O funcionário terceirizado de uma faculdade foi preso por suspeita de instalar câmeras em locais escondidos, como a tomada e o armário do vestiário feminino de funcionárias da instituição em São Paulo. O homem confessou o crime e ainda revelou outro dispositivo que utilizou para espionar uma mulher.
As câmeras instaladas pelo criminoso tinham imagem de alta resolução e foram encontradas após as mulheres começarem a se sentir vigiadas.
Na casa do funcionário, a polícia encontrou cadernos com anotações, imagens de vítimas nuas e centenas de CD’s com gravações de pornografia infantil e de adolescentes.
Em depoimento à polícia, o criminoso ainda confessou ter colocado um chip rastreador na bolsa de uma das funcionárias para descobrir seu endereço, pois dizia estar apaixonado pela moça. Além disso, o homem ainda revelava as fotos da mulher para ter a imagem impressa em sua da sua casa.
O delegado responsável pelo caso, Percival Alcântara, assegurou que o criminoso responderá por diversos crimes. “Vai responder pelo registro de intimidade de cunho sexual sem anuência das vítimas, vai responder por ‘Stalking’ e pelo crime que está previsto no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que é armazenar conteúdo contendo pedofilia”, relatou.
O caso que ocorreu na faculdade é semelhante ao que algumas pessoas passaram ao alugar casas para temporada. Duas empresárias de Goiânia (GO), foram para um imóvel em Copacabana (RJ) e identificaram uma câmera que filmava em direção à cama do quarto que estavam.
