esta é a terceira edição do Dia do Hambúrger que já está virando tradição. Na Escola Municipal de Educação Básica em Tempo Integral (EMEBTI) Professora Virgilina de Melo Ferreira, a decoração na entrada da unidade já sinalizava que a merenda seria diferente e cheia de sabor.

A cada turma que chegava no refeitório, a animação enquanto aguardavam o lanche era contagiante. O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer do Município declarou: “Ver vocês felizes, faz a gente ficar feliz também”. Carlos Júnior comentou que esse é um dia muito especial para as crianças, pois traz alegria, confraternização, um estímulo para elas sentirem desejo de estar na escola, em um ambiente feliz. 

Assim como na EMEBTI Professora Virgilina, todas as outras escolas da rede municipal ofereceram hambúrger na merenda. “Esse trabalho bonito que está acontecendo é mérito de cada profissional que está dentro da escola, fazendo esse dia acontecer com muito amor, muito carinho e dedicação”, comentou o secretário Carlos Júnior.

Além do Dia do Hambúrger, a atual gestão também inovou no cardápio da merenda escolar realizando o dia da pizza. A próxima novidade já foi anunciada e já está sendo aguardada pela criançada, será o dia do milk shake.

Todos os pratos novos são balanceados pela equipe de nutrição escolar que indica quais são os ingredientes mais saudáveis para produção da merenda.





Fonte da Noticia


Câmeras de segurança registraram o momento em que uma mulher tentou deixar uma loja da WePink com um perfume sem pagar, no Centro de Cuiabá. As imagens da tentativa de furto ganharam repercussão nas redes sociais nesta segunda-feira (28).

O caso ocorreu na unidade da marca de cosméticos fundada pela influenciadora Virginia Fonseca, localizada na Rua Joaquim Murtinho.

Nas imagens, a mulher aparece observando os perfumes expostos nas prateleiras. Em determinado momento, ela pega um dos produtos e caminha em direção à saída do estabelecimento.

Uma funcionária que acompanhava a movimentação percebe a situação e rapidamente intervém. Outra colaboradora também se aproxima e ajuda a impedir que a mulher saia da loja levando o produto.

Durante a confusão, a mulher permanece por alguns instantes dentro do estabelecimento enquanto as funcionárias tentam controlar a situação.

O vídeo também mostra uma segunda mulher circulando pela loja e permanecendo próxima de uma das colaboradoras. Pouco depois, ela deixa o estabelecimento. Não há informações que indiquem participação dela na tentativa de furto.

Segundo a publicação que divulgou as imagens, as mulheres estariam em situação de rua. O RGT News não confirmou essa informação de forma independente.

Até o momento, não há confirmação de que um boletim de ocorrência tenha sido registrado sobre o caso. Também não há informações sobre eventual prisão ou condução da mulher à delegacia.

Vídeo:





Fonte da Noticia


Pesquisa Veritá aponta Flávio Bolsonaro com 61% dos votos válidos no Estado; percentual se aproxima das marcas obtidas por Jair Bolsonaro nas urnas em 2018 e 2022

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) chega à reta decisiva em Mato Grosso com um número que chama atenção quando colocado diante do histórico eleitoral de Jair Bolsonaro no Estado. Pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta segunda-feira (28) aponta Flávio com 61% dos votos válidos na disputa presidencial entre os entrevistados mato-grossenses, segundo os dados divulgados pelo instituto.

O resultado ocorre menos de dois meses depois de o empresário do agronegócio Odílio Balbinotti Filho assumir a coordenação da campanha presidencial de Flávio em Mato Grosso. O anúncio foi feito pelo próprio candidato no início de agosto, em Brasília, durante encontro com lideranças políticas do Estado. Desde então, Balbinotti passou a responder pela articulação estadual da candidatura.

A comparação com as últimas duas eleições presidenciais ajuda a dimensionar o percentual registrado pelo levantamento.

Em 2018, Jair Bolsonaro recebeu 60,04% dos votos válidos de Mato Grosso no primeiro turno, com 981.119 votos. No segundo turno, avançou para 66,42%, alcançando 1.085.824 votos.

Quatro anos depois, Bolsonaro ampliou sua votação absoluta. Em 2022, conquistou 59,84% dos votos válidos no primeiro turno, equivalentes a 1.102.866 votos. No segundo turno, chegou a 65,08%, com 1.216.730 votos — sua maior votação no Estado.

Agora, a pesquisa Veritá informada nesta segunda-feira coloca Flávio em 61% dos votos válidos no cenário de primeiro turno apresentado pelo instituto. Numericamente, são 1,16 ponto percentual acima dos 59,84% obtidos por Jair Bolsonaro no primeiro turno de 2022 e 0,96 ponto acima dos 60,04% registrados em 2018.

No cenário estimulado, antes da conversão para votos válidos, Flávio aparece com 50,6%, contra 26% de Lula. Já na simulação de segundo turno apresentada no levantamento, são 54,9% para Flávio e 28,1% para Lula.

