A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Rondonópolis está intensificando as ações de imunização contra a Influenza, levando a vacinação diretamente a empresas do setor de transportes do município. A iniciativa tem como foco principal os caminhoneiros, que fazem parte do grupo prioritário da campanha.

A estratégia busca facilitar o acesso à vacina para esses profissionais, que frequentemente enfrentam dificuldades para comparecer às unidades de saúde devido à rotina de trabalho nas estradas e aos longos períodos fora de casa. Com a aplicação das doses nos próprios locais de trabalho, o município pretende reduzir barreiras logísticas e ampliar a cobertura vacinal.

“É uma forma da gestão municipal cuidar desses trabalhadores, que movem Rondonópolis e o país. Devemos fornecer maneiras para que eles consigam cuidar da saúde, mesmo diante da rotina de trabalho”, comenta o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino.

Além de garantir maior adesão da vacinação entre os trabalhadores do transporte, a ação também contribui para o fortalecimento da proteção coletiva, já que esse público passa por várias regiões do país.

A vacinação contra a Influenza segue em todas as unidades básicas de saúde de Rondonópolis, para os grupos prioritários. A Secretaria Municipal de Saúde aguarda orientação para a liberação da vacina ao público em geral.



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A direção da Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia, a Mata Grande, desencadeou uma operação de campana entre a noite desta terça-feira (19) e a tarde desta quarta-feira (20), em Rondonópolis, para combater o uso de drones utilizados no lançamento de materiais ilícitos para dentro da unidade prisional. Durante a ação, policiais penais trocaram tiros com faccionados do CV que operavam um dos equipamentos em uma lavoura próxima ao presídio.

Conforme informações repassadas pela direção da unidade, a operação começou às 21h de terça-feira após o aumento das incursões de drones sobre os raios da penitenciária. Equipes de policiais penais permaneceram posicionadas em lajes da unidade e também em regiões de mata próximas ao complexo prisional.

Por volta das 14h30 desta quarta-feira, um drone sobrevoou a penitenciária transportando um pacote suspeito. Os policiais penais que estavam na laje conseguiram apreender o material lançado pelo aparelho. Ao mesmo tempo, outra equipe localizou o ponto onde o drone era operado, em uma lavoura de sorgo nas proximidades da unidade.

Troca de tiros

No local, os policiais surpreenderam os suspeitos manipulando o equipamento e ocorreu uma troca de tiros. Conforme o relato da operação, os criminosos conseguiram fugir por meio da lavoura e abandonaram parte dos materiais durante a fuga. Diante da situação, os policiais penais efetuaram cerca de 40 disparos.

Durante toda a operação, os policiais apreenderam um hard case completo de drone modelo Phantom assim como 17 baterias, nove celulares, uma carcaça de aparelho celular, quatro carregadores completos, quatro fones de ouvido, uma mochila, quatro serras, oito hélices e 17 carretéis de linha encerada.

De acordo com a direção da Mata Grande, o prejuízo estimado ao crime organizado chega a aproximadamente R$ 300 mil.

A direção da penitenciária destacou o comprometimento, a coragem e o profissionalismo dos policiais penais envolvidos na ação, ressaltando que a operação teve papel importante na manutenção da ordem e da segurança dentro da unidade prisional.

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A vereadora Kalynka Meirelles voltou a defender a retomada das discussões sobre o Plano Diretor de Rondonópolis, instrumento considerado essencial para garantir o crescimento organizado e o desenvolvimento sustentável do município nos próximos anos.

Segundo a parlamentar, o Plano Diretor é responsável por nortear o planejamento urbano da cidade, estabelecendo diretrizes relacionadas à expansão urbana, mobilidade, desenvolvimento econômico, uso do solo e organização dos diversos setores do município.

Com experiência no ramo imobiliário, Kalynka afirmou possuir conhecimento técnico sobre os impactos positivos que um Plano Diretor bem estruturado pode proporcionar, principalmente no que se refere ao crescimento planejado, à melhoria da mobilidade urbana e à segurança jurídica para investidores e empreendedores.

“Estamos falando de um planejamento que vai definir os rumos da nossa cidade pelos próximos anos. O Plano Diretor organiza o crescimento urbano, dá segurança para os investimentos e contribui diretamente para a qualidade de vida da população”, destacou a vereadora.

