Devido ao forte impacto, a vítima acabou arremessada por cerca de 50 metros.

A Polícia Militar registrou um acidente com vítima fatal na noite de sexta-feira (17), no bairro Cidade Natal, em Rondonópolis, após um suspeito de furto fugir de uma abordagem e atropelar uma pessoa durante a fuga.

De acordo com as informações, a guarnição recebeu denúncia de um possível furto nas proximidades do cemitério, onde o indivíduo teria pulado um muro . No local, testemunhas relataram que o suspeito entrou e saiu do terreno diversas vezes, até embarcar, com um comparsa, em uma caminhonete Hilux de cor branca.

Durante a tentativa de abordagem, o condutor arrancou bruscamente e iniciou fuga em alta velocidade por várias ruas da região. Diante da situação, os policiais deram início a um acompanhamento tático. No trajeto, ao passar em frente a uma quadra no bairro Cidade Natal, o suspeito acabou colidindo na moto e matando o motociclista.

A ocorrência mobilizou equipes policiais e o caso segue sob apuração para esclarecer todas as circunstâncias do atropelamento e da fuga. Não há informações sobre prisões.

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A Polícia Militar atendeu uma ocorrência após um funcionário da prefeitura encontrar uma ossada humana durante uma obra de manutenção, na tarde de quinta-feira (16), nos fundos de uma creche municipal em General Carneiro (MT).

Conforme as informações, o trabalhador realizava escavação para manutenção na rede de encanação de água quando localizou ossos a alguns metros abaixo do solo. Diante da situação, ele acionou a polícia.

No local, a equipe constatou que os restos mortais eram de origem humana e realizou o isolamento da área para preservar a cena. A movimentação chamou atenção nas proximidades da creche.

A Polícia Civil e a Politec seguiram acionadas para os procedimentos periciais e investigação. Até o momento, não há identificação da vítima nem informações sobre suspeitos.



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O comerciante Rachid Napolessi Neto se posicionou nesta sexta-feira (17) sobre a polêmica envolvendo a atuação do Junior Assados na calçada de seu estabelecimento. Em entrevista, ele afirma que o churrasqueiro não sofreu impedimento para atuar no local e que não houve apreensão das churrasqueiras por parte do Município.

Desde 2017 com o comércio na rua José Barriga, na Vila Carvalho, Rachid relata que, por volta de 2022, cedeu o espaço da calçada para que Junior pudesse assar e comercializar carnes. No entanto, em 20 de março de 2026, recebeu notificação da Prefeitura para regularizar a ocupação do passeio público, que incluía mesas, bancos e churrasqueiras.

Diante da notificação, o comerciante buscou resolver a situação junto ao Município. Segundo ele, a própria iniciativa partiu dele ao recolher as churrasqueiras e guardá-las em seu imóvel até receber orientação oficial. Rachid afirma ainda que possui áudio enviado ao ambulante informando sobre a retirada dos equipamentos.

No vídeo que circula nas redes sociais, Junior afirma que sofreu impedimento por parte da Prefeitura e que teve as churrasqueiras confiscadas. Sobre o caso, o superintendente de Controle Urbano, John Kenned Pereira, também nega qualquer ação nesse sentido. “Em nenhum momento foi emitida por algum órgão da gestão do prefeito Cláudio ordem para que fizesse a apreensão de material de algum ambulante”, declarou.

O superintendente explica que a Prefeitura mantém o programa Ambulante Legal, voltado à regularização de trabalhadores informais. Ele detalha que a notificação direcionada ao comerciante tratou da readequação do espaço para garantir acessibilidade no passeio público, enquanto o ambulante recebeu apenas orientação extraoficial sobre o programa.

“Até o momento a gente não recebeu qualquer solicitação desse ambulante quanto à sua adequação. Quem nos procurou para regularizar sua situação foi o senhor Rachid. Nisso, eu mesmo o informei que a lei não proíbe que se permita o ambulante em um espaço privado, desde que tenha a anuência do proprietário”, afirmou John Kenned, destacando que o ambulante poderia estar atuando normalmente.

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A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de encontro de cadáver na quinta-feira (16), por volta das 18h17, no bairro Vila Ipiranga, em Rondonópolis. Familiares localizaram a vítima, Janaína Rafaela Pereira, 40 anos, sem vida dentro de uma quitinete, já em estado de decomposição, o que levantou suspeitas de crime.

Durante a perícia, os técnicos identificaram diversas perfurações de arma branca nas regiões do abdômen e pescoço. Até o momento, as principais suspeitas apontam para um possível caso de feminicídio.

De acordo com informações preliminares da perícia, as roupas da vítima estavam carbonizadas. A análise também indica que a morte pode ter ocorrido há cerca de três dias.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.





