Um homem foi preso suspeito de obrigar o enteado, de oito anos, a comer pedaços de galhos e pedras em Uberlândia, a 537 km de Belo Horizonte. Uma câmera de segurança flagrou o momento. A mãe do menino também foi presa. Segundo a polícia, ela sabia das agressões contra o filho.

De acordo com a PM (Polícia Militar), o homem confessou a agressão. Ele teria alegado que se estressou com a criança após o menino comer ovos e ainda pedir mais do alimento.

Um circuito de segurança flagrou as agressões. Nas imagens, é possível ver que o suspeito pega um galho no jardim e direciona para a criança comer.

O menino aparenta resistir. Em seguida, o homem desfere um tapa no rosto do menino. O homem se abaixa e pega pedras no chão. Ele teria mandado o menino as colocar na boca e mastigar. Em seguida, agride a criança com outro tapa. A Polícia Civil investiga o caso.



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Thalita Pereira Diogo, de 25 anos, compartilhou em sua rede social a lataria retorcida do carro em que ela e o marido estavam no acidente que terminou com a morte de três pessoas na BR-163, em Itaúba.

A colisão aconteceu no dia 3 de fevereiro, quando o Volkswagen Gol onde estava o casal e um Fiat Pálio foram prensados entre duas carretas. Todos os mortos eram passageiros do Palio.

Nas imagens ela mostra o marido Eclezivaldo Soares da Silva, de 30 anos, se aproximando do que “sobrou” do veículo. Ele ficou internado e teve algumas fraturas em decorrência do acidente.

“Meu esposo tá bem vivo para a honra e glória do Senhor”, escreveu ela na legenda.

“Está lá fuçando o carro. Deixa esse negócio aí”, diz ela ao marido, que está compenetrado olhando o Gol.

Thalita explica que Eclezivaldo ainda tem uma sonda que deve ser retirada na segunda-feira (22).

Ela mostra também as duas Bíblias que estavam no veículo no momento do acidente. Uma delas ficou intacta; a outra toda amassada com a força do impacto.

“Aqui está até com marca de sangue”, mostrou.

O celular de Eclezivaldo ficou completamente destruído. Thalita mostra o aparelho com o vidro estilhaçado. “Entortou, bagaçou, quebrou”, disse.

“Antes de sair de casa fiz minha oração e li o Salmo 91”, completou.

Veja:



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(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 14 de fevereiro de 2024)

Até cinco anos atrás, ou um pouco mais que isso, Jair Bolsonaro era um deputado que já estava em seu nono partido, não tinha força nenhuma na política brasileira e aparentava ter todas as características necessárias para acabar sua careira no anonimato. De lá para cá, foi presidente da República, tirou do armário a direita brasileira e transformou-se no maior, mais popular e mais temido adversário do presidente Lula, do PT e de tudo que existe em volta de ambos.

Hoje, um ano após deixar a presidência e ser declarado inimigo público número 1 pelo Supremo Tribunal Federal, é o maior problema político do Brasil. Não é mais presidente. Está proibido de disputar eleições pelos próximos oito anos. A esquerda, e mais uma porção de gente, anuncia a sua prisão para breve. Deveria ser carta fora do baralho, por todas essas razões — mas não é. Ao contrário, a preocupação principal da vida pública brasileira neste momento é calcular qual será o tamanho da manifestação de rua que ele convocou para o fim do mês na Avenida Paulista.

Desde já, há análises para todas as preferências — e nenhuma sugestão coerente, até agora, para evitar o comício de Bolsonaro no lugar-símbolo do antilulismo no Brasil. A situação política vai ficar muito mais tensa se a Paulista encher, diz uma parte dos observadores. É uma aposta errada do ex-presidente, dizem outros: se a manifestação fraquejar, ele estará a caminho do necrotério; e se atrair uma multidão não vai mudar em nada a sua situação penal.

“Ninguém pensa que Lula convoque uma manifestação de apoio a Alexandre de Moraes para o mesmo dia e hora”

J. R. Guzzonone

Caso o protesto reúna uma multidão indiscutível, as forças que estão junto com Bolsonaro vão receber a sua maior injeção de adrenalina desde que ele saiu do governo, acreditam uns. Outros dizem que fazer o que ele está fazendo, com o seu apelo às ruas, é uma provocação ao STF e às instituições — numa hora dessas, o direito de livre reunião teria de ser reconsiderado, por razões superiores. Os argumentos vão por aí afora. O que não se vê é como impedir, sem o uso da força, que as pessoas saiam para a praça pública. Mais ainda, ninguém pensa que Lula convoque uma manifestação de apoio a Alexandre de Moraes para o mesmo dia e hora, com a ideia de mostrar quem é capaz de botar mais gente na rua.

Avenida Paulista vista do alto, em São Paulo | Foto: Pedro Magrod/Shutterstock

Até o fim de fevereiro ainda pode acontecer muita coisa, mas, haja o que houver, fica uma questão que vai muito além da situação jurídica do ex-presidente, da sua influência nas próximas eleições municipais e coisas parecidas. A questão é simples e não recebeu resposta convincente até agora: como é que Bolsonaro, depois de tudo o que aconteceu, que está acontecendo e que pode acontecer, consegue ter milhões de eleitores a seu favor e manter-se como o político brasileiro que é visto como o único capaz de se opor a Lula e ao petismo? É extraordinário, por qualquer tipo de raciocínio, que ele seja esse traço de união.

