O prefeito Cláudio Ferreira e o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, assinam nesta segunda-feira (25), às 16h, em frente à Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis, um termo de compromisso considerado histórico para a saúde pública da região. O novo contrato prevê R$ 268 milhões em investimentos anuais na unidade hospitalar.

O valor representa um salto expressivo no financiamento da Santa Casa, que atualmente recebe cerca de R$ 94 milhões por ano. Com o novo acordo, o hospital passará a contar com um investimento quase três vezes maior, permitindo ampliação de cirurgias, abertura de novos serviços e fortalecimento da estrutura hospitalar.

Entre os principais avanços previstos estão o aumento de mais de 25 mil procedimentos mensais de média e alta complexidade, ampliação da oferta de cirurgias, implantação de Pronto Atendimento Cardiológico, abertura da Casa da Gestante, criação do Hospital Dia e oferta de exames de Ressonância Magnética.

Além disso, o hospital ganhará mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto, ajudando a desafogar a demanda reprimida da saúde pública e reduzindo filas de atendimentos em Rondonópolis e municípios da região.

Cláudio Ferreira destacou que esse passa a ser o maior investimento em média e alta complexidade realizado nas últimas duas décadas na saúde pública da cidade.

“Reconhecemos a importância da Santa Casa e que, sem parcerias com instituições e pessoas sérias, não dá para fazer saúde pública de qualidade”, destacou o prefeito.

O prefeito também agradeceu o apoio do governador Otaviano Pivetta e o empenho dos empresários Odílio e Tânia Balbinotti na articulação do novo contrato, além do trabalho da equipe da Secretaria Municipal de Saúde e da direção da Santa Casa.

O ato público de assinatura acontece nesta segunda-feira (25), às 16h, em frente à própria Santa Casa, em Rondonópolis.



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O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, rejeitou o pedido apresentado pela defesa da influenciadora e advogada Deolane Bezerra para revogar sua prisão preventiva.

Na decisão, assinada no sábado (23) e publicada neste domingo (24), o magistrado afirmou não identificar “manifesta ilegalidade” que justificasse a concessão de liberdade de ofício.

A defesa havia acionado o STF alegando irregularidades na decisão da primeira instância que determinou a prisão da empresária.

Entre os pedidos apresentados estavam a revogação da prisão preventiva, a substituição da medida por prisão domiciliar ou a aplicação de medidas cautelares alternativas.

Ao analisar a reclamação, Dino decidiu não dar seguimento ao pedido e reforçou que não encontrou elementos que justificassem uma intervenção imediata da Corte.

“Não se verifica situação de flagrante ilegalidade apta a justificar a concessão da ordem de ofício”, afirmou o ministro na decisão.

Deolane Bezerra foi presa na última quinta-feira (21) durante uma operação conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo.

A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminonsa Primeiro Comando da Capital (PCC).



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A Polícia Militar flagrou dois motociclistas cometendo irregularidades e terminou com os suspeitos encaminhados para a Delegacia na quinta-feira (21) e nesta sexta-feira (22), em Rondonópolis. Um dos casos envolveu adulteração de placa com o motoqueiro sendo do ‘grau’ e o outro perturbação com escapamento barulhento, conhecido como “ran dan dan” e sem CNH.

No primeiro caso, durante o estágio supervisionado do 4º Curso de Identificação Veicular da PMMT, uma equipe do 5º BPM identificou a supressão de dígitos da placa de uma motocicleta Honda Start preta, placa QBS-49xx. Os policiais abordaram o suspeito e constataram a irregularidade durante a fiscalização.

Diante da situação, a equipe encaminhou o motociclista para a Delegacia de Polícia Civil de Rondonópolis. Já a moto seguiu para o pátio da Centro-Oeste para as medidas administrativas.

No segundo caso, policiais militares que realizavam rondas pela região central flagraram outro motociclista transitando com descarga livre, produzindo o barulho conhecido como “ran dan dan”. Além disso, o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A PM deteve o suspeito ainda durante a abordagem e encaminhou o caso para a Delegacia. A motocicleta também acabou apreendida e removida ao pátio.

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Na manhã deste sábado (23), a Nova Rota informou a liberação parcial do tráfego na pista norte, no sentido Rondonópolis.

Uma colisão entre uma utilitária e uma carreta-tanque carregada com etanol e gasolina provocou o tombamento do veículo de carga e interditou a BR-163, no km 114, em Rondonópolis, na tarde desta sexta-feira (22). O acidente mobilizou equipes da Nova Rota do Oeste e do Corpo de Bombeiros por conta do vazamento de combustível na pista e na faixa de domínio da rodovia.

