Na próxima segunda-feira (18), a Câmara Municipal, por meio da Procuradoria da Mulher e da Família, promove a maior edição do projeto Câmara Itinerante de 2026. A convite da Rumo Logística, a ação será realizada no Terminal da empresa, das 8h às 11h, com a expectativa de atender mais de 800 pessoas, entre colaboradores, motoristas e visitantes. 

O evento marca a adesão do Legislativo Municipal ao Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A iniciativa cumpre o papel institucional da Câmara de dar efetividade à Lei nº 14.432/2022, levando informação técnica e conscientização diretamente à comunidade.

Em colaboração com instituições parceiras, a Câmara Itinerante oferecerá diversas ações sociais levando atendimento, informação e serviços para toda a comunidade.



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A explicação da PF (Polícia Federal) para a troca do delegado à frente das investigações da fraude do INSS — em que Lulinha (filho do presidente Lula) é citado — foi considerada insuficiente pelo ministro André Mendonça, responsável pela relatoria do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).

O relator, segundo apurou a CNN, ainda analisa tomar uma medida após a mudança, feita há duas semanas sem que ele tenha sido comunicado previamente.

Mendonça, conforme relatos à CNN, só soube da substituição da coordenação do inquérito por meio do advogado de um dos investigados durante uma audiência.

Incomodado, o ministro se reuniu com integrantes da investigação nesta sexta-feira (15) em busca de informações e para conhecer a nova equipe. Apesar das explicações, Mendonça não viu razão para a mudança.

A PF decidiu tirar o caso da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e passá-lo para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq). A mudança resultou na saída do delegado Guilherme Figueiredo Silva da coordenação do caso.

Por meio de nota, a PF afirmou que a mudança “foi concebida para assegurar maior eficiência e continuidade às investigações, uma vez que a Cinq possui estrutura permanente voltada justamente à condução de operações sensíveis e complexas com tramitação perante o STF”.

Foi esta divisão interna a responsável por pedir a quebra de sigilos do filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Foi essa coordenação também que conduziu a negociação da delação premiada do empresário Mauricio Camisotti. A proposta foi enviada ao STF, mas teve que retornar para ser refeita do zero, com a participação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

A troca da coordenação do inquérito ocorreu também em meio a reclamações da defesa de Lulinha sobre o vazamento de dados da investigação.

A oposição ao governo Lula no Congresso criticou a substituição do delegado e quer a convocação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.



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Um vídeo divulgado pelo site Olhar Direto mostra o momento em que policiais militares abordaram Mateus Guarim da Silva, de 24 anos, e Arthur Victor Lemes Barros Silva, de 22 anos, pouco antes da dupla morrer em um suposto confronto registrado na noite de quinta-feira (14), no bairro Centro América, em Cuiabá.

As imagens mostram o Volkswagen Polo branco onde os dois estavam sendo cercado por equipes da Polícia Militar. Durante a abordagem, os policiais ordenam que os ocupantes saiam do veículo com as mãos para cima. Em determinado momento, um dos militares pergunta quantas pessoas estavam dentro do carro, porém a resposta não pode ser compreendida no vídeo.

Assista:

Ainda conforme as imagens obtidas pelo Olhar Direto, não é possível ouvir disparos no momento da abordagem. Pouco depois, um policial aparece caminhando pela rua e direciona uma lanterna contra uma câmera de segurança, dificultando a visualização da gravação.

Moradores da região relataram ao portal que os jovens não teriam reagido à ação policial e afirmaram suspeitar de uma possível execução. Um dos relatos aponta que os próprios policiais teriam efetuado disparos para simular o confronto. Apesar das denúncias, nenhuma dessas versões possui confirmação oficial até o momento.

No boletim de ocorrência, a Polícia Militar informou que Mateus e Arthur reagiram à abordagem apontando armas contra os agentes, situação que terminou no confronto. A dupla morreu ainda no local.

O caso segue sob investigação.



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Um motorista de guincho identificado como Jhonny da Silva Costa, de 34 anos, morreu executado durante um assalto, na tarde desta sexta-feira (15), às margens da MT-140, nas proximidades de um centro de distribuição em Vera, cidade localizada a cerca de 80 km de Sinop. A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

Conforme informações da Polícia Militar, o caso começou após um jovem de 20 anos dar entrada baleado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. Em seguida, equipes encaminharam o suspeito ao Pronto Atendimento com um ferimento por disparo de arma de fogo na região do tórax.

