A Polícia Militar apreendeu dois ocupantes de uma motocicleta Honda CG Titan 160 durante a madrugada deste domingo (28), após uma perseguição pelas ruas de Rondonópolis durante a Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas. O caso ocorreu na Avenida W11 e terminou com a dupla caída ao solo após atingir o meio-fio durante a fuga.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais participavam da Operação Poluição Sonora e prestavam apoio às equipes da fiscalização municipal durante uma abordagem em um estabelecimento conhecido como HC Tabacaria, quando diversos motociclistas perceberam a presença das equipes e iniciaram uma fuga em massa do local.

De acordo com a PM, alguns dos motoqueiros chegaram a jogar as motocicletas em direção aos agentes da prefeitura e aos policiais militares para conseguir escapar da fiscalização. Ainda conforme os militares, várias das motos apresentavam irregularidades como placas adulteradas, escapamentos irregulares e ausência de retrovisores.

Durante o acompanhamento, os policiais visualizaram uma Honda CG Titan 160 prata com dois ocupantes trafegando em alta velocidade pelas ruas do bairro, colocando em risco a segurança de pedestres e demais motoristas.

Mesmo diante das ordens de parada, sinais sonoros e luminosos da viatura, os suspeitos continuaram a fuga e chegaram a acessar a Avenida W11 pela contramão, desrespeitando faixas de pedestres, placas de parada obrigatória e radares de velocidade.

A perseguição terminou nas proximidades do final da avenida, quando o condutor freou bruscamente, perdeu o controle da motocicleta e atingiu o meio-fio, fazendo com que ambos caíssem ao solo.

Após a queda, a dupla acabou abordada e algemada devido ao risco de fuga e para garantir a segurança da equipe policial. A PM registrou o caso pelos crimes de direção perigosa de veículo em via pública, desobediência e corrupção de menores.



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A Polícia Militar prendeu um homem após ele espancar a companheira, aplicar um mata-leão, a arrastar pelo asfalto e ainda xingar policiais, na madrugada deste sábado (27). O caso ocorreu no no bairro João Antônio Fagundes II, em Rondonópolis.

De acordo com informações da PM, a vítima convivia com o suspeito há cerca de três anos e o casal possui um filho de apenas seis meses de idade. Conforme relato, após ingerir bebida alcoólica, o homem iniciou uma discussão e passou a ofender a mulher com diversos xingamentos e palavras de baixo calão.

Tentando escapar das agressões, a vítima saiu da residência e pediu ajuda aos vizinhos para acionarem a Polícia Militar. No entanto, o agressor foi atrás da mulher e iniciou uma série de agressões físicas, desferindo socos, aplicando um golpe conhecido como “mata-leão”, jogando a vítima ao chão e batendo sua cabeça contra o solo.

A mulher ainda relatou que, durante a tentativa de se defender, pegou um facão, mas o suspeito tomou a arma de suas mãos, sofrendo um corte na mão durante a ação. Em seguida, passou a ameaçá-la de morte utilizando o próprio facão.

Quando a equipe da PM chegou ao local, encontrou o suspeito bastante alterado e agressivo. Mesmo diante dos policiais, ele continuou ameaçando a companheira, afirmando que a mataria quando deixasse a prisão.

Durante o encaminhamento até a delegacia, o homem continuou exaltado, desacatando os militares e afirmando que a polícia “não servia para nada”. Diante da resistência apresentada, os policiais precisaram utilizar técnicas de contenção e o uso progressivo da força para imobilizá-lo.

Atendimento médico

A vítima reclamava de dores na cabeça e nas pernas e receber atendimento médico. Segundo a PM, ela apresentava lesões aparentes nas pernas, pescoço, mão direita e cabeça, além de ferimentos compatíveis com o relato de que teria sido arrastada pelo asfalto durante as agressões.

O suspeito acabou conduzido para a 1ª Delegacia de Polícia Civil.

Segundo levantamento da Polícia Militar, o homem possui diversas passagens criminais anteriores, entre elas registros por ameaça, lesão corporal, receptação, furto, direção perigosa, uso ilícito de drogas e condução de veículo sob influência de álcool.