Kalynka relembrou que a Câmara Municipal já realizou diversas audiências públicas em legislaturas anteriores para discutir o tema, porém muitas dúvidas permaneceram ao longo do processo, especialmente devido ao grande número de emendas apresentadas ao projeto.

A parlamentar também citou municípios como Sinop e Sorriso, que avançaram significativamente nas atualizações de seus respectivos planos diretores, reforçando a necessidade de Rondonópolis acelerar esse debate de forma técnica, responsável e segura.

Para Kalynka, o projeto precisa ser amplamente debatido entre Legislativo, Executivo, setor produtivo e sociedade civil, garantindo que o texto final seja construído com clareza, equilíbrio e segurança jurídica, evitando alterações excessivas no futuro.

“Precisamos corrigir essa falha histórica. Há mais de 10 anos esse debate precisa avançar e Rondonópolis não pode mais ficar para trás quando falamos de planejamento urbano e desenvolvimento organizado”, finalizou a vereadora.



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Empresa Nexa Influence dos sócios Juliana Guimarães e Ricardo Ribeiro é investigada por crimes virtuais.

Ricardo Ribeiro da Silva e Juliana Pereira Guimarães foram alvos da “Operação Stop Hate”, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (20), em Rondonópolis. A dupla é dona da página Nexa Influence e é acusada de praticar calúnia e difamação contra lideranças políticas de Mato Grosso, entre elas o deputado estadual Max Russi (Podemos) e o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, conhecido como “Cláudio Passagista” (PL).

Em uma postagem no Instagram, Juliana confirmou que a empresa e seus colaboradores foram alvos da operação, mas alegou que não praticam nenhum tipo de crime contra as vítimas.

Além disso, a mulher chegou a pedir para que pessoas que conheceram a página por conta da operação passassem a seguir o perfil para que eles continuassem crescendo nas redes sociais.

Atualmente, a página, conhecida por publicar jornalismo comunitário e denúncias contra parlamentares de todo o estado, possui pouco mais de 5 mil seguidores.

De acordo com um documento obtido pela reportagem, o capital social administrado pela dupla gira em torno de R$ 900 mil.

Operação Stop Hate

As investigações começaram após denúncias de que perfis no Instagram estariam realizando manifestações contra a honra de políticos e outras autoridades públicas, extrapolando os limites da liberdade de expressão e incidindo em crimes contra a honra e perseguição.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) identificaram a utilização de perfis nas redes sociais para publicação reiterada de conteúdos ofensivos, difamatórios e injuriosos contra as vítimas, com indícios de prática sistemática de ataques virtuais e perseguição digital.

Em uma das publicações do perfil, houve a falsa imputação do crime de homicídio a um secretário municipal de Rondonópolis. No entanto, não existe nenhuma investigação contra o gestor. Em outras publicações, foram feitas acusações sem comprovação de corrupção contra integrantes do Poder Executivo municipal. Também foram disseminados vídeos e imagens criados por inteligência artificial, expondo as vítimas de forma vexatória.

Com base nos elementos apurados, foi possível identificar os responsáveis por uma empresa ligada aos perfis nas redes sociais, nos quais eram divulgadas imagens, vídeos e informações inverídicas em tom jocoso contra as vítimas. Diante das evidências, a Polícia Civil representou pela expedição de ordens judiciais contra os investigados, posteriormente deferidas pela Justiça.



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O motociclista que morreu em um grave acidente registrado na tarde desta terça-feira (19), na BR-364, em Pedra Preta, cidade vizinha de Rondonópolis, foi identificado como Higor Resende Bravo, de 32 anos. O corpo dele está sendo velado nesta quarta-feira (20), no Cemitério da Vila Aurora, em Rondonópolis.

O acidente aconteceu no km 174 da rodovia e envolveu uma motocicleta Honda CG 125 e uma carreta que seguia de Santa Catarina. Conforme as informações apuradas, o motociclista teria entrado na pista preferencial da carreta, provocando uma colisão lateral.

Com a força do impacto, uma das rodas da motocicleta acabou arremessada a cerca de 30 metros do local da batida. Higor sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local do acidente.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) controlaram o trânsito na região, que precisou permanecer totalmente interditado durante os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O motorista da carreta permaneceu no local e prestou esclarecimentos às autoridades. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.