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Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou nesta quinta-feira, 15, ter “absoluta certeza” que a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “vai chegar”, nesta ou nas próximas legislaturas. Segundo declaração em entrevista à Revista Oeste, só depende dos senadores terem “coragem” para agir.

Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira. O pedido de Gilmar ocorre após o parlamentar ter proposto no relatório final da CPI o indiciamento do próprio Gilmar e também dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O relatório da CPI foi rejeitado pela maioria dos integrantes da comissão. Segundo Vieira, a votação ocorreu “sob ameaça direta” de ministros do STF. Ele disse na entrevista que “tem a ficha limpa” e que “não deve nada para esses caras”.

“Aqui (no Senado) a gente não lida com criminoso pequeno. A gente lida com os maiores interesses da República”, afirmou o parlamentar. “Não adianta uma declaração autoritária, não adianta uma ameaça, porque os fatos estão ali”, completou.

Alessandro Vieira havia proposto o indiciamento de Gilmar Mendes no relatório devido à decisão do ministro que derrubou requerimento da CPI para quebrar sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt Participações, empresa por meio da qual a família de Dias Toffoli mantinha cotas do resort Tayayá. O magistrado acatou pedido de habeas corpus impetrado em um processo de que era relator e não teria relação com a CPI.

Gilmar Mendes afirmou que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”.

“Quando vi o meu nome inserido nessa tal lista de indiciados por parte do senador relator deste caso, eu disse: é curioso. Ele se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal por ter concedido um habeas corpus. Mas só esse fato narrado mostra exatamente que nós descemos muito na escala das degradações”, afirmou Gilmar.

Gilmar pede que o Ministério Público apure o possível enquadramento do senador na lei que trata de abuso de autoridade. Em entrevista ao Estadão, Vieira afirmou que declarações do ministro Gilmar Mendes soam a provocação de “5ª série”. Ele afirmou que seria ‘uma covardia” deixar de pedir o indiciamento dos ministros e de Gonet.



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Pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) lançou as diretrizes do seu plano de governo nesta quinta-feira (15), em São Paulo, com foco em mudanças profundas no Supremo Tribunal Federal (STF), além de propostas nas áreas econômica, segurança pública e relações de trabalho.

Entre os principais pontos, Zema defende a reformulação do STF, com a criação de uma idade mínima de 60 anos para nomeação e mandato de 15 anos para ministros. O pré-candidato também propõe impedir que familiares de integrantes da Corte atuem em negócios jurídicos, como forma de acabar com o que classificou como “farra dos intocáveis”.

Zema afirmou ainda que pretende propor ao Congresso um “novo Supremo”, com maior controle e prestação de contas. O plano inclui o fim das decisões monocráticas e a restrição do foro privilegiado apenas ao presidente da República, com o objetivo de ampliar a fiscalização por parte do Senado.

Na área trabalhista, o ex-governador de Minas Gerais defende a flexibilização da CLT, permitindo novos modelos de jornada e remuneração. A proposta inclui a possibilidade de jornadas superiores a oito horas diárias, respeitando o limite de 44 horas semanais, com a justificativa de aumentar a renda e adaptar o trabalho a diferentes realidades.

Ao comentar propostas sobre o fim da escala 6×1, Zema classificou o tema como “remédio populista” em ano eleitoral. Segundo ele, o foco deve estar no aumento do ganho do trabalhador, aliado a uma possível queda nos juros com o avanço da economia.

No eixo da segurança pública, o plano prevê endurecimento no combate às facções criminosas, com classificação desses grupos como organizações terroristas e penas mínimas mais rígidas. Zema também defende a revisão da maioridade penal, para que crimes graves recebam tratamento mais severo.

Na economia, a proposta central envolve a redução do tamanho do Estado, com corte de cargos comissionados, revisão de programas sociais e privatização de estatais. Zema afirmou que pretende aplicar o princípio de que empresas públicas só devem existir em casos de segurança nacional.

Durante o evento, o pré-candidato destacou que o plano não é definitivo e deve passar por debate com a sociedade. Além disso, negou qualquer possibilidade de compor como vice em uma eventual chapa, reforçando a intenção de disputar a Presidência.



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O empresário Odílio Balbinotti usou suas redes sociais para fazer um alerta sobre o que classificou como tratamento desigual a prefeitos em Brasília. Em vídeo gravado durante participação em um podcast, ele afirmou que gestores ligados ao PL enfrentam dificuldades para serem recebidos no governo federal e defendeu que recursos públicos não podem sofrer distinção por posicionamento político.