De acordo com a PM, durante o atendimento, o rapaz apresentou versões contraditórias sobre o ocorrido. Primeiro, alegou que teria participado de uma briga em uma fazenda onde trabalhava. Depois, mudou a versão e afirmou que estava em um restaurante na entrada da cidade quando um homem armado teria efetuado os disparos.

Enquanto realizavam diligências, policiais analisaram imagens de câmeras de segurança e identificaram um Fiat Uno antigo, sem placa dianteira, circulando em atitude suspeita pela cidade. Com isso, a suspeita inicial de tentativa de homicídio passou a apontar para um possível latrocínio.

Pouco tempo depois, equipes localizaram o corpo de Jhonny dentro da cabine de um caminhão Volkswagen guincho abandonado em uma área de mata às margens da rodovia, no sentido Nova Ubiratã. Segundo a polícia, a vítima morava em Sinop e tinha sido contratada para realizar um serviço de guincho.

Investigação preliminar

As investigações apontam que Jhonny teria sido abordado pelo suspeito baleado e por um comparsa. Durante a ação criminosa, ele reagiu, sacou uma pistola que estava no caminhão e conseguiu atingir o suspeito de 20 anos. Na sequência, porém, os criminosos executaram o trabalhador e fugiram.

Após a localização do corpo, equipes da Polícia Civil e da Politec isolaram a área para os trabalhos periciais.

Agora, a Polícia Civil tenta identificar o segundo envolvido e esclarecer toda a dinâmica do crime.

Vídeo:





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A Polícia Militar prendeu um homem de 24 anos e apreendeu uma adolescente de 16 após uma tentativa de homicídio registrada por volta das 23h30 desta sexta-feira (15), em um alojamento coletivo localizado na rua M2, ao lado do número 333, em Água Boa. A vítima, um homem de 37 anos, sofreu golpes de faca nas costas e na cabeça durante o ataque e acabou encaminhada ao Hospital Regional da cidade.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o suspeito chegou ao local acompanhado da adolescente e de outros três indivíduos ainda não identificados. O grupo invadiu o alojamento sem autorização, armado com pedaços de madeira e uma faca, e passou a agredir a vítima.

Durante as agressões, o suspeito desferiu golpes de faca que atingiram os braços, costas e cabeça do trabalhador. Em seguida, mesmo ferido, a vítima conseguiu fugir pelos fundos do imóvel, pulando muros até chegar ao CISC da Polícia Judiciária Civil, localizado nas proximidades, onde buscou ajuda.

Equipes da Polícia Militar localizaram apenas o suspeito e a adolescente. Os outros envolvidos conseguiram fugir e ainda não foram encontrados. A faca utilizada no crime não apareceu, já que, segundo a PM, o suspeito dispensou a arma durante a fuga.

O Corpo de Bombeiros Militar realizou o atendimento da vítima, que apresentava cortes superficiais e falas desconexas, além de aparente alteração causada por possível uso de entorpecente. Após os primeiros socorros, os militares encaminharam o homem ao Hospital Regional. Ele permaneceu internado para suturas assim como demais atendimentos médicos.

Os suspeitos seguiram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, que investiga o caso.



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Durante o atual mandato do petista, a carne bovina sofreu aumentos significativos. Em 2024, a alta foi de 8,7%, a maior no período de três anos. Dados da USP, agrupados de 2024 e 2025, apontam que, no atacado em São Paulo, o aumento do produto foi de 45%.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a falar em democratizar o acesso à “picanha” durante discurso na reabertura da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA). O evento aconteceu nesta quinta-feira (14), no município de Camaçari.

Além da carne bovina, o petista também falou sobre itens da feira, afirmando que mesmo os pobres devem ter condições de comprar produtos frescos, sem precisar da popular “xepa”, nos últimos horários. Dados recentes do IBGE revelam que, por exemplo, o tomate, citado por Lula, subiu 50% nos últimos três meses.

O presidente afirmou, diante de colaboradores e outras autoridades, que nasceu para governar em favor dos pobres.

