A Polícia Militar prendeu três criminosos após um roubo a residência, na manhã desta quarta-feira (29), na BR-364, sobre a ponte do Rio Vermelho, em Rondonópolis. A equipe recuperou um veículo levado no crime ainda durante a fuga.
Conforme informações preliminares, a ação iniciou após a equipe receber o chamado sobre criminosos que invadiram uma casa, realizaram o roubo e fugiram. Durante diligências, equipes da PM localizaram o veículo e, após tentativa de fuga, os policiais conseguiram realizar a abordagem, impedindo a continuidade da fuga e efetuando as prisões.
Um vídeo gravado por um motorista mostra o momento da ação, incluindo uma manobra rápida da viatura. As imagens também registram a detenção dos envolvidos e a recuperação do veículo.
A Polícia Militar segue em diligências e novas informações oficiais devem ser divulgadas em instantes.
A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da 2ª CIPMPA de Rondonópolis, capturou um foragido da Justiça na terça-feira (28), após compartilhamento de informações com equipes da PM de Goiás. O homem possuía mandado de prisão definitiva em aberto pelo crime de estupro de vulnerável.
De acordo com as informações, o suspeito era procurado pela Justiça de Goiás, com ordem expedida pela comarca de Luziânia. A condenação já havia transitado em julgado, com pena superior a 11 anos em regime fechado, conforme consta no mandado judicial .
A ação contou com apoio integrado entre equipes da ROTAM da PMGO, setores de inteligência e unidades operacionais ligadas ao 5º Comando Regional. Após a localização, o indivíduo acabou detido e encaminhado para os procedimentos legais.
A ocorrência resultou na captura de um foragido, reforçando a atuação conjunta entre forças de segurança de diferentes estados no combate a criminosos com mandados em aberto.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29.4), a Operação Sem Rastros, para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigação sobre a atuação de membros de uma facção criminosa envolvidos em crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, ocorrido em fevereiro de 2026, no município de Araputanga.
Na operação, são cumpridas 12 ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva, um mandado de internação provisória, quatro mandados de busca e apreensão e quatro quebras de sigilo telefônico, expedidos pela Vara Única de Araputanga.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Araputanga, Indiavaí, Cáceres e Figueirópolis D’Oeste. Além das medidas executadas na operação, no curso das investigações foram concedidas outras ordens judiciais que contribuíram para o avanço das apurações.
Desaparecimento
As investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia de Araputanga iniciaram com o registro de boletim de ocorrência noticiando o desaparecimento da vítima, vista pela última vez em 20 de fevereiro de 2026. Ao longo de aproximadamente dois meses de investigação, foi possível identificar cinco autores com participação direta na execução da vítima.
Durante o trabalho investigativo, foram reunidos diversos elementos probatórios que subsidiaram a operação, entre os quais relatórios de investigação, termos de interrogatório, representações, além de registros de áudio e vídeo que confirmaram a participação do grupo criminoso no crime.
Os trabalhos também contaram com o apoio do Corpo de Bombeiros de Pontes e Lacerda e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que atuaram nas buscas pelo corpo da vítima e na realização de perícias técnicas, contribuindo de forma relevante para o esclarecimento dos fatos.
Dinâmica do crime
Segundo as investigações, a vítima vinha sofrendo ameaças de integrantes da facção criminosa, em razão de rumores de que teria praticado crime de natureza sexual contra uma mulher.
No dia dos fatos, a vítima teria sofrido uma emboscada arquitetada pelos autores na residência de um dos envolvidos.
Com planejamento prévio, os criminosos agiram de forma coordenada para suprimir a capacidade de defesa da vítima, que, em seguida, foi conduzida às margens do Rio Jauru, onde foi assassinada com golpe de faca na região do pescoço, sendo degolada pelos executores.
Após a execução, os autores ainda tentaram apagar os rastros incendiando o corpo da vítima e lançando-o nas águas do Rio Jauru, em evidente tentativa de dificultar o trabalho investigativo da polícia.
Cabe destacar que um dos autores, indivíduo já conhecido no meio policial pela prática reiterada de crimes graves e que se encontrava monitorado por tornozeleira eletrônica, rompeu o dispositivo logo após a execução do delito e empreendeu fuga em direção ao município de Cáceres.
Nome da operação
O nome da operação faz referência à forma de atuação dos integrantes do grupo criminoso, que agiram na execução e ocultação do corpo da vítima tentando apagar todos os vestígios, para que o corpo não fosse localizado, na tentativa de não deixar rastros para o esclarecimento do crime.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Proposta destina patrimônio apreendido à indenização das vítimas e a fundos de proteção a crianças
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1882/2019, de autoria do deputado federal José Medeiros (PL), que prevê o confisco de bens utilizados em crimes contra crianças e adolescentes. A proposta, que endurece as punições, agora segue para votação no plenário.
