Uma câmera de segurança flagrou o momento que um assaltante foi baleado pela PM após assaltar um estabelecimento comercial no centro de Rondonópolis. A rápida ação da polícia na tarde desta quarta-feira (21) evitou a fuga do criminoso.

De acordo com informações, a PM foi acionada por uma empresa de segurança a respeito de um roubo em andamento. Devido as equipes estarem próximas ao local flagraram o criminoso saindo da loja.

As imagens mostram que a PM assim que chega afasta as pessoas que estavam em um ponto de ônibus. Em seguida, o assaltante sai da loja, deixa bolsa e o capacete no chão e ao tentar pegar a arma de fogo na cintura acaba baleado por um policial militar.

Um popular que passava pelo local gravou o momento que o criminoso recebeu atendimento médico do Samu. Assista:

 

O estado de saúde do assaltante é considerado estável. Ele segue internado em uma unidade hospitalar.

De acordo com a PM, o criminoso tem inúmeras passagens policiais.

Vídeo do momento que o assaltante é baleado:

Leia também:

Criminoso é baleado durante tentativa de roubo no centro de Rondonópolis; vídeos

 





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O deputado federal José Medeiros (PL-MT) debateu políticas públicas para a habitação e o desenvolvimento urbano durante o 13º Encontro de Líderes organizado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), realizado nesta quarta-feira (21) em Brasília. Palestrante convidado pelo Confea e pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), Medeiros defendeu ações do legislativo e do Governo Federal em parceria com a iniciativa privada para ampliar o acesso a moradia e buscar soluções para os desafios do desenvolvimento sustentável no Brasil.

“Os conservadores brasileiros defendem políticas de habitação e desenvolvimento urbano que valorizam o papel do mercado e da iniciativa privada na construção de soluções efetivas para problemas estruturais do nosso país. É preciso discutir os desafios, barreiras e iniciativas, inclusive tecnológicas, que promovam o desenvolvimento e ampliem as oportunidades. É preciso ter vontade política para que o Estado não atrapalhe o desenvolvimento, que seja, de fato, um impulsionador, e que o Legislativo contribua com leis que facilitem o investimento do setor privado”, ressaltou o parlamentar mato-grossense.

Medeiros, que é membro das frentes de Infraestrutura e Engenharia e Desenvolvimento da Câmara Federal, disse que no Congresso Nacional existe uma vasta legislação tramitando sobre os temas do encontro, mas em parceria com o Sistema Confea/Crea e Mútua é possível definir as prioridades para uma atuação mais estratégica e assertiva.

“O Sistema Confea/Crea/Mútua pode contribuir com o Executivo e Legislativo na busca de soluções para os desafios do desenvolvimento urbano do Brasil”, frisou. Ele ainda, destacou o trabalho do Crea de Mato Grosso e agradeceu a oportunidade de participar de um painel tão importante que é a habitação e o desenvolvimento.

Além de Medeiros, participaram o encontro como palestrantes os deputados federais Beto Pereira (MS) e Saulo Pedroso (SP).



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O deputado estadual Cláudio Ferreira (PL), o Paisagista, criticou nesta quarta-feira (21) a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que comparou a guerra em Gaza com o Holocausto ocorrido na Segunda Guerra Mundial. O parlamentar reforçou sua solidariedade ao povo de Israel e lembrou que a fala de Lula reflete ações graves do governo petista.

“Alguns dizem que a fala do presidente Lula é superficial, mas nós sabemos que a atuação dele não está restrita somente a uma fala despropositada. Infelizmente o governo petista reafirmou que vai continuar contribuindo com uma agência que está sob suspeita de facilitar, de ter ligação, com o Hamas, portanto não se restringe só a uma questão superficial de uma fala, mas nós vemos uma atuação direta do governo Lula em usar o dinheiro público para ajudar uma instituição que está sendo acusada de colaborar com um grupo terrorista e com os ataques ao povo judeu”, disse Cláudio Paisagista durante a sessão na Assembleia Legislativa.

