Uma tentativa de homicídio deixou duas pessoas feridas na tarde desta quarta-feira (15), em Tangará da Serra. Dois criminosos, usando roupas escuras e capacetes, invadiram um conjunto de kitnets e dispararam diversas vezes contra o alvo, mas acabaram atingindo a mãe e o irmão dele.

Após o ataque, a dupla abandonou a motocicleta utilizada na fuga, roubou outro veículo e conseguiu escapar. A Polícia Militar realizou um cerco, localizou a primeira moto e segue em buscas pelos suspeitos. As vítimas receberam atendimento do Samu.

A Perícia Oficial recolheu diversas cápsulas e projéteis no local. Segundo a PM, a quantidade de munições indica que os criminosos praticamente descarregaram o carregador de uma pistola durante a ação.

Conforme a Polícia Militar, o homem que seria o verdadeiro alvo já havia sofrido outra tentativa de homicídio na madrugada do mesmo dia. Ele não colabora com as investigações, e uma das principais linhas de apuração aponta para um possível acerto de contas envolvendo uma organização criminosa.

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Um faccionado, de 31 anos, envolvido no assassinato de uma mãe e um filho acabou preso na manhã desta quarta-feira (15), em Rondonópolis. A prisão ocorreu em conjunto da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis e Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

De acordo com informações, a ação ocorreu em Rondonópolis, de forma integrada com equipes da Delegacia de Polícia de Paranaíba (MS) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS/MS), em cumprimento à ordem judicial expedida durante as investigações.

Conforme a Polícia Civil, o faccionado preso teria participado de um duplo homicídio registrado no município de Paranaíba (MS).

As vítimas, Patrícia Norberto da Silva, de 36 anos, e seu filho, Kaique Flavio Audilino, de 20 anos, apareceram mortos na manhã do dia 19 de junho de 2026.

De acordo com as investigações conduzidas pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram os disparos.

Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, o investigado seguiu para a unidade policial e permanecerá à disposição da Justiça.

A atuação integrada entre a Polícia Civil de Mato Grosso e a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul reforça a cooperação interestadual no enfrentamento aos crimes violentos, contribuindo para a localização e captura de investigados e para o fortalecimento da segurança pública.

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O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, recebeu o deputado federal José Medeiros para visitar obras em andamento no município. Nas redes sociais, o prefeito destacou a parceria com o parlamentar e afirmou que as emendas destinadas por Medeiros ajudam a impulsionar investimentos na cidade.

A visita começou pela Avenida Ponce de Arruda, onde o novo microrrevestimento já avança e, segundo Cláudio, vem mudando a realidade de quem utiliza a via diariamente.

Em seguida, prefeito e deputado estiveram no Córrego Canivete, que recebe obras de paisagismo, construção de calçadas amplas e instalação de gradis em estilo clássico. Conforme o prefeito, a intervenção busca proporcionar mais beleza, segurança e qualidade de vida para a população. Segundo Cláudio Ferreira, os recursos destinados por meio das emendas parlamentares estão sendo aplicados em obras que geram benefícios diretos para a população.

Cláudio informou que esse é o primeiro episódio de uma série de vídeos em que pretende apresentar o andamento de obras e investimentos realizados em diferentes regiões de Rondonópolis.

Outro destaque da visita foi a nova Policlínica de Rondonópolis. De acordo com o prefeito, a unidade contará com exames de alta complexidade, como ressonância magnética, além de consultas com especialistas, ampliando a oferta de atendimento para moradores de Rondonópolis e da região sul de Mato Grosso.

Ainda conforme Cláudio Ferreira, a construção da Policlínica resulta de uma parceria entre a Prefeitura de Rondonópolis, o Governo de Mato Grosso, o Governo Federal, deputados e senadores que destinaram recursos para a obra.





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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Fariseus, que investiga a atuação de membros de uma mesma família suspeitos de prestar apoio comunicacional, financeiro e logístico a integrantes de uma facção criminosa, com indícios de desvirtuamento da atividade religiosa declarada.

Foi cumprido um mandado de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão de dispositivos eletrônicos e de outras medidas cautelares, como a quebra de sigilo telefônico, de dados telemáticos e bancário, bem como a suspensão temporária do ingresso dos investigados em unidades prisionais por meio de projetos religiosos.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo de Cuiabá, com base nas investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

As investigações identificaram que uma suposta atividade missionária desenvolvida no interior de unidades prisionais era utilizada, segundo os indícios reunidos, para viabilizar o contato com internos, intermediar recados, promover a aproximação com familiares e lideranças, receber e dissimular valores, além de facilitar o trânsito e a inserção relacional junto a uma facção criminosa com atuação no Rio de Janeiro.

Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, corrupção de menor, tortura e lavagem de dinheiro, em razão do recebimento de valores e da dissimulação da origem dos recursos por meio de triangulação financeira.

Apuração

As diligências tiveram início após denúncia anônima informando que integrantes de uma mesma família utilizavam um projeto religioso para ingressar na Penitenciária Central do Estado (PCE) e, supostamente, entregar celulares, carregadores e outros objetos ilícitos a lideranças custodiadas no raio de segurança máxima.

Embora a entrega de celulares no interior da unidade prisional ainda não tenha sido comprovada, a análise de dados telemáticos, autorizada judicialmente, revelou um conjunto expressivo de fotografias, vídeos, conversas e registros financeiros que demonstram que a relação dos investigados com presos, foragidos e integrantes da facção extrapolava a assistência religiosa.

Também foram identificadas conversas telefônicas com presos, intermediação de recados entre internos e pessoas em liberdade, contatos frequentes com conselheiros da facção presos e foragidos, além da circulação de informações relacionadas ao ambiente prisional.

A investigação apontou ainda que integrantes do núcleo familiar recebiam valores atribuídos a presos e lideranças da organização criminosa, utilizando contas de familiares e de terceiros para realizar fracionamento, triangulação financeira, depósitos em espécie e sucessivos repasses.

Há indícios de custeio de viagens, procedimentos estéticos e aquisição de veículos em benefício de integrantes do grupo, evidenciando, em tese, a prática de lavagem de dinheiro mediante ocultação da origem e da destinação dos recursos.

Outro eixo relevante da investigação envolve viagens frequentes a uma comunidade do Rio de Janeiro. Integrantes do grupo estiveram na residência utilizada por um criminoso foragido, situada em área dominada por facção criminosa, onde foram produzidos registros fotográficos e audiovisuais em meio a fuzis, pistolas, revólveres, carabinas e rádios comunicadores, alguns personalizados com referências à organização criminosa.

As imagens mostram evangelistas ao lado de lideranças da facção, foragidos da Justiça e pessoas responsáveis pela segurança armada dos líderes. Também foram encontrados registros de crianças portando armamentos personalizados e fotografias dos próprios investigados manipulando diferentes armas de fogo.

As videochamadas também constituíram importante elemento probatório. Mulheres vinculadas ao projeto religioso mantinham contato direto com lideranças foragidas e pessoas armadas. Em um dos registros, um conselheiro foragido participa de uma chamada de vídeo enquanto um de seus comparsas efetua disparos de fuzil em uma comunidade.

Modus operandi

As mulheres ligadas ao projeto religioso integravam um grupo que realizava viagens ao Rio de Janeiro, frequentava áreas dominadas pela facção criminosa e mantinha relacionamentos pessoais e íntimos com integrantes da organização, sendo parte dessas viagens custeada pelos próprios criminosos.

As conversas analisadas também indicaram que integrantes do núcleo familiar intermediavam contatos com presos e mantinham comunicação direta com internos por telefone. Em um dos episódios, uma investigada solicitou a aplicação de um “salve” contra um homem acusado de furto, expressão utilizada por organizações criminosas para determinar punições disciplinares.

A investigação identificou ainda diálogos relacionados à venda de uma arma de fogo que estaria escondida em uma propriedade rural utilizada pela família. O fato foi analisado em conjunto com as fotografias de armamentos e os demais registros de convivência com integrantes armados da facção.

Os elementos reunidos indicam que o grupo investigado extrapolou os limites da assistência religiosa e estabeleceu vínculos pessoais, comunicacionais e financeiros com presos, foragidos e lideranças da organização criminosa. O grau de participação e a extensão da cooperação prestada por cada investigado ainda estão sendo individualizados no decorrer das investigações.

Alvo da prisão preventiva

A jovem, com a participação de seus pais, utilizava a estrutura familiar para, de forma dissimulada, prestar suporte operacional e comunicacional à facção criminosa.

Valendo-se da assistência prestada por meio de um projeto religioso, extrapolava a finalidade da atividade declarada, utilizando o acesso ao sistema prisional para oportunizar a aproximação, o apoio e o eventual favorecimento de lideranças da facção que se encontravam presas ou foragidas da Justiça.

Continuidade das investigações

O trabalho investigativo prossegue com a análise do material apreendido, o rastreamento dos valores movimentados e a individualização das condutas, com o objetivo de concluir o inquérito policial e promover o eventual indiciamento dos envolvidos.