Segundo a concessionária, o chamado ocorreu às 17h47. Com o impacto, a carreta acabou tombando às margens da pista, espalhando parte da carga inflamável pelo local e gerando risco elevado de explosão. O motorista da carreta saiu ileso e assinou termo de recusa de encaminhamento médico.

Já os três ocupantes da utilitária receberam atendimento das equipes de resgate da Nova Rota do Oeste e seguiram encaminhados em estado leve para a UPA de Rondonópolis.

Durante a noite, a situação exigiu interdição total da rodovia para avaliação dos riscos e atuação das equipes de emergência. A concessionária orientou motoristas a utilizarem rotas alternativas passando pela MT-459, em direção a Pedra Preta, com conexão à BR-364.

Por volta das 21h, equipes ainda trabalhavam no local devido ao vazamento da carga. Já na manhã deste sábado (23), a Nova Rota informou a liberação parcial do tráfego na pista norte, no sentido Rondonópolis.

O trecho segue sob monitoramento das equipes da concessionária e do Corpo de Bombeiros.



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Um grave acidente envolvendo um micro-ônibus da Secretaria de Educação de Gaúcha do Norte, uma carreta e um VW T-Cross deixou um casal morto no início da noite desta sexta-feira (22), na MT-249, nas proximidades do trevo da Libra, em São José do Rio Claro.

No banco traseiro do veículo estavam 4 passageiros, entre eles 3 crianças, filhos das vítimas fatais. Conforme os bombeiros, nenhum utilizava cinto de segurança no momento do acidente.

Segundo as informações apuradas no local, o VW T-Cross seguia pela rodovia com seis ocupantes quando o motorista tentou realizar uma ultrapassagem sobre o micro-ônibus escolar. Durante a manobra, o veículo não conseguiu retornar para a pista e acabou atingindo a carreta, além do coletivo.

Com a violência da batida, o motorista do T-Cross ficou preso às ferragens e morreu ainda no local. Já a passageira que estava no banco dianteiro acabou arremessada para fora do veículo e também morreu na hora. Conforme informações do Corpo de Bombeiros, o impacto provocou ferimentos gravíssimos na vítima.

Outros ocupantes do T-Cross sofreram ferimentos e receberam atendimento das equipes do Corpo de Bombeiros de Nova Mutum e profissionais da Saúde de São José do Rio Claro. As vítimas seguiram encaminhadas ao Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro, em Nova Mutum.

Apesar da gravidade da colisão, nenhum ocupante do micro-ônibus da Secretaria de Educação ficou ferido.

Vídeos registrados por motoristas que passavam pela rodovia mostram a destruição dos veículos e a movimentação intensa das equipes de resgate durante o atendimento da ocorrência.

A tragédia mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que realizou os trabalhos periciais para apontar a dinâmica exata do acidente. A MT-249 permaneceu bloqueada por algumas horas para o atendimento da ocorrência e remoção dos veículos.

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A Polícia Militar prendeu um criminoso na tarde desta sexta-feira (22), após o furto de uma motocicleta Honda Biz em Chapadão do Sul (MS). A prisão aconteceu no distrito de Ouro Branco do Sul, em uma cena que parecia saída de filme e acabou registrada em vídeo. O suspeito tentou atravessar a rodovia correndo ao perceber a chegada da guarnição, mas os policiais conseguiram realizar a abordagem.

Conforme as informações da PM, a ocorrência aconteceu por volta das 15h35 durante patrulhamento da PM no distrito. A equipe recebeu informações da Polícia Civil de Sonora sobre o furto qualificado da motocicleta, ocorrido após o arrombamento de um estabelecimento comercial.

Durante as diligências, os militares localizaram a moto abandonada e sem combustível nas proximidades da entrada da cidade. No local, também apareceu uma mala com documentos pessoais e objetos do suspeito, reforçando os indícios da autoria do crime.

Segundo a PM, o criminoso seguia sentido Rondonópolis, mas acabou ficando sem gasolina. Ao tentar abastecer a motocicleta em um posto de combustíveis, ele deu de cara com os policiais e tentou fugir atravessando a pista a pé, momento registrado em vídeo.

Com apoio da Polícia Civil, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito. Durante entrevista preliminar, ele confessou o furto e relatou que abandonou a moto após o combustível acabar. Ainda conforme a ocorrência, o homem possui passagens por tráfico de drogas, agressão, ameaça e furto.

