Morreu, nesta sexta-feira (11), a pioneira Iolanda Henrique da Silva, aos 77 anos, em Rondonópolis.

A Prefeitura de Rondonópolis, por meio do prefeito Cláudio Ferreira, transmitiu seu pesar pelo falecimento.

Nascida na Paraíba, Iolanda morava há mais de 70 anos em Rondonópolis. Ela deixou o marido José Maria Filho, além de oito filhos, entre eles o Marquinhos (ex-jogador do União) e o empresário Sukita, 14 netos e quatro bisnetos.

Nesse momento de luto, o Município se solidariza com parentes e amigos, enaltecendo o seu exemplo deixado a todos de honestidade, trabalho, luta e, principalmente, fé, desejando que Deus possa consolá-los e fortalecê-los.

O corpo da pioneira está sendo velado na Funerária União Familiar, na Avenida Bandeirantes, na Vila Operária, com o sepultamento previsto para as 11h deste sábado (12), no Cemitério da Vila Aurora.





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Recuperação do poder de compra pode ampliar consumo e movimentar setores de comércio e serviços, responsáveis por 62% dos empregos no estado

A recomposição de R$ 2,9 bilhões em perdas acumuladas da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos estaduais pode produzir reflexos que vão além da folha de pagamento. A recuperação do poder de compra do funcionalismo representa mais recursos em circulação, com impacto principalmente sobre comércio e serviços.

Na prática, a RGA não fica apenas no bolso do servidor. A renda das famílias é distribuída principalmente entre habitação, que representa cerca de 35% dos gastos, transporte, com 20%, alimentação, com 17%, saúde, com 8%, além de educação e lazer, com 4% cada. São recursos que chegam ao supermercado, farmácia, lojas, restaurantes, postos de combustíveis, prestadores de serviços e diferentes cadeias produtivas. Por isso, a recomposição também interessa ao comércio, à indústria e ao agronegócio, especialmente na Baixada Cuiabana, onde há maior concentração de servidores públicos.

A dimensão econômica fica ainda mais evidente quando considerada a estimativa de que as perdas da RGA retiram cerca de R$ 200 milhões por mês da capacidade de consumo dos servidores. Somados a aproximadamente R$ 100 milhões mensais relacionados ao problema dos consignados, seriam cerca de R$ 300 milhões por mês que deixam de movimentar a economia. A redução dessa renda disponível significa menos consumo, menor faturamento das empresas e reflexos sobre emprego e arrecadação.

Essa relação é acompanhada pelas entidades do setor. A Fecomércio-MT já apontou que a perda do poder de compra dos servidores afeta diretamente o comércio, enquanto a CDL Cuiabá destaca que o fortalecimento da capacidade de consumo das famílias contribui para ampliar vendas, emprego, renda e arrecadação. Segundo dados divulgados pela Fecomércio-MT, comércio e serviços estão ligados a cerca de 62% dos empregos de Mato Grosso e responderam por 49% da previsão de arrecadação de ICMS do estado em 2025.

A recomposição das perdas da RGA entrou no debate eleitoral com a defesa do pagamento do passivo pelo candidato ao governo Wellington Fagundes. A proposta é estabelecer uma forma de recuperar gradualmente as perdas acumuladas, com planejamento e dentro da capacidade financeira do Estado.

“Estamos falando de R$ 2,9 bilhões que podem voltar para a renda das famílias e movimentar a economia. É preciso olhar os dois lados dessa conta: existe o impacto para o Estado, mas também existe o efeito de milhares de famílias consumindo menos. Queremos construir uma solução responsável, recuperar o poder de compra dos servidores e acelerar a economia”, afirma Wellington.

A discussão sobre a RGA ganha, assim, uma dimensão econômica que ultrapassa o funcionalismo público. A recomposição significa recuperar renda que pode voltar ao mercado, movimentar empresas, sustentar empregos e gerar arrecadação. É dinheiro que sai da folha do servidor, mas circula pelo comércio, pelos serviços, pela indústria e pelas demais cadeias produtivas de Mato Grosso.





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Especialista destaca projeto do parlamentar mato-grossense que busca dar segurança jurídica à criação legal de animais, com atenção especial aos criadores de galo-mura

O biólogo e comunicador Richard Rasmussen declarou apoio à reeleição do deputado federal Nelson Barbudo (Podemos-MT). Na mensagem, ele destacou, principalmente, a atuação do parlamentar em defesa dos criadores de animais, que tem como base o projeto de lei 552/22, que estabelece regras gerais para a criação, manutenção, comercialização e importação de animais silvestres, exóticos e domésticos no Brasil.