— Eu nasci para fazer com que os pobres tenham o direito de andar de cabeça [erguida] neste país. Porque o pobre gosta de se vestir bem, gosta de estudar, gosta de comer produtos de primeira qualidade — afirmou.

A “picanha”, que foi uma das marcas da sua campanha eleitoral em 2022, foi novamente citada quando Lula falou sobre o pobre voltar a ter poder de compra e acesso a uma alimentação mais digna.

— A gente não vai à feira depois do meio-dia para comprar tomate amassado, laranja amassada, o pessoal aperta tudo… Não! A gente quer ser o primeiro para comprar coisas de qualidade. A gente não quer bofe, a gente quer filé. A gente quer picanha, a gente quer alcatra, a gente quer maminha! A gente quer comer coisas gostosas que nós trabalhamos e temos direito — declarou.

Durante o atual mandato do petista, a carne bovina sofreu aumentos significativos. Em 2024, a alta foi de 8,7%, a maior no período de três anos. Dados da USP, agrupados de 2024 e 2025, apontam que, no atacado em São Paulo, o aumento do produto foi de 45%.

FEIRA FICOU MAIS CARA NO ÚLTIMO TRIMESTRE
Apesar do discurso de Lula, dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados na última terça (12) pelo IBGE, revelaram que vegetais comuns na mesa dos brasileiros sofreram aumentos significativos.

A cenoura sofreu aumento de 79,35%, o tomate, citado por Lula, 54,34%, seguido do pepino, com 48,6%, e da abobrinha, com 36,1%. Outros itens como repolho, cebola, morango, batata-inglesa, couve-flor e brócolis sofreram reajuste entre 20% e 30% nos preços.

Um dos aspectos que têm influenciado no preço dos alimentos é a alta no preço dos combustíveis, devido aos conflitos no Oriente Médio.

— Alguns alimentos, de forma geral, apresentam uma restrição de oferta, o que provoca um aumento no nível de preços. (…) Não podemos deixar de mencionar a elevação no preço dos combustíveis, que afeta o preço final dos alimentos por conta do custo do frete — afirma José Fernando Gonçalves, gerente do IPCA.

O Estreito de Ormuz tem sido um dos principais alvos de embate entre os Estados Unidos e o Irã. O canal é rota de cerca de 20% de todo o petróleo utilizado no mundo.





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Dois suspeitos morreram após um confronto com equipes do Bope, da Força Tática e do 6º Batalhão da Polícia Militar, na madrugada desta sexta-feira (15), em Cáceres-MT. Os mortos foram identificados como Wellison César Silva de Almeida, de 43 anos, e Enzo Gabriel Costa de Souza, de 17 anos.

Conforme informações da Polícia Militar, a dupla estaria ligada a uma facção criminosa e circulava em uma motocicleta Suzuki Yes preta quando acabou localizada pelas equipes na avenida Tancredo Neves, nas proximidades do Canal dos Fontes, no bairro Cavalhada III.

A ocorrência começou por volta da 1h30, após a PM receber denúncias informando que dois homens em atitude suspeita permaneciam em frente a uma residência na rua do Retiro, no bairro Vila Irene. Segundo a denúncia, os suspeitos aparentavam monitorar o local enquanto consultavam um aparelho celular.

Diante da sequência de homicídios registrados recentemente na região, equipes de inteligência do Bope, da Força Tática e policiais do 6º BPM intensificavam patrulhamentos e monitoramentos em vários pontos da cidade.

Ainda segundo o boletim, os suspeitos passaram pela avenida Tancredo Neves no momento em que os policiais tentaram realizar a abordagem com sinais sonoros e luminosos. A PM afirma que os ocupantes da motocicleta atiraram contra as equipes, que reagiram.

Após o confronto, os dois suspeitos ficaram feridos e chegaram a ser socorridos ao Hospital Regional de Cáceres, porém não resistiram aos ferimentos.

Com a dupla, os policiais apreenderam dois revólveres calibre 38, munições deflagradas e intactas, aparelhos celulares e a motocicleta utilizada pelos suspeitos.

Segundo a ocorrência, um dos celulares apreendidos apontava localização em uma residência no bairro Vila Nova, local onde, conforme suspeita da polícia, poderia acontecer um homicídio.