O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para determinar que todo bem usado ou obtido por meio de crimes como tráfico de menores, exploração sexual e produção de conteúdo ilegal seja apreendido e destinado à reparação das vítimas ou aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O texto estabelece que, além da responsabilização criminal, os envolvidos poderão perder veículos, imóveis, valores em dinheiro e outros bens ligados aos crimes. A proposta também autoriza o bloqueio desses bens ainda durante a investigação, quando houver indícios suficientes. Além disso, permite que itens apreendidos, como veículos e equipamentos, sejam utilizados pelas autoridades no combate a essas práticas.
O projeto também prevê a cassação da licença de funcionamento de estabelecimentos envolvidos nesses crimes, ampliando as sanções administrativas aos responsáveis.
Na justificativa, Medeiros afirma que a proposta busca fortalecer o enfrentamento a crimes considerados graves e garantir que os prejuízos causados às vítimas sejam reparados com recursos provenientes dos próprios autores.
“Quem comete esse tipo de crime precisa responder não só com a prisão, mas também com o patrimônio. Não é justo que vítimas fiquem com o prejuízo enquanto criminosos mantêm bens adquiridos ou utilizados nessas práticas. Nosso objetivo é endurecer o combate e garantir que esses recursos sejam revertidos para reparar danos e proteger outras crianças e adolescentes”, afirmou.
A proposta já havia sido aprovada nas comissões de Segurança Pública e de Seguridade Social e recebeu parecer favorável na CCJ, sob relatoria da deputada Bia Kicis, que considerou o projeto constitucional e destacou seu impacto na proteção de crianças e adolescentes.
“As inovações propostas pelo projeto certamente contribuem para o aprimoramento da legislação, conferindo mais efetividade na proteção das crianças e adolescentes, assim como no combate ao crime e no fortalecimento da segurança pública”, afirmou a relatora.
O Conselho Municipal de Defesa do Consumidor (Condecon) se reuniu nesta terça-feira (28) sob a presidência do coordenador executivo do Procon (Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor), Rubson Guimarães, para deliberar sobre a prestação de contas do Fundo Municipal de Defesa dos Direitos Difusos (FMDD), composição dos membros gestores do fundo, propostas para aplicação do dinheiro do fundo nos próximos meses e relatório de atividades do Procon. A reunião que foi ordinária ocorreu na sede do Procon Rondonópolis.
No tocante a composição do conselho curador do fundo para os próximos dois anos, foram aprovados para vice-presidente, a representante do Executivo Municipal, Tâmidi Queitussi Soares Ritter Souza, como conselheiro titular, o representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rondonópolis (CDL), Marcus Daniel Marcussi, além do presidente do Condecon. Já a secretaria executiva ficou com a assessora jurídica do Procon, Jéssica Mikaelle Rodrigues de Oliveira.
Depois dos números serem apresentados para os conselheiros pela presidência, houve a deliberação para aplicação de parte do fundo disponível na conta, com sugestões para investimento na aquisição de um sistema digital para o órgão, reforma do prédio e compra de veículos. Foi aprovada a apresentação de orçamentos para posterior deliberação.
O conselho que é formado por servidores públicos e representantes de entidades deverá se reunir de forma ordinária uma vez por mês e em caráter extraordinário, quando houver necessidade.
Esta primeira reunião contou com a presença de representantes da Defensoria Pública, CDL, Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis (ACIR), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção de Rondonópolis, Conselho do Idoso, Executivo Municipal e Defensoria Pública, além de servidores do Procon.
Os atletas amadores de Rondonópolis já estão se preparando para participar de mais uma edição da Corrida do Trabalhador. O evento esse ano conta com o apoio da Prefeitura que vai viabilizar parte da premiação, estrutura e frutas para o final da prova. A largada está marcada para as 17h desta sexta-feira, 1º de maio.
Estão sendo esperados mil participantes que vão correr 6 km, pelas avenidas Bandeirantes e Tiradentes. A largada deve acontecer em frente ao novo terminal do transporte coletivo, na avenida Fernando Corrêa da Costa. O número de peito e o chip serão entregues nesta quinta-feira (30), das 10h às 17h30, na loja Boca Sports no centro da cidade, sendo voluntária a doação de um litro de leite.
Os cinco primeiros colocados vão ganhar premiação em dinheiro, tênis, além de troféus e medalhas disponibilizados pela Município, por meio da Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer. Além de concorrer pela faixa etária, haverá também premiação especial para os servidores públicos que participarem da corrida.
“É uma corrida para fomentar o esporte na cidade e prestigiar somente os moradores de Rondonópolis. Queremos valorizar também os nossos servidores, por isso separamos uma categoria especial para esses trabalhadores atletas”, comentou o secretário adjunto de Esporte e Lazer, Reydner Souza.
Essa edição da Corrida do Trabalhador não terá camiseta personalizada do evento para valorizar as assessorias que trabalham na área, portanto os corredores poderão estar uniformizados conforme suas equipes.
A Polícia Militar atendeu um acidente com morte na madrugada desta terça-feira (28), na rodovia MT-246, entre Barra do Bugres e Tangará da Serra. Um motociclista, ainda não identificado, morreu após colisão frontal com uma caminhonete durante uma tentativa de ultrapassagem.