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Um produtor rural foi baleado dentro da própria caminhonete na manhã desta sexta-feira (26), enquanto percorria uma estrada interna de sua fazenda acompanhado da esposa e dos dois filhos, de 15 e 2 anos. O caso ocorreu na Fazenda Rio Ferro, no município de Feliz Natal (MT), durante o cumprimento de uma decisão judicial envolvendo uma disputa por uma dívida agrícola.

Segundo informações divulgadas pelo GC Notícias, a vítima, identificada como Maikel Alan Tespesal, conduzia uma Toyota Hilux quando passou por uma caminhonete parada às margens da estrada. Nas imagens gravadas pelo filho adolescente, é possível ver o momento em que um homem desce do veículo e efetua diversos disparos de pistola contra a caminhonete.

Mesmo ferido por dois tiros, que atingiram seu rosto e ombro, Maikel conseguiu acelerar o veículo, atropelar o atirador durante a fuga e dirigir até o pronto-socorro de Feliz Natal. Em seguida, ele foi transferido ao Hospital Regional de Sorriso, onde passou por cirurgia para retirada dos projéteis.

Disputa judicial motivou presença da equipe na fazenda

Conforme o boletim de ocorrência, o autor dos disparos foi identificado como Renato Azilago, contratado pela empresa Agrex do Brasil para realizar a colheita de uma plantação que serviria como arresto judicial para garantir o pagamento de uma dívida discutida na Justiça.

Ainda de acordo com o registro policial, um oficial de Justiça acompanhava o cumprimento da ordem judicial no momento dos fatos. Durante a confusão, uma vigilante que prestava segurança à operação também efetuou um disparo de revólver contra o pneu da caminhonete da vítima, na tentativa de impedir sua fuga.

Renato ficou ferido após ser atingido pelo veículo e também foi encaminhado para atendimento médico em Sorriso.

Dívida envolve contrato de insumos agrícolas

Segundo o GC Notícias, a disputa teve origem em um contrato de compra de insumos agrícolas entre o produtor e a Agrex do Brasil. A empresa obteve autorização judicial para colher aproximadamente 48 mil sacas de milho como garantia da dívida.

A defesa da família sustenta, porém, que a dívida ainda estava sendo discutida judicialmente e que a empresa teria descumprido parte do contrato ao entregar quantidade inferior de fertilizantes adquiridos para as lavouras de soja e milho, situação que motivou a contestação na Justiça.

Apesar do impasse judicial, familiares afirmaram que não havia ocorrido qualquer confronto anterior com a equipe responsável pela colheita e que, no momento do ataque, eles apenas percorriam a propriedade para observar a lavoura.

Polícia investiga o caso

A Polícia Militar registrou a ocorrência e realizou buscas pela arma utilizada nos disparos, mas o armamento acabou não localizado.

Procurada pelo GC Notícias, a Agrex do Brasil informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que está colaborando com as investigações e afirmou que os fatos ainda estão sendo apurados. A empresa não comentou os demais questionamentos relacionados ao caso.

Assista ao momento do ataque:





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Um incêndio de causas ainda desconhecidas destruiu completamente o cavalo mecânico de uma carreta bi-trem na madrugada deste sábado (27), em um pátio de estacionamento de carretas localizado em frente os à ADM, no Distrito Industrial, em Rondonópolis.

O Corpo de Bombeiros foi acionado via CIOSP 193 por volta das 4h10 para atender a ocorrência. Ao chegar ao local, os militares encontraram o cavalo trator totalmente tomado pelas chamas.

Para controlar o incêndio, a equipe utilizou uma Linha de Grande Estabelecimento (LGE), conseguindo extinguir completamente o fogo após intenso trabalho de combate.

Apesar da rápida atuação dos bombeiros, o cavalo mecânico sofreu perda total. As chamas também atingiram a parte dianteira da carreta acoplada ao veículo.

No momento do incêndio, a carreta estava estacionada no pátio e o motorista não se encontrava no local. Ninguém ficou ferido.

As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda são desconhecidas e deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. O caso levanta dúvidas sobre a origem do fogo, já que o veículo estava parado e sem ocupantes no momento em que as chamas começaram.

