Nova legislação cria critérios nacionais para desmembramento de áreas entre municípios e abre caminho para revisão de limites em Mato Grosso; plebiscito será nos dois municípios afetados

Entrou em vigor a Lei Complementar 230/2026, que estabelece regras nacionais para o desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União, a norma foi acompanhada de perto pelo deputado estadual OndanirBortolini, Nininho (Republicanos), que articulou com a deputada federal Gisela Simona a agilização da tramitação da proposta no Congresso Nacional.

A nova legislação define que qualquer alteração territorial dependerá de iniciativa da Assembleia Legislativa, elaboração de estudo de viabilidade e aprovação por plebiscito envolvendo os eleitores dos municípios afetados. O texto também proíbe, de forma expressa, a criação de novos municípios a partir desses desmembramentos.

A lei estabelece um prazo de 15 anos para que os processos de desmembramento sejam realizados. Também determina a suspensão dessas iniciativas no período que antecede o Censo Demográfico de 2030, com retomada após a divulgação dos resultados oficiais.

Outro ponto central é a exigência de aprovação do pedido de plebiscito com antecedência mínima de 90 dias. Para 2026, excepcionalmente, o prazo foi reduzido para 60 dias, com o objetivo de viabilizar consultas ainda neste ano.

Além disso, a norma mantém a possibilidade de atualização de limites intermunicipais mesmo durante a tramitação dos processos de desmembramento, o que permite aos estados avançar em revisões administrativas sem interrupções.

IMPACTOS 

A regulamentação era considerada necessária para dar segurança jurídica a disputas territoriais que, em muitos casos, se arrastam por anos. A indefinição de limites afeta diretamente a arrecadação municipal e a prestação de serviços públicos, especialmente em regiões produtivas.

Segundo Nininho, que é presidente da Comissão de Revisão Territorial de Municípios e Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a nova lei corrige uma lacuna. “Esse projeto era indispensável para dar segurança jurídica a um trabalho que Mato Grosso já iniciou. Sem essa regulamentação, os processos ficavam travados ou sujeitos a disputas judiciais intermináveis”, afirma.

O deputado também destaca os reflexos práticos da medida. “Estamos tratando de áreas onde a população, muitas vezes, já tem vínculo com outro município, mas permanece em uma divisão administrativa que não reflete a realidade. Isso gera prejuízos concretos”, diz Nininho.

RESSALVAS

No entanto, apesar de reconhecer o avanço da legislação, Nininho faz ressalvas quanto ao modelo de consulta popular previsto no texto. A lei determina que o plebiscito envolva os eleitores dos dois municípios impactados, o que, na avaliação do parlamentar, pode distorcer o resultado.

Para o parlamentar, o ideal seria restringir a votação à população diretamente afetada. “O plebiscito deveria abranger apenas os moradores da área a ser desmembrada, que são os mais interessados no processo e que vivenciam essa realidade no dia a dia”, argumenta Nininho.

A lei também estabelece que mudanças nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e de outras transferências só ocorrerão após o encerramento do exercício financeiro seguinte à definição dos novos limites territoriais.

“A nossa expectativa é de que a regulamentação destrave processos paralisados e permita uma reorganização mais precisa das divisas municipais, especialmente em estados como Mato Grosso, onde há histórico de conflitos territoriais e áreas com vínculos administrativos indefinidos”, completa o deputado Nininho.



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Uma mulher de 49 anos matou um homem de 48 anos após arremessar capacetes contra a cabeça da vítima durante uma discussão em um bar, em Cocalinho, e toda a ação acabou registrada por câmera de segurança do local. A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou a suspeita por lesão corporal dolosa seguida de morte.

Conforme informações, o crime aconteceu no dia 6 de dezembro de 2025, por volta das 14h50, no bairro Alto Cocalinho. Durante um desentendimento considerado banal, a mulher pegou dois capacetes e lançou contra Aldonir Ribeiro da Luz, atingindo diretamente a cabeça dele. O proprietário do bar interveio e expulsou a agressora após o ataque.

As imagens da câmera de segurança, com cerca de 39 segundos, mostram toda a dinâmica da agressão e circularam nas redes sociais, gerando forte repercussão na cidade.

Após o ataque, Aldonir passou a apresentar piora progressiva no estado de saúde, compatível com os traumas sofridos. Meses depois, familiares o encontraram inconsciente e o encaminharam para atendimento médico.

