Gislaine Batista de 39 anos morreu ao ter a cabeça esmagada por uma carreta, na tarde desta terça-feira (07), no cruzamento das avenida das Figueiras com Acácias, em Sinop (MT).

Conforme o site Só Notícias, a carreta, graneleira, de uma transportadora, parou avenida das Figueiras a alguns metros do local da colisão. O caminhoneiro permaneceu no local. A dinâmica do acidente passa a ser apurada e a Politec vai apontar, em laudo, a causa. A bicicleta estaria na avenida das Acácias e a carreta na Figueiras. A colisão foi na rotatória. 

Os bombeiros tentaram socorrê-la mas ela não resistiu as graves lesões.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a jovem teve “afundamento na região do crânio”, com o impacto.

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apelou aos EUA para que não apliquem a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Durante audiência nesta terça-feira (7/7) em Washington, o parlamentar afirmou que este seria o “pior momento possível” para adotar a medida, voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e saiu em defesa do Pix.

“Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse Flávio, em um apelo aos membros da Comissão.

A audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) discute a proposta do órgão para taxar produtos brasileiros importados pelo país em 25%.

Anteriormente, Flávio Bolsonaro havia pedido ao USTR, em ofício, pelo adiamento da aplicação das taxas, sob a justificativa de que as tarifas beneficiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida eleitoral de outubro.

O senador também repetiu o discurso de que a investigação promovida pelo USTR foi transformada em mote eleitoral pela atual gestão petista. “Elas [taxas] foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões”, disse Flávio.

Críticas a Lula e defesa do Pix

De acordo com relato ao Metrópoles feitos por participantes da audiência, Flávio argumentou que o Pix “não é um problema” para os Estados Unidos e afirmou que a plataforma foi uma iniciativa da gestão do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ainda segundo relatos, Flávio afirmou que o Pix pode “complementar” o sistema de pagamentos norte-americano. Em comunicado enviado à imprensa, o senador afirmou ter feito uma “contundente defesa do Pix“ — a plataforma de pagamentos instantânea idealizada pelo Banco Central do Brasil entrou no radar os EUA e foi usada como justificativa pelo USTR para sugerir novas taxas ao Brasil.

“O Pix não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal. Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do Pix, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos”, declarou Flávio.

Flávio Bolsonaro também teria feito críticas ao presidente Lula e buscou associar o atual mandatário a escândalos de corrupção, como o mensalão, citou o suposto envolvimento do filho do petista no recente escândalo do INSS e também a fraude financeira envolvendo o Banco Master, mas sem citar seu envolvimento com Daniel Vorcaro.



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A Polícia Civil desmantelou um suposto paiol de uma facção criminosa e prendeu um homem de 22 anos por tráfico de drogas e associação para o tráfico, na tarde desta terça-feira (7), em Rondonópolis. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após investigações que apontavam a utilização do imóvel para atividades criminosas.

De acordo com a investigação, a residência, localizada no bairro Pedra 90, seria utilizada como depósito para armazenar drogas e armas que posteriormente seriam empregadas na prática de homicídios e outros crimes violentos na cidade.

Durante as diligências, os policiais identificaram o imóvel e realizaram a abordagem. Um dos investigados, de 22 anos, acabou preso em flagrante. Já outro suspeito, de 29 anos, que estava nos fundos da residência, percebeu a aproximação da equipe policial e fugiu em direção a uma área de mata. Apesar do acompanhamento imediato, ele conseguiu escapar e segue sendo procurado.

No imóvel, os investigadores apreenderam 18 tabletes de maconha, dois pedaços médios, uma porção média e meia barra da mesma droga, além de duas porções de substância análoga à cocaína e duas porções de haxixe.

Também foram encontrados uma espingarda equipada com luneta, cinco balanças de precisão, quatro facas, um prato com resíduos de entorpecentes, quatro rolos de papel filme, sacolas plásticas utilizadas para embalar drogas, R$ 3.390 em dinheiro, um aparelho Redmi, um iPhone e um chip de telefonia.

Todo o material foi apreendido e será encaminhado para perícia. Conforme a Polícia Civil, os objetos reforçam as investigações, que continuam para identificar outros integrantes da organização criminosa e localizar o segundo suspeito que fugiu durante a ação.

O homem preso foi conduzido à DHPP, autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico e permanece à disposição da Justiça.

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A primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Podemos), deu mais um sinal de força política rumo às eleições de 2026. Mesmo sem ocupar cargo eletivo, ela apareceu entre os nomes mais lembrados pelos eleitores de Mato Grosso na pesquisa espontânea da Data Index para deputado estadual.