Após a fala de Lula, o governo israelense chegou a declarar nesta segunda-feira (19) que Lula é uma “persona non grata” para o país.

“Não perdoaremos e não esqueceremos, em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se retrate”, disse o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz.

O ministro ainda reforçou que a fala de Lula é “um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”. Pelo menos 6 milhões de pessoas morreram vítimas das ações de Hitler e dos nazistas.

Cláudio Ferreira ainda reforçou sua solidariedade ao povo judeu e afirmou que a declaração do presidente da República também despreza a base da cultura do Brasil.

“O PT está cavando o fundo do poço. Está envergonhando o país. Em nome da população brasileira, pedimos desculpa ao povo de Israel. Não se trata de uma questão só de uma postura de guerra de classe, não é pragmatismo, o governo Lula não é um governo pragmático, é um governo ideológico que despreza a cultura do povo brasileiro, que tem os seus fundamentos na cultura judaico-cristã”, declarou Ferreira.



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O deputado estadual Cláudio Ferreira (PL), o Paisagista, criticou nesta quarta-feira (21) a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que comparou a guerra em Gaza com o Holocausto ocorrido na Segunda Guerra Mundial. O parlamentar reforçou sua solidariedade ao povo de Israel e lembrou que a fala de Lula reflete ações graves do governo petista.

“Alguns dizem que a fala do presidente Lula é superficial, mas nós sabemos que a atuação dele não está restrita somente a uma fala despropositada. Infelizmente o governo petista reafirmou que vai continuar contribuindo com uma agência que está sob suspeita de facilitar, de ter ligação, com o Hamas, portanto não se restringe só a uma questão superficial de uma fala, mas nós vemos uma atuação direta do governo Lula em usar o dinheiro público para ajudar uma instituição que está sendo acusada de colaborar com um grupo terrorista e com os ataques ao povo judeu”, disse Cláudio Paisagista durante a sessão na Assembleia Legislativa.

Após a fala de Lula, o governo israelense chegou a declarar nesta segunda-feira (19) que Lula é uma “persona non grata” para o país.

“Não perdoaremos e não esqueceremos, em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao presidente Lula que ele é uma ‘persona non grata’ em Israel até que ele peça desculpas e se retrate”, disse o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz.

O ministro ainda reforçou que a fala de Lula é “um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”. Pelo menos 6 milhões de pessoas morreram vítimas das ações de Hitler e dos nazistas.

Cláudio Ferreira ainda reforçou sua solidariedade ao povo judeu e afirmou que a declaração do presidente da República também despreza a base da cultura do Brasil.

“O PT está cavando o fundo do poço. Está envergonhando o país. Em nome da população brasileira, pedimos desculpa ao povo de Israel. Não se trata de uma questão só de uma postura de guerra de classe, não é pragmatismo, o governo Lula não é um governo pragmático, é um governo ideológico que despreza a cultura do povo brasileiro, que tem os seus fundamentos na cultura judaico-cristã”, declarou Ferreira.

 

 



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A Polícia Militar flagrou um motorista conduzindo um veículo sob efeito de álcool (cerveja) e sem CNH, na manhã desta terça-feira (20). O fato ocorreu no Jardim das Flores, em Rondonópolis.

De acordo com informações, durantes rondas a PM visualizou o motorista conduzindo um veículo Corolla de cor vermelha e resolveu realizar a abordagem.

Em seguida, durante averiguação foi constatado que o condutor não possuía CNH ou permissão para dirigir e estava sobre influência de álcool. Além disso, os policiais encontraram no interior do veículo latas de bebidas alcoólicas e também o próprio condutor confirmou ter feito uso de bebidas alcoólicas.

Foi realizado o teste de n. 00073 de alcoolemia no sofro no aparelho BAF-300 de NS 03203 no qual acusou 0,18 ml/litros.