Em vídeo divulgado nas redes sociais de Barbudo, Rasmussen chama atenção especialmente para a situação dos criadores de galo-mura e para a necessidade de uma legislação que permita o exercício da atividade dentro de regras claras e com segurança jurídica, previstas no projeto.

A proposta tem alcance amplo e procura enfrentar uma situação apontada há anos pelos criadores: a existência de normas dispersas e diferentes exigências administrativas que dificultam a regularização e deixam quem pretende exercer legalmente a atividade sujeito à insegurança.

Além do galo-mura, a discussão interessa a criadores de curió, bicudo, canário-belga e outros passeriformes, bem como a diferentes segmentos ligados à criação de animais. O impacto econômico alcança ainda lojas agropecuárias e empresas que comercializam rações, vacinas, equipamentos e outros produtos destinados à atividade.

Barbudo defende que a legislação consiga distinguir quem cria animais legalmente e cumpre as exigências de proteção e bem-estar de práticas ilícitas relacionadas à fauna. Para o deputado, a falta de regras nacionais suficientemente claras acaba penalizando justamente quem procura trabalhar dentro da legalidade.

O PL 552 foi apresentado por Barbudo em março de 2022 e posteriormente apensado ao PL 4.705/2020. O projeto principal está pronto para pauta na Comissão de Meio EAmbiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara. Em 2025, Barbudo apresentou requerimento para desapensar seu projeto do PL 4.705/2020, argumentando que as duas propostas têm objetivos diferentes e que o PL 552 deveria também ser analisado pela Comissão de Agricultura.

“Essa é uma discussão que deve avançar ouvindo criadores e os diversos segmentos envolvidos, buscando conciliar proteção aos animais, respeito à legislação e segurança para quem exerce uma atividade legal” – afirmou o parlamentar.





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Uma professora identificada como Betânia levou uma facada nas costas durante um ataque dentro da Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Gerson dos Santos Peres (GESP), em Cametá, no Pará. A estudante do 3º ano atacou a docente na noite desta sexta-feira (11), por volta das 18h.

Câmeras de segurança registraram toda a ação. As imagens mostram a professora sentada à mesa enquanto conversa com a estudante dentro da sala de aula. Em determinado momento, a jovem retira uma faca que escondia por baixo da camisa e parte para cima da docente.

A professora reage rapidamente e entra em luta corporal com a aluna. Betânia segura a mão da jovem para impedir novos golpes e consegue abrir a porta da sala e correr para o corredor. Durante o ataque, porém, ela acabou atingida nas costas.

A Polícia Militar informou que a estudante carregava uma faca preta, de estilo militar. Após a ocorrência, policiais levaram a aluna para a Delegacia de Cametá.

Uma equipe encaminhou a professora ao Hospital Regional de Cametá para avaliação médica. Apesar do ferimento, ela está fora de risco de morte.

Informações preliminares apontam que uma nota baixa teria motivado o ataque. O caso também envolveria desavenças anteriores entre a mãe da estudante e integrantes da escola. As autoridades deverão apurar as circunstâncias e a motivação da agressão.

A Polícia Militar registrou inicialmente a ocorrência como lesão corporal. Já a subsede do Sindicato das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp) em Cametá classificou o episódio como tentativa de homicídio.

Em nota, o sindicato manifestou solidariedade à professora e repudiou a violência contra profissionais da educação. A entidade também cobrou das autoridades a apuração do caso, a responsabilização dos envolvidos e medidas para reforçar a segurança dos trabalhadores nas escolas.

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Uma jovem de 18 anos precisou de atendimento médico em estado grave após um homem de 39 anos atacá-la com uma pedra durante uma tentativa de estupro, na noite desta sexta-feira (11), em Alto Garças. De acordo com informações, devido ao traumatismo craniano, a equipe médica deverá encaminhá-la para o Hospital Regional de Rondonópolis.

Por volta das 23h50, a Polícia Militar recebeu uma ligação pelo 190 informando que uma mulher estava caída no chão, sem roupas, ensanguentada e com um grave ferimento na cabeça.

Quando os militares chegaram ao local, encontraram o suspeito em frente a uma residência e a jovem caída no chão. Ela apresentava sangramento, trauma na cabeça e uma perfuração visível.

Conforme informações, testemunhas relataram que viram o homem carregando a jovem nua e ensanguentada pela rua. Antes disso, a própria vítima teria relatado às pessoas que estavam no local que o suspeito havia batido em sua cabeça com uma pedra durante a tentativa de estupro.