Exames confirmaram lesões graves na região da cabeça. A vítima passou pelo Hospital Municipal de Cocalinho, seguiu para o Hospital Regional de Água Boa e depois ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande, mas não resistiu e morreu no dia 28 de fevereiro de 2026.

A investigação reuniu imagens do bar, depoimentos de testemunhas, laudos médicos e o exame de necrópsia realizado pela Politec, que confirmou o nexo direto entre as agressões e a morte.

Conforme o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pelo caso, não há indicativo de outra causa para o óbito. Ao final, a Polícia Civil indiciou a mulher pelo crime de lesão corporal dolosa seguida de morte, com pena prevista de 4 a 12 anos de reclusão. O inquérito seguiu para o Poder Judiciário e Ministério Público.

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Excesso de energia solar de casas em MT sobrecarrega rede, que pode ter apagões

A instalação de placas solares em residências, pequenos comércios e fazendas por todo o país —muitas vezes sem a permissão de órgãos reguladores— tem testado os limites das redes de distribuição de energia. Em alguns estados, essa saturação já inviabiliza a conexão de novos usuários de painéis solares à rede elétrica.

Conforme informações obtidas pela Folha, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) já identificou casos de rejeições de ligações em redes de Mato Grosso, com reflexos no Acre e em Rondônia, que passam por situação de esgotamento. A reportagem apurou com pessoas do setor que Mato Grosso do Sul caminha para o mesmo problema.

O motivo de barrar essas novas ligações ou ampliações é simples: as redes não foram projetadas para suportar todo esse volume de carga ao mesmo tempo e, agora, precisarão se adequar à nova realidade.

Em comunicado à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o ONS sinalizou que, enquanto as condições das redes atuais não mudarem, ou seja, enquanto não tiverem mais capacidade de receber e distribuir energia, novas conexões de geração solar ficarão inviabilizadas, seja para novos usuários, seja para ampliações.

Os casos analisados envolvem diversos portes de consumidores que produzem a própria energia e que são conhecidos no setor elétrico como MMGD (micro e minigeração distribuída). Nesse perfil, estão desde residências com painéis solares no telhado, que são a maioria, até pequenos comércios e propriedades rurais que produzem energia fotovoltaica.

Em comum está o fato de todos estarem conectados à rede de distribuição geral de energia, que recebe a produção de diferentes fontes, incluindo a solar.

As limitações da rede elétrica ocorrem porque a infraestrutura atual não foi projetada para suportar o crescimento desse grupo de consumidores. Como muitos passaram a produzir mais do que precisam em determinados momentos do dia, o excedente é enviado para a rede elétrica e convertido em créditos que podem ser usados por eles posteriormente.

Ocorre que, quando vários produtores fazem isso ao mesmo tempo, a rede local acaba recebendo mais energia do que foi projetada para suportar. Por isso, novos pedidos de conexões passaram a ser negados em algumas regiões, até que a estrutura seja ampliada.

Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 60 GW (gigawatts) de potência em operação no setor de energia solar, segundo dados da Aneel. O número considera a soma dos pequenos e médios geradores (42,05 GW) e das grandes usinas solares, responsáveis por 17,95 GW. Atualmente, a energia solar já é responsável por mais de 23% de participação na matriz elétrica nacional, sendo a segunda maior fonte, atrás apenas das usinas hídricas, que detêm 43,3% do volume total. Em regiões com estresse nas redes, pequenos consumidores residenciais têm conseguido fazer suas conexões, mas, dependendo do tamanho da produção, estão sendo barrados.

A informação foi confirmada à Folha pelo operador. “O ONS avalia que a situação em Mato Grosso, com repercussões operativas para Acre e Rondônia, reflete uma restrição estrutural do sistema. Houve forte crescimento da geração na região, especialmente da micro e minigeração distribuída, e a operação precisa respeitar limites técnicos para preservar a segurança do Sistema Interligado Nacional”, declarou.

“No caso de Mato Grosso, esse limite é necessário para evitar risco de instabilidade e desligamentos de grande porte em contingências severas na rede de transmissão.”

O operador informou à Câmara Setorial Temática da Energia Elétrica em Mato Grosso que, “enquanto persistirem as condições técnicas, novas conexões de centrais geradoras não serão viáveis na região”.