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Parlamentar registra 400 proposições apresentadas em 2026, com foco em segurança pública, agronegócio e desenvolvimento do estado

O deputado federal José Medeiros (PL) já apresentou 400 projetos de lei e requerimentos na Câmara dos Deputados em 2026, o maior número entre os parlamentares da bancada federal de Mato Grosso. Além da produção legislativa, o deputado também realizou 38 pronunciamentos em plenário, defendendo pautas voltadas à segurança pública, ao setor produtivo e aos interesses do estado.

Ao longo do mandato, Medeiros tem concentrado sua atuação em temas como segurança pública, fortalecimento do agronegócio, desenvolvimento econômico e defesa dos municípios mato-grossenses. Além da apresentação de propostas, participa ativamente dos debates sobre projetos considerados estratégicos para o estado.

“O eleitor manda a gente para Brasília e espera a máxima produção possível. Desde que fui para Brasília, mesmo quando estava no Senado, sempre estive entre os parlamentares com maior produção. O meu trabalho tem sido apresentar projetos para destravar Mato Grosso, porque nós temos capacidade para isso. O resultado dessa produção é muito trabalho, uma equipe competente e fazer todos os dias valer a pena.”, afirmou o deputado.

Entre os projetos apresentados está o PL 2.985/2026, conhecido como Lei da Blindagem Rural, que institui uma política nacional de combate à criminalidade no campo. A proposta prevê ações integradas entre as forças de segurança, uso de inteligência e cooperação entre os órgãos públicos para ampliar a proteção aos produtores rurais e reduzir os crimes nas áreas agrícolas.

Outro destaque é o PL 3.116/2026, que cria o Marco do Apoio Jurídico ao Policial em Serviço. A iniciativa garante assistência jurídica especializada a policiais e demais agentes de segurança pública que responderem a processos decorrentes de atos praticados no exercício da função. O texto também cria um fundo federal para custear a defesa dos profissionais, preservando o direito à ampla defesa sem impedir investigações ou responsabilizações quando houver irregularidades.

As propostas seguem em tramitação na Câmara dos Deputados e integram um conjunto de iniciativas apresentadas por Zé Medeiros voltadas ao fortalecimento da segurança pública, do setor produtivo e ao desenvolvimento de Mato Grosso.





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Um faccionado morreu durante confronto com policiais militares da Força Tática na noite desta terça-feira (14), na Zona Leste de Sorriso. A ação integrou uma operação conjunta das forças de segurança, desencadeada poucas horas após a execução de uma mulher de 47 anos, morta a tiros durante a tarde no município.

Segundo a Polícia Militar, a ofensiva reúne equipes da Força Tática, Polícia Civil e setores de inteligência, que atuam de forma integrada para identificar e prender envolvidos em homicídios ligados à disputa entre facções criminosas.

Logo após o assassinato da mulher, os policiais iniciaram diligências e identificaram, por meio de câmeras de segurança, a motocicleta Honda Biz vermelha utilizada pelos criminosos. As investigações levaram à apreensão de um adolescente de 17 anos, apontado como o condutor da moto, além de uma mulher suspeita de emprestar o veículo aos executores.

Durante a continuidade das buscas, equipes da Força Tática chegaram a uma região conhecida pela atuação de integrantes de facções criminosas. Conforme a PM, um homem tentou fugir ao perceber a presença policial.

Ainda de acordo com a corporação, o suspeito portava uma arma e tentou apontá-la para os militares durante o acompanhamento. Diante da ameaça, os policiais reagiram com disparos. O homem recebeu atendimento e seguiu para o Hospital Regional de Sorriso, mas não resistiu aos ferimentos.

A Polícia Militar informou que o suspeito possuía três passagens por tráfico de drogas e uma por uso de entorpecentes. Levantamentos da inteligência também indicam que ele integrava o Comando Vermelho.

As investigações sobre o homicídio da mulher e a identificação dos demais envolvidos continuam sob responsabilidade das forças de segurança.





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Uma cidade mais segura para pedestres, funcional e bonita. Diversos espaços públicos de Rondonópolis vêm passando por uma transformação urbanística com obras de acessibilidade, paisagismo e revitalização promovidas pelo Município, sob a gestão do prefeito Cláudio Ferreira. O cenário de abandono, desorganização e transtornos está ficando para trás e uma nova concepção de cidade vem ganhando forma.

Um dos serviços que mais tem chamado a atenção nessa nova perspectiva é o de revitalização urbana realizado junto a diversas pontes de Rondonópolis, a exemplo da ligação do Jardim Primavera ao São Sebastião, pela Avenida Rotary, e da ligação do Jardim Nilmara à Vila Mineira, pela Rua José Barriga. Os acessos às pontes ganharam passeio público, serviço de limpeza de entulhos e lixo, plantio de grama e árvores, melhorando a funcionalidade e estética dos locais.