A PM confeccionou o boletim de ocorrência e realizou as providências cabíveis.



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Na data de terça-feira (20/2), o especialista brasileiro em mercado financeiro, Leandro Ruschel, divulgou em seu perfil no Twitter/X um vídeo alarmante: um funcionário da ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliando um membro do grupo terrorista Hamas a mover o corpo de um civil judeu. Este trágico evento remonta ao ataque perpetrado pelos terroristas contra Israel, datado de 6 de outubro de 2023. Câmaras de segurança registraram atividade criminosa ocorrendo na manhã do dia seguinte, no dia 7 de outubro. Veja:

O indivíduo identificado como colaborador da ONU é Faisal Ali Mussalem Al Naami, que figura nas filmagens vestindo preto. Notavelmente, Al Naami, funcionário da agência de assistência e obras das Nações Unidas para os refugiados palestinos no Oriente Próximo (UNRWA), desempenhava o papel de assistente social.

Ruschel denuncia em sua publicação que diversos colaboradores da ONU estiveram envolvidos com o Hamas durante o ataque terrorista, resultando no trágico falecimento de mais de mil judeus, muitos dos quais foram sujeitados a torturas e violências antes de sua execução. O atentado também resultou no sequestro de 253 israelenses.

 

As forças de defesa de Israel recentemente descobriram um centro de comando do Hamas no subsolo de um edifício que abriga a sede da agência da ONU na Faixa de Gaza, onde armas e suprimentos do grupo terrorista foram encontrados. Essas revelações levaram diversos países a suspenderem os repasses de ajuda humanitária à agência.

A ONU tomou medidas ao demitir os funcionários implicados na colaboração com o Hamas e iniciou uma investigação para apurar os fatos. Ruschel conclui sua publicação apontando que, enquanto isso, o ex-presidente Lula anunciou planos para aumentar as doações do Brasil à agência, mesmo após as evidências de colaboração com terroristas.

Recentemente, o governo de Israel declarou Lula “persona non grata” em resposta aos comentários do presidente brasileiro que equipararam Israel a Hitler, feitos durante uma discussão sobre a atuação das forças israelenses na Faixa de Gaza. Essa declaração foi amplamente criticada por Israel, que considerou as palavras de Lula uma “vergonha”.



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A Conferência Municipal de Tecnologia e Inovação já tem data marcada para acontecer: próximo 12 março, antecedendo a Estadual que ocorrerá no final do próximo mês. A definição saiu na reunião realizada pelo Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Comcit), na terça-feira (20), na sede da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciti), que fica localizada no complexo educacional de ensino superior Padre Lothar Bauchrowitz (Unemat).

A iniciativa, que visa fomentar o debate dos atores de todo o ecossistema do setor para estimular a inovação e tecnologia em Rondonópolis, está inserida no contexto da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que ocorrerá em Brasília, em junho próximo, com o tema Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil Justo, Sustentável e Desenvolvido.

“A realização de reuniões com as instituições e a sociedade civil organizada para tratar dessa temática é fundamental, pois o Município de Rondonópolis merece destaque no que se refere à Tecnologia e Inovação. Somos um polo estudantil e é de extrema importância a nossa participação na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação”, afirmou a secretária da pasta de Inovação, Neiva de Cól.

Realizada de maneira híbrida, ou seja, online e presencial, a reunião contou com a participação de conselheiros e convidados de instituições públicas e privadas de ensino e inovação.

Entre os quais, além da equipe a secretária Neiva, que preside o COMCIT, os professores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Roger Resmini e Fábio Nobo, da FASIPE, Marco Antônio Oliveira, e Ângela Marcia de Souza do Laboratório de Inovação, Tecnologia e Gestão de Rondonópolis (Colaborama).

