Durante agenda em Paranatinga, deputado e lideranças locais apresentam projeto ao governador Mauro Mendes; obra ligará a MT-130 ao distrito

A pavimentação de 31,7 quilômetros da rodovia que liga a MT-130 ao distrito de Salto da Alegria, em Paranatinga, entrou na lista de prioridades imediatas do Governo de Mato Grosso. A demanda foi apresentada diretamente ao governador Mauro Mendes pelo deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos), durante agenda oficial no município nesta terça-feira (10/3).

A articulação política, que reuniu o presidente da Associação de Pequenos Produtores Rurais de Salto da Alegria (Apprusa), Vilson Dela Justina, e o ex-prefeito Pedro Dalla Nora, o secretário municipal de Infraestrutura e Transporte, Valmir Didomenico, a liderança Marcelo Costa e o produtor rural Deomir Costa, resultou em uma determinação do governador à Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra). Em contato telefônico com o secretário Marcelo de Oliveira, Mendes solicitou a análise técnica imediata do projeto, que já se encontra protocoladona pasta.

GARGALO LOGÍSTICO

Salto da Alegria é um dos distritos mais tradicionais da região, consolidado como um polo de agricultura de precisão e pecuária de corte. Situado a cerca de 165 km da sede de Paranatinga, a localidade sofre historicamente com os gargalos logísticos que encarecem o escoamento da produção de soja e milho.

O deputado Nininho destaca a importância de atender os pioneiros da região. “Salto da Alegria é um distrito mais antigo aqui do nosso estado. Pessoas que vieram há 40, 50 anos e estão lá nessa região, pequenos, médios e grandes produtores. Hoje, somamos forças e elaboramos um projeto para a pavimentação dessa rodovia. É uma demanda fundamental para ligar a MT-130 até a comunidade”, avalia o parlamentar.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

A viabilização do projeto foi celebrada pelas lideranças municipais, que veem na atuação de Nininho o elo necessário com o Palácio Paiaguás. O vereador Cleitinho reforça que a união de esforços é o que garante a chegada do asfalto ao interior.

“O apoio político e as articulações do deputado Nininhojunto ao Governo do Estado são fundamentais para Paranatinga. Ele tem a sensibilidade de entender que Salto da Alegria precisa dessa logística para continuar crescendo”, pontua Cleitinho.

Com o projeto em mãos e a ordem para análise emitida, a expectativa da população de Salto da Alegria é que o processo licitatório siga o cronograma de investimentos do Estado. “Para nós, a obra representa não apenas agilidade no transporte, mas a integração definitiva com a malha viária estadual”, diz Marcelo Costa, liderança de Paranatinga.



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A paralisação dos trabalhadores da Coder, iniciada nesta segunda-feira (9) expôs novamente a situação de crise vivida pela empresa pública.

O problema atual está diretamente ligado a uma decisão judicial que suspendeu o processo de liquidação da Coder, que estava em andamento no município.

No dia 13 de fevereiro, uma decisão liminar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso suspendeu os efeitos da assembleia que havia aprovado a liquidação da companhia e também da lei municipal nº 14.667/2026, que dava respaldo legal para medidas adotadas durante esse processo, incluindo mecanismos para pagamento de salários.

Outro fator que agravou a situação foi o encerramento da chamada Mesa Técnica, que havia sido criada junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para buscar soluções para a situação da companhia.

Durante o funcionamento dessa mesa, era permitido, de forma excepcional, que a Prefeitura contratasse serviços da Coder, mesmo com a empresa possuindo dívidas superiores a R$ 240 milhões e enfrentando problemas com certidões fiscais.

Com o fim dessa autorização excepcional e diante das decisões judiciais que suspenderam o processo de liquidação, o município ficou impedido de realizar novas contratações e medições de serviços com a companhia.

Sem novos contratos e sem medições que comprovem serviços executados, a empresa acabou ficando sem receita suficiente para manter suas despesas em dia, incluindo o pagamento de salários e benefícios aos trabalhadores.

Diante desse cenário, a Prefeitura informou que entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso para tentar restabelecer a validade da lei que permitia a concessão de apoio financeiro à companhia.

No entanto, o recurso ainda não foi julgado, e não há previsão para a decisão.

Enquanto isso, a situação da Coder segue indefinida, com impactos diretos sobre os trabalhadores e sobre o futuro da empresa.