Articulação em Mato Grosso

Balbinotti foi escolhido para comandar a articulação estadual da campanha em 3 de agosto. Empresário ligado ao agronegócio e primeiro suplente na chapa de José Medeiros (PL) ao Senado, ele passou a organizar agendas e movimentos da candidatura presidencial no Estado. Uma das primeiras agendas oficiais da campanha em Cuiabá, por exemplo, foi organizada pelo coordenador mato-grossense.

O próprio Balbinotti afirmou recentemente perceber uma movimentação de eleitores de centro e centro-direita em direção à candidatura de Flávio, atribuindo parte desse movimento ao chamado “voto útil”.

A Pesquisa Veritá ouviu 1.220 eleitores entre 20 e 24 de setembro, com margem de erro declarada de três pontos percentuais e nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-09975/2026 e BR-04448/2026.





Fonte da Noticia


Em meio à fake news de que estaria por trás de um projeto de lei para retirar o título de padroeira de NossaSenhora Aparecida, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ergueu uma imagem da santa entregue por um participante de seu ato de campanha no centro de São Paulo, nesta segunda-feira (28). O gesto ocorreu ao lado do governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Na ocasião, uma mulher pediu à imprensa que gravasse a cena, momento em que o parlamentar voltou a abordar a controvérsia sobre a suposta retirada do título de padroeira do Brasil. Flávio classificou o boato como a maior fake news da campanha e atribuiu sua dissseminação ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Flávio também elogiou e agradeceu uma nota divulgada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), afirmando que o posicionamento da entidade era esclarecedor por confirmar a falsidade da informação.

– Eu estava esperando a nota da CNBB, que saiu hoje. Foi uma boa nota, esclarecedora, porque confirma que essa história de Nossa Senhora Aparecida deixar de ser a padroeira do Brasil era uma grande mentira. É a maior fake news desta campanha – disse Flávio.

Não há projetos em tramitação no Congresso, tampouco mobilização evangélica para alterar o status de Nossa Senhora Aparecida. O que havia é um projeto antigo de 2007, de autoria do ex-deputado professor Victorio Galli, que acabou arquivado em 2008.





Fonte da Noticia


Uma mulher de 31 anos foi presa após matar o marido, Claudeir dos Santos Veiga, de 27 anos, com dois golpes de canivete no peito, na tarde de domingo (27), em um posto de combustível em Colíder (MT). A vítima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu.

A Polícia Militar recebeu a informação, por meio do Copom, de que uma mulher havia esfaqueado um homem no Posto São Vicente. Quando os policiais chegaram, encontraram a suspeita ainda no local e fizeram a detenção.

Claudeir já havia sido levado ao Hospital Regional. Conforme as informações repassadas à PM, ele apresentava duas perfurações no peito provocadas por arma branca e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Segundo o relato da própria suspeita aos policiais, ela estava na conveniência do posto desde aproximadamente meio-dia. Por volta das 16h, o marido teria chegado ao estabelecimento, sentado à mesa e começado a consumir bebida alcoólica.

Ainda de acordo com a versão apresentada pela mulher, os dois começaram uma discussão e Claudeir teria feito ameaças contra ela, além de proferir ofensas. Ela também afirmou que o marido teria arremessado uma garrafa de cerveja entre suas pernas durante a confusão.

A suspeita contou que, após uma nova discussão, pegou um canivete que carregava dentro da bolsa e desferiu dois golpes contra o peito do marido. Claudeir caiu no chão logo depois.

A Polícia Militar informou que existem câmeras de monitoramento no local, cujas imagens poderão ajudar a esclarecer a dinâmica da ocorrência e confrontar a versão apresentada pela suspeita.

O caso foi registrado como homicídio doloso consumado e deverá ser investigado pela Polícia Civil.





Fonte da Noticia


Uma mulher de 49 anos, identificada como Noeli Simsen, foi morta a tiros dentro de um hotel no bairro Cidade Nova, em Cáceres, na tarde desta segunda-feira (28). O suspeito do crime é um policial civil aposentado, ex-companheiro da vítima, que se apresentou à Polícia Civil após o ocorrido e alegou legítima defesa.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 13h42 para prestar atendimento. No local, a equipe encontrou Noeli com ferimentos provocados por disparos na região central do tórax.

Durante a avaliação, os bombeiros constataram que a mulher já não apresentava sinais vitais. O óbito foi confirmado ainda no hotel.

A Polícia Militar já estava no local e realizou a preservação da área para os trabalhos da perícia e demais procedimentos necessários à investigação.

Após o crime, o policial civil aposentado se apresentou à Polícia Civil e alegou ter agido em legítima defesa. A versão apresentada por ele será investigada e confrontada com os vestígios encontrados no local e demais elementos reunidos durante a apuração.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias que antecederam o crime e a dinâmica dos disparos.

Vídeo:





Fonte da Noticia


vereador Wesley Claudio e sua família mostra a violência sofrida dentro da residência, em Rondonópolis. Na foto, o parlamentar aparece com parte da orelha decepada, ferimento que, segundo relato do próprio filho, ocorreu durante as agressões praticadas pelos criminosos.