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Moraes virou alvo de ação nos EUA e pode responder por suposta censura extraterritorial

A Justiça dos Estados Unidos autorizou nesta sexta-feira (22) a citação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, em uma ação movida pelas empresas Trump Media e Rumble. O caso avança em um tribunal federal da Flórida e aumenta a pressão internacional sobre o magistrado brasileiro.

A informação ganhou repercussão após publicação do advogado americano Martin de Luca na rede social X. Segundo ele, a Justiça autorizou que Moraes seja citado por e-mail institucional depois das empresas alegarem dificuldades para contato formal com o ministro.

As empresas acusam Moraes de praticar “censura extraterritorial” ao determinar remoções de conteúdos e perfis em plataformas americanas, sob ameaça de multas e até suspensão dos serviços no Brasil. Conforme o advogado, o magistrado utilizou anteriormente o próprio e-mail institucional para enviar notificações às plataformas.

O processo tramita nos Estados Unidos desde o ano passado e permaneceu parado após tentativas de citação por vias diplomáticas envolvendo o Superior Tribunal de Justiça. Em março deste ano, o STJ negou o pedido para intimar o ministro dentro do território brasileiro.

Agora, com a nova autorização da Justiça americana, as empresas terão prazo de 30 dias para realizar uma nova tentativa de citação eletrônica utilizando endereços ligados ao STF. Caso não haja manifestação da defesa dentro do prazo processual, as companhias poderão solicitar o reconhecimento de revelia no processo.

A ação envolvendo Moraes ocorre em meio ao aumento das críticas internacionais contra decisões relacionadas à remoção de conteúdos em redes sociais e bloqueios de perfis. Até a publicação desta matéria, o STF não havia se manifestado oficialmente sobre a decisão da Corte americana.

ENTENDA

O julgamento à revelia acontece quando a pessoa processada não apresenta defesa ou simplesmente não responde à ação dentro do prazo determinado pela Justiça. Nesse cenário, o processo continua mesmo sem a participação do réu, e o juiz pode tomar decisões com base apenas nos argumentos e provas apresentados pela outra parte.

No caso envolvendo Alexandre de Moraes, as empresas Trump Media e Rumble querem que ele responda judicialmente nos Estados Unidos por suposta censura extraterritorial. Caso a Justiça americana considere válida a citação por e-mail e não exista resposta da defesa, as empresas podem pedir a revelia.

Isso, porém, não significa prisão automática. A ação atualmente possui natureza cível, relacionada a decisões judiciais e liberdade de expressão nas plataformas digitais. Uma eventual prisão dependeria de fatores completamente diferentes, como acusações criminais, descumprimento de ordens judiciais americanas ou medidas posteriores muito mais graves dentro do sistema jurídico dos EUA.

Mesmo assim, os Estados Unidos possuem histórico de agir contra figuras internacionais quando entendem existir violação de leis americanas ou impacto em empresas e interesses do país.

Alguns casos conhecidos:

  • Nicolás Maduro teve acusações formalizadas pela Justiça americana relacionadas a narcotráfico e terrorismo. Os EUA chegaram a oferecer recompensa milionária por informações que levassem à prisão dele.
  • Meng Wanzhou, diretora financeira da Huawei, acabou detida no Canadá em 2018 a pedido dos EUA por acusações ligadas a sanções internacionais e fraude bancária.
  • Manuel Noriega terminou preso após intervenção militar americana no Panamá em 1989 e posteriormente condenado nos EUA por tráfico de drogas.
  • Julian Assange enfrenta longa disputa judicial e pedidos de extradição feitos pelos EUA por divulgação de documentos sigilosos americanos.

A diferença é que esses casos envolveram acusações criminais ou temas ligados à segurança nacional, espionagem, narcotráfico ou sanções internacionais. No caso atual de Moraes, até o momento, trata-se de uma disputa judicial envolvendo liberdade de expressão e decisões sobre plataformas digitais.



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Texto aprovado pelos deputados busca garantir direito de defesa ao produtor rural e reage às regras que poderiam restringir crédito apenas por apontamentos do PRODES

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) o Projeto de Lei 2.564/2025, que proíbe a aplicação de embargos ambientais automáticos com base exclusivamente em imagens de satélite. A proposta representa uma resposta direta às preocupações do setor agropecuário após o avanço de regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) que passarão a utilizar dados do PRODES, sistema de monitoramento do INPE, como critério para concessão de crédito rural a partir de 2026.