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Pela primeira vez na história de Rondonópolis, a cidade passará a contar com um semáforo exclusivo para pedestres, uma medida voltada para aumentar a segurança, a acessibilidade e a organização no trânsito. A novidade foi anunciada pelo prefeito Cláudio Ferreira e representa mais um avanço na mobilidade urbana do município.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o prefeito aparece explicando o funcionamento do novo sistema para duas senhoras, detalhando como será realizada a travessia e de que forma o equipamento contribuirá para reduzir riscos de acidentes e oferecer mais segurança a quem circula a pé pela cidade.

Segundo Cláudio Ferreira, o objetivo é tornar o trânsito mais organizado, garantindo melhor convivência entre motoristas e pedestres e priorizando a segurança de quem utiliza as faixas de travessia diariamente.

O gestor destacou ainda que o investimento faz parte de uma série de ações voltadas à modernização da mobilidade urbana de Rondonópolis, buscando transformar a cidade em um ambiente mais acessível e preparado para o crescimento populacional.

“Estamos jogando no mesmo time da mobilidade urbana para construir uma cidade feita para gente, onde motoristas e pedestres convivem com mais organização, responsabilidade e cuidado”, afirmou o prefeito na publicação.

A implantação do semáforo exclusivo para pedestres é inédita em Rondonópolis e marca mais um passo da atual gestão em iniciativas voltadas à melhoria da qualidade de vida e da segurança no trânsito.

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O embate político entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (26), após declarações sobre investimentos federais e a relação entre os governos.

Durante agenda em Santa Catarina, Lula afirmou que o Governo Federal buscou uma parceria com o Estado para viabilizar projetos da ordem de R$ 24 bilhões, mas que a proposta não teria avançado por falta de interesse do governo catarinense.

Em resposta, Jorginho Mello negou que o Estado tenha recebido uma oferta de investimento nesses moldes. Segundo o governador, o valor citado pelo presidente se refere a um projeto de concessão de rodovias estaduais à iniciativa privada, que incluiria a implantação de pedágios.

“O Lula toda vez que vem para cá não entrega nada. Só vem para falar mal da gente. Nunca nos ofereceram esse investimento. O que o ministro está falando é o projeto de concessão para pedagear as nossas estradas estaduais. Esses mais de 3 mil quilômetros que reformamos com o programa Estrada Boa, eles queriam que uma empresa arrumasse para depois cobrar pedágio. Esse é o tal dos R$ 24 bilhões”, declarou Jorginho.

O governador também criticou a situação da BR-101 e cobrou investimentos federais na rodovia. “Fazer a BR-101, que está parada, vocês não querem. Um engarrafamento aqui na BR-101 e a gente espera que isso seja resolvido”, afirmou.

Outro ponto de tensão ocorreu após Lula defender as políticas de cotas raciais e fazer críticas às declarações de Jorginho sobre o tema. O presidente afirmou que “não se pode permitir que prevaleça o racismo em Santa Catarina” e citou Adolf Hitler ao condenar ideias de supremacia racial. A fala ocorreu em referência ao posicionamento do governador contrário às cotas raciais.

As declarações ampliam o clima de confronto político entre os governos federal e estadual, em um momento de discussões sobre infraestrutura, investimentos e pautas relacionadas às eleições de 2026.



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SLC decide comprar área e desbanca Bom Futuro

A SLC vai ficar com os 41 mil hectares da Radar em Mato Grosso. A empresa informou, por meio de fato relevante, que exerceu “de forma irrevogável e irretratável” o direito de preferência para a aquisição da totalidade da área colocada à venda pela joint venture entre a Cosan e a firma de investimentos americana Nuveen.

A transação foi fechada por R$ 1,85 bilhão — valor que havia sido ofertado pelo Grupo Bom Futuro, de Eraí Maggi, conforme antecipou The AgriBiz. A SLC, no entanto, tinha o direito de preferência pelas áreas porque possui um contrato de arrendamento com a Radar para operar 17,6 mil hectares da área total agricultável, de 28,8 mil hectares.

