Policiais militares da Força Tática prenderam um homem apontado como responsável por abastecer boates de Rondonópolis com drogas, na noite desta quinta-feira (28), nas regiões do Centro e Vila Aurora. A ação provocou prejuízo estimado em cerca de R$ 300 mil ao tráfico ligado ao Comando Vermelho (CV).

Conforme informações da PM, equipes receberam denúncias de que o suspeito circulava em um Gol preto realizando entregas de entorpecentes em casas noturnas da cidade. Durante patrulhamento, os militares localizaram o veículo nos locais denunciados e iniciaram a abordagem.

Ao notar a presença policial, o suspeito tentou fugir, mas acabou detido. Durante revista pessoal, os policiais encontraram porções de maconha tipo skunk. Já dentro do veículo, a equipe apreendeu diversas porções de cocaína, mais skunk, dinheiro trocado e materiais ligados ao tráfico.

Questionado, o suspeito revelou o endereço onde morava e confirmou que havia mais drogas na residência. No imóvel, os policiais localizaram meio tablete de cocaína, outras porções já prontas para comercialização, porções de skunk, cerca de R$ 4,7 mil em dinheiro, balanças de precisão, pinos e embalagens utilizadas para fracionamento dos entorpecentes.

A convivente do suspeito também recebeu voz de prisão após admitir aos policiais que ajudava no preparo e fracionamento das drogas destinadas à venda.

Ao todo, a operação apreendeu mais de meio quilo de cocaína, dezenas de porções de skunk e quase R$ 6 mil em espécie.



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A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso, por intermédio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis, cumpriu nesta quinta-feira (28) mandado de busca e apreensão expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, com apoio da Delegacia de Polícia de Guiratinga, em uma propriedade rural localizada na região conhecida como “Vale do Prata”, no município de Pedra Preta.

De acordo com informações, a ação é resultado de trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil após o recebimento de denúncias anônimas informando que o investigado estaria circulando armado pela região, utilizando o armamento para praticar ameaças e extorsões contra moradores locais.

Durante o cumprimento da ordem judicial, o proprietário não foi localizado, estando presente apenas um funcionário, o qual informou que o filho do proprietário, de 26 anos, reside no sítio. Segundo relatado, o investigado teria saído a cavalo para buscar gado em uma propriedade situada a aproximadamente quinze quilômetros de distância, com previsão de retorno apenas ao final do dia.

No decorrer das buscas, os policiais civis localizaram e apreenderam uma espingarda modificada (“brocada”) para calibre .22, além de 114 munições do mesmo calibre.

Todo o material apreendido foi encaminhado à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis para as providências cabíveis.

A Polícia Civil destaca que a ação demonstra o comprometimento da instituição no enfrentamento aos crimes patrimoniais e na repressão qualificada de delitos praticados em áreas urbanas e rurais, reforçando a importância do trabalho investigativo e da colaboração da população por meio de denúncias.

As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos crimes de extorsão, ameaça e posse ilegal de arma de fogo.



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A Polícia Militar conduziu um homem após ele chamar a caixa de um supermercado de “macaca” e ameaçar uma testemunha do caso, na noite desta quinta-feira (28), no Residencial Sagrada Família, em Rondonópolis.

Conforme informações, a confusão começou quando uma funcionária do estabelecimento questionou a suspeita sobre a cobrança de uma mercadoria. Durante o desentendimento, segundo relato da vítima, a mulher passou a ofendê-la verbalmente e teria a chamado de “macaca”. Uma testemunha presenciou toda a situação.

Ainda de acordo com a PM, quando a testemunha informou que iria confirmar os fatos para os policiais, a suspeita também teria feito ameaças contra ela e o marido, afirmando que iria “atrás deles para resolver” a situação.

Diante da denúncia e dos relatos colhidos no local, os policiais militares encaminharam todas as partes envolvidas para a 1ª Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.



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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (SISPMUR) protocolou uma representação no Ministério Público questionando a realização de momentos de oração e reflexão no CRAS Padre Lothar, unidade vinculada à Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social.

Conforme os documentos encaminhados ao MP, o sindicato relata que um servidor teria se sentido incomodado com a prática realizada no ambiente da repartição pública e levantou questionamentos relacionados à laicidade do Estado, possível constrangimento institucional e eventual violação de princípios da administração pública.

Na representação, o SISPMUR utiliza termos como “improbidade administrativa”, “possível perseguição funcional”, “retaliação” e “violação constitucional”, além de pedir apuração dos fatos e análise sobre a legalidade das condutas narradas.