“Conseguiram transformar o deputado do baixo clero em ideia — e ideias não podem ser suprimidas por despachos do STF”

J. R. Guzzonone

Muita gente que irá à Avenida Paulista nunca votou em Bolsonaro na vida, não gosta dele nem da sua conduta, e jamais pensaria em sair de casa para ir a um comício convocado por ele — mas vão fazer isso porque veem em Bolsonaro, por mais chocante que seja a constatação, o único meio de expressarem seu apoio à liberdade no Brasil de hoje. Como foi possível se chegar à uma situação dessas? Os analistas de política têm o resto da vida para debater o tema, mas o ponto de partida para qualquer conversa racional a respeito é a pura e simples aversão terminal que Lula, o Supremo e o seu entorno criaram em torno de si. Conseguiram transformar o deputado do baixo clero em ideia — e ideias não podem ser suprimidas por despachos do STF. É realmente um fenômeno que só o Brasil de 2023 poderia produzir.



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Os usuários do transporte coletivo podem realizar a partir de hoje (14) a recarga dos cartões de passagens pela forma de boleto bancário. O tempo de validação dos créditos, diante do pagamento está sendo de até duas horas.

Para ter acesso ao sistema que gera os boletos, o usuário deverá preencher um pré-cadastro disponível no site da Autarquia Municipal de Transporte Coletivo de Rondonópolis (AMTCR). Depois deverá se dirigir ao Ganha Tempo para validar o cadastro, portando um documento pessoal com foto. No local, irá fazer uma identificação visual para o cartão que será entregue 24 horas depois, na prefeitura.

Realizado o cadastro e com o novo cartão na mão, o usuário poderá emitir pelo site os boletos para fazer a recarga. O tempo estimado para a liberação dos valores nos cartões está sendo de até duas horas, em decorrência da compensação no sistema bancário via boleto e liberação dos valores para a autarquia. Decorrido este tempo, os valores já estarão disponíveis no cartão do usuário para as viagens de coletivo pela cidade.

Se o usuário tiver créditos no cartão antigo e desejar transferir o valor para o novo cartão, deverá estar com os dois cartões para fazer a transferência. Este processo está sendo feito na prefeitura e no Ganha Tempo somente.

A presidente interina da AMTCR, Priscila Paiva, destaca que esta nova forma de pagamento, via boleto bancário facilita a vida do cidadão porque ele terá mais autonomia para a compra de créditos. “Estamos trabalhando para que o usuário tenha mais serviços a seu dispor e com qualidade, por isso estamos disponibilizando mais esta forma de pagamento no nosso sistema de transporte”, afirmou.

Até então, os créditos para a as passagens eram adquiridos nos pontos de vendas no Ganha Tempo (via PIX) e na Praça dos Carreiros e na prefeitura (por dinheiro ou Pix).

Acesse aqui o link para o cadastro: https://sbe-rondonopolis.datap…

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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O escrivão Antônio Roberto Rodrigues Constante, de 53 anos, morreu por suspeita de dengue hemorrágica, na madrugada desta quarta-feira (14), em Várzea Grande. Ele estava atualmente lotado na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Várzea Grande.

O policial deu entrada na unidade de pronto-atendimento, na manhã de segunda-feira (12), sendo encaminhado para UTI, onde foi intubado, porém não resistiu. O velório do policial é realizado nesta quarta-feira (14), na Funerária Santo Antônio em Várzea Grande.

O sepultamento do corpo está marcado para as 15 horas no Cemitério Parque Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá, na Capital.

Por meio de nota, a Polícia Civil lamentou o falecimento do servidor. “A Polícia Civil lamenta a morte do servidor que dedicou tantos anos de sua vida à instituição e presta condolências aos amigos e familiares”.

EPIDEMIA

Mato Grosso já registrou 4.012 mil casos possíveis de dengue em apenas 11 dias. Segundo dados do Ministério da Saúde, os números mais que dobraram. Até dia 2 de fevereiro foram detectados 1.810 casos prováveis da doença. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) elaborou um Plano de Contingência para enfrentamento das arboviroses.

 O documento contém as ações estratégicas a serem adotadas pelo Estado e municípios com o objetivo de fortalecer a prevenção e controle das doenças. Em Tangará da Serra, (242 km de Cuiabá) , a prefeitura decretou estado de emergência, no dia 7 de fevereiro, após uma epidemia de dengue e chikungunya na cidade. Conforme dados da Secretaria Municipal, neste ano, foram registradas 766 notificações de dengue e 555 notificações de casos de chikungunya.

Segundo o Ministério da Saúde, uma pessoa já teve a morte confirmada por dengue no Estado, e 3 óbitos estão sendo investigados. Mato Grosso ficou de fora da lista dos estados que receberão doses da vacina contra a dengue, conforme anúncio feito pelo Ministério da Saúde no dia 25 de janeiro.