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), está enfrentando questionamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca de suas declarações relacionadas à vacinação forçada contra a Covid-19 como requisito obrigatório para matrícula de crianças em escolas estaduais. Em resposta ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, Zema reiterou que a vacinação nunca foi compulsória para esse fim. O STF se manifestou após reclamação apresentada pelo PSOL. A resposta foi dada na segunda-feira (19).

O atrito é mais antigo: em fevereiro (16), decretos emitidos por pelo menos 19 municípios de Santa Catarina dispensando a apresentação de comprovante de vacinação forçada para matrícula na rede pública de ensino foram suspensos pelo ministro Cristiano Zanin. “No caso da vacinação contra a Covid-19, uma vez incluída no Plano Nacional de Imunização, não pode o poder público municipal normatizar no sentido de sua não obrigatoriedade, sob pena de desrespeito à distribuição de competências legislativas“, afirmou o ministro.

Paralelamente à decisão de Zanin, Moraes intimou Zema a explicar em até cinco dias suas declarações de que a vacinação das crianças não seria exigida nas escolas do seu estado. O pedido de esclarecimento é resultado de reclamação ajuizada por deputadas e vereadoras do Psol de Minas Gerais

Tudo começou assim: Zema, em um vídeo divulgado nas redes ao lado do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Cleitinho (PL-MG), afirmou que não exigiria a apresentação do cartão vacinal para a matrícula de estudantes na rede pública, incomodando os ministros do STF. Depois, Zema ainda reiterou, em entrevista à CNN Brasil, que as crianças deveriam frequentar o ensino público estadual mesmo sem a carteira de vacinação em dia.

Moraes disse que as informações solicitadas a Zema são cruciais para investigar se houve “violação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 754”. A fala de Zema entra em conflito com a determinação do então ministro Ricardo Lewandowski, em 2022, ordenando que os estados vacinassem menores de 18 anos contra a Covid-19.

A não obrigatoriedade do cartão de vacinação no ato da matrícula escolar entra em conflito com a posição do governo atual, que, em janeiro deste ano, incluiu a vacina contra a Covid-19 no plano obrigatório para crianças de até cinco anos. Diante dessa obsessão política, o discurso do governador foi interpretado como um gesto aos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na resposta enviada ao ministro em fevereiro (19), Zema esclareceu que, atualmente, a apresentação do cartão de vacinação para estudantes com até 10 anos é solicitada como uma forma de sensibilização aos pais/responsáveis sobre a importância dos cuidados com a saúde infantil. O governador questionou o uso do STF pelo PSOL, argumentando que a ação partidária teria a intenção de submeter diretamente ao Supremo Tribunal Federal um litígio de índole política.

No despacho recente contra o governador, Moraes afirmou que as justificativas de Zema seriam avaliadas para verificar se o governo de Minas Gerais tem cumprido a ordem do STF, que em 2020 determinou a vacinação completa de menores de 18 anos contra a Covid-19, ao julgar constitucional a vacinação compulsória.

Contudo, a decisão de 2020 não levou em consideração os alertas médicos sobre os riscos da vacinação obrigatória – como o da própria Pfizer – sobre todas as vacinas de mRNA em crianças e adolescentes, bem como os casos suspeitos de reações adversas e mortes associados à vacinação contra a Covid.

Zema respondeu dizendo que a imunização em Minas Gerais segue o calendário nacional de vacinação, e o governo estadual investiu significativamente em ações de imunização extramuros, destinando recursos consideráveis para a compra de vacimóveis, vans adaptadas para funcionarem como unidades itinerantes de vacinação. O total investido em 2023 foi de mais de R$ 260 milhões, com destaque para R$ 101 milhões repassados aos municípios. Para 2024, estão previstos mais R$ 100 milhões em recursos para incentivo à imunização.

O debate é antigo no Brasil

O Ministério da Saúde do regime petista incluiu a vacina contra a COVID-19 no Programa Nacional de Imunização (PNI), tornando obrigatória a vacinação contra a doença para crianças de 6 meses até 5 anos de idade a partir de 2024. Famílias que optarem por não vacinar as crianças nessa faixa etária podem ser multadas e perder benefícios sociais como o Bolsa Família.