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Um recém-nascido morreu na noite desta terça-feira (19), após ser encontrado abandonado entre paredes de uma residência no distrito de Cupissura, entre os municípios de Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba.

Moradores da região ouviram barulhos vindos da parede do imóvel e inicialmente acreditaram que se tratava de um animal. No entanto, ao verificarem o local, encontraram o bebê e acionaram equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo o coordenador do Samu de Caaporã, Janyo Carvalho, a criança ainda apresentava sinais vitais no momento do resgate e permanecia com a placenta. Durante o atendimento, os socorristas constataram que o recém-nascido era prematuro e apresentava quadro grave de hipotermia, além de arranhões pelo corpo e trauma na região do tórax.

Diante da gravidade, a equipe encaminhou o bebê ao Hospital Municipal de Alhandra. Em seguida, ocorreu a transferência de helicóptero para o Hospital de Trauma de João Pessoa, mas a criança não resistiu e morreu horas depois.

A Polícia Civil identificou a mãe do bebê, uma adolescente. Em depoimento, ela alegou dificuldades financeiras para manter a criança, além de dúvidas se o bebê seria bem-vindo. O caso segue sob investigação das autoridades.





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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), deu início a mais uma etapa da reforma da UPA 24 horas, desta vez atendendo o setor de internações da unidade. 

Após a entrega da nova recepção, totalmente modernizada e com padrão de qualidade semelhante ao de rede particular, as melhorias avançam para a estrutura interna, visando garantir mais conforto e dignidade para os pacientes e profissionais de saúde.

Devido à impossibilidade de fechar a UPA para realizar a reforma, o trabalho precisa ser feito com a unidade em funcionamento, portanto, por etapas. “Há mais de oito anos a UPA não recebia uma reforma. Encontramos a unidade totalmente deteriorada e precisamos realizar esse trabalho garantindo a continuidade dos atendimentos”, explica o secretário Municipal de Saúde, Mykaell Vitorino.

A primeira etapa da reforma entregou uma recepção renovada, com novas poltronas, mobiliário planejado, climatização, painel eletrônico para chamada de pacientes, além da revitalização completa do piso, da área externa e dos banheiros. 

Nesta nova fase, a reforma vai contemplar adequações nas áreas utilizadas pelos pacientes que estão em observação ou permanência provisória. Gradualmente, toda a unidade vai receber os serviços, com a garantia da gestão municipal em manter os atendimentos durante a execução dessas obras.

“Foi um pedido do prefeito Cláudio Ferreira realizar uma revitalização completa da UPA, para que a população, quando precisar dos serviços, encontre um local adequado e confortável. Aos poucos vamos mudando e melhorando a saúde de Rondonópolis”, reforça o secretário.



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Mais de 200 pessoas participaram, na noite de terça-feira (19), de um ato de filiação do Partido NOVO em Rondonópolis. O encontro foi realizado no auditório da Construtora Farias, na região da Vila Operária, e reuniu lideranças políticas, empresários, apoiadores e representantes de diversos segmentos da sociedade.

O evento foi organizado pelo pré-candidato a deputado estadual Neles Farias, que destacou a participação popular nas mobilizações da legenda em Mato Grosso. “Estamos construindo um projeto político baseado em responsabilidade, transparência e renovação. A presença expressiva da população mostra que existe espaço para uma nova forma de fazer política”.

Além de Neles, participaram da mesa principal o presidente estadual do NOVO, Rafael Iacovacci; a presidente municipal do partido, Raquel Mattei; os pré-candidatos a deputado federal Vinicius Santana e Vilmar Vigo (“Bolsonaro da Shopee”); o empresário Gilmar Mattei; Geane Lina Teles, liderança política feminina com atuação na região sul de Mato Grosso; o presidente estadual do AGIR, Pedro Ivo; e o empresário Anderson Farias.

Durante o ato, também houve manifestações de apoio ao nome de Marcelo Maluf como pré-candidato ao Governo de Mato Grosso.

Rafael Iacovacci destacou a mobilização realizada em Rondonópolis e afirmou que o encontro demonstra o fortalecimento da participação política no município. “Rondonópolis está de parabéns pela participação e pela organização do evento. O NOVO tem ampliado sua presença por meio do diálogo com a sociedade e da defesa de uma gestão mais eficiente e responsável”.