A decisão aconteceu porque não há doses o suficiente para todos os estados, por isso, foram definidos critérios de priorização para a escolha dos municípios. As doses serãob entregues por ordem de prioridade – onde há casos mais graves e em maior volume – e em etapas. Até o momento, não há previsão de entrega de doses em Mato Grosso. (Com informações da assessoria)



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A comunidade do Naboreiro foi a primeira região a ser contemplada pelo projeto Galinheiros para as Comunidades. Serão entregues para 20 famílias, 20 Kits de incentivo à produção de frango no sistema de criação caipira, o projeto conta com o acompanhamento de um zootecnista.

Cada kit é composto por 4 comedouros de 5kg cada, 4 bebedouros de 5 litros cada e 2 bebedouros automáticos. Quanto à ração, são fornecidos 9 sacos de 40kg para a criação de frangos de corte inicial, e 3 sacos para a criação de frangos de corte final, também com 40kg cada. Além disso, são disponibilizados 100 pintinhos.

Durante o mutirão na região do Naboreiro, no último dia 27 de janeiro, já foram entregues aos produtores os comedouros e bebedouros.

Conforme acordado durante o evento, no dia 01 de fevereiro foi realizada a entrega das rações para os animais. Nessa ocasião, foram beneficiadas as 5 primeiras famílias participantes do projeto, e no dia 5 de fevereiro, foi concluída a entrega de 500 pintinhos de raça comprovada para produção de carne.

“A comunidade recebeu o projeto de braços abertos e estão felizes com o subsídio da prefeitura, fomentando assim a geração de renda das famílias contempladas”, explicou o secretário adjunto de Agricultura e Pecuária, Ramon Borges.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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O juiz Aroldo Jose Zonta Burgarelli julgou improcedente a ação ajuizada contra a Prefeitura de Rondonópolis que cobrava um recurso da ordem de R$ 12,8 milhões, requeridos pelo Hospital Santa Casa, que teriam sido retidos nos cofres públicos do município.

De acordo com a decisão do juiz da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, o referido atraso não foi reconhecido e na maioria dos itens elencados no processo, o hospital não apresentou ou demonstrou os documentos que comprovem os serviços prestados e/ou a produção solicitada.

A sentença aponta que o hospital estava cobrando valores que não tiveram a comprovação de que o serviço foi prestado “… não demonstrou a produção apurada no período de 2020, 2021 e 2022 […] visto que ausente qualquer planilha discriminada ou comprovantes de realização de cirurgia ou demais procedimentos.”

Segundo o procurador geral do município, Rafael Santos de Oliveira, dos quase R$ 13 milhões apontados, o juiz reconheceu que o município não estava em atraso, apontando que apenas um valor de R$ 45 mil reais ainda aguarda repasse. “O juiz disse que eles queriam receber valores que não haviam sido auditados e ainda condenou o hospital a pagar 10% de honorários sucumbenciais”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai recorrer das medidas restritivas impostas a ele pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Operação Tempus Veritatis, realizada na última quinta-feira (8) pela Polícia Federal (PF). Uma das contestações a serem feitas pelo ex-chefe do Executivo será a apreensão de seu passaporte.

A apresentação do recurso por Bolsonaro foi confirmada nesta quarta (14) pelo advogado e ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, à CNN Brasil. De acordo com a emissora, o argumento que será utilizado pela defesa do ex-presidente é que não há elementos que justifiquem a apreensão do documento.

Outro ponto que será citado pela defesa de Bolsonaro é que, ao deixar o Brasil por ocasião da posse de Javier Milei na Argentina, o ex-presidente comunicou o fato às autoridades. Por fim, os advogados pretendem citar que Bolsonaro já teria diversos convites para eventos e atividades no exterior com datas definidas.

Uma dessas agendas, segundo Wajngarten, seria um convite feito a Bolsonaro por autoridades de Israel para que o ex-presidente visite os locais onde ocorreram ataques do grupo terrorista Hamas e encontre familiares de reféns no conflito na Faixa de Gaza. Além desse, também estariam entre os compromissos no exterior uma visita a campos de concentração na Polônia e encontros no Bahrein.



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Wagner da Silva Macedo, de 34 anos, morreu enquanto pilotava sua motocicleta na noite desta terça-feira (13). A vítima se envolveu em um grave acidente com um ônibus de viagem no bairro Belo Horizonte, em Rondonópolis.

Conforme informações preliminares, o condutor da motocicleta teria invadido a preferencial quando atingiu o ônibus, ficando preso no eixo traseiro do veículo.

De acordo com relatos, o motorista do ônibus informou que estava chegando de Cuiabá para fazer a conversão e sair da BR 163/364 e entrar na Avenida Ítalo Corrêa da Costa, quando o condutor da moto o surpreendeu, invadiu a preferencial e colidiu com o ônibus.

Além disso, o motocicleta estaria com os faróis desligados e o piloto estaria em alta velocidade.

A vítima teve a perna decepada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local e constatou a morte da vítima.

A dinâmica do acidente será investigada pela Polícia Civil.

Vídeo:


 




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