Mato Grosso já soma mais de 2,8 GW instalados e pode ultrapassar 3,5 GW até 2030, volume que supera a demanda máxima prevista para o estado. Esse tipo de situação tem provocado mudanças no perfil de consumo, com redução da carga durante a manhã e excedente que chega a ultrapassar 900 MW (megawatts) por volta das 12h, segundo o operador.

A Aneel também orientou as distribuidoras a fazer um pente-fino nas instalações de geração distribuída já conectadas, para identificar casos que podem estar produzindo mais energia do que a autorizada pelo órgão de fiscalização.

Há casos de um pequeno gerador da CPFL Energia, por exemplo, que tinha autorização para injetar até 75 kW (quilowatts) na rede, um volume de energia que costuma ser gerado por comércios ou fazendas, ou seja, é uma produção superior à média de uma casa simples. Acontece que esse consumidor passou a registrar, de uma hora para outra, volumes frequentes superiores a 140 kW, praticamente o dobro do que tinha autorização.

“Essa discrepância comprova a existência no local de uma central geradora com potência instalada superior ao montante autorizado pela distribuidora”, diz a Aneel.

Para a Aneel e o ONS, as análises mostram que consumidores de todos os perfis têm ampliado a quantidade de painéis e equipamentos após a aprovação do projeto inicial, sem comunicar formalmente a distribuidora. A intenção inicial pode até ser a de garantir mais produção para consumo próprio, mas o fato de estarem plugados na rede acaba gerando instabilidade generalizada.

Além do risco operacional, a Aneel avalia que essas situações podem levar a “subsídios cruzados indesejados”, quando consumidores acabam se beneficiando de vantagens regulatórias destinadas a sistemas menores, enquanto operam com capacidade maior.

Na prática, a agência se refere ao fato de que consumidores que tenham painéis com capacidade superior à autorizada podem se beneficiar de descontos em conta de luz de forma indevida, transferindo parte dos custos da rede para os demais consumidores. Isso acontece porque a rede tem custos fixos, que não desaparecem. Por isso, parte dessa conta acaba sendo redistribuída, fazendo com que os demais consumidores paguem pela infraestrutura que continua a ser utilizada.

Alterações das normas do setor devem ser anunciadas em breve a respeito do assunto, mexendo com as regras de conexão e operação da geração distribuída.

À Folha a Aneel declarou que “tem trabalhado em várias frentes”, como mudanças regulatórias e medidas para “evitar conexões clandestinas ou desautorizadas nas redes”.

“A Aneel está estudando e colocando em discussão com a sociedade medidas de modernização das tarifas de energia com a possibilidade de inclusão de sinais horários e locacionais de forma a alocar aos consumidores e usuários do sistema, de forma mais precisa, o custo que causam ao sistema”, afirmou a agência.

Bárbara Rubim, vice-presidente de geração distribuída da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), disse que, de fato, há diversos pontos de atenção sobre as redes que precisam ser sanados, mas que o governo também precisa adotar medidas para estimular o armazenamento de energia.

“Não falo só do armazenamento centralizado por meio do leilão, que é muito esperado para o segundo semestre, mas também do armazenamento distribuído para ajudar a solucionar uma sobrecarga das redes de distribuição de pequenos usuários”, afirmou Rubim.

Segundo a especialista, as distribuidoras têm feito fiscalização por drone e usado inteligência artificial para entender o que seria a geração esperada do sistema versus o que está sendo efetivamente entregue.

“Há inúmeros relatos de consumidores que têm sido autuados pelas distribuidoras em um contexto de uma expansão irregular. A Absolar, obviamente, é favorável ao cumprimento das normas, mas isso é minoria num universo de mais de 7 milhões de consumidores gerando a própria energia”, comentou Rubim.

“É um pouco frustrante para o setor perceber que a agência, as distribuidoras e os órgãos setoriais parecem mais vocais para trazer à luz uma eventual irregularidade pontual do setor do que para cumprir as suas próprias obrigações legais”, criticou ela, mencionando as lacunas regulatórias que há anos afetam o segmento.



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A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem de 27 anos por furto durante o repouso noturno, nesta quarta-feira (22), após invadir uma residência no bairro Sagrada Família, em Rondonópolis, levar diversos bens e acabar localizado pelas equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF).

