Em confronto com a Polícia Militar, três criminosos identificados como Matheus Patrik Felizardo Souza, 23 anos,
Thiago Brauno Freitas, 26 anos e Charles Brito de Souza, 31 anos morreram no Parque Universitário, em Rondonópolis-MT. Um outro comparsa de 31 foi preso pela PM. O fato ocorreu na madrugada desta quarta-feira (24).

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe Raio realizava rondas no bairro quando avistou o veículo HB20, de cor vermelha. Ao avistar a equipe, o motorista bruscamente desviou o rosto.

Os policiais então tentaram fazer a abordagem sinalizando para o motorista parar, mas conforme a PM o condutor não parou e começou a fugir.

Durante a fuga, os criminosos atiraram contra a guarnição que reagiram.

O motorista do carro identificado como Matheus,  pulou do veículo  ainda em movimento e correu em direção ao canteiro central da BR-364. Em seguida, sacou uma pistola e atirou em direção aos policiais enquanto corria. Os policiais reagiram e atiraram em Matheus, que caiu no canteiro.

Na sequência, o carro HB20 colidiu na proteção lateral da rodovia e os outros suspeitos continuaram fugindo a pé em direção ao Parque Universitário.

Durante o confronto, os policiais acabaram atingindo Charles e Thiago. O Samu esteve no local mas apenas constatou a morte de Matheus.

Já Charles e Thiago foram socorridos para ao Hospital Regional, mas não resistiram e morreram.

Os policiais apreenderam três armas de fogo utilizadas pelos suspeitos assim como uma certa quantidade de drogas.

O indivíduo de 31 anos foi encaminhado para  a 1ª Delegacia de Polícia sem ferimentos.

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Três criminosos com idades de 21 e 18 anos, membros da facção criminosa Comando Vermelho (CV), foram presos na noite desta segunda-feira (22) no município de Alto Taquari (487 km de Cuiabá) após promoverem foguetório e algazarra em um ponto de venda de drogas. A suspeita é de que o trio estivesse comemorando a morte do segundo-sargento Djalma Aparecido da Silva, de 47 anos, que foi executado com cerca de 10 tirosdurante a tarde, no município de Pedra Preta (240 km de Cuiabá).

Segundo informações do boletim de ocorrência da Polícia Militar, a prisão ocorreu após uma denúncia anônima apontar que na Rua Fortunato Rodrigues, esquina com a Rua dos Eucaliptos, estava ocorrendo muita agitação, soltura de fogos e disparos de arma de fogo. Em diligências pela região, uma guarnição da PM se deparou com um entregador de lanches chegando numa casa de portão verde e constatou um forte cheiro de maconha no imóvel.

Nesse momento, saiu da casa um outro rapaz, que se apresentou como morador do local e permitiu a entrada os militares para verificar a situação. Conforme o documento, quando os policiais entraram na casa encontraram drogas em diversos cômodos, desde um armário na cozinha até dentro dos quartos. Também foram encontradas uma balança de precisão, dinheiro em espécie, material para embalar droga e três cápsulas de munição calibre 38.

Ainda durante as buscas na residência, foi localizado um alvará de soltura que apontava que um homem havia sido detido no dia 18 de janeiro pelo crime de tráfico de drogas. Um celular foi encontrado jogado no quintal e outro aparelho celular foi achado quebrado, possivelmente para que não pudesse ser apreendido, evitando que informações sobre os traficantes fossem coletadas através de perícia, pois são integrantes da facção Comando Vermelho. Esta seria uma orientação da facção, de quebrar o celular, no momento da abordagem.

O caso foi entregue à Polícia Civil, que irá investigar se o trio realmente estava comemorando a execução do sargento Djalma Aparecido da Silva. A investigação do assassinado está sendo conduzida pela Polícia Civil enquanto uma força-tarefa composta por dezenas de militares estão em diligências para localizar os assassinos do militar.

CARRO

As forças de Segurança do Estado seguem na caçada aos criminosos na região Sul do Estado. Pela manhã, o Sandero prata usado na execução foi localizada uma região de mata no município de Pedra Preta.