O boletim também aponta que Wellison já havia sido conduzido anteriormente por suspeita de envolvimento em um homicídio registrado dias atrás na avenida Sete de Setembro.

A área do confronto permaneceu isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Politec.

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Por Leandro Viegas*

O agronegócio brasileiro vem aprendendo, safra após safra, que produtividade não depende apenas de genética, fertilidade do solo ou da escolha correta dos defensivos agrícolas. Em um cenário de clima cada vez mais instável e janelas operacionais mais curtas, a eficiência da aplicação passou a ocupar papel estratégico dentro do manejo agrícola. E, diante da possibilidade de formação do El Niño ao longo de 2026, os adjuvantes deixam definitivamente de ser vistos apenas como componentes auxiliares da calda para assumir posição relevante na busca por produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

As previsões climáticas reforçam esse alerta. Dados recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base em informações do CPC/NOAA, apontam probabilidade superior a 60% de formação do El Niño já entre maio, junho e julho de 2026. Para o trimestre seguinte, entre junho, julho e agosto, essa chance sobe para 79%, podendo ultrapassar 90% a partir de agosto.

Na prática, isso representa um cenário de maior instabilidade para o produtor rural. Historicamente, o El Niño provoca comportamentos distintos nas regiões agrícolas do Brasil: enquanto o Sul tende a registrar aumento no volume de chuvas, áreas do Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste e Sudeste podem enfrentar períodos mais intensos de seca e irregularidade hídrica. O resultado é um ambiente operacional mais complexo, com excesso de umidade em determinadas regiões, dificuldade de entrada de máquinas, aumento da pressão de doenças fúngicas e redução das janelas ideais para pulverização.

Nesse contexto, o agricultor não pode olhar apenas para o produto aplicado, mas para a qualidade de toda a operação. Uma aplicação eficiente é fundamental para proteger o investimento realizado em defensivos e garantir que a lavoura receba, de fato, o manejo planejado.

O desafio ganha ainda mais relevância diante da dimensão econômica da próxima safra. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção recorde de 353,4 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2025/26. Somente a soja deve alcançar 177,8 milhões de toneladas, enquanto o milho pode chegar a 138,3 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, a própria Conab já aponta impactos climáticos importantes sobre o andamento das operações agrícolas, especialmente em regiões onde o excesso de chuva atrasou a colheita da soja e comprometeu o calendário da segunda safra de milho.

Esse cenário evidencia uma realidade cada vez mais presente no campo: a tecnologia de aplicação deixou de ser apenas um detalhe técnico e passou a ser uma ferramenta de gestão agrícola. A Embrapa já destaca há anos que o objetivo de uma pulverização eficiente é aplicar a menor quantidade necessária de ingrediente ativo diretamente sobre o alvo, maximizando a eficiência e reduzindo perdas por deriva, evaporação ou contaminação fora da área desejada.

É justamente nesse ponto que os adjuvantes passam a ganhar maior protagonismo técnico. Durante muito tempo, esses produtos foram tratados apenas como complementos da mistura de tanques. Porém, diante das atuais condições climáticas, essa visão se mostra limitada. Temperaturas elevadas, umidade relativa irregular, chuvas frequentes e necessidade de operações mais rápidas exigem que cada aplicação entregue o máximo desempenho possível.

Os adjuvantes mais modernos exercem funções fundamentais dentro da tecnologia de aplicação. Dependendo da formulação, podem contribuir para melhorar o espalhamento, a cobertura, a aderência das gotas, a estabilidade da calda e a redução de perdas durante a pulverização. Na prática, ajudam o defensivo a atingir melhor o alvo e permanecer em condições adequadas para desempenhar sua função mesmo em ambientes mais desafiadores.

Mais do que um ganho técnico, trata-se de uma necessidade econômica. Uma pulverização mal executada não representa apenas desperdício de produto, ela pode gerar necessidade de reaplicação, aumento do custo operacional, maior consumo de combustível, mais horas de máquina e risco de redução no controle de pragas, doenças e plantas daninhas. Em uma safra pressionada pelo clima, erros operacionais custam caro.