No levantamento, em que o entrevistado responde em quem pretende votar sem receber uma lista de candidatos, Alessandra alcançou 1,06% das citações e passou a figurar ao lado de políticos experientes e com mandato, reforçando seu crescimento no cenário estadual.

A pesquisa é liderada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), com 3,14% das intenções espontâneas. Em seguida aparecem Eduardo Botelho (MDB), com 1,94%, e Lúdio Cabral (PT), com 1,88%. Também figuram entre os mais lembrados deputados estaduais e lideranças tradicionais da política mato-grossense.

O desempenho de Alessandra chama atenção porque ela ainda não exerce mandato eletivo, mas já aparece entre os nomes lembrados de forma espontânea pelos eleitores, indicador que costuma medir o nível de conhecimento e presença política antes do início oficial da campanha.

A pesquisa Data Index ouviu 1.600 eleitores entre os dias 1º e 4 de julho em diversas regiões de Mato Grosso. O levantamento tem nível de confiança de 95%, margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-04153/2026.



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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) rejeitou, por unanimidade, os embargos de declaração apresentados pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e pelo União Brasil. Os partidos de oposição buscavam a reforma da decisão que livrou de cassação a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e seu ex-vice, Tião da Zaeli (PL), em processo que apura suposto abuso de poder econômico, caixa dois e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2024.

A oposição tentava utilizar o recurso para reabrir o caso e introduzir novos elementos de prova que vieram a público recentemente. Entre os fatos novos apresentados pelos partidos, destaca-se um vídeo no qual o empresário Carlos Alberto de Araújo, marido da prefeita, aparece manuseando maços de dinheiro em espécie.

Além da gravação, foram anexados depoimentos prestados à Polícia Federal por coordenadoras de fiscais de campanha, que relataram ter recebido pagamentos de R$ 500 em dinheiro vivo, divergindo da transferência via PIX prevista contratualmente. Apesar disso, a Corte Eleitoral seguiu o entendimento de que os embargos de declaração não são a via jurídica adequada para essa finalidade.

O relator do processo, juiz Raphael de Freitas Arantes, esclareceu em seu voto que o instrumento se destina exclusivamente a sanar omissões, contradições, obscuridades ou erros materiais na decisão anterior, sendo vedada a rediscussão do mérito. “Chego à conclusão idêntica à do bem lançado parecer ministerial de que o presente recurso busca a rediscussão do mérito, o que é vedado por esta via”, pontuou o relator.

Antes da votação, o Ministério Público Eleitoral (MPE) já havia se manifestado contrariamente ao pedido dos partidos. O procurador Fabrizio Predebon da Silva reforçou a integridade do acórdão anterior, proferido em maio, que julgou improcedente a cassação da chapa por considerar que as irregularidades iniciais não tiveram gravidade suficiente para alterar o resultado das urnas.

Embora o mandato de Moretti tenha sido preservado no julgamento de hoje, o material que envolve o suposto caixa dois não foi descartado pela Justiça. O TRE-MT manteve a determinação de enviar o vídeo do marido da prefeita e os depoimentos das fiscais de campanha ao MPE. Os fatos novos serão formalmente investigados em autos apartados, por meio de um procedimento próprio e específico para apurar a origem e o destino do dinheiro vivo.



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O suplente de vereador Afonso Aragão tomou posse na manhã desta segunda-feira (6) na Câmara Municipal de Rondonópolis. Ele assume temporariamente a cadeira do vereador Renan Dourado.

A cerimônia de posse foi realizada na sede do Poder Legislativo e contou com a presença do presidente da Câmara e amigos.

Ao prestar o compromisso regimental, Afonso Aragão foi oficialmente empossado e passa a integrar os trabalhos legislativos, participando das sessões, votações e demais atividades parlamentares durante o período de afastamento do titular.

Durante a solenidade, o novo parlamentar destacou o compromisso de atuar em defesa da população de Rondonópolis, reforçando a responsabilidade de representar os cidadãos no Legislativo Municipal.

Com a posse, a Câmara Municipal mantém a composição completa de seus parlamentares, garantindo a continuidade dos trabalhos legislativos e da representação popular.



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Um homem acabou encontrado morto degolado, na manhã desta terça-feira (7) em uma casa abandonada na região da Prainha, no Centro de Cuiabá. O indivíduo fazia uso de tornozeleira eletrônica.

De acordo com informações, no local há uma grande quantidade de sangue. A suspeita é de que o crime tenha ocorrido durante a madrugada.

Equipes da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) receberam o chamado para realizar os trabalhos periciais. Já a Polícia Civil investiga o caso.

Mais informações em instantes.