O empresário do agronegócio e pré-candidato a primeiro suplente ao Senado por Mato Grosso na chapa de José Medeiros (PL), Odílio Balbinotti Filho, afirmou que a aprovação do projeto é vista no campo como uma medida importante para garantir segurança jurídica aos produtores rurais.

“O produtor brasileiro não pode ser condenado apenas por uma imagem de satélite, sem fiscalização presencial, sem análise técnica e sem direito de defesa. Monitoramento é importante, mas não pode substituir o devido processo legal”, afirmou Odílio.

O texto aprovado mantém a fiscalização ambiental e permite medidas cautelares em casos de irregularidades. No entanto, impede que propriedades sejam automaticamente penalizadas apenas por apontamentos remotos, sem confirmação técnica individualizada.

A discussão ganhou força após as resoluções do CMN determinarem que bancos consultem dados do PRODES antes de liberar financiamentos rurais. Pelas regras atuais, caso o sistema identifique supressão de vegetação nativa após julho de 2019, o produtor poderá ter o crédito bloqueado até comprovar a regularidade ambiental da área.

A medida gerou forte reação no setor agropecuário, especialmente em estados como Mato Grosso, maior produtor agropecuário do país e altamente dependente de crédito rural para custeio e investimento da produção.

Durante a votação do projeto, parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defenderam que produtores vinham sendo submetidos a restrições severas sem qualquer oportunidade prévia de esclarecimento.

Para Odílio Balbinotti, o tema exige equilíbrio entre preservação ambiental e segurança para quem produz. “O agro brasileiro sempre defendeu responsabilidade ambiental. O que não pode acontecer é o produtor regular enfrentar bloqueio de crédito, embargo ou insegurança apenas por divergência técnica de sistema. Pelo satélite não tem como saber se existe licença ambiental, se houve danos naturais. O correto seria notificar o produtor diante de qualquer suspeita, não penaliza-lo sem verificação prévia”, afirmou.

Entre os principais pontos levantados pelo setor está o fato de que alertas do PRODES não equivalem automaticamente a infrações ambientais confirmadas. Produtores apontam que divergências em Cadastro Ambiental Rural (CAR), áreas autorizadas para supressão vegetal, queimadas acidentais e falhas geoespaciais podem gerar apontamentos indevidos.

A proposta aprovada na Câmara segue agora para análise do Senado Federal. Caso seja aprovada sem alterações, o texto será encaminhado para sanção presidencial.



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O tradicional Baile do Havaí, que retorna após anos sem realização em Rondonópolis, já entrou no segundo lote de ingressos e segue movimentando o público da cidade.

Marcado para o próximo dia 23 de maio, no The 20, o evento promete resgatar uma das festas mais lembradas por gerações, trazendo de volta o clima nostálgico que marcou época em Rondonópolis.

Com a mudança de lote, os ingressos passaram por reajuste nos valores, acompanhando a grande expectativa em torno da festa. A organização prepara uma estrutura especial, com mesas de frutas, decoração temática, lounge instagramável para fotos, caldos e diversos ambientes pensados para reviver a tradição do Baile do Havaí.

Além disso, o público contará com uma programação recheada de atrações, incluindo DJ Léo Beat, Patrike Garcia, Temperos do Samba e o grupo Pagode da Gica, diretamente do Rio de Janeiro.

A proposta do evento mistura nostalgia, samba, pagode e o clima tropical que transformou o Baile do Havaí em um dos eventos mais marcantes da cidade.

O The 20 abrirá às 17h para receber o público.

Informações sobre camarotes e ingressos podem ser obtidas pelo WhatsApp (66) 99966-0020.



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Um motociclista identificado como Belmiro Luis, de 50 anos, morreu na noite desta sexta-feira (22) após um grave acidente na MT-130, nas proximidades da Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis.

Conforme as informações repassadas pela Concessionária Morro da Mesa, Belmiro seguia pela rodovia no sentido Primavera do Leste quando a motocicleta atingiu a traseira de uma carreta. O motorista do veículo de carga não teria percebido a colisão e continuou viagem.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegaram rapidamente ao local, porém apenas constataram a morte do motociclista ainda na pista.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar os trabalhos periciais. A pista permaneceu parcialmente interditada até a remoção do corpo ao Instituto Médico Legal (IML).

Testemunhas e motoristas que passavam pela rodovia registraram a movimentação das equipes de resgate e da polícia no trecho do acidente.

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