Pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) lançou as diretrizes do seu plano de governo nesta quinta-feira (15), em São Paulo, com foco em mudanças profundas no Supremo Tribunal Federal (STF), além de propostas nas áreas econômica, segurança pública e relações de trabalho.

Entre os principais pontos, Zema defende a reformulação do STF, com a criação de uma idade mínima de 60 anos para nomeação e mandato de 15 anos para ministros. O pré-candidato também propõe impedir que familiares de integrantes da Corte atuem em negócios jurídicos, como forma de acabar com o que classificou como “farra dos intocáveis”.

Zema afirmou ainda que pretende propor ao Congresso um “novo Supremo”, com maior controle e prestação de contas. O plano inclui o fim das decisões monocráticas e a restrição do foro privilegiado apenas ao presidente da República, com o objetivo de ampliar a fiscalização por parte do Senado.

Na área trabalhista, o ex-governador de Minas Gerais defende a flexibilização da CLT, permitindo novos modelos de jornada e remuneração. A proposta inclui a possibilidade de jornadas superiores a oito horas diárias, respeitando o limite de 44 horas semanais, com a justificativa de aumentar a renda e adaptar o trabalho a diferentes realidades.

Ao comentar propostas sobre o fim da escala 6×1, Zema classificou o tema como “remédio populista” em ano eleitoral. Segundo ele, o foco deve estar no aumento do ganho do trabalhador, aliado a uma possível queda nos juros com o avanço da economia.

No eixo da segurança pública, o plano prevê endurecimento no combate às facções criminosas, com classificação desses grupos como organizações terroristas e penas mínimas mais rígidas. Zema também defende a revisão da maioridade penal, para que crimes graves recebam tratamento mais severo.

Na economia, a proposta central envolve a redução do tamanho do Estado, com corte de cargos comissionados, revisão de programas sociais e privatização de estatais. Zema afirmou que pretende aplicar o princípio de que empresas públicas só devem existir em casos de segurança nacional.

Durante o evento, o pré-candidato destacou que o plano não é definitivo e deve passar por debate com a sociedade. Além disso, negou qualquer possibilidade de compor como vice em uma eventual chapa, reforçando a intenção de disputar a Presidência.



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O empresário Odílio Balbinotti usou suas redes sociais para fazer um alerta sobre o que classificou como tratamento desigual a prefeitos em Brasília. Em vídeo gravado durante participação em um podcast, ele afirmou que gestores ligados ao PL enfrentam dificuldades para serem recebidos no governo federal e defendeu que recursos públicos não podem sofrer distinção por posicionamento político.

Segundo Balbinotti, a população não pode ser prejudicada por disputas ideológicas. Ele destacou que, na prática, quem sofre com esse tipo de cenário são os municípios, que acabam tendo menos investimentos, estrutura e dignidade para atender a população.

Na publicação, o empresário reforçou que a verba federal precisa chegar de forma equilibrada a todas as prefeituras, independentemente de partido. Para ele, o princípio da igualdade na distribuição de recursos é essencial para garantir o funcionamento adequado dos serviços públicos em todo o país.

Durante a fala, Balbinotti também relembrou o período da pandemia, citando o envio de recursos para Rondonópolis. Ele mencionou que valores foram destinados com base na necessidade da população, defendendo que esse modelo deveria ser seguido de forma contínua, sem depender de alinhamento político.

“Eu lembro muito bem, na época da pandemia, o então prefeito José do Pátio, de Rondonópolis, fez um depoimento elogiando o envio de recursos. Foram cerca de 72 milhões de reais destinados para o enfrentamento da pandemia. Não foi o prefeito que foi lá pedir. O recurso veio porque existia uma população que precisava de estrutura para ser atendida. Quem está lá na ponta é quem precisa. A população não tem lado.”





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A SEMOB anunciou nesta quinta-feira (16), a interdição parcial na avenida Marechal Dutra, na região central de Rondonópolis.

De acordo com informações, a avenida Marechal Dutra terá interdição parcial da via para obras de adequação de sarjetão/canaleta.

A obra está localizada no cruzamento com a rua João Pessoa, região central da cidade. A previsão é que os serviços sejam realizados durante 5 dias.



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Um homem ainda não identificado causou uma grande confusão que teria ocorrido na região do Zero Km, em Várzea Grande, na noite de quarta-feira (15), após colidir uma Fiat Strada branca contra o portão de um motel e, na sequência, bater em um poste.