De acordo com a PM, o homem confessou o ataque e atribuiu o crime ao consumo de bebida alcoólica. Ele também contou que a jovem é sua parente e afirmou que a agrediu com uma pedra depois que ela se recusou a manter relações sexuais com ele.

Durante a abordagem, os policiais encontraram arranhões no braço do suspeito, aparentemente provocados pela jovem enquanto tentava se defender.

A PM deu voz de prisão ao homem e o conduziu para as providências cabíveis. O registro policial aponta tentativa de homicídio e estupro seguido de lesão corporal grave.

Uma equipe do Samu socorreu a jovem e a encaminhou inicialmente ao hospital de Alto Garças. Como ela sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE), a equipe médica deverá transferi-la para Rondonópolis, onde continuará o atendimento.





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A promessa da picanha feita durante a campanha presidencial de 2022 ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (11). Ao reconhecer que o custo de vida pesa no bolso dos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, quando não há carne, o brasileiro come ovo e, quando não há nenhum dos dois, resta arroz e feijão.

A declaração ocorreu durante um comício no Centro Histórico de Porto Alegre (RS), onde Lula falou sobre os preços dos alimentos e admitiu que produtos básicos continuam caros nos supermercados.

“Nós gostamos de ovo para caramba. Se não tem carne, a gente come ovo, se não tem ovo, a gente come carne. Mas, quando não tem os dois, a gente come como eu comia quando eu levava marmita: arroz e feijão puro porque não tinha mistura”, declarou.

A fala contrasta diretamente com um dos símbolos da campanha que levou Lula de volta ao Palácio do Planalto. Em 2022, o então candidato repetiu que o brasileiro deveria voltar a fazer churrasco e comer picanha. Em entrevista ao Jornal Nacional naquele ano, Lula afirmou que “o povo tem que voltar a comer um churrasquinho, a comer uma picanha”.

Quatro anos depois, o próprio presidente reconhece que o custo de vida continua sendo um problema e que carne, café e outros produtos pesam no orçamento das famílias.

“Eu sei que o custo de vida está caro. Eu sei que vocês vão ao supermercado e as coisas estão caras. A carne está cara, o café está caro. No ano passado, o ovo estava nas nuvens”, afirmou.

Dados comprovam aumento sob governo Lula

Os números oficiais ajudam a dimensionar o problema enfrentado durante o atual governo. Segundo o IBGE, somente em 2024 o grupo das carnes acumulou alta de 20,84%, enquanto a alimentação e bebidas avançou 7,69%. Café moído subiu 39,60% naquele ano, e o leite longa vida, 18,83%.

Entre os cortes bovinos, a escalada também atingiu justamente a picanha transformada em símbolo eleitoral por Lula. Em 2024, o corte registrou alta de 8,74%. No mesmo período, outros cortes populares tiveram aumentos ainda maiores.

Promessa x realidade

A mudança de tom chama atenção: na campanha, a imagem usada era a família reunida em torno do churrasco, com picanha e cervejinha. Agora, diante das reclamações sobre o supermercado, Lula recorre à lembrança dos tempos de sindicalista para dizer que já levou marmita com apenas arroz e feijão por não ter “mistura”.

Durante o comício em Porto Alegre, Lula estava acompanhado da candidata ao governo do Rio Grande do Sul Juliana Brizola (PDT) e dos candidatos governistas ao Senado Paulo Pimenta (PT) e Manuela d’Ávila (PSOL).

Vídeo:





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Um eletricista morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava na estrutura de um rodeio em Rondonópolis. Populares e socorristas tentaram salvar a vida do trabalhador, mas ele não resistiu. O fato ocorreu na noite desta sexta-feira (11).

Conforme as informações não oficiais, a vítima executava um serviço no local quando sofreu o choque. Ainda não há detalhes sobre as circunstâncias da descarga elétrica.

Antes da chegada da equipe de resgate, populares prestaram os primeiros socorros e tentaram ajudar o eletricista. Na sequência, os socorristas assumiram o atendimento e realizaram manobras de reanimação.

Um vídeo mostra a equipe durante a tentativa de salvar o trabalhador. Apesar dos esforços, a vítima não sobreviveu.

Veja o vídeo abaixo:





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Um eletricista morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava na estrutura de um rodeio em Rondonópolis. Populares e socorristas tentaram salvar a vida do trabalhador, mas ele não resistiu. O fato ocorreu na noite desta sexta-feira (11).

