O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou, em abril de 2024, de uma degustação do famoso uísque Macallan, em Londres, ao lado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e de figuras como o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. O encontro ocorreu no George Club, um clube privado localizado em uma das áreas mais caras da capital britânica.

A reunião teve duração aproximada de duas horas e reuniu autoridades brasileiras que estavam na cidade para o 1° Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, realizado entre 24 e 26 de abril de 2024 com patrocínio do Banco Master. Durante a experiência, os convidados participaram de uma degustação do uísque escocês Macallan e tiveram acesso a charutos oferecidos no local.

De acordo com documentos da organização do evento encaminhados pela Polícia Federal à CPMI do INSS, a degustação custou 640,8 mil dólares, valor equivalente a cerca de R$ 3,2 milhões na cotação da época. O montante incluiu a experiência com o uísque, além de serviços gastronômicos e de entretenimento oferecidos no clube.

Cerca de 40 pessoas participaram do encontro. Entre os presentes estavam Alexandre de Moraes; o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; os ministros do STF Dias Toffoli e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves; o procurador-geral da República Paulo Gonet; o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski; além do próprio Daniel Vorcaro.

Em mensagens enviadas à então namorada, Martha Graeff, Vorcaro comentou o evento destacando a presença de autoridades.

– Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc. E euzinho discursando – escreveu o empresário.

Ao final da degustação, os convidados receberam uma garrafa de uísque Macallan como presente. Dependendo da edição e do tempo de envelhecimento, os preços da bebida variam bastante: versões mais comuns custam cerca de R$ 1 mil, enquanto exemplares raros podem ultrapassar 100 mil dólares (R$ 517 mil na cotação atual).

O encontro foi citado posteriormente na sessão reservada do STF realizada no dia 12 de fevereiro deste ano, quando ministros discutiam a permanência de Dias Toffoli como relator de investigações relacionadas ao Banco Master.

Na ocasião, Moraes afirmou que integrantes da Corte e o chefe da PF estiveram no evento em Londres e que a participação não representaria impedimento para atuação deles.

– Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan [o uísque escocês] – disse Moraes no STF.

Documentos enviados à CPMI indicam que a série de eventos organizados em Londres entre 24 e 26 de abril de 2024 teve custo total de 6 milhões de dólares (R$ 31 milhões). A programação incluiu hospedagem no hotel de luxo The Peninsula, jantares e encontros privados em clubes da cidade, apresentações musicais e atividades de hospitalidade para cerca de 60 a 70 convidados.



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Um bombeiro militar da reserva acabou preso após ameaçar a companheira e incendiar a própria residência na tarde de domingo (8), em Ceilândia, no Distrito Federal. A Polícia Militar atendeu a ocorrência depois que a mulher conseguiu fugir da casa e pedir ajuda a vizinhos.

De acordo com informações da polícia, durante uma discussão o homem passou a ameaçar a vítima utilizando uma arma de choque. Diante da situação, a mulher saiu do imóvel para se proteger e buscou auxílio nas casas próximas.

Após a saída da companheira, o suspeito ateou fogo na residência. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para controlar a situação. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o homem em aparente surto, sendo retirado do local e carregado por socorristas em uma maca.

O suspeito recebeu voz de prisão e seguiu encaminhado para a 15ª Delegacia de Polícia, onde o caso recebeu registro e permanece sob investigação.

Vídeo:





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A Polícia Militar realizou a detenção de um motociclista por direção perigosa, desobediência e condução sem habilitação na noite desta segunda-feira (9), às 23h37, no bairro Ana Carla, em Rondonópolis.

Durante rondas pela avenida Beija-Flor, na região da Vila Olinda, os policiais visualizaram o suspeito realizando manobras perigosas com uma motocicleta Honda CG 125 verde, placa JZI-7825. Ao perceber a presença da viatura, o condutor recebeu ordem de parada com sinais sonoros e luminosos, porém ignorou a determinação e iniciou fuga em alta velocidade.

Na tentativa de escapar da abordagem, o motociclista passou pelos bairros Pedra 90, Parque Universitário e Ana Carla, desrespeitando a sinalização de trânsito e colocando pedestres e outros motoristas em risco. Diante da situação, a equipe iniciou acompanhamento e organizou um cerco para conter o suspeito.

Já na rua A-12, no bairro Ana Carla, o condutor perdeu o controle da motocicleta e caiu ao solo. Os policiais realizaram a abordagem e, durante checagem, constataram que o homem não possui CNH. Além disso, a motocicleta apresentava documentação atrasada.

A PM encaminhou a moto ao pátio. De acordo com o boletim de ocorrência, o indivíduo sofreu pequenas escoriações no rosto em razão da queda e seguiu encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde ficou à disposição da autoridade policial. Até o momento, não há registro de passagens criminais anteriores.