Segundo Balbinotti, a população não pode ser prejudicada por disputas ideológicas. Ele destacou que, na prática, quem sofre com esse tipo de cenário são os municípios, que acabam tendo menos investimentos, estrutura e dignidade para atender a população.

Na publicação, o empresário reforçou que a verba federal precisa chegar de forma equilibrada a todas as prefeituras, independentemente de partido. Para ele, o princípio da igualdade na distribuição de recursos é essencial para garantir o funcionamento adequado dos serviços públicos em todo o país.

Durante a fala, Balbinotti também relembrou o período da pandemia, citando o envio de recursos para Rondonópolis. Ele mencionou que valores foram destinados com base na necessidade da população, defendendo que esse modelo deveria ser seguido de forma contínua, sem depender de alinhamento político.

“Eu lembro muito bem, na época da pandemia, o então prefeito José do Pátio, de Rondonópolis, fez um depoimento elogiando o envio de recursos. Foram cerca de 72 milhões de reais destinados para o enfrentamento da pandemia. Não foi o prefeito que foi lá pedir. O recurso veio porque existia uma população que precisava de estrutura para ser atendida. Quem está lá na ponta é quem precisa. A população não tem lado.”





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A SEMOB anunciou nesta quinta-feira (16), a interdição parcial na avenida Marechal Dutra, na região central de Rondonópolis.

De acordo com informações, a avenida Marechal Dutra terá interdição parcial da via para obras de adequação de sarjetão/canaleta.

A obra está localizada no cruzamento com a rua João Pessoa, região central da cidade. A previsão é que os serviços sejam realizados durante 5 dias.



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Um homem ainda não identificado causou uma grande confusão que teria ocorrido na região do Zero Km, em Várzea Grande, na noite de quarta-feira (15), após colidir uma Fiat Strada branca contra o portão de um motel e, na sequência, bater em um poste.

De acordo com as informações apuradas, o motorista seguia pela via quando perdeu o controle da picape, atingiu e destruiu o portão do estabelecimento. Mesmo após o impacto, ele continuou dirigindo e, poucos metros à frente, acabou colidindo contra um poste.

Assista:

Testemunhas registraram toda a situação em vídeo e relataram que o homem estava completamente nu e com comportamento alterado. Após a segunda batida, ele desceu do veículo e fugiu correndo, tomando rumo desconhecido e abandonando o carro no local.

Vídeo:

A região do Zero Km concentra grande movimento durante a noite, incluindo a presença de profissionais do sexo, que também flagraram a cena. As circunstâncias do caso ainda não foram esclarecidas, e a identidade do motorista segue desconhecida.



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Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, afirmou nesta quinta-feira, 15, ter “absoluta certeza” que a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “vai chegar”, nesta ou nas próximas legislaturas. Segundo declaração em entrevista à Revista Oeste, só depende dos senadores terem “coragem” para agir.

Nesta quarta-feira, 15, o ministro do STF Gilmar Mendes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que abra investigação para apurar possível abuso de autoridade de Vieira. O pedido de Gilmar ocorre após o parlamentar ter proposto no relatório final da CPI o indiciamento do próprio Gilmar e também dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O relatório da CPI foi rejeitado pela maioria dos integrantes da comissão. Segundo Vieira, a votação ocorreu “sob ameaça direta” de ministros do STF. Ele disse na entrevista que “tem a ficha limpa” e que “não deve nada para esses caras”.

“Aqui (no Senado) a gente não lida com criminoso pequeno. A gente lida com os maiores interesses da República”, afirmou o parlamentar. “Não adianta uma declaração autoritária, não adianta uma ameaça, porque os fatos estão ali”, completou.

Alessandro Vieira havia proposto o indiciamento de Gilmar Mendes no relatório devido à decisão do ministro que derrubou requerimento da CPI para quebrar sigilos bancário, fiscal e telemático da Maridt Participações, empresa por meio da qual a família de Dias Toffoli mantinha cotas do resort Tayayá. O magistrado acatou pedido de habeas corpus impetrado em um processo de que era relator e não teria relação com a CPI.

Gilmar Mendes afirmou que o relator “se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal”.

“Quando vi o meu nome inserido nessa tal lista de indiciados por parte do senador relator deste caso, eu disse: é curioso. Ele se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo Tribunal Federal por ter concedido um habeas corpus. Mas só esse fato narrado mostra exatamente que nós descemos muito na escala das degradações”, afirmou Gilmar.

Gilmar pede que o Ministério Público apure o possível enquadramento do senador na lei que trata de abuso de autoridade. Em entrevista ao Estadão, Vieira afirmou que declarações do ministro Gilmar Mendes soam a provocação de “5ª série”. Ele afirmou que seria ‘uma covardia” deixar de pedir o indiciamento dos ministros e de Gonet.



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