A SLC depositará um sinal de R$ 700 milhões em conta escrow em até cinco dias úteis — o valor será corrigido por 100,25% do CDI depois de cinco dias úteis contados a partir de 28 de maio de 2026. O saldo restante, de R$ 1,15 bilhão, deverá ser pago na data de assinatura das escrituras, o que deverá acontecer até 30 de outubro.

As fazendas ficam em Mato Grosso, em uma área nobre na região dos municípios de Campo Novo do Parecis e Diamantino. Considerando o valor da saca de soja a R$ 105, a transação saiu por 427 sacas por hectare — um valor considerado atrativo sob o ponto de vista dos compradores, difícil de recusar mesmo em um momento em que a SLC buscava a desalavancagem.

No ano passado, a SLC fez duas grandes aquisições, chegando a R$ 1,7 bilhão. No primeiro trimestre de 2026, a relação entre dívida líquida e Ebitda subiu para 2,72 vezes, ante 1,97 vez ao final de 2025.

Diante da alavancagem, a SLC preferia não adquirir as fazendas da Radar neste momento, mas a oferta da Bom Futuro criou uma urgência, além de uma celeuma jurídica. A proposta do grupo liderado por Eraí Maggi previa a aquisição do pacote completo, sem distinção de valor entre as diferentes fazendas oferecidas pela Radar em Mato Grosso.

Nas últimas semanas, a Radar insistiu que o direito de preferência da SLC deveria ser exercido pelo pacote todo, e não apenas pelas fazendas que já arrendava — pretensão inicial da companha da família Logemann. 



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Enquanto a gestão Lula busca ampliar gastos e elevar a arrecadação para fechar as contas, o mercado financeiro está cobrando cada vez mais caro para emprestar ao governo, com os juros exigidos para financiar o Tesouro Nacional atingindo os maiores níveis em quase dez anos.

No início do terceiro mandato de Lula, em janeiro de 2023, títulos prefixados de longo prazo pagavam pouco mais de 10% ao ano. Três anos depois, papéis equivalentes passaram a oferecer cerca de 14,7% ao ano, um aumento superior a quatro pontos percentuais exigido por investidores para financiar a dívida pública.

Já no título mais antigo em negociação, o Tesouro IPCA+ 2045, o governo pagava juros de 6,2% ao ano no início do atual mandato. Atualmente o valor pago é de 7,64% ao ano – aumento de 1,44 ponto percentual no custo de financiamento da dívida.

O aumento na remuneração dos títulos faz com que as despesas com juros aumentem. Elas atingiram 7,9% do PIB nos 12 meses encerrados em abril, segundo dados do Banco Central (BC) — o maior valor desde janeiro de 2016, durante o governo de Dilma Rousseff (PT).

Mercado exige remuneração maior

A alta na remuneração dos títulos do Tesouro Direto reflete diretamente a deterioração das expectativas econômicas e a percepção de descontrole fiscal. Especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo apontam que, apesar do aumento de impostos e da arrecadação recorde, as despesas do governo crescem em ritmo superior ao das receitas.

A dívida pública saltou de 71,7% do PIB em dezembro de 2022 para 83,3% projetados para dezembro de 2026, segundo a mediana das projeções do mercado financeiro coletadas pelo BC.

“Se os investidores enxergam uma trajetória de crescimento da dívida pública sem medidas suficientes para equilibrar as contas, eles exigem uma remuneração maior para continuar financiando o Tesouro Nacional”, explica João Luís Debom, head do Private da Supernova Investimentos.

O reflexo imediato, segundo ele, é o aumento bilionário das despesas do governo com juros, criando uma “bola de neve” financeira.

Rafael Minotto, analista da Ciano Investimentos, explica que o governo gasta mais do que arrecada, o que o obriga a rolar a dívida pagando juros mais altos — estimados entre R$ 800 bilhões e R$ 900 bilhões anuais apenas em juros nominais.

O ciclo, explica o analista, se retroalimenta, corrói o espaço para investimentos públicos e flerta com a dominância fiscal — situação em que o endividamento elevado do governo passa a limitar a capacidade do Banco Central de controlar a inflação por meio dos juros —, punindo a economia com crédito mais caro, recuo nos investimentos privados e desaceleração do crescimento.