De acordo com as informações apuradas, o motorista seguia pela via quando perdeu o controle da picape, atingiu e destruiu o portão do estabelecimento. Mesmo após o impacto, ele continuou dirigindo e, poucos metros à frente, acabou colidindo contra um poste.

Assista:

Testemunhas registraram toda a situação em vídeo e relataram que o homem estava completamente nu e com comportamento alterado. Após a segunda batida, ele desceu do veículo e fugiu correndo, tomando rumo desconhecido e abandonando o carro no local.

Vídeo:

A região do Zero Km concentra grande movimento durante a noite, incluindo a presença de profissionais do sexo, que também flagraram a cena. As circunstâncias do caso ainda não foram esclarecidas, e a identidade do motorista segue desconhecida.



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Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou nesta quinta-feira, 15, ter “absoluta certeza” que a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “vai chegar”, nesta ou nas próximas legislaturas. Segundo declaração em entrevista à Revista Oeste, só depende dos senadores terem “coragem” para agir.

Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira. O pedido de Gilmar ocorre após o parlamentar ter proposto no relatório final da CPI o indiciamento do próprio Gilmar e também dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O relatório da CPI foi rejeitado pela maioria dos integrantes da comissão. Segundo Vieira, a votação ocorreu “sob ameaça direta” de ministros do STF. Ele disse na entrevista que “tem a ficha limpa” e que “não deve nada para esses caras”.

“Aqui (no Senado) a gente não lida com criminoso pequeno. A gente lida com os maiores interesses da República”, afirmou o parlamentar. “Não adianta uma declaração autoritária, não adianta uma ameaça, porque os fatos estão ali”, completou.

Alessandro Vieira havia proposto o indiciamento de Gilmar Mendes no relatório devido à decisão do ministro que derrubou requerimento da CPI para quebrar sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt Participações, empresa por meio da qual a família de Dias Toffoli mantinha cotas do resort Tayayá. O magistrado acatou pedido de habeas corpus impetrado em um processo de que era relator e não teria relação com a CPI.

Gilmar Mendes afirmou que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”.

“Quando vi o meu nome inserido nessa tal lista de indiciados por parte do senador relator deste caso, eu disse: é curioso. Ele se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal por ter concedido um habeas corpus. Mas só esse fato narrado mostra exatamente que nós descemos muito na escala das degradações”, afirmou Gilmar.

Gilmar pede que o Ministério Público apure o possível enquadramento do senador na lei que trata de abuso de autoridade. Em entrevista ao Estadão, Vieira afirmou que declarações do ministro Gilmar Mendes soam a provocação de “5ª série”. Ele afirmou que seria ‘uma covardia” deixar de pedir o indiciamento dos ministros e de Gonet.



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Sell Agro apresenta durante o evento em Ribeirão Preto-SP, produto com foco em aumentar a eficiências das aplicações, especialmente inseticidas e herbicidas, visando menor impacto ambiental

O Brasil é o maior produtor de laranja do planeta, sendo a safra 2025/26 estimada em aproximadamente 13 milhões de toneladas da fruta. Mas esse cítrico vai muito além do consumo in natura ou do suco: ele é matéria-prima para diversos segmentos industriais. Isso porque compostos extraídos do óleo da laranja, como o D-Limoneno, rico em terpenos, por exemplo, são amplamente utilizados em todo o mundo na fabricação de cosméticos, produtos de limpeza, fragrâncias e, cada vez mais, adotados em soluções voltadas ao agro.

Ciente dessa importância, a Sell Agro, especialista no desenvolvimento de tecnologias para aplicação, leva à Agrishow 2026, que acontece de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, o novo adjuvante Citreum. A novidade foi criada para aumentar a eficiência das aplicações agrícolas e potencializar o desempenho de defensivos no campo, especialmente herbicidas e inseticidas. O produto traz uma formulação inovadora à base de terpeno de laranja de elevada pureza, combinada a surfactantes de alta concentração, que favorecem o espalhamento, a adesão e a penetração das gotas aplicadas nas folhas.

Segundo Leandro Viegas, CEO da empresa, este adjuvante possui grande pureza e atua como um agente que melhora o espalhamento e a penetração das gotas nas folhas, evidenciando como derivados naturais podem contribuir para aumentar a assertividade das operações nas lavouras. “O terpeno de laranja é um solvente natural extraído do óleo da fruta, reconhecido por seu forte aroma cítrico. Nosso lançamento é 100% biodegradável, característica que o diferencia de muitos adjuvantes tradicionais”, ressalta. Para ele, isso reforça o compromisso da empresa em oferecer tecnologias para ajudar o produtor rural brasileiro, sempre visando ao menor impacto ambiental possível.