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O motorista de uma carreta saiu ileso após colidir na traseira de outra carreta, na manhã nesta terça-feira (10), às 04h39, no km 111 da BR-163, em Rondonópolis-MT.

De acordo com informações, a Nova Rota do Oeste recebeu o chamado na manhã nesta terça-feira (10), às 04h39, após uma colisão traseira entre duas carretas.

O resgate da Nova Rota foi acionado para atendimento dos envolvidos, mas os condutores não se feriram e recusaram o encaminhamento médico.

Conforme uma testemunha, o motorista relatou que cochilou na direção e por isso causou o acidente.

A pista ficou bloqueada para os atendimentos e realização dos procedimentos de reposicionamento dos veículos pelo guincho da Concessionária. As equipes concluíram a operação e o tráfego liberado às 05h44. No entanto, ainda pela manhã motoristas relataram um grande congestionamento no local.



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A unidade da RACON em Rondonópolis conquistou destaque nacional e passou a integrar o grupo das 10 maiores operações do Brasil em volume de produção de consórcios. O resultado representa um feito expressivo alcançado em menos de um ano de atuação na cidade.

Comandada por Marcelo, profissional com forte credibilidade no mercado local, a unidade construiu rapidamente uma base sólida de clientes e consolidou a marca na região. A combinação de um produto estruturado, planejamento financeiro inteligente e atendimento próximo da população impulsionou o crescimento da operação.

O reconhecimento ocorreu durante o congresso nacional da empresa realizado em Trancoso, na Bahia, evento que reuniu representantes de diversas unidades do país para troca de experiências, alinhamento de estratégias e apresentação dos resultados alcançados.

“Só temos a agradecer à população de Rondonópolis pela confiança, aos nossos colaboradores, parceiros e clientes que acreditam no nosso trabalho. Também agradecemos às nossas famílias e a Deus, que sempre nos guia nessa caminhada”, afirmou Marcelo.

A conquista reforça o posicionamento da RACON Rondonópolis como uma das unidades mais produtivas do país, ampliando as oportunidades para quem busca planejamento financeiro seguro e estratégico por meio do consórcio.



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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta terça-feira (10.3) a Operação Arpão, para cumprimento de ordens judiciais com foco na desarticulação da atuação de um grupo criminoso investigado por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a uma facção criminosa.

Na operação, são cumpridas ordens judiciais decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, dentre elas, 18 mandados de busca e apreensão, medidas cautelares diversas de prisão e sequestros de imóveis e veículos de alto padrão, utilizados pelo grupo criminoso.

Entre os alvos está um faccionado apontado como operador financeiro da facção criminosa, diretamente ligado ao criminoso, S.L.Q.A., o “Dandão”, uma das lideranças do grupo no estado.  

As investigações, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá, identificaram estratégias típicas de lavagem de dinheiro, como registro de bens em nome de terceiros, movimentações financeiras fracionadas e uso de pessoas interpostas para ocultar a origem ilícita dos recursos.

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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Mecanismos de lavagem

O principal alvo da operação, W.A.F., conhecido como “Tubarão”, possui vínculo familiar com o líder da facção criminosa, Dandão, e atuava no gerenciamento e ocultação de recursos provenientes de atividades ilícitas.

As investigações apontam que o investigado utilizava mecanismos especializados para a lavagem do dinheiro, uma delas, o uso de familiares e pessoas próximas como “laranjas” para registrar bens e movimentar valores com o objetivo de dissimular a origem criminosa do patrimônio, com o objetivo de ocultar quem era o verdadeiro proprietário.

Esposas, parentes e pessoas do círculo do grupo aparecem como donos formais de veículos e imóveis de luxo, porém na prática os bens eram usados e controlados pelos investigados, dificultando a vinculação direta do patrimônio ao criminoso. 

A compra de bens de alto valor era outra estratégia utilizada para transformar o dinheiro ilícito em bens aparentemente legais, como imóveis e veículos de alto padrão avaliados em mais de R$ 500 mil. A investigação aponta que o patrimônio adquirido era incompatível com a renda declarada pelos investigados, reforçando a suspeita de lavagem de capitais. 

Também foram identificadas movimentações financeiras atípicas, como movimentações fracionadas, depósitos em espécie e pagamentos de alto valor em curto período, o que reforça os indícios de ocultação e dissimulação de patrimônio.

Medidas cautelares e sequestro de bens

Com base nos elementos apurados, o delegado Antenor Junior Pimentel Marcondes, representou pelas ordens judiciais contra os investigados, com o objetivo de impedir a dissipação do patrimônio suspeito e garantir eventual ressarcimento ao Estado. 

