A Prefeitura de Rondonópolis iniciou uma nova fase na gestão da manutenção da frota municipal com a implantação de um sistema digital que promete mais transparência, economia e ampliação de oportunidades para prestadores de serviço da cidade. Como parte dessa mudança, o prefeito Cláudio Ferreira se reuniu nessa sexta-feira (24), com empresários credenciados na nova plataforma.
Os participantes já haviam passado por treinamento e, agora, acompanham o início oficial do funcionamento do sistema. Durante o encontro, o prefeito esclareceu dúvidas e explicou como será o funcionamento do novo modelo a partir de agora. Também participaram da reunião a primeira-dama do município, Alessandra Ferreira Cróco, o secretário de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação, Luciano Rodrigues, além de empresários locais.
De acordo com o prefeito Claudio Ferreira, a mudança no modelo de contratação busca tornar o processo mais justo e econômico para o município. “Na gestão pública, é preciso sempre fazer o que é vantajoso para o município. No primeiro ano de gestão, identifiquei que havia menos de meia dúzia de empresas prestando serviços, com preços que não eram atrativos. Era um contrato antigo, e decidimos mudar essa modalidade para dar oportunidade a todas as empresas que atuam com venda de peças e manutenção de frota, com o objetivo de economizar recursos públicos e valorizar o empresário local”, afirmou o prefeito Claudio Ferreira. “Isso gera economia para o município, estimula a economia local e faz com que todos saiam ganhando”, completou o prefeito.
O novo modelo funciona por meio de uma plataforma digital que organiza todo o processo de manutenção. A partir de agora, cada serviço começa com a abertura de uma Ordem de Serviço (OS), onde são registrados dados como placa do veículo, quilometragem e o tipo de reparo necessário. Com isso, o fluxo deixa de ser informal e passa a ser totalmente controlado, com registro de todas as etapas e rastreabilidade completa das decisões.
Um dos principais avanços do novo sistema é o fim da concentração de serviços em poucas empresas. Antes, apenas dois ou três prestadores concentravam contratos que ultrapassavam R$ 10 milhões. Com a mudança, qualquer empresa credenciada poderá participar das demandas, desde que ofereça bom preço e qualidade no serviço.
A seleção passa a ser feita por meio de um sistema de cotação cega, em que os prestadores enviam suas propostas sem acesso aos valores concorrentes. Isso garante uma disputa justa e aumenta a competitividade.
Além da concorrência, o sistema também conta com mecanismos de controle de preços. Os orçamentos são comparados com tabelas de referência de mercado, evitando valores acima dos praticados.
Após essa validação, o próprio sistema identifica automaticamente a proposta mais vantajosa para o município. Mesmo assim, nenhum serviço é executado sem a aprovação final do gestor público, garantindo controle total por parte da Prefeitura.