O caso acabou distribuído ao promotor de Justiça Wagner Antonio Camilo, que determinou a notificação da secretaria municipal para manifestação no prazo de dez dias, dentro do procedimento previsto pelo Ministério Público.

Os documentos também apontam que uma servidora teria sido transferida de local de trabalho após questionar as práticas religiosas realizadas na unidade. O sindicato sustenta a tese de possível retaliação funcional e pede investigação sobre eventual desvio de finalidade administrativa.

Por outro lado, os próprios documentos citam que os momentos de oração ocorriam às segundas-feiras, antes do início do expediente, sem obrigatoriedade de participação dos servidores.

A Constituição Federal estabelece a laicidade do Estado, garantindo neutralidade religiosa da administração pública. Ao mesmo tempo, também assegura a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, o que costuma gerar debates jurídicos quando práticas voluntárias de cunho espiritual acontecem em ambientes públicos.

Até o momento, não há decisão do Ministério Público sobre eventual irregularidade nas práticas relatadas pelo sindicato. O procedimento segue em fase inicial de apuração.

O que o sindicato omite, ou minimiza, é que transferências de servidores são atos administrativos corriqueiros dentro da gestão pública, realizados por critérios técnicos e de necessidade do serviço. Não há qualquer elemento concreto que comprove a relação de causa e efeito que o SISPMUR quer fazer crer.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O SISPMUR – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis vem a público esclarecer informações relacionadas à matéria publicada pelo portal RGT News, às 13h34 desta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, sob o título: “PROIBIDO ORAR? SISPMUR aciona MP contra momento de oração em secretaria municipal”.

É necessário esclarecer que o objeto da denúncia não se refere, em hipótese alguma, à realização de momentos de oração ou manifestações religiosas no ambiente de trabalho.

A denúncia apresentada pelo SISPMUR trata da transferência de uma servidora pública sem qualquer aviso prévio, justificativa formal ou consentimento, situação que caracteriza indícios de perseguição no ambiente laboral.

Diante da gravidade dos fatos apresentados, o Ministério Público do Trabalho instaurou inquérito para apurar possíveis irregularidades envolvendo o Município de Rondonópolis.

O SISPMUR reforça que respeita plenamente a liberdade religiosa e jamais formalizou qualquer posicionamento contrário a manifestações de fé. A atuação sindical, neste caso, está exclusivamente relacionada à defesa dos direitos dos servidores públicos municipais e ao combate a práticas de perseguição trabalhista.

O Sindicato destaca ainda que o caso não é isolado e seguirá atuando de forma firme e responsável na defesa dos servidores públicos municipais de Rondonópolis.



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A Polícia Militar resgatou três crianças de 10, 7 e 5 anos após a mãe as deixarem abandonadas dentro de casa, na madrugada desta sexta-feira (28), em Rondonópolis. Os policiais encontraram os menores assustados e chorando muito.

De acordo com informações, a PM recebeu o chamado através de uma denúncia anônima que crianças estariam chorando trancadas dentro de casa após serem deixadas sozinhas pelas mãe.

No local, a equipe da PM identificou as 3 crianças dentro da quitinete. Aos policias, o filho mais velho relatou que eles moram com a mãe, uma tia e mais dois irmãos. Ainda de acordo com a criança, por volta das 23h, a mãe saiu com a tia e a deixou com seus irmãos trancados em casa.

A PM entrou em contato com os pais ou parentes para informar o fato mas sem sucesso. O Conselho Tutelar esteve no local e devido as circunstâncias encaminhou os menores para um abrigo.

Além disso, consta no boletim de ocorrência que a mãe não deixou nenhum meio de comunicação para que as crianças pedissem ajuda, somente orientou que elas não saíssem de casa e não falassem com estranhos.



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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) comemorou a aprovação, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, do projeto que autoriza a utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para viabilizar linhas especiais de crédito destinadas a produtores rurais afetados por eventos climáticos e crises econômicas.

A proposta será analisada pelo plenário do Senado e a expectativa é de que entre na pauta de votação já na próxima terça-feira.

Durante a tramitação da proposta, Wellington atuou pela ampliação do texto para incluir também produtores prejudicados pelos impactos econômicos causados por guerras e crises internacionais. O texto original previa apoio financeiro apenas para produtores atingidos por eventos climáticos.

O senador também apresentou emenda ao PL 5.122/2023 para garantir que a piscicultura esteja entre as atividades beneficiadas pelas linhas especiais de crédito previstas no projeto.