Segundo as informações, a vítima procurou a unidade policial logo após perceber que o imóvel havia sido invadido durante a madrugada, com o portão arrombado. O criminoso levou dois televisores, um aparelho celular, um veículo VW/Fox e até um filhote de cachorro da raça Shih Tzu.

Diante do caso, os investigadores iniciaram diligências imediatas e cruzaram informações com outros furtos registrados na cidade com o mesmo padrão. A análise de dados e imagens levou até a identificação do suspeito. Paralelamente, a Polícia Militar localizou o veículo furtado no bairro Nossa Senhora do Amparo.

Vídeo do furto:

Na sequência, as equipes da Polícia Civil seguiram até a residência do investigado, onde realizaram cerco após ele tentar fugir. No local, os policiais recuperaram os objetos furtados, incluindo os televisores, o animal de estimação e a chave do carro.

O suspeito seguiu conduzido até a delegacia e permaneceu à disposição da Justiça. O delegado Fábio Nahas destacou que a rápida resposta demonstra a eficiência da atuação integrada no combate aos crimes patrimoniais na cidade.



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O senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) manifestou apoio ao ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), durante a abertura da feira agropecuária Norte Show, em Sinop (MT).

O parlamentar criticou o que chamou de “ativismo judicial” após Zema, que também deverá disputar o cargo de chefe do Executivo em outubro, se tornar alvo de um pedido de investigação no Supremo Tribunal Federal.

A manifestação ocorre após o ministro Gilmar Mendes solicitar a inclusão de Zema no Inquérito das Fake News. O pedido foi motivado pela publicação de um vídeo nas redes sociais onde fantoches representavam diálogos entre ministros da Corte, o que foi considerado ofensivo à honra do tribunal.

Durante o evento, Flávio Bolsonaro afirmou que o ex-governador mineiro é vítima de militância no Judiciário. O senador utilizou o espaço para reforçar sua solidariedade ao aliado, classificando a atual postura das instâncias superiores como lamentável para o cenário político brasileiro.

— Bom, em primeiro lugar, minha solidariedade aqui ao Romeu Zema, que é mais uma vítima dessa militância que existe no Judiciário, esse ativismo judicial, que é muito lamentável — declarou.

Além do apoio político, o senador aproveitou a agenda no Mato Grosso para apresentar pré-candidatos do seu partido no estado. Estiveram presentes o senador Wellington Fagundes e o deputado federal José Medeiros, apontados por ele como representantes legítimos do grupo político na região.

No encerramento de sua participação, Flávio também tratou de pautas econômicas de interesse do agronegócio local. Ele prometeu empenho para destravar as obras da Ferrogrão, alegando que entraves ambientais e a insegurança jurídica impedem a conclusão da ferrovia que liga Sinop ao Pará.



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As equipes de uma megaoperação nacional estão em campo para promover a desintrusão completa da Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. O mapeamento das incursões na terceira semana de trabalho conjunto, coordenado pela Casa Civil, aponta para um forte combate à atividade ilegal de garimpo dentro do território indígena, impondo prejuízo de R$ 16,4 milhões. Com o somatório das três semanas de atuação das equipes, o prejuízo ultrapassa R$ 42 milhões.

De acordo com dados do governo, foram realizadas 144 ações entre os dias 4 e 11 de abril, resultando na inutilização de duas máquinas de grande porte essenciais ao garimpo ilegal: escavadeiras hidráulicas, conhecidas como pás carregadeiras, orçadas em R$ 1 milhão cada.

No mesmo período, os agentes inutilizaram 4.950 litros de óleo diesel, 42 acampamentos, 102 motores, 36 geradores, 150 litros de gasolina, 14.000 litros de diesel, 17 maquinários leves, 490 metros de mangueiras de sucção e 40 quilos de explosivos.

O coordenador da megaoperação, Nilton Tubino, apresentou dados que demonstram o desempenho desde o início da operação, em 24 de março. “Em mais de 20 dias de operação, inutilizamos mais de 290 motores, mais de 125 geradores e 14 pás carregadeiras”, elencou. Ele informou que a operação não tem data estipulada para ser finalizada: “O objetivo é retirar toda a atividade garimpeira ilegal para devolver o território ao povo originário que tem seu usufruto”.