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O delegado Fábio Alvarez Shor, da Polícia Federal (PF), foi nomeado nesta segunda-feira (9) como assessor do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A portaria de nomeação foi assinada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Moraes solicitou no início do mês a transferência de Shor da PF para o seu gabinete. A confirmação dependia apenas do trâmite burocrático entre as duas instituições. O delegado foi escolhido por causa da sua atuação em inquéritos relatados por Moraes, o que os aproximou profissionalmente.

Shor foi responsável pela investigação que culminou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados por tentativa de golpe de Estado. Outro caso em que ele atuou foi o inquérito dos atos de 8 de janeiro de 2023. A atuação do delegado fez com que ele sofresse críticas por parte da direita.

Shor também foi constantemente criticado por advogados que atuaram no julgamento da tentativa de golpe de Estado, especialmente Jeffrey Chiquini, com quem Moraes protagonizou diversos embates durante a fase de instrução das ações penais. Chiquini acusou Shor diversas vezes de ter produzido um relatório com informações falsas sobre o ex-assessor da Presidência Filipe Martins.

Além dos inquéritos sobre as tentativas de golpe, Shor atuou nas investigações sobre o cartão de vacinação do ex-presidente Bolsonaro e no caso das joias sauditas. Em todas essas investigações ele trabalhou sob supervisão de Moraes como relator.

Shor é especialista em contrainteligência e, em fevereiro do ano passado, passou a chefiar a Divisão de Investigações e Operações de Contrainteligência da PF. No STF, ele deve auxiliar o magistrado nos inquéritos criminais sob relatoria de Moraes.

*AE



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A Polícia Militar deteve um homem de 31 anos após ele agredir duas irmãs, de 21 e 26 anos, dentro da casa onde os três convivem, na noite desta terça-feira, em Sinop-MT.

Conforme o registro da ocorrência, a primeira vítima, de 21 anos, relatou aos policiais que o suspeito chegou alterado na residência após um desentendimento envolvendo o pagamento de uma compra de fraldas. Durante a discussão, o homem desferiu um soco no braço esquerdo da jovem, provocando lesão aparente.

Logo em seguida, o suspeito iniciou uma nova discussão com a outra irmã, de 26 anos, que também mantém relacionamento com ele. Em meio ao conflito, o homem atingiu a vítima com uma chinelada no rosto.

Após o chamado, a Polícia Militar chegou ao local e tentou conduzir o suspeito, porém ele reagiu com resistência e desacato. Diante da situação, os policiais utilizaram força moderada para contê-lo e realizar a detenção.

Durante o registro da ocorrência na delegacia, a vítima de 26 anos compareceu ao local e passou a pressionar a irmã para que não levasse a denúncia adiante, chegando a negar que tivesse sofrido a agressão com a chinelada. O suspeito seguiu encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, que apura o caso.



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Uma atuação integrada do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) resultou no bloqueio judicial de aproximadamente R$ 197 milhões em bens pertencentes a um grupo econômico investigado por fraude fiscal e ocultação patrimonial no setor de combustíveis. A medida foi concedida na última semana pela Vara Especializada de Execução Fiscal Estadual de Cuiabá, atendendo a pedido do Estado de Mato Grosso.

A decisão judicial alcança bens de empresas e pessoas físicas vinculadas ao grupo investigado, até o limite do valor correspondente a créditos tributários decorrentes de débitos de ICMS. O objetivo é assegurar a efetividade da cobrança e impedir a dissipação do patrimônio durante o andamento das investigações e da execução fiscal.

O bloqueio teve como base um Relatório de Inteligência elaborado pela Coordenadoria de Inteligência da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), em cooperação com a Polícia Judiciária Civil e demais órgãos integrantes do Cira-MT. O documento apontou indícios da existência de um grupo econômico estruturado para ocultar patrimônio e dificultar a atuação do Fisco estadual.

Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), o grupo utilizava uma estrutura societária complexa e pulverizada, composta por mais de 200 empresas registradas em CNPJs distintos, com o propósito de dispersar ativos, dificultar a identificação dos verdadeiros controladores e inviabilizar a responsabilização tributária.

Entre as determinações impostas pela decisão judicial estão a indisponibilidade de bens de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo econômico, o bloqueio de direitos creditórios e de hipotecas, a comunicação a cartórios de registro de imóveis, juntas comerciais e órgãos reguladores para impedir a transferência de patrimônio, além de restrições sobre veículos, aeronaves e outros ativos registrados.