Na verdade, o trabalho de construção de calçadas virou uma política pública que tem se ampliado para os mais diversos pontos de Rondonópolis, nesse primeiro momento especialmente junto a importantes vias locais, como a Rua Fernando Correa da Costa, na entrada da cidade, e a Avenida Júlio Campos.

Até agora, a Prefeitura já construiu cerca de 4.500 m² de calçadas, o equivalente a 2.200 metros em linha reta. Tudo dentro das normas, como piso tátil de alerta direcional e rebaixamento de meio-fio nas esquinas e travessias.

Outra melhoria urbana já vista nos quatro cantos da cidade é a implantação de novo paisagismo em canteiros e rotatórias de importantes vias, como nos altos da Rua Fernando Correa da Costa, Rua Rio Branco (região José Sobrinho), Avenida Bandeirantes, Avenida Presidente Médici e, agora, Avenida dos Estudantes.

Em cada um desses pontos, o trabalho se repete: retirada dos detritos antigos, colocação de terra boa, plantio de grama e, depois, flores. O resultado positivo tem surpreendido.

O novo paisagismo, junto com o forte trabalho de plantio de árvores nas calçadas, tem garantido a dotação de Rondonópolis de uma infraestrutura verde, criando um microclima urbano e conforto térmico, além de melhorar a estética da cidade e o bem-estar da população.

Já a implantação das novas calçadas evita acidentes com pedestres, estimula a caminhada, promove a acessibilidade e ainda valoriza os imóveis do entorno.

As intervenções em acessibilidade e paisagismo denotam, dessa forma, a visão do prefeito Cláudio Ferreira em construir “uma cidade feita para gente”, onde não apenas automóveis têm vez, mas também os pedestres. Além disso, expõem o esforço em deixar a cidade mais funcional e bonita.



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Uma entregadora por aplicativo identificada como Marisa Cardoso morreu após um grave acidente de trânsito registrado nesta quarta-feira (15), na Rua Capitão Ademir, no bairro Parque Universitário, em frente ao 4º Comando Regional da Polícia Militar, em Rondonópolis. Uma câmera de segurança registrou o exato momento da colisão.

As imagens mostram a motociclista tentando realizar uma ultrapassagem quando invade a pista contrária e colide de frente com uma picape que seguia no sentido oposto. Com a violência do impacto, ela passa por cima do veículo e acaba arremessada vários metros à frente.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram atendimento ainda no local e encaminharam a vítima em estado gravíssimo ao Hospital Regional.

Apesar dos esforços da equipe médica, a entregadora não resistiu aos ferimentos. Ela sofreu múltiplas fraturas em decorrência da forte colisão e morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.

O vídeo do acidente evidencia a violência do impacto. As circunstâncias da tragédia deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

Vídeo mostra o exato momento do acidente:





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Maria Eduarda Bucater, ex-moradora de Rondonópolis e com familiares no município, ganhou destaque nas redes sociais após uma troca pública de acusações com o ex-namorado, o influenciador Bruninho Cruz. O caso viralizou nesta semana e passou a ocupar espaço em diversos perfis de entretenimento e fofoca no Instagram.

A polêmica começou quando Bruninho publicou um vídeo afirmando que foi até a casa da ex para buscar presentes que havia dado durante o relacionamento. Segundo ele, durante a conversa, Maria Eduarda arremessou um pacote de lenços em seu rosto após ele abrir a embalagem de forma considerada errada. Na gravação, o influenciador também mostra objetos que diz ter retirado da residência.

No mesmo vídeo, Bruninho fez outras declarações sobre a ex-companheira. Ele alegou que Maria Eduarda teria histórico de agressões em relacionamentos anteriores e afirmou que ela mantém uma relação conturbada com os pais, situação que, segundo ele, influenciaria seus relacionamentos.

Maria Eduarda rebate acusações

Pouco depois, Maria Eduarda utilizou o próprio Instagram para apresentar sua versão dos fatos.

A influenciadora afirmou que Bruninho entrou em sua casa e levou diversos pertences, incluindo objetos comprados com seu próprio dinheiro e presentes recebidos de amigos. Ela também acusou o ex de distorcer os acontecimentos para passar a imagem de vítima nas redes sociais.

Ainda segundo Maria Eduarda, durante a discussão Bruninho a empurrou, o que teria provocado marcas em seu corpo. Como parte do pronunciamento, ela divulgou uma sequência de áudios com trechos da discussão entre os dois.

Caso repercute nas redes

A troca de acusações rapidamente ganhou grande repercussão. Diversos perfis no Instagram compartilharam vídeos, publicações e os posicionamentos dos influenciadores, fazendo com que o assunto figurasse entre os temas mais comentados nas redes sociais.





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