Conforme informações apuradas, o condutor de uma caminhonete F1000 seguia no sentido Barra do Bugres ao Distrito de Assari quando iniciou uma ultrapassagem. No momento da manobra, ele bateu de frente com uma motocicleta Honda Bros que vinha na direção contrária. O impacto derrubou o motociclista, que morreu no local.
O motorista da caminhonete recebeu socorro e seguiu para uma unidade de saúde. Equipes da PM isolaram a área e organizaram o atendimento inicial. A Polícia Civil assumiu o caso e investiga as circunstâncias da colisão.
Ações foram realizadas pelo vereador Professor Alikson Reis, na Escola Estadual Major Otávio Pitaluga
O vereador Professor Alikson Reis (Podemos) realizou palestras na Escola Estadual Major Otávio Pitaluga, em Rondonópolis, com foco no combate ao bullying e na conscientização de estudantes sobre os impactos da violência no ambiente escolar.
Durante os encontros, o parlamentar destacou a importância do diálogo, da empatia e da denúncia como ferramentas fundamentais para enfrentar o problema. “O bullying não é brincadeira. Ele machuca, deixa marcas profundas e pode trazer consequências graves. Precisamos enfrentar isso com seriedade, dentro e fora da escola”, afirmou.
A assistente social Simony Tavares reforçou a gravidade do tema e a necessidade de ampliar a conscientização. “Hoje a gente precisa realmente conscientizar os alunos, não só os alunos, mas a população fora da escola. Porque, a cada dia que passa, o bullying está mais agressivo, está tendo morte, suicídio. Então não é uma brincadeira, é coisa séria. E eu vejo o professor, ele bate doído nessa tecla. Então a importância dele estar vindo na escola e dar esse testemunho nessa palestra para nós”, destacou.
Entre os estudantes, a mensagem também teve impacto. Para Arielly Nogueira, a atitude de intervir pode fazer a diferença. “É muito importante, porque se eu ver alguém sofrendo bullying, eu vou tentar ajudar essa pessoa, ficar do lado dela, levar até a direção da escola e ajudar a denunciar. Ninguém gosta, machuca muito, deixa a pessoa muito mal, com depressão. Não é bom fazer isso com ninguém”, relatou.
Além das ações na escola, o vereador é autor de um projeto de lei já aprovado pela Câmara Municipal que institui o Mês Municipal de Combate à Violência nas Escolas, celebrado anualmente em abril. A proposta prevê a realização de campanhas educativas, palestras, rodas de conversa e atividades pedagógicas envolvendo toda a comunidade escolar.
Segundo o parlamentar, a iniciativa busca fortalecer o ambiente educacional e garantir mais segurança para alunos e profissionais. “A escola precisa ser um espaço de acolhimento, respeito e aprendizado. Esse projeto vem para mobilizar toda a sociedade na prevenção da violência e na construção de uma cultura de paz dentro e fora das salas de aula”, concluiu.
Uma criança foi resgatada pela Polícia Militar após ser sequestrada e mantida em cárcere privado por quatro criminosos, na sexta-feira (24), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Segundo as informações, o menor já estava sob ameaça de execução durante um suposto “tribunal do crime”.
De acordo com a PM, moradores acionaram as equipes ao presenciarem o momento em que o grupo levou o menino à força, segurando-o pelos braços, até uma residência localizada na Rua dos Operários, no bairro Vila Arthur. Diante da denúncia, os policiais se deslocaram rapidamente até o endereço indicado.
No local, os militares encontraram a criança sendo mantida sob contenção pelos suspeitos. A vítima relatou que sofreu agressões e recebeu ameaças constantes. Conforme o depoimento, os criminosos pretendiam executar o menino e chegaram a obrigá-lo a cavar a própria cova em uma área próxima conhecida como “Fazendinha”.
Ainda segundo o relato, a motivação do crime teria ligação com a suspeita de que a criança teria cometido furtos na região. O menor apresentava lesões no rosto, compatíveis com agressões físicas.
A ocorrência seguiu encaminhada para a Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.
Na manhã desta terça-feira (28), por volta das 10h50, a Polícia Militar Ambiental realizou a prisão de uma mulher por poluição sonora em uma residência localizada na Avenida Dudi Nunes, no bairro Jardim Primavera, em Rondonópolis.
A ação ocorreu durante fiscalização motivada por diversas denúncias de moradores, que relataram som em volume excessivamente alto de forma recorrente. No local, os policiais realizaram medição com decibelímetro e constataram 87,2 decibéis emitidos pelo equipamento de som. Após várias tentativas de contato, a moradora se recusou a atender a equipe e chegou a afirmar que não seria presa.
Diante da resistência, a guarnição entrou no imóvel e efetuou a detenção. Com o aparelho desligado, uma nova aferição apontou 47,7 decibéis, confirmando que o som era o responsável pela poluição sonora. Vizinhos relataram que a situação já se arrastava há tempos, com registros anteriores e denúncias formalizadas.
A suspeita seguiu encaminhada à delegacia junto com o equipamento apreendido para as providências cabíveis.