Para o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, o caso evidencia a sofisticação das estruturas utilizadas para a prática de crimes tributários. “Esse caso demonstra como estruturas empresariais complexas podem ser utilizadas para ocultação patrimonial e dificultar a responsabilização fiscal. A atuação integrada entre inteligência fiscal, investigação policial e atuação jurídica foi fundamental para identificar essa engrenagem societária e enfrentar a fraude estruturada”, afirmou.

O procurador Wilmer Cysne Prado Vasconcelos Neto, coordenador de Inteligência da PGE-MT, destacou que a decisão fortalece a recuperação de ativos e a proteção do patrimônio público. “A medida representa um passo importante para assegurar a efetividade da cobrança de créditos tributários e demonstra a relevância do trabalho de inteligência e da atuação coordenada dos órgãos que compõem o Cira-MT”, ressaltou.

Já o promotor de Justiça Washington Eduardo Borrere, integrante do Comitê, enfatizou que o bloqueio judicial é essencial para preservar o resultado útil das investigações. “A indisponibilidade de bens garante que o patrimônio identificado permaneça vinculado à possível reparação do dano causado aos cofres públicos, reforçando a capacidade de resposta do Estado frente a práticas sofisticadas de evasão fiscal”, afirmou.

O Comitê é composto por representantes do Ministério Público do Estado (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp/Polícia Civil – Defaz) e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), atuando de forma coordenada na repressão a fraudes fiscais e na recuperação de ativos em favor do Estado.



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O vereador Ibrahim Zaher (MDB), na manhã desta terça-feira (10.03) comunicou ao Governo Municipal, que após um ano e dois meses deixa a função de líder do governo na Câmara Municipal de Rondonópolis. Na oportunidade, Zaher agradeceu ao prefeito a confiança e o apoio neste período que esteve à frente da liderança.
Segundo Ibrahim, o momento agora é de dedicação total ao seu mandato como vereador, e destaca que continuará à disposição para apoiar a gestão nas questões que beneficiem a população e a cidade de Rondonópolis. “ Ao longo desse período como líder pude fazer o elo entre executivo e legislativo, agradeço ao prefeito pela confiança e seguiremos na Câmara apoiando as pautas importantes para nossa cidade e população”, disse.
Ibrahim Zaher também é primeiro secretário da Câmara de Vereadores e segue no posto até o final deste ano.



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A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (10), uma mulher de 33 anos suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas e de compartilhar mídias contendo cenas dos abusos em aplicativos de mensagens e na Dark Web.

A ação, batizada de Operação Guardiões, investiga os crimes de estupro de vulnerável e de produção, armazenamento e compartilhamento de mídias contendo cenas de abuso sexual infantil na internet.

Investigadores da Delegacia de Polícia Federal em Nova Iguaçu (DPF/NIG) cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Duque de Caxias (RJ), município localizado na Baixada Fluminense.

O celular da investigada foi apreendido e será submetido à perícia técnica criminal.

As vítimas, duas crianças, de 4 e 9 anos de idade, foram identificadas e encaminhadas para acompanhamento junto ao Conselho Tutelar.

As investigações tiveram início em 2025, após levantamentos de dados e informações de inteligência identificarem a publicação de arquivos contendo cenas de abuso sexual infantil em fóruns da Dark Web.

Segundo a PF, também há indícios de que a investigada compartilhava os vídeos produzidos por meio de aplicativos de mensagens.

A mulher foi presa e responderá pelo crime de estupro de vulnerável, além dos crimes de produção, armazenamento e compartilhamento de mídias contendo cenas de abuso sexual infantil.

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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) está entre os 35 parlamentares que assinaram o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para investigar a conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes em processos relacionados ao Banco Master. A iniciativa foi protocolada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

O número de assinaturas supera o mínimo de 27 exigido pelo regimento interno do Senado para a criação de uma CPI, o que permite o avanço formal do pedido.

O requerimento recebeu apoio de senadores de diversos partidos, entre eles PL, PP, Republicanos, PSD, PSDB, União Brasil, Podemos, Novo, MDB e PSB, demonstrando que o tema mobiliza parlamentares de diferentes correntes políticas.

Para o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes, a criação da CPI é um instrumento legítimo do Parlamento e necessário para garantir transparência e confiança nas instituições.
“Em uma democracia séria, transparência não é favor. É obrigação. Quando surgem dúvidas que envolvem autoridades e interesses econômicos importantes, o Senado não pode se omitir”, afirmou.