Segundo Neles Farias, o crescimento das mobilizações do partido no interior está ligado à busca da população por renovação política e melhoria da gestão pública. “A sociedade quer representantes mais próximos da realidade das pessoas, com compromisso de gestão e foco em resultado. O NOVO defende eficiência, menos burocracia e respeito ao dinheiro público”.

Marcelo Maluf afirmou que o partido pretende ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade mato-grossense nos próximos meses. “Mato Grosso precisa discutir gestão moderna, desenvolvimento econômico e valorização das pessoas. O NOVO está construindo esse debate com responsabilidade e participação popular”.



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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) retoma nesta quarta-feira (20) o julgamento que discute a validade do leilão da Fazenda Santa Emília, imóvel rural localizado em Nova Brasilândia, com aproximadamente 25 mil hectares e avaliado, segundo os autos, em mais de R$ 2 bilhões.

A propriedade acabou arrematada em 2018 por cerca de R$ 130,5 milhões pelo Banco Sistema S.A., instituição posteriormente associada à operação envolvendo o BTG Pactual, grupo comandado pelo banqueiro André Esteves.

A nova retomada do julgamento ocorre após o juiz convocado Antônio Veloso Peleja Júnior, relator do caso, pedir vista do processo durante sessão realizada no último dia 13 de maio, após analisar o voto da desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira.

Anteriormente, a magistrada também havia solicitado vista na sessão do dia 6 de maio. Com isso, o julgamento acabou interrompido pela segunda vez em menos de 10 dias, sem avanço na análise do mérito principal da ação.

A disputa judicial ganhou repercussão após a Camponesa Agropecuária Ltda. ingressar com ação autônoma pedindo a nulidade da hipoteca e do leilão da Fazenda Santa Emília.

Entenda porque a Camponesa entrou com ação para cancelamento de leilão

Segundo a defesa da empresa, o processo que culminou na arrematação do imóvel teria ocorrido em meio a supostas irregularidades processuais, contábeis e jurídicas.

Os advogados alegam que alguns executados não tiveram representação adequada no processo e sustentam que existiram falhas em citações, intimações e atos relacionados à penhora da propriedade.

Outro ponto levantado pela defesa envolve a origem da dívida executada. Conforme a tese apresentada pela Camponesa Agropecuária, os débitos estariam ligados a operações de securitização agrícola previstas na Lei Federal nº 9.138/1995, situação que, segundo os autores da ação, poderia impedir a constituição da garantia hipotecária nos moldes utilizados no processo.

A ação também questiona os cálculos utilizados durante a execução judicial. Documentos anexados pela defesa apontam que um cálculo judicial teria estimado a dívida em aproximadamente R$ 11 milhões, enquanto o Banco Sistema apresentou valor superior a R$ 75 milhões.

Os advogados da empresa sustentam ainda que a diferença entre os cálculos impactou diretamente no resultado do leilão e na forma utilizada para quitação da arrematação.

Outro ponto questionado envolve o intervalo entre as praças do leilão. Conforme a ação, o primeiro leilão ocorreu às 14h e o segundo às 15h do mesmo dia, situação que, segundo a defesa, teria reduzido a concorrência de interessados.

O caso segue em tramitação no TJMT e ainda não possui decisão definitiva. Até o momento, não havia posicionamento público atualizado do Banco Sistema/BTG Pactual sobre as alegações apresentadas pela defesa da Camponesa Agropecuária.



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Uma mulher acabou executada por faccionados na frente de amigos, na tarde desta terça-feira (19), no bairro Vila Bela, em Sorriso (MT). A Polícia Militar prendeu dois envolvidos no crime.

Conforme relatos, a PM recebeu o chamado por volta das 16h para atender uma denúncia de disparos de arma de fogo.

No local, os militares encontraram a vítima caída dentro da residência.

Imediatamente uma equipe dos Bombeiro recebeu o chamado, esteve na residência e constatou a morte da vítima.

De acordo com sites locais, a vítima sofreu dois tiros na cabeça. Preliminarmente, foi descoberto que ela teria sido alvo de integrantes de uma facção criminosa. A PM realizou a prisão de dois criminosos.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia.

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