“O foco da operação é aprofundar a apuração sobre a origem dos recursos e comprovar os crimes antecedentes que teriam gerado os valores utilizados na aquisição dos bens”, explicou o delegado. 

O cumprimento das ordens judiciais também tem como objetivo a  apreenção de documentos, celulares, computadores e registros financeiros, que poderão auxiliar no mapeamento completo da estrutura financeira do grupo criminoso.

Arpão

O nome da operação faz referência ao  instrumento formado por um ferro em feitio de seta que se fixa a um cabo, utilizado para fisgar grandes peixes, cetáceos e na caça às baleias, em alusão direta a desarticulação da atuação do faccionado “Tubarão”  principal alvo da operação. 

Apoios

O cumprimento das ordens judiciais conta com apoio de equipes da Diretoria de Atividades Especiais: Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Diretoria Metropolitana: Regional de Cuiabá – Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, Delegacia Especializada de Estelionato, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), 2ª Delegacia de Polícia e Delegacia de Santo Antônio de Leverger.

Regional de Várzea Grande: Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) Várzea Grande, Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso (DEDMCI-VG) e Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran).



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A Auditoria Militar do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) formalizou denúncia contra um 1º Sargento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) após ele abandonar o posto de trabalho e desviar uma viatura da corporação para ir até um motel, em Taguatinga, fazer programa com uma travesti. A Justiça aceitou a denúncia e o militar se tornou réu.

O militar, que estava escalado para funções de manutenção de frota, chegou fardado no motel e foi gravado pela garota de programa.

O caso, que ganhou repercussão nacional após vídeos circularem em grupos de mensagens, tramita na Justiça Militar. O sargento responderá por dois crimes principais: abandono de posto e peculato-desvio.

Segundo o Inquérito Policial Militar (IPM), os fatos ocorreram em 2 de setembro de 2024. O sargento estava escalado no 28º Batalhão (Riacho Fundo) como auxiliar de garagem. Durante uma diligência externa para levar viaturas a oficinas em Samambaia e Taguatinga, o denunciado teria usado um pretexto falso para se afastar de seu colega de equipe.

Flagrante em vídeo

De acordo com o MPDFT, “o denunciado, agindo com dolo, informou ao colega que se ausentaria momentaneamente para ‘comprar um galão de água’. Sob esse pretexto, deixou o local e não retornou para o cumprimento de seus deveres militares.” Em vez de buscar água, o militar percorreu cerca de 5 km com a viatura oficial prefixo 4232 até um motel, na CSG 10, em Taguatinga.

A relação extraconjugal e o uso indevido do equipamento público foram revelados pela própria acompanhante, uma mulher trans identificada como Pâmela Martins. Nas imagens publicadas em suas redes sociais, ela aparece com as chaves da suíte 3, filmando a chegada da viatura caracterizada.

“Vem amor, quarto três!”, diz ela no vídeo, enquanto o sargento estaciona o veículo na garagem privativa do quarto. Em outro trecho da gravação, a mulher ironiza a situação, afirmando que seu “público é diferenciado” e mencionando uma “festinha” dentro

As acusações

A Promotoria de Justiça Militar dividiu a denúncia em dois fatos delituosos:

  • 1º fato: abandono de posto/afastar-se, sem ordem superior, do local de serviço para o qual estava escalado.
  • 2º fato: peculato/Desviar, em proveito próprio, o uso da viatura e o combustível (bens públicos) para fins libidinosos e alheios ao serviço.

A coluna apurou que as investigações internas foram devidamente encaminhadas e que o militar, agora, figura como réu no processo. Se condenado, o sargento pode enfrentar penas que variam de detenção à exclusão dos quadros da corporação, além das sanções administrativas cabíveis.

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A Polícia Civil cumpriu nesta segunda-feira (9) um mandado de prisão contra José Elggy Alves Silva, de 37 anos, conhecido como “Meia-Noite”, apontado como líder do Comando Vermelho (CV) e mandante do assassinato de Patrick de Oliveira Lucas, de 26 anos, em Tangará da Serra (239 km de Cuiabá). O criminoso já cumpre pena na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Conforme as investigações conduzidas pelo delegado Ivan Albuquerque, Patrick desapareceu no dia 1º de dezembro do ano passado após sair para encontrar amigos em um espetinho. Integrantes da facção o sequestraram, amarraram e levaram até uma área de mata no bairro Boa Vista, onde abriram uma cova rasa.

No local, os criminosos obrigaram a vítima a se ajoelhar dentro do buraco antes da execução. Patrick recebeu quatro golpes de picareta na cabeça e teve o corpo enterrado no próprio local. Um faccionado já preso indicou aos investigadores onde o cadáver estava escondido e afirmou que o jovem morreu após ser acusado de “cagueta” pela facção.