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Delatado à Polícia Federal como mandante da morte de Marielle Franco, Domingos Brazão atuava com desenvoltura no espectro do Centrão da política fluminense, antes de virar conselheiro do TCE-RJ. Na última eleição presidencial na qual pôde se manifestar, declarou apoio à reeleição de Dilma Rousseff, em 2014.

Naquele ano, pediu votos para a então presidente, em carreata ao lado do deputado federal Eduardo Cunha (MDB). Meses depois, Brazão angariou apoio na Assembleia Legislativa do Rio, inclusive do PT, para ser indicado ao TCE. Na ocasião, Jorge Picciani, do mesmo partido de Brazão, presidia a Alerj.

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Na eleição em que Domingos Brazão apoiou Dilma, o MDB “rachou” estrategicamente. Parte da sigla optou pelo apoio à petista, e outra, pelo então candidato Aécio Neves (PSDB). Jorge Picciani, por exemplo, divergiu de Brazão e declarou apoio ao tucano.

Dessa forma, o MDB conseguiria garantir participação no futuro governo, independentemente de quem fosse escolhido presidente da República.

Em 2022, o deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, fez campanha para Bolsonaro no pleito contra Lula.

Em maio, a coluna revelou que Domingos Brazão havia sido apontado como o mandante da morte de Marielle por um dos investigados.



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Com o início das aulas previsto para o próximo dia 29 de janeiro, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou uma reunião de trabalho, nesta desta terça-feira (23), com os diretores e coordenadores escolares da rede municipal de ensino (Reme).

Realizada no auditório do Centro de Atendimento Comercial do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), localizado na rua Dom Pedro II, a reunião de trabalho com diretores e coordenadores teve como objetivo orientar e tirar dúvidas sobre o que será feito durante o ano letivo de 2024.

“Este encontro foi importante repassar aos diretores e coordenadores informações sobre o projeto pedagógico, tirar dúvidas sobre questões ligadas à gestão e administração das unidades educacionais, prestação de contas de recursos. Enfim, serviu para alinhar ações que serão aplicadas neste ano letivo”, disse a secretária municipal de Educação, Mara Gleibe.

A reunião foi acompanhada pelo presidente do Sanear, Paulo José, e o vereador Reginaldo Santos.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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Na manhã desta terça-feira (23), José Augusto Marins Rabelo, de 45 anos, morreu em um acidente na Avenida da FEB, em Várzea Grande. Conduzindo uma motocicleta de mil cilindradas, ele colidiu com outra moto, desencadeando uma sequência envolvendo também um carro de passeio. A vítima não resistiu aos ferimentos.

Segundo relatos do SBT Comunidade, os motociclistas desciam pela avenida em direção a Cuiabá, quando um dos condutores teria esbarrado no outro, resultando na perda de controle e queda de José Augusto.


A Guarda Municipal de Várzea Grande interveio para controlar o trânsito, enquanto a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Civil se dirigiu ao local para investigar as circunstâncias do acidente.

O acidente intensificou o caos no tráfego, levando ao bloqueio da avenida.

Motoristas estão sendo desviados para o bairro da Manga, com acesso à Avenida Dom Orlando Chaves.



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O texto aprovado em primeira votação, na semana passada, na Câmara Municipal de Vereadores, previsto para entrar novamente em pauta, nesta semana, com função de ajustar os termos finais do novo Plano Diretor de Rondonópolis, pode ser o gatilho para demissões em massa na cidade, prejudicando então sobretudo as chamadas classes populares.

A previsão é de empresários que há mais de 30 anos investem e conhecem a economia local, bem como suas tendências. Embora entidades representativas tenham se manifestado em audiências públicas, amparadas em pareceres técnicos, o texto elaborado pelo Executivo Municipal ignorou estas contribuições e fechou questão em controversos.

A avaliação quase unânime de quem vive o dia a dia dos setores da construção civil e imobiliário, por exemplo, talvez os mais crescentes da cidade, é que se emendas parlamentares não transformarem quase que por completo o conteúdo aprovado, em primeiro momento, será criado um ambiente hostil para o desenvolvimento dos diversos setores que dependem da engrenagem complexa que orbita na literal construção da cidade.

O grande temor é que o projeto do prefeito seja, na prática, um balde de água fria em cima de uma economia em plena ebulição.