Mato Grosso possui uma das maiores produções aquícolas do país e milhares de famílias dependem diretamente da piscicultura para geração de renda e emprego. Segundo dados do INDEA-MT, o estado possui 4.198 piscicultores ativos e se destaca como referência nacional na produção de peixe nativo.

Segundo Wellington, muitos ainda enfrentam dificuldades para acessar financiamento bancário devido à falta de enquadramento claro da atividade nas políticas de crédito rural.

“A proposta corrige essa lacuna, fortalece a cadeia produtiva da piscicultura, amplia o acesso ao crédito e oferece mais segurança para milhares de produtores brasileiros”, afirmou.

Criado pela Lei nº 12.351/2010, o Fundo Social do Pré-Sal é abastecido com recursos provenientes da exploração de petróleo e tem como finalidade financiar projetos e ações nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, além de iniciativas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

ALERTA PARA O EL NIÑO

Ao defender medidas de apoio aos produtores afetados por eventos extremos, Wellington também alertou para os impactos do fenômeno El Niño no Brasil, especialmente em Mato Grosso, e cobrou ações preventivas para reduzir prejuízos econômicos, ambientais e sociais provocados pelas mudanças climáticas.

Segundo o parlamentar, especialistas apresentaram um cenário preocupante durante audiência realizada na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado.

“Os cientistas estão alertando o Brasil sobre os efeitos do El Niño. Por isso debatemos os impactos que o fenômeno poderá provocar, especialmente em regiões produtoras como a Amazônia e Mato Grosso, hoje o maior produtor agropecuário do país”, afirmou.

O senador destacou que os efeitos climáticos podem atingir diretamente a produção de alimentos, provocar perdas econômicas e ampliar os riscos à população, principalmente nas regiões mais afetadas pelo calor intenso e pela seca.

“Não adianta subestimar. Já está cientificamente comprovado que os efeitos do El Niño serão inevitáveis. Precisamos tomar providências agora”, ressaltou.

Wellington também relembrou a seca histórica registrada no Pantanal há seis anos, que devastou milhões de hectares, e defendeu uma atuação integrada entre União, estados e municípios, com reforço das brigadas de combate a incêndios e maior preparação dos órgãos públicos.

“Prevenir é muito mais eficaz. Todos os órgãos precisam estar em alerta. No caso do Pantanal, Marinha, Exército, Aeronáutica, governos estaduais e municipais precisam atuar de forma integrada”, pontuou.



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Morreu nesta quinta-feira (28), às 16h10, em São Paulo, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis, Mohamed Khalil Zaher, aos 78 anos. Ele estava internado há alguns dias devido a complicações de saúde.

Mohamed Zaher construiu uma longa trajetória na política de Rondonópolis e se tornou uma das figuras mais conhecidas do município. Durante sua vida pública, ocupou quatro mandatos como vereador e também presidiu a Câmara Municipal. Além da atuação no Legislativo, exerceu os cargos de secretário municipal de Receita e secretário de Promoção e Assistência Social.

Em nota de pesar, a Câmara Municipal destacou o legado deixado por Mohamed Zaher e decretou luto oficial de três dias no município em respeito aos relevantes serviços prestados à cidade.

A nota ainda ressaltou que Mohamed deixa uma história marcada pelo diálogo, dedicação ao serviço público e amor por Rondonópolis. Familiares e amigos receberam manifestações de solidariedade, em especial a esposa Mara, os filhos Nagia, Soraya e o vereador Ibrahim Zaher.





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Em um momento de tristeza na política local, o prefeito Cláudio Ferreira decretou luto oficial por três dias no âmbito do Município de Rondonópolis, em sinal de profundo pesar pelo falecimento do ex-vereador e empresário Mohamed Khalil Zaher, aos 78 anos, ocorrido nesta quinta-feira (28/5), em São Paulo (SP).

O luto foi oficializado pelo prefeito através do decreto 13.385, de 28 de maio de 2026, considerando o seu papel destacado na política, na vida pública e empresarial do Município. Durante o período de luto oficial, as bandeiras oficiais serão hasteadas a meio-mastro nos prédios públicos municipais.

No decreto, o prefeito destaca que Mohamed exerceu diversos mandatos como vereador na Câmara Municipal de Rondonópolis, tendo presidido o Poder Legislativo Municipal, demonstrando notável liderança e dedicação ao serviço público. Também foi secretário municipal de Promoção e Assistência Social e ainda de Receita.