Conforme as informações iniciais, a vítima executava um serviço no local quando sofreu o choque. Ainda não há detalhes sobre as circunstâncias da descarga elétrica.

Antes da chegada da equipe de resgate, populares prestaram os primeiros socorros e tentaram ajudar o eletricista. Na sequência, os socorristas assumiram o atendimento e realizaram manobras de reanimação.

Um vídeo mostra a equipe durante a tentativa de salvar o trabalhador. Apesar dos esforços, a vítima não sobreviveu.

Veja o vídeo abaixo:





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O bolsonarista pede investigação sobre declarações do parlamentar, incluindo referências a “matar ou morrer”, “guerra” e “extermínio” do bolsonarismo

O deputado federal e candidato ao Senado por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), acionou nesta quinta-feira (10), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o também deputado federal André Janones, de Minas Gerais. As representações pedem a apuração de uma sequência de manifestações publicadas por Janones nas redes sociais durante o período eleitoral.

No TSE, Medeiros sustenta que as declarações podem representar uma estratégia de radicalização política, intimidação de adversários e utilização abusiva das redes sociais no contexto eleitoral. A representação cita publicações nas quais Janones teria utilizado expressões como “matar ou morrer”, “dizimação”, “extermínio completo” e “guerra”.

Entre os episódios citados está uma publicação de 5 de agosto, na qual o deputado mineiro afirmou estar disposto a “matar ou morrer” para “livrar nosso país da extrema direita”, concluindo com a frase “É guerra”. Em outra manifestação, o parlamentar declarou que seria “tiro, porrada e bomba nas redes” e voltou a usar a expressão “É Guerra!”.

Na representação, Medeiros reproduz uma declaração criminosa de Janones: “A gente ATROPELA eles e EXTERMINA de uma vez por todas essa raça maldita do bolsonarismo desse país!”. Para o candidato do presidente Jair Bolsonaro ao Senado em Mato Grosso, o conjunto das manifestações precisa ser analisado, e não apenas cada publicação de forma isolada.

No pedido ao TSE, Medeiros solicita a preservação das publicações, inclusive conteúdos eventualmente apagados, além da apuração de possível impulsionamento, financiamento, atuação coordenada de perfis e eventual participação de estruturas de campanha na disseminação das mensagens. Também pede que seja investigada eventual utilização abusiva dos meios de comunicação social e propaganda eleitoral irregular.

Já na representação encaminhada à PGR, José Medeiros afirma que as manifestações ultrapassam o campo da crítica política e pede que os órgãos competentes avaliem se houve violação de deveres funcionais, quebra de decoro ou eventual ilícito.

Ele argumenta que a liberdade de expressão deve ser preservada, mas que a disputa política não pode transformar adversários em inimigos a serem eliminados. Segundo ele, cabe às instituições verificar se a linguagem utilizada por Janones ultrapassou os limites juridicamente admissíveis durante o processo eleitoral.





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A Estratégia Saúde da Família (ESF) do bairro Bispo Pedro Casaldáliga teve as atividades suspensas novamente após o furto do padrão de energia elétrica da unidade. O problema ocorreu menos de um mês depois de uma ocorrência semelhante no mesmo local e, além de interromper os atendimentos, provoca novos transtornos para a população e para o funcionamento dos serviços de saúde.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta os moradores atendidos pelo ESF Bispo Pedro Casaldáliga que necessitarem de atendimento durante o período de suspensão a procurar as unidades mais próximas. As demandas poderão ser acolhidas pelo ESF Jardim Europa e pelo ESF Jardim Atlântico, que estão sendo orientados a receber a população da área.

Sem energia elétrica, não é possível manter o funcionamento regular na unidade do Casaldáliga, o que exige a suspensão temporária das atividades. A Secretaria de Saúde já iniciou o levantamento da situação para definir as providências necessárias para a substituição e reinstalação do padrão de energia.

Neste momento, é preciso realizar um estudo preliminar da estrutura, levantar os custos e seguir os procedimentos necessários para a aquisição dos materiais e execução do serviço. Por se tratar de um processo que envolve orçamento e contratação, ainda não há uma previsão para a retomada dos atendimentos na unidade.

A reincidência do furto em um intervalo tão curto chama atenção para a gravidade da situação. Além do prejuízo ao patrimônio público, esse tipo de ação interfere diretamente na prestação de um serviço essencial e acaba afetando principalmente os moradores que dependem do atendimento da unidade. A Prefeitura de Rondonópolis segue trabalhando para solucionar o problema e restabelecer os serviços o mais breve possível.

Foto: Wheverton Barros





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