“Temos a missão de gerar emprego na cidade e o setor da construção civil alimenta toda uma cadeia econômica. O que a gente pede é um bom senso do legislativo e executivo. Existiram sugestões de setores técnicos e a gente pede é para que estas contribuições sejam acatadas”, apela Neles Walter Farias, há 32 anos no mercado e responsável por gerar, diretamente, 150 empregos em Rondonópolis.

Ativo na vida institucional do setor que atua, sendo membro de destaque de agremiações como a Fecomercio, FCDL, CDL, ACOMAC/MT, Neles vê um enfranquecimento por completo de Rondonópolis, caso prospere a vontade inicial do Executivo Municipal.

“Cada empresa nova que chega na cidade traz novos impostos pra enriquecer o caixa local, agregar receita para termos hoje o orçamento de mais de R$ 2 bilhões no Município, que possibilitam as várias ações do Poder Público. Isso sem contar na geração de emprego direta que dá ao município toda esta força, reconhecida em todo Brasil. Não podemos ir na contramão das outras cidades de Mato Grosso, que estão fazendo de tudo para atrair capital. Nossos concorrentes são fortes”, alertou.

Dentre as possíveis alterações mais polêmicas, consta no Plano Diretor o aumento da margem de 100 para 200 metros da área não edificável às margens do Rio Vermelho, o que pode provocar a demolição de imóveis comerciais e residenciais que existem há décadas na localidade. Outra questão refere-se a limitações de andares em prédios verticais e de distância entre um condomínio e outro, dentre outros dispositivos legais que aumentarão decisivamente a burocracia e o custo, praticamente inviabilizando diversos empreendimentos já em fase de instalação.

O empresário Thiago Muniz exaltou os quase R$ 2 bilhões de compra e venda de imóveis na cidade, em 2022, para criticar a postura do prefeito e reiterar a chamada de atenção feita por Neles.

“O Executivo age neste plano diretor como se o recurso que vai para a Prefeitura não tivesse em boa parcela a contribuição deste setor e de tantos outros que estão sendo afetados com esse proposta. É como se a Prefeitura fosse uma empresa e estivesse disposta a criar dificuldades para um de seus melhores clientes, é insano. O Poder Público precisa ser técnico, político e sensível porque o percentual de erro precisa ser zero. O estudo de impacto desta proposta simplesmente parece que não existiu porque o que pode vir é uma catástrofe generalizada. Sorte da cidade é que os vereadores certamente corrigirão estas graves distorções”, manifestou-se.



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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou, nesta segunda-feira (22), o inquérito que apura uma suposta atuação de “milícias digitais” nas redes sociais para divulgação de desinformação contra às instituições brasileiras durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Esta é a nona vez que o magistrado prorroga o inquérito.

Com a decisão, a Polícia Federal (PF) terá mais 90 dias para concluir as investigações. O pedido de mais prazo para encerrar as investigações foi feito pelos delegados responsáveis pelo caso. Em setembro do ano passado, Moraes também prorrogou o inquérito pelo mesmo prazo.

O inquérito aberto no Supremo por determinação de Alexandre de Moraes avalia uma suposta atuação de organização criminosa para atentar contra o estado democrático de direito. Em outubro de 2023, Moraes incluiu o relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 janeiro nas investigações. O relatório marcou o fim dos trabalhos da comissão e indiciou 61 pessoas, entre elas, Jair Bolsonaro.

O material contém 1,3 mil páginas e 7 terabytes de arquivos digitais, incluindo imagens, vídeos e diversos documentos que embasaram os indiciamentos.

“NADA DA POLÍCIA FEDERAL BATER NA PORTA DOS DONOS DA CHOQUEI?”

Nikolas Ferreira atua para que caso Choquei não caia no esquecimento Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados; Foto: Reprodução

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), voz perseverante na luta por justiça à vida da jovem Jéssica Vitória, vem denunciando a impunidade seletiva no Brasil e o discrepante tratamento do Judiciário dispensado a grupos progressistas e conservadores.

– E nada da Polícia Federal bater na porta dos donos da Choquei? – questionou o parlamentar em seu perfil na rede social X, antigo Twitter, no dia 7 deste mês.

Nikolas cobrou, mais uma vez, punição aos envolvidos e voltou a lembrar da família de Jéssica Vitória, que anseia por justiça.