A secretária de Vigilância do Ministério da Saúde, Ethel Leonor Noia Maciel, afirmou que o registro da vacinação contra covid será exigido no ato da matrícula escolar. “Temos já elementos muito robustos e contundentes que indicam a segurança e a efetiva da vacina”, afirmou Ethel. “No Brasil, tínhamos 4 mil pessoas morrendo todos os dias de covid. Hoje temos 42. Essa é a maior prova da efetividade da vacina”, afirmou a secretária, sem especificar os índices de mortalidade na faixa etária das crianças e sem considerar a possibilidade de imunização natural.

Além das crianças pequenas, o Ministério da Saúde deve priorizar a vacinação de outros grupos considerados mais vulneráveis, como pessoas com mais de 60 anos, pessoas com baixa imunidade, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, gestantes e presos.

Para o médico infectologista Francisco Cardoso, a decisão do governo Lula “infelizmente não é uma surpresa”. Segundo ele, as vacinas são comprovadamente ineficazes para deter a doença.

“Não há por que ficar usando as vacinas que não impedem a transmissão da doença, muito menos na faixa etária entre 6 meses e 5 anos, que não são, nunca foram e nunca serão um grupo de risco para covid. Em que pese ter havido óbitos nessa faixa, os casos fazem um traço no zero. Quando você joga a curva de mortalidade nas idades populacionais por faixa etária antes dos 11 anos, essa curva é praticamente uma linha reta. Só a partir dos 12 anos que a gente começa a ter alguma curva de mortalidade por covid, que sai um pouco da linha reta. Portanto, as crianças mais novas não são grupo de risco. Isso é falso, é mentira.”

“É inaceitável o governo usar um pretexto falso, mentiroso, sem evidências científicas, para justificar essa imposição. Isso vai gerar uma guerra na sociedade”, declara o infectologista. “Por outro lado, o governo não incorporou a vacina de dengue no PNI. Essa sim é uma vacina boa, testada, com qualidade. Muitas pessoas vão morrer de dengue esse ano porque o governo não incorporou essa vacina. Isso tem que ser combatido sem censura, sem medo de censura, vai morrer gente por conta dessas atitudes que o Ministério da saúde vem tomando”.

Não é por ignorância que estão ignorando os problemas da vacina. Em outubro (25), o regime petista publicou, no Diário Oficial da União, o Decreto n° 11.753, que institui o Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública. Enfrentamento esse, obviamente, de qualquer informação que prejudique a disseminação dessas vacinas – mesmo que seja informação da fabricante. Leia aqui a íntegra do decreto.

Não se esqueça

Antes de qualquer alegação de que “isso é problema apenas da AstraZeneca”, vale lembrar o seguinte: Ironicamente numa sexta-feira 13 de outubro, em nota publicada no site oficial, a Pfizer admitiu, pela primeira vez, os riscos graves, principalmente em crianças, de miocardite e pericardite associados ao uso das vacinas de mRNA aprovadas para a “prevenção” da covid-19 em todo o mundo.

Miocardite e pericardite. Os processos mencionados em tela são a respeito de Trombose Imunológica Induzida por Vacina com Trombocitopenia. Basta esperar, e as notas assumindo também estes riscos irão aparecer. Aliás, no processo de Scott, já é definitivo que a Trombose cerebral foi causada pela vacina. A defesa no processo apenas alega que não é responsável, já que “havia outros fatores que estimularam a condição”.

Em relação à vacina da Pfizer, no trecho das “INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SEGURANÇA”, eles deixaram o seguinte e primeiro alerta:

“Você NÃO deve receber COMIRNATY (vacina COVID-19, mRNA) se tiver tido uma reação alérgica grave a qualquer ingrediente da COMIRNATY ou a uma dose anterior de uma vacina Pfizer-BioNTech COVID-19.”