Por isso, acredito que o mercado precisará evoluir rapidamente na forma como enxerga os adjuvantes. Eles não devem mais ser considerados itens secundários dentro da pulverização, mas ferramentas estratégicas de eficiência operacional. Claro que os resultados dependem de uma série de fatores integrados, como recomendação técnica correta, regulagem adequada dos equipamentos, escolha das pontas de pulverização, volume de calda e condições climáticas favoráveis no momento da aplicação.

Ainda assim, fica cada vez mais evidente que aplicar bem será tão importante quanto escolher bem o defensivo agrícola. O produtor que conseguir extrair maior eficiência de cada operação terá vantagens importantes em produtividade, redução de desperdícios e sustentabilidade.

A próxima safra pode marcar definitivamente essa mudança de percepção no campo. Em uma agricultura cada vez mais pressionada por clima, custos e necessidade de precisão, os adjuvantes deixam de ser acessórios da pulverização e passam a ocupar papel estratégico no manejo agrícola moderno.

*Administrador, bacharel em Direito e CEO da Sell Agro



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A Prefeitura de Rondonópolis intensificou os serviços de limpeza urbana em diversos bairros da cidade por determinação do prefeito Cláudio Ferreira. As equipes já retiraram mais de 69 caminhões de lixo branco e entulhos das regiões da Vila Olinda, Ana Carla e Pedra 90.

De acordo com as informações divulgadas durante os trabalhos, as ações também envolvem a limpeza de mais de mil bueiros que estavam entupidos nos bairros. As equipes seguem atuando diariamente para evitar transtornos causados pelo acúmulo de lixo e melhorar o escoamento da água.

“Limpeza é saúde. Nós estamos aqui fazendo a limpeza geral. A determinação do nosso prefeito Cláudio Ferreira é deixar o bairro mais limpo e mais organizado”, destacou um dos responsáveis pela ação durante a operação de limpeza.

Além da retirada de entulhos e desobstrução dos bueiros, a prefeitura também realiza serviços de arborização nas comunidades atendidas. Segundo a gestão municipal, os trabalhos continuam em outras regiões da cidade.

“A obra não pode parar, porque Rondonópolis é grande”, afirmou a equipe responsável pelos serviços.



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Fiscalização de rotina do Procon de Rondonópolis detectou estabelecimentos noturnos negligenciando os direitos dos consumidores quanto à informações básicas obrigatórias diante da oferta de serviços e produtos. Em alguns locais, faltam até os preços. Durante a ação também foram apreendidos pacotes de carnes embaladas a vácuo e leite que estavam à venda com data de validade vencidos. A apreensão ocorreu numa conveniência

A ação ocorreu na noite da quinta-feira (14) e os bares e conveniências terão 20 dias para se regularizarem, sob pena de receberem multas.

Segundo a equipe de fiscalização, nos comércios noturnos, faltavam informações como indicativo de proibição de venda de bebidas alcoólicas para menores, informações no banheiro feminino sobre como agir diante de importunação ou assédio, aviso de cobrança de taxa de “couvert artístico”, que é opcional caso a informação não seja pública, placa de não fume (em caso de lugar fechado), número do Procon, Código de Defesa do Consumidor (CDC) para acesso imediado do cliente, entre outros. 

No tocante à taxa de serviços, que é opcional, estava embutida automaticamente na conta, num dos locais. Durante a ação também foram apreendidos pacotes de carnes embaladas a vácuo e leite que estavam à venda com data de validade vencidos. A apreensão ocorreu numa conveniência. 

O coordenador executivo do Procon Rondonópolis, Rubson Guimarães, destaca que os consumidores devem ficar atentos às cobranças nos estabelecimentos e, caso se sintam lesados, devem denunciar o bar, restaurante, pizzaria, lanchonete ou outro estabelecimento ao Procon. “Muitas vezes a pessoa sequer imagina que está pagando a mais por um serviço. Muitos saem à noite para se divertir, mesmo assim, precisam ficar atentos e conferir os dados da conta e se há informações básicas nos bares e lanchonetes”, alertou.

Para denunciar ou reclamar de comércio e serviços, o Procon disponibiliza dois contatos: telefone (66) 3411- 5701 ou whatsapp (66) 98438-2460.



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