– A mãe da Jessica perdeu uma filha e nada será feito?

O deputado ressaltou que o perfil da Choquei segue ativo sem que qualquer providência tenha sido tomada.

– Choquei seguirá postando sem ser responsabilizada? – cobrou.

Em meio ao silêncio do Judiciário, da imprensa e das autoridades diante de um escândalo que revolta os brasileiros, o político desabafou:

– O Brasil é desanimador.

*Com informações Agência Brasil



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A coluna do Estadão informa nesta segunda-feira, 22, que o governo federal espera concluir até abril a divisão da Companhia de Docas do Rio Grande do Norte (Codern).

Hoje, a Codern é responsável pela administração de portos potiguares e de Alagoas. A ideia do presidente Lula é criar uma estatal específica para os portos alagoanos. Essa nova estrutura está sendo gestada a partir de tratativas dos ministérios dos Portos e Aeroportos e da Gestão e Inovação.

Segundo o Estadão, “é dado como certo que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), indicará a diretoria” dessa nova estrutura em Alagoas.

“A separação das docas do Rio Grande do Norte e de Alagoas dependerá de aprovação no Congresso. Uma das ações da Codern em execução em Alagoas é a obra de adequação de instalações gerais e de suprimentos no Porto de Maceió”, acrescenta a coluna do Estadão.

Segundo o Projeto de Lei Orçamentária Anual, a Codern tem orçamento anual de R$ 50 milhões. Pode não parecer muito, mas com uma estatal em mãos no Estado, Lira e seu grupo político teriam condições plenas de ampliar o seu poder na região. Detalhe: eles podem conseguir algo que nem o senador Renan Calheiros (MDB) – por mais que ele tenha se colocado à disposição do governo Lula – conseguiu.

Ao longo do governo Lula, Lira – que foi um grande defensor do governo Jair Bolsonaro – vem ganhando espaço junto ao Palácio do Planalto. Em um ano, ele entregou aquilo que prometeu ao governo Lula: reforma tributária, arcabouço fiscal, entre outras medidas.

Mas tudo tem um preço.

Depois da volta da refinaria de Abreu e Lima, vem aí uma nova “Codevasf”, a ser comandada pela turma de Arthur Lira, o superprotegido de Gilmar Mendes, que já ordenou até destruição de áudios no ex-inquérito sobre kits-robótica. O Brasil é mesmo promissor.

O Antagonista



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Um homem sofreu uma tentativa de homicídio no início da madrugada desta terça-feira (23), no  bairro São Sebastião, em Rondonópolis. A vítima foi atingida por diversos disparos.

De acordo com informações da PM, o chamado relatava uma pessoa alvejada por disparo de arma de fogo, atendida previamente pelo SAMU.

Ao chegar no local, a vítima já estava na viatura do SAMU recebendo os primeiros socorros. Sem identificação inicial, os profissionais conduziram a vítima ao Hospital Regional.

Durante esse período, os pais da vítima, Senhora A. e Senhor J., chegaram ao local com os documentos do ferido.

Com a chegada da Polícia Civil, a guarnição deslocou-se para a 1ª Delegacia de Polícia para o registro oficial da ocorrência e as providências cabíveis. A ação envolveu a GUPM Aurora 01.

O estado de saúde da vítima ainda não foi divulgado. A Polícia seguirá investigando o caso.



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Na madrugada desta terça-feira (23), Ivonei Paulo Piruchini, de aproximadamente 30 anos, perdeu a vida após ser brutalmente atingido por cerca de 8 disparos de arma de fogo. O crime ocorreu na rua José Barriga, no bairro Jardim Vera Cruz, em Rondonópolis-MT.

A perícia revelou que os disparos atingiram a cabeça, braços, costas e abdômen de Ivonei, que era monitorado por uma tornozeleira eletrônica.

O ataque aconteceu quando a vítima estava na rua José Barriga, sendo surpreendida pelo atirador. Mesmo tentando escapar, Ivonei foi alcançado pelo suspeito e atingido novamente.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado por testemunhas que ouviram os tiros, mas a equipe médica constatou o óbito ao chegar no local.

A Polícia Militar isolou a área, enquanto equipes da Polícia Civil e Politec também compareceram à ocorrência.



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