Outras características

O Citreum é uma emulsão que se mistura facilmente às caldas de pulverização, permitindo ampla aderência das gotas na superfície das folhas, na camada cerosa e, assim, favorecendo a absorção dos ingredientes ativos e reduzindo perdas por escorrimento ou lavagem pela chuva. “Outro diferencial do produto é sua alta compatibilidade com diferentes tipos de calda, evitando problemas comuns de mistura observados com alguns óleos minerais”, destaca o executivo.

Feira estratégica

Esta é a segunda vez que a Sell Agro participa da Agrishow, e a feira foi uma escolha acertada para lançar o adjuvante. “O evento é, sem dúvida, um dos maiores pontos de encontro do agro na América Latina e reúne exatamente o público que está na linha de frente das decisões no campo. Escolher a feira para lançar o Citreum foi estratégico, porque é o ambiente ideal para apresentar uma tecnologia inovadora diretamente aos produtores, consultores e distribuidores. Queremos mostrar, na prática, como o adjuvante pode elevar a eficiência das aplicações e gerar mais resultado para quem está produzindo”, finaliza Viegas.

Sell Agro – Fundada em 2007, a Sell Agro atua na produção de adjuvantes agrícolas, com sede em Rondonópolis-MT, e estrutura moderna com amplo laboratório de pesquisa e equipe altamente qualificada, composta por engenheiros químicos e agrônomos. As soluções da empresa têm foco na geração de economia e, ainda, em potencializar os resultados das lavouras. Mais informações: https://sellagro.com.br.



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Prestigiado por cerca de 500 moradores do Bairro Jardim Reis, o Toda Praça é Arte do último final de semana, que aconteceu no sábado (11), transbordou de alegria com atrações que fizeram a população voltar aos tempos de criança.

Realizado pela Secretaria Adjunta de Cultura e Juventude, o projeto ocorreu na Praça Manoel Souza Santos e norteou suas ações pelo mote “Brincadeiras de Infância” com oficinas de literatura, pintura e artesanato.

Para abrilhantar ainda mais o evento, o público que participou das ações foi contemplado com a apresentação da Orquestra Municipal de Rondonópolis, que executou a obra “Sons da minha infância”, além de assistirem ao Coral Kids da Paróquia São Domingos Sávio.

“Ficamos felizes de vermos papais, mamães e, até, avós voltando aos tempos de meninos e meninas e as crianças vivenciando intensamente essa fase com as práticas que oferecemos”, comenta o secretário Adjunto de Cultura e Juventude, Jeth Wilson, dividindo a emoção sobre as atividades promovidas pela Pasta.

Foto – Mauricio Renner
Foto – Mauricio Renner
Foto – Mauricio Renner



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Janaína Rafaela Pereira, 40 anos, foi encontrada morta na tarde desta quinta-feira (16), por volta das 18h17, no bairro Vila Ipiranga, em Rondonópolis. A vítima já estava sem vida e em estado de putrefação dentro da própria residência, o que levantou suspeita de possível crime.

Conforme informações repassadas pela PM, os policiais chegaram ao local após acionamento via CIOSP. No imóvel, familiares relataram que a vítima não mantinha contato desde a tarde de segunda-feira. Diante da situação, decidiram ir até a residência e encontraram a mulher já morta.

Ainda segundo relatos de vizinhos e familiares, a vítima já havia registrado queixas de ameaças contra um vizinho, com histórico de desentendimentos relacionados à convivência no local, que funciona como um conjunto de quitinetes. A Polícia Militar realizou o isolamento da área e acionou a Polícia Civil para os procedimentos investigativos.

Outro ponto mencionado por testemunhas indica que o ex-marido da vítima, pai de seus dois filhos, reside em frente ao imóvel. O caso agora segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da morte.

Vídeo





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O empresário Odílio Balbinotti Filho voltou a defender publicamente a implementação da Ferrogrão, destacando a ferrovia como uma obra estratégica para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso e para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o crescimento contínuo da produção agrícola no estado contrasta com limitações logísticas que ainda encarecem o transporte e reduzem a eficiência do escoamento. Nesse cenário, a ferrovia surge como alternativa considerada mais econômica e sustentável.