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Uma mulher de 52 anos morreu após sofrer graves queimaduras durante um incêndio que destruiu a casa onde morava, na madrugada do último sábado (4), em Alta Floresta, a 804 quilômetros de Cuiabá. A vítima, identificada como Selma Rosana, chegou a ser resgatada com vida, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, a equipe foi acionada depois que uma vizinha percebeu que as chamas haviam tomado grandes proporções e ameaçavam atingir imóveis vizinhos. Ao chegar ao endereço, os militares encontraram a residência parcialmente destruída pelo fogo.

Durante a varredura no imóvel, os bombeiros localizaram Selma ainda dentro da casa. Ela não conseguia sair por causa da intensidade do incêndio e precisou ser retirada pelos socorristas, que utilizaram equipamentos de proteção para acessar o local.

Após o resgate, a vítima recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhada em estado gravíssimo ao Hospital Regional de Alta Floresta. Segundo os bombeiros, ela apresentava queimaduras em aproximadamente 90% do corpo. Devido à gravidade do quadro clínico, foi transferida para uma unidade hospitalar em Cuiabá, onde morreu.

Enquanto uma equipe prestava socorro à vítima, outros militares combateram as chamas e realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar focos remanescentes e evitar que o fogo voltasse a se espalhar.

As causas do incêndio ainda são desconhecidas. O caso será investigado pelas autoridades para esclarecer como o fogo começou.



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Filhos ou dependentes acusados de cometer ou participar de homicídio doloso contra segurados do INSS deixam automaticamente de receber pensão por morte desde o momento que passam a ser investigados. A legislação é fruto de um texto do deputado federal, Zé Medeiros (PL), e respalda a suspensão provisória do benefício quando houver indícios de participação no crime e exclusão definitiva dos valores, em caso de condenação.

As mudanças passaram a integrar a Lei nº 8.213/1991, que trata dos benefícios da Previdência Social. A norma também estabelece que a suspensão da pensão deverá ocorrer por meio de processo administrativo, com garantia da ampla defesa e do contraditório. Caso o investigado seja absolvido, o benefício será restabelecido e os valores pagos retroativamente, com correção monetária.

Outra alteração determina que o dependente excluído da condição de beneficiário ou com a pensão suspensa não poderá representar outro dependente para fins de recebimento da pensão por morte.

Na justificativa da proposta, Zé Medeiros argumentou que a legislação previdenciária precisava ser harmonizada com o Código Civil, que já exclui da sucessão quem for autor, coautor ou partícipe de homicídio doloso ou tentativa de homicídio contra o titular da herança.

“Não havia justificativa para que alguém responsável pela morte ou pela tentativa de morte do segurado pudesse receber um benefício decorrente do próprio crime. Casos como o de Suzane von Richthofen, que recebeu mais de R$ 40 mil em pensão por morte até ser definitivamente responsabilizada pelo assassinato dos pais, mostravam que a legislação precisava ser corrigida”, afirmou Medeiros.

O conteúdo proposto por Medeiros foi incorporado à Medida Provisória nº 871/2019 durante sua tramitação no Congresso Nacional. Com a conversão da medida provisória em lei, as alterações passaram a integrar definitivamente a legislação previdenciária brasileira, consolidando as mudanças originalmente apresentadas pelo parlamentar bolsonarista.



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A vereadora Kalynka Meirelles aparece entre os nomes mais lembrados pelos eleitores de Mato Grosso na pesquisa Data Index sobre a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. O levantamento chama atenção porque coloca a parlamentar de Rondonópolis ao lado de deputados federais em exercício, ex-deputados e lideranças políticas com longa trajetória eleitoral no Estado.

Com 1,24% das intenções de voto, Kalynka figura no mesmo grupo de nomes conhecidos da política mato-grossense, mesmo exercendo atualmente apenas o mandato de vereadora. O desempenho é visto como um indicativo de que seu nome já ultrapassa os limites de Rondonópolis e começa a ganhar projeção estadual.

A presença da parlamentar no levantamento também reacende o debate sobre a representatividade de Rondonópolis em Brasília. Considerada uma das principais cidades de Mato Grosso, a segunda maior economia do Estado e um dos maiores polos do agronegócio nacional, o município há anos busca ampliar sua força política no Congresso Nacional.

Na pesquisa, Kalynka aparece ao lado de deputados federais, ex-parlamentares e lideranças políticas consolidadas, demonstrando espaço em um cenário eleitoral marcado por nomes tradicionais e grupos políticos já estruturados.

O levantamento é liderado pela ex-deputada federal Rosa Neide, seguida por Fábio Garcia, Juarez Costa, Irajá Lacerda e Coronel Fernanda. Também aparecem entre os mais lembrados parlamentares federais em exercício, ex-deputados e outras lideranças estaduais.

Realizada pelo instituto Data Index, a pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre os dias 1º e 4 de julho em diversos municípios de Mato Grosso. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-04153-2026.



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