Em seguida, eles assumem que “existe uma chance remota de que a Comirnaty possa causar uma reação alérgica grave”, que “geralmente ocorre alguns minutos a 1 hora após uma dose da vacina.” Segundo eles, os sinais de uma reação alérgica grave podem incluir:

  • Dificuldade em respirar;
  • Inchaço da face e garganta;
  • Batimento cardíaco acelerado;
  • Erupção cutânea grave em todo o corpo e;
  • Tonturas e fraqueza.

Vale lembrar que, nas remessas de vacinação anteriores, que compartilham alguns dos mesmos ingredientes que a nova vacina Comirnaty, as alegações de efeitos adversos, como “dores, tonturas, fraqueza e batimento cardíaco acelerado” foram abundantes, principalmente entre os jovens. Isso, aparentemente, já é razão definitiva para se alertar com o primeiro aviso.

A Anvisa já havia informado, em 2021, que os Estados Unidos (EUA) relataram a ocorrência de casos de miocardite e pericardite causadas pelas vacinas. Mas agora, e só agora, é a vez da própria Pfizer, registrada pela Anvisa para uso no Brasil. Sem entrar no métiro da eficácia, toda a militância têm insistido na ficção dos soros anticovid, minimizando os graves efeitos adversos e as mortes suspeitas associadas à vacinação.

Com acusações de “negacionismo” contra qualquer pessoa pública ou cidadão comum que apresente dados contrários à narrativa adotada pela esquerda mundial no que ficou conhecido como o maior experimento médico e social já realizado, abafaram quase todas as evidências e pedidos de socorro de pessoas que denunciavam essas reações – e mortes – causadas pelas vacinas.

Crianças mortas, jovens com seus cérebros definhados, atletas infartados e pessoas paraplégicas – como jovem católico Julian Young, que foi obrigado a abandonar o seminário por conta do desenvolvimento de doenças auto-imunes após ter tomado vacina contra a COVID-19 – viraram apenas rastros e farelo por onde essa ganância sanitária marchou.

Agora, sem nenhum escrúpulo das mortes causadas, a Pfizer assume, depois de anos, a gravidade das reações adversas dessas vacinas, glorificadas como absolutamente puras e perfeitas, dogmas infalíveis da mídia. Sobre todos os tiposd e vacina autorizadas, eles assumem:

“As vacinas de mRNA contra a COVID-19 autorizadas ou aprovadas apresentam riscos aumentados de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) e pericardite (inflamação do revestimento externo do coração), especialmente na primeira semana após a vacinação. Para COMIRNATY, o risco observado [que é o mesmo] é mais elevado em homens entre os 12 e os 17 anos de idade.

Procure atendimento médico imediatamente se tiver algum dos seguintes sintomas após receber a vacina, especialmente durante as 2 semanas após receber uma dose da vacina:

  • Dor no peito;
  • Dificuldade em respirar;
  • Sensação de ter coração batendo, batendo ou batendo rápido.

Sintomas adicionais, especialmente em crianças, podem incluir:

  • Desmaio;
  • Fadiga incomum e persistente ou falta de energia;
  • Vômito persistente;
  • Dor persistente no abdômen;
  • Pele fria e pálida incomum e persistente.”

Reiteramos o trecho: “especialmente em crianças”.

A vacinação contra o vírus chinês foi imposta à população sem garantia alguma de eficácia. E agora? A “extrema-imprensa” está diante de um dilema: admitirão a censura e a perseguição a quem defendeu a autonomia médica e a liberdade do paciente ou manter-se-á guardiã de uma narrativa verdadeiramente imprudente e assassina. Acontece que, independente das narrativas, a realidade sempre se impõe e a Pfizer finalmente se manifestou oficialmente.

“A vacina Pfizer-BioNTech COVID-19 pode não proteger a todos”, declaram.