Durante a operação desta segunda-feira, os policiais apreenderam um adolescente e localizaram um adulto suspeito de participação no crime. Além disso, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva de “Meia-Noite”, apontado como “disciplina” do Comando Vermelho e responsável por ordenar a execução mesmo estando preso.

Cumprimento de pena

O criminoso já cumpre pena superior a 18 anos por homicídio qualificado, organização criminosa e posse irregular de arma de fogo de uso restrito. As investigações também apontam que, quando ainda estava detido na penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, ele teria ordenado outro crime violento em Tangará da Serra.

Na ocasião, em 2023, integrantes da facção abordaram uma adolescente de 15 anos na porta de casa. Enquanto dois suspeitos faziam vigilância do lado de fora, outros três entraram na residência e executaram a ordem do líder criminoso, que determinou que a jovem tivesse a língua cortada.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos na execução de Patrick.

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A CPMI do INSS decidiu recorrer da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu as quebras dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros investigados.

O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que a advocacia do Senado apresentará um agravo regimental contra a sentença proferida, com o objetivo de “marcar posição” e tentar reverter o entendimento do ministro.

“Não é possível que o Congresso Nacional seja afrontado da maneira como está sendo afrontado por decisões monocráticas de ministro do Supremo, decisões, na minha opinião, políticas, decisões que não têm embasamento constitucional, que são flagrantes desrespeitos ao trabalho de comissões parlamentares. Nós temos que reagir”, afirmou Viana.

No despacho, Dino ponderou que, caso a CPMI queira votar novamente os requerimentos de quebra de sigilo, deverá fazê-lo de maneira individualizada.

“Com esta decisão, todas as petições já protocoladas perdem o objeto e são desnecessárias outras similares de demais interessados, evitando-se o indesejável efeito multiplicador. Oficie-se ao Exmo. Presidente da CPMI, bem como ao Ministro de Estado da Fazenda, ao Secretário da Receita Federal e ao presidente do Banco Central, para ciência e cumprimento”, diz trecho da sentença.

Movimentações de Lulinha

As quebras de sigilos bancário e fiscal de Lulinha mostram que apenas em um dia o empresário movimentou, em suas contas R$ 967 mil em um único dia. Os dados levam em consideração tanto créditos quanto débitos.

Como mostramos, ao todo, as movimentações bancárias de Lulinha, em uma única conta do BB Estilo, somaram R$ 19 milhões ao longo de quatro anos.

A mega movimentação de Lulinha ocorreu em 24 de maio de 2024. Naquele dia, o filho do presidente Lula recebeu R$ 487 mil fruto de um resgate de um título de LCA (Letra de Crédito Agrícola). Esse recurso passou pela sua conta corrente e depois houve um débito de R$ 480 mil desse valor. O extrato bancário de Lula não fez referência para onde foram esses recursos.

Registros bancários também registram que Lulinha, realizou transferências que somam R$ 750 mil ao empresário Kalil Bittar, alvo de apuração da Polícia Federal por suposta atuação de lobby no Ministério da Educação.

Os registros indicam que os pagamentos ocorreram entre janeiro de 2024 e outubro do ano passado, com transferências de R$ 50 mil por mês. O último repasse identificado ocorreu em 27 de outubro de 2025. Pouco tempo depois, Bittar passou a figurar entre os investigados em operação da PF que apura suspeitas de intermediação irregular de recursos públicos vinculados a programas educacionais.



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Guilherme Pereira da Silva, de 27 anos, foi assassinado a tiros na noite de sábado (7), em uma lanchonete, na Rodovia Deputado José Alves, em Santa Fé, na região de Maringá. O crime ocorreu por volta das 20h30, quando a vítima estava sentada à mesa com familiares e outras pessoas, incluindo crianças.

Conforme sites locais, Guilherme entregou o filho no colo para a sogra tirar uma foto. Nesse instante, um homem encapuzado se aproximou e efetuou diversos disparos pelas costas, atingindo também a região da cabeça. A vítima morreu ainda no local.

Uma pessoa que estava próxima acabou atingida por uma bala perdida e encaminhada ao Pronto Socorro de Santa Fé. O estado de saúde dela não foi divulgado.

Após os disparos, o atirador fugiu na garupa de uma motocicleta que aguardava nas proximidades. A Polícia Militar isolou a área para perícia da Polícia Científica de Maringá. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

Segundo informações iniciais, Guilherme não tinha passagens pela polícia e era filho de uma pastora da cidade. Este é o quarto homicídio registrado em Santa Fé em 15 dias, o que tem gerado preocupação entre os moradores. A Polícia Civil investiga o caso.

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