“Estamos falando de desenvolvimento de verdade. De comida mais barata na mesa, logística eficiente e ganho ambiental”, afirmou Balbinotti.

A proposta da Ferrogrão está diretamente ligada à necessidade de ampliar a capacidade de transporte da produção agrícola, especialmente grãos. O modelo ferroviário é apontado como mais eficiente em comparação ao transporte rodoviário, com menor consumo de combustível e redução de emissões.

Balbinotti destacou que a ferrovia permitiria não apenas o aumento da capacidade de escoamento, mas também a redução de custos logísticos, fator que impacta diretamente o preço final dos produtos.

Além disso, a diminuição da circulação de caminhões em longas distâncias pode contribuir para a redução de acidentes nas rodovias e menor desgaste da infraestrutura viária.

Caminhoneiros não seriam prejudicados

Um dos pontos abordados pelo empresário foi o impacto da Ferrogrão sobre o setor de transporte rodoviário. Segundo ele, a mudança de modal não representa prejuízo para caminhoneiros.

De acordo com Balbinotti, o transporte ferroviário tende a absorver grandes distâncias, enquanto o transporte rodoviário se concentra em trajetos menores — que, segundo ele, são mais rentáveis.

“O caminhoneiro não perde com isso. Ele passa a atuar em percursos mais curtos, que são melhor remunerados”, afirmou.

Outro ponto destacado é o impacto indireto da ferrovia no custo de vida da população. Com a possibilidade de transporte mais barato, não apenas grãos, mas diversos produtos poderiam ter redução de preço dentro do estado.

Atualmente, parte significativa das mercadorias consumidas em Mato Grosso percorre longas distâncias por rodovias, o que eleva os custos logísticos e, consequentemente, os preços ao consumidor final.

Entraves políticos e judiciais

Balbinotti também mencionou os obstáculos enfrentados pelo projeto, atribuindo a paralisação a disputas políticas e à judicialização do tema. Segundo ele, ações movidas por partidos políticos levaram a discussão ao Supremo Tribunal Federal, o que teria retardado o avanço da obra.

Ele citou o PSOL como uma das legendas que ingressaram com questionamentos judiciais relacionados ao projeto. “Não dá mais para aceitar decisões que travam o crescimento de quem trabalha e produz”.

Também, fez críticas ao Supremo Tribunal Federal. “Tudo para no STF. Infelizmente a corte, que deveria ser constitucional, hoje se envolve em questões que não cabem a ela, estão fazendo as vezes do executivo e do legislativo. Precisamos mudar isso. A solução passa por um senado comprometido com o equilíbrio entre os poderes, com senadores corajosos, por isso a eleição para o senado esse ano é tão importante”.

Projeto estratégico

A Ferrogrão é considerada por diferentes setores produtivos como uma das principais obras de infraestrutura planejadas para o país, com potencial de integrar regiões produtoras aos portos do Norte, reduzindo distâncias e custos logísticos.

Para defensores do projeto, a ferrovia representa um passo importante para ampliar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional, além de promover impactos econômicos internos.

Balbinotti concluiu reforçando a urgência da obra. “Mato Grosso precisa da Ferrogrão. E o Brasil também.”



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Preso nesta quarta-feira (15) na batida da Polícia Federal contra lavagem de dinheiro que movimentou R$1,63 bilhão, Raphael Sousa Oliveira é dono do perfil de fofocas “Choquei”, que coleciona nas redes bajulação ao PT e acusações de diálogos ensaiados para promover o governo e emplacar “versões oficiais”. Foi o caso quando anunciou que a “taxa das blusinhas” não pegava o consumidor e ainda deu espaço para a primeira-dama Janja insistir na lorota que a taxa seria só “para empresas”.

Não demorou e o diálogo entre Janja e Choquei logo ganhou o selo “Isto é falso!”, no X. A cobrança caiu mesmo na conta do consumidor final.

Um dos quadros da “Choquei”, Edson Jr, já recebeu homenagem de vereador petista e foi chamado para encontro com a primeira-dama.

O perfil de fofoca não perdeu tempo ao engajar no perfil de Flávio Dino, quando aprovado ao STF, com comentários tipo “merecimento” e etc.

O Ministério da Saúde também bateu ponto com a Choquei, foram 17 interações, mas a pasta negou ter contratos com o perfil fuxiqueiro.





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