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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quarta-feira (21.02) a Operação Guilhotina para cumprimento de 10 ordens judiciais de prisões preventivas e de buscas, além de afastamento de sigilo de dados, contra um grupo investigado pelo roubo de carga de óleo e de um caminhão na região sul do estado.

Foram cumpridas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) três prisões preventivas e buscas em sete endereços nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

O inquérito instaurado pela GCCO apurou a atuação de um grupo criminoso envolvido no roubo a uma carreta que transportava 56 mil litros de óleo diesel. O crime foi registrado em setembro do ano passado contra o motorista do caminhão Mercedes Benz que fazia o transporte do combustível que saiu de Paulínia, no interior de São Paulo, com destino a Várzea Grande.

A investigação apontou que o grupo é liderado por A.J.D.C., de 45 anos, conhecido do meio policial e que já agiu em diversos roubos de cargas na capital e no interior do estado. O grupo conta ainda com a participação da mulher do líder criminoso, E.M.D.G.C., de 44 anos, e de um homem identificado como a pessoa que conduziu o caminhão roubado entre Rondonópolis e Várzea Grande.

Roubo em Rondonópolis

Quando o motorista da carreta tanque chegou a Rondonópolis, na noite de 20 de setembro passado, ele parou o veículo na entrada da cidade e solicitou autorização da transportadora para seguir a viagem até Várzea Grande. Ao voltar para a estrada, percebeu um problema na marcha e saiu do veículo para verificar o que teria acontecido. Nesse momento, a vítima foi abordada por um casal armado, que anunciou o roubo.

Os criminosos ordenaram que o motorista entrasse no caminhão e um deles ficou sentado atrás do banco do condutor apontando a arma de fogo contra a vítima, que foi ordenada que seguisse pela estrada e cruzasse a cidade de Rondonópolis. Logo depois, após passar por uma praça de pedágio na BR-364, foi mandado que a vítima parasse o caminhão perto de um veículo que os aguardava na beira da rodovia.

O motorista teve a cabeça coberta por um capuz, mas percebeu que um terceiro suspeito entrou no caminhão, quando ele então foi retirado da carreta e levado por um dos criminosos para dentro de um matagal, onde ficou durante o restante da noite. Na manhã seguinte, o criminoso recebeu uma ligação e depois amarrou as pernas da vítima com um cadarço e saiu do local. Minutos depois, a vítima conseguiu se libertar e caminhou até a rodovia, sendo socorrida até um posto de PRF e depois encaminhada a uma unidade da Polícia Civil.

Investigação

A GCCO identificou o trajeto do caminhão desde a subtração da carga de óleo e o veículo, modelo Fiat Pulse, que forneceu apoio à ação criminosa.

Em diligências, a equipe policial apurou que o veículo foi locado por uma empresa de transporte, de propriedade do casal investigado, e que foi devolvido à locadora um dia depois do roubo. Dias antes do roubo, o Fiat Pulse esteve em um endereço no Jardim dos Estados e depois no Jardim Paula 1, ambos em Várzea Grande.

O mesmo veículo esteve ainda no endereço da empresa do casal investigado e no mesmo dia seguiu para Rondonópolis, onde pernoitou, no dia 20 de setembro. A equipe da GCCO confirmou ainda o veículo era conduzido pelo líder do grupo criminoso, que estava com sua mulher.

Veículo apreendido 

Os policiais da unidade especializada identificaram ainda a pessoa que conduziu o caminhão após o roubo, abandonado em Várzea Grande no dia 21 de setembro, além do veículo que deu apoio a esse motorista, alvo de um dos pedidos de prisão preventiva.

O delegado responsável pelo inquérito, Mário Santiago Júnior, explica que o líder do grupo não participou ativamente no momento da abordagem à vítima, para evitar sua exposição e riscos, mas acompanhou toda a ação, mantendo-se a certa distância do caminhão alvo, porém acompanhando o veículo antes e após o roubo.



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