Fagundes ressaltou que a investigação parlamentar não representa condenação antecipada, mas sim um mecanismo constitucional para esclarecer fatos.
“Quero deixar claro: CPI não é condenar ninguém. CPI é esclarecer os fatos. Nosso dever é investigar, ouvir todos os lados e dar uma resposta clara para a sociedade”, disse.

O senador também apontou que existem indícios de conexão entre diferentes frentes do caso envolvendo o sistema financeiro. “Um aspecto já está provado: está entrelaçada a questão do consignado, a questão da Previdência e também todo o escândalo financeiro. Isso está claro”, declarou.

Com o requerimento protocolado, o próximo passo para a instalação da CPI é a leitura do pedido em plenário pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Após essa etapa, os líderes partidários deverão indicar os senadores que irão compor a comissão, que ficará responsável por conduzir as investigações, convocar depoentes e analisar documentos relacionados ao caso.

“Como líder do Bloco Vanguarda, tenho a competência e a responsabilidade de fazer indicações dos membros que vão participar desta CPI. Claro que estarei junto para investigar essa safadeza”, afirmou Fagundes.



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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou, em abril de 2024, de uma degustação do famoso uísque Macallan, em Londres, ao lado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e de figuras como o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. O encontro ocorreu no George Club, um clube privado localizado em uma das áreas mais caras da capital britânica.

A reunião teve duração aproximada de duas horas e reuniu autoridades brasileiras que estavam na cidade para o 1° Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, realizado entre 24 e 26 de abril de 2024 com patrocínio do Banco Master. Durante a experiência, os convidados participaram de uma degustação do uísque escocês Macallan e tiveram acesso a charutos oferecidos no local.

De acordo com documentos da organização do evento encaminhados pela Polícia Federal à CPMI do INSS, a degustação custou 640,8 mil dólares, valor equivalente a cerca de R$ 3,2 milhões na cotação da época. O montante incluiu a experiência com o uísque, além de serviços gastronômicos e de entretenimento oferecidos no clube.

Cerca de 40 pessoas participaram do encontro. Entre os presentes estavam Alexandre de Moraes; o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; os ministros do STF Dias Toffoli e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves; o procurador-geral da República Paulo Gonet; o então ministro da Justiça Ricardo Lewandowski; além do próprio Daniel Vorcaro.

Em mensagens enviadas à então namorada, Martha Graeff, Vorcaro comentou o evento destacando a presença de autoridades.

– Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc. E euzinho discursando – escreveu o empresário.

Ao final da degustação, os convidados receberam uma garrafa de uísque Macallan como presente. Dependendo da edição e do tempo de envelhecimento, os preços da bebida variam bastante: versões mais comuns custam cerca de R$ 1 mil, enquanto exemplares raros podem ultrapassar 100 mil dólares (R$ 517 mil na cotação atual).

O encontro foi citado posteriormente na sessão reservada do STF realizada no dia 12 de fevereiro deste ano, quando ministros discutiam a permanência de Dias Toffoli como relator de investigações relacionadas ao Banco Master.

Na ocasião, Moraes afirmou que integrantes da Corte e o chefe da PF estiveram no evento em Londres e que a participação não representaria impedimento para atuação deles.

– Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan [o uísque escocês] – disse Moraes no STF.

Documentos enviados à CPMI indicam que a série de eventos organizados em Londres entre 24 e 26 de abril de 2024 teve custo total de 6 milhões de dólares (R$ 31 milhões). A programação incluiu hospedagem no hotel de luxo The Peninsula, jantares e encontros privados em clubes da cidade, apresentações musicais e atividades de hospitalidade para cerca de 60 a 70 convidados.



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Um bombeiro militar da reserva acabou preso após ameaçar a companheira e incendiar a própria residência na tarde de domingo (8), em Ceilândia, no Distrito Federal. A Polícia Militar atendeu a ocorrência depois que a mulher conseguiu fugir da casa e pedir ajuda a vizinhos.

De acordo com informações da polícia, durante uma discussão o homem passou a ameaçar a vítima utilizando uma arma de choque. Diante da situação, a mulher saiu do imóvel para se proteger e buscou auxílio nas casas próximas.

Após a saída da companheira, o suspeito ateou fogo na residência. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para controlar a situação. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o homem em aparente surto, sendo retirado do local e carregado por socorristas em uma maca.

O suspeito recebeu voz de prisão e seguiu encaminhado para a 15ª Delegacia de Polícia, onde o caso recebeu registro e permanece sob investigação.

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