Mohamad Khalil Zaher, popularmente conhecido como Mohamed, era nascido em Trípoli, no Líbano, veio aos 15  anos para o Brasil e foi morar na cidade de Campo Grande (MS), antes de se mudar para Rondonópolis, onde chegou no ano de 1988 e se destacou como empresário e político.

Cláudio Ferreira enfatiza ainda o seu notável legado de trabalho, honestidade e amor à cidade de Rondonópolis.



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Vídeo mostra o momento em que policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional resgataram um casal que estava em poder de integrantes de facção criminosa, na noite desta quarta-feira (27), em Sinop. As imagens registram a ação rápida das equipes durante a invasão ao imóvel onde as vítimas eram mantidas sob ameaças de morte.

Conforme informações da ocorrência, os militares receberam denúncias da Agência Regional de Inteligência sobre um possível sequestro ligado ao chamado “tribunal do crime”. Assim que chegaram ao endereço, os policiais ouviram gritos e choros vindos do interior da residência.

Durante a entrada no imóvel, os militares encontraram um homem, de 27 anos, sentado com as mãos amarradas entre as pernas, enquanto a mulher, também de 27 anos, tentava se esconder atrás de um balcão nos fundos da casa. O vídeo mostra o momento tenso do resgate e a movimentação das equipes para conter os suspeitos.

Cinco integrantes da facção acabaram presos em flagrante. Segundo a PM, alguns suspeitos portavam um cutelo e um canivete. Outro criminoso realizava uma chamada de vídeo no momento da abordagem.

A mulher relatou aos policiais que ela e o marido haviam ido visitar uma amiga quando um dos suspeitos passou a desconfiar que o homem pertenceria a uma facção rival. A partir daí, o casal começou a sofrer agressões, ameaças e acabou amarrado dentro da residência.

Ainda de acordo com as vítimas, durante a chamada de vídeo, uma pessoa teria ordenado a execução dos dois. Os cinco suspeitos acabaram encaminhados para a delegacia.

Vídeo:





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O número de empresas inadimplentes no Brasil registrou alta de 11,7% em abril de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do Indicador de Inadimplência de Pessoas Jurídicas do SPC Brasil, que também aponta crescimento de 1,6% na passagem de março para abril deste ano.

Segundo o levantamento, o avanço da inadimplência foi impulsionado, principalmente, pelas empresas com tempo de atraso entre quatro e cinco anos, faixa que apresentou aumento de 43,2%. Atualmente, o tempo médio de atraso das dívidas empresariais no país é de 27,4 meses, o equivalente a 2,3 anos.

Na análise por setores, a Agricultura liderou o crescimento anual de empresas inadimplentes, com alta de 11,82%, seguida pelos segmentos de Serviços (6,41%), Indústria (5,75%) e Comércio (3,84%). Apesar disso, o setor de Serviços concentra a maior parte das empresas negativadas do país, representando 38,79% do total. Comércio aparece na sequência, com 30,72%.

Regionalmente, o Centro-Oeste apresentou o maior crescimento no número de empresas inadimplentes, com avanço de 16,21% em relação a abril de 2025. Em seguida aparecem Sul (14,75%), Norte (14,62%), Sudeste (10,20%) e Nordeste (9,45%).

Diante do cenário, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) reforça a importância do planejamento financeiro e da renegociação de débitos como alternativas para evitar o agravamento da inadimplência entre as empresas. A entidade destaca ainda que o aumento dos custos operacionais, juros elevados e dificuldades no fluxo de caixa têm impactado diretamente o comércio e os pequenos empreendedores da região.

O estudo também mostra que, em média, cada empresa negativada devia R$ 7.062,43, distribuídos entre 1,78 credores. Além disso, cerca de 24,71% das empresas possuíam dívidas de até R$ 500, percentual que sobe para 37,85% quando considerados débitos de até R$ 1 mil.

O número de dívidas em atraso também cresceu no período analisado. Em abril de 2026, o avanço foi de 14,14% na comparação anual e de 2,09% em relação ao mês anterior. O setor de Serviços concentrou a maior parte dessas dívidas, respondendo por 75,48% do total registrado no país.

Entre as regiões brasileiras, o Centro-Oeste novamente liderou o crescimento do número de dívidas em atraso, com alta de 19,35%, seguido pelo Norte (18,25%), Sul (16,83%), Nordeste (12,38%) e Sudeste (12,21%).

A CDL alerta que a regularização financeira das empresas é fundamental para manter o acesso ao crédito, fortalecer a economia local e preservar empregos, especialmente em um momento de instabilidade econômica e aumento da pressão sobre os negócios.



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