Conta da dívida pública recai sobre famílias e empresas

Quando o Tesouro precisa pagar taxas mais altas para rolar o endividamento crescente, o custo do dinheiro sobe em toda a economia, como explica Debom.

Na prática, o governo repassa o custo à sociedade: o crédito fica mais caro para a população e o setor produtivo, o que reduz consumo, investimento e atividade econômica.

Além de frear a iniciativa privada, a escalada dos juros sufoca a capacidade de atuação do próprio Estado, que destina fatias crescentes do orçamento apenas ao pagamento de juros.

O head da Supernova Investimentos observa que essa dinâmica reduz o espaço para investimentos públicos e aumenta a necessidade de arrecadação. Para o cidadão, o reflexo é custo de vida mais alto, aumento da carga tributária e falta de retorno em serviços.

Para afastar o risco de dominância fiscal, o governo precisa gerar superávits primários consistentes — em outras palavras, gastar menos do que arrecada independentemente de oscilações da economia.

“Se o mercado não enxergar medidas suficientes para equilibrar as contas, continuará exigindo prêmios cada vez mais altos para financiar o Tesouro Nacional”, explica Debom.

Eleições reforçam preocupações fiscais

As pressões políticas que antecedem os períodos eleitorais agravam o cenário. David Martins, sócio-diretor da Brazil Wealth, ressalta que “a disputa eleitoral tende a privilegiar medidas de apelo popular em detrimento da eficiência do gasto”.

Estimativas de mercado indicam que o volume total de incentivos pode alcançar R$ 742 bilhões neste ano, equivalente a 5,4% do PIB — prática que historicamente pressiona a inflação e força os investidores a exigir prêmios mais altos nos títulos longos.

“É a clássica espiral fiscal que, historicamente, o Brasil já enfrentou e da qual saiu com custo econômico e social muito alto”, diz Martins.



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Uma jovem de 24 anos procurou a Polícia Militar após sofrer agressões e ser arremessada contra espinhos durante uma discussão com o ex-ficante, na madrugada deste sábado (27), no bairro Jardim Progresso, em Rondonópolis. O suspeito, de 23 anos, acabou encaminhado para a 1ª Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que foi até a residência do rapaz para conversar com ele e, durante uma discussão, acabou sendo empurrada contra espinhos existentes no quintal do imóvel, sofrendo arranhões na perna direita.

Por outro lado, o suspeito apresentou uma versão diferente dos fatos. De acordo com ele, estava em casa na companhia de familiares, amigos e de uma ficante quando a ex-companheira chegou ao local pedindo para conversar.

Ainda conforme o relato do jovem, os dois seguiram para os fundos da residência e, durante a conversa, ele teria percebido que a mulher carregava uma faca escondida sob a manga da blusa. O rapaz afirmou que segurou o braço da jovem e que sua mãe retirou a arma branca que estaria em posse dela.

Após o desentendimento, a mulher deixou o local e acionou a Polícia Militar. Os militares prestaram a assistência necessária e ofereceram atendimento médico à vítima, que optou por não receber atendimento médico.

Diante da denúncia de agressão, o suspeito acabou conduzido para a 1ª Delegacia de Polícia Civil.



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A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de possível invasão de residência na manhã desta sexta-feira (26), no bairro Cidade Salmen, em Rondonópolis. Ao chegar ao imóvel, os suspeitos já haviam fugido, porém os policiais encontraram diversos indícios de ocupação irregular no local.

De acordo com informações do 5º BPM, a equipe foi acionada via Ciosp por volta das 10h23 para averiguar a denúncia de invasão de propriedade. No endereço, o proprietário relatou que sua esposa visualizou dois homens desconhecidos entrando na residência sem autorização.

Ao chegarem ao imóvel, o casal pediu para que os invasores deixassem o local e acionou imediatamente a Polícia Militar. Quando a guarnição chegou, os suspeitos já haviam escapado.

Durante a vistoria realizada pelos militares, foram encontrados sinais de que a residência vinha sendo utilizada de forma irregular, incluindo ligações clandestinas de água e energia elétrica, além de colchões, móveis improvisados e outros objetos espalhados pelo imóvel.

Os policiais realizaram diligências pela região na tentativa de localizar os suspeitos, porém ninguém foi encontrado.

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