De acordo com filho mais velho do vereador, os invasores amarraram a família e passaram a exigir informações sobre uma suposta quantia em dinheiro que acreditavam estar dentro da casa.

Segundo ele, os criminosos reviraram o imóvel e, como não encontraram o dinheiro, começaram a torturar Wesley e a esposa. Durante as agressões, eles cortaram parte da orelha do vereador e colocaram o pedaço na mão da mulher.

“Cortaram um pedaço da orelha dele e colocaram na mão da minha mãe”, relatou o filho.

Ainda conforme o relato, a esposa do vereador desmaiou mais de três vezes durante as agressões. Wesley também perdeu a consciência e, segundo o filho, os criminosos deram chutes em sua barriga para fazê-lo acordar. A mulher também teria sofrido enforcamento e ameaças de morte.

O filho revelou ainda que um dos envolvidos mantinha uma chamada de vídeo durante a ação. A pessoa do outro lado teria afirmado que viu Wesley chegar à residência carregando uma caixa e, por isso, os criminosos acreditavam que havia dinheiro no imóvel.

Wesley explicou aos invasores que a caixa continha apenas materiais de campanha eleitoral, como santinhos, e negou que mantivesse a suposta quantia em dinheiro dentro de casa.

As forças de segurança seguem nas buscas pelos envolvidos. O veículo usado pelos criminosos já foi localizado, e a Polícia Militar auxilia a Polícia Civil nas investigações para identificar e prender os autores.





Fonte da Noticia


Prefeito repudiou ação criminosa contra Wesley Cláudio e afirmou ter cobrado empenho total das forças de segurança

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, repudiou nesta segunda-feira (28) o ataque criminoso contra o vereador Wesley Cláudio e sua família. Em nota oficial, a Prefeitura informou que o chefe do Executivo municipal cobrou das forças de segurança uma resposta imediata para identificar e prender os responsáveis.

Wesley e familiares passaram horas sob poder dos criminosos dentro da própria residência durante a madrugada. Segundo as informações divulgadas sobre o caso, os invasores agrediram as vítimas e fizeram ameaças durante a ação.

“Não vamos admitir esse tipo de violência em Rondonópolis. Uma família de bem foi atacada dentro do seu lar, o lugar onde qualquer cidadão deveria se sentir mais seguro. Isso é inaceitável e não pode ser tratado como um caso isolado”, declarou a Prefeitura na nota.

Conforme o comunicado, Cláudio Ferreira exigiu “medidas fortes e imediatas” e cobrou empenho total das forças de segurança na investigação. O objetivo, segundo a manifestação, é localizar os envolvidos para que respondam pelos atos praticados.

A Prefeitura também colocou a estrutura municipal à disposição das autoridades policiais para colaborar com o trabalho de investigação no que for necessário.

“Os criminosos [devem ser] identificados, presos e responder com todo o rigor da lei por cada ato cometido”, afirma a nota.

Por fim, Cláudio Ferreira e a gestão municipal manifestaram solidariedade ao vereador, à esposa, aos filhos e aos demais familiares, além de desejarem recuperação às vítimas.

As forças de segurança seguem trabalhando para localizar os envolvidos no ataque.





Fonte da Noticia


Adryan Poquiviqui Rodrigues, de 23 anos, foi encontrado sem vida, com as mãos e os pés amarrados, na manhã desta segunda-feira (28), em uma trilha próxima às margens do Rio Paraguai, na região do Jardim das Oliveiras, em Cáceres. A Polícia Militar trata o caso como homicídio e investiga indícios de uma possível execução.

A ocorrência começou por volta das 5h23, depois que populares encontraram um Fiat Uno incendiado nas proximidades da entrada de uma trilha que dá acesso ao rio e acionaram a PM.

Durante as buscas pela região, os policiais seguiram pela trilha e encontraram o jovem caído próximo ao rio. Adryan estava com as mãos amarradas para trás e também tinha os pés amarrados.

Segundo o registro policial, o jovem apresentava um ferimento na região da cabeça, além de intenso sangramento. Os militares também encontraram grande quantidade de sangue no corpo e no local.

A princípio, as equipes não conseguiram determinar se um disparo de arma de fogo ou outro objeto provocou o ferimento. A perícia deverá esclarecer a causa da morte e ajudar a reconstruir os últimos momentos da vítima.

As circunstâncias encontradas pelos policiais levantaram a suspeita de que criminosos possam ter executado o jovem. A investigação, porém, ainda precisa esclarecer a dinâmica do crime e eventual relação entre o homicídio e o carro incendiado encontrado nas proximidades.

Policiais civis identificaram a vítima como Adryan Poquiviqui Rodrigues. Uma checagem realizada pela PM não apontou passagens criminais em nome do jovem.

A Polícia Militar isolou a região para preservar os vestígios. Equipes da Polícia Civil e da Politec realizaram os procedimentos necessários no local.

Até o momento, a polícia não identificou nem prendeu suspeitos. A Polícia Civil investiga a autoria, a motivação e todas as circunstâncias do homicídio.

Vídeo:





Fonte da Noticia