A Terra Indígena Sararé abriga cerca de 201 indígenas do povo Nambikwara, distribuídos em sete aldeias, e se estende por áreas dos municípios de Conquista D’Oeste, Nova Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. Do total de 67 mil hectares do território, aproximadamente 4.200 hectares já foram impactados pelo garimpo ilegal, segundo dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa.

A megaoperação do Governo do Brasil é promovida com a integração do trabalho do Ministério dos Povos Indígenas, da Funai, do Ministério da Defesa, da Abin, da AGU, do Ibama, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional, entre outros órgãos.

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Dois criminosos conseguiram fugir, dois foram recapturados e outros dois acabaram baleados após uma tentativa de fuga na Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte-MT, na manhã desta quinta-feira (23).

Conforme informações, seis detentos tentaram escapar da unidade durante o banho de sol, ao ultrapassarem a grade de contenção.

A ação acabou rapidamente percebida e contida pela equipe plantonista, com apoio da direção da unidade. Durante a intervenção, dois reeducandos foram recapturados ainda dentro do presídio.

Outros dois detentos acabaram baleados por disparos de contenção. Eles receberam atendimento médico e, segundo a Sejus, não correm risco de morte.

Apesar da resposta rápida, dois presos conseguiram fugir e seguem sendo procurados pelas forças de segurança. Eles foram identificados como Abner Fernando da Silva e Lucas Daniel Souza Aguiar.

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A Secretaria Municipal de Saúde lançou, nesta quinta-feira (23), o novo sistema da Vigilância Sanitária de Rondonópolis. A apresentação ocorreu em evento com a presença do prefeito Cláudio Ferreira, do secretário de Saúde Mykaell Vitorino, além de servidores e convidados.   

A nova plataforma foi desenvolvida internamente pela equipe de Tecnologia da Informação da Prefeitura e promete tornar mais ágil, simples e eficiente o processo de renovação e emissão de licenças sanitárias. Com a modernização, a proposta é reduzir a burocracia e facilitar a vida dos empresários, garantindo mais transparência e rapidez nos serviços.

O sistema automatiza todo o fluxo do processo, desde a identificação da empresa até a classificação do grau de risco da atividade, com base no CNAE principal. A ferramenta também disponibiliza um espaço específico para envio e acompanhamento de documentos, permitindo que o contribuinte anexe arquivos e acompanhe, em tempo real, o andamento do protocolo, com notificações automáticas.   

Durante o lançamento, o prefeito Cláudio Ferreira destacou que a iniciativa faz parte de um conjunto de ações para melhorar o ambiente de negócios no município. “Nós estamos transformando o ambiente de negócio, desburocratizando, facilitando, diminuindo impostos e acabando com algumas taxas. Isso tem atraído empresas e fortalecido a economia de Rondonópolis”, afirmou.   

Ainda segundo Cláudio Ferreira, o novo sistema da Vigilância Sanitária representa mais um avanço importante para os empreendedores locais. “Agora, mais de 15 mil empreendimentos poderão solicitar e acompanhar sua licença sanitária pela internet, com mais eficiência e menos tempo de espera. Isso melhora o ambiente de negócio e dá mais segurança para quem quer empreender”, disse.   

Os empresários podem acessar o novo serviço pelo site oficial da Prefeitura ou pelo aplicativo “Rondonópolis na Palma da Mão”, disponível para dispositivos móveis.  

O prefeito também enfatizou a importância da transparência e da eficiência na gestão pública. “Estamos trabalhando com responsabilidade, prezando pela transparência, honestidade e eficiência nos serviços públicos. Esse sistema é mais uma iniciativa que vem para somar e melhorar ainda mais o atendimento ao cidadão”, completou.   

O secretário Mykaell Vitorino ressaltou que o novo sistema atende a uma diretriz da gestão de criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento econômico. “O prefeito sempre tem cobrado os secretários na criação de um ambiente de negócio favorável. Com esse sistema, vamos proporcionar mais segurança jurídica, administrativa e, principalmente, agilidade nos prazos”, destacou.   

A coordenadora da Vigilância Sanitária, Andressa Ferreira, destacou que o novo sistema representa um avanço na eficiência dos serviços prestados ao contribuinte. “Com essa modernização, o processo se torna muito mais ágil e dinâmico. Hoje, o prazo médio já gira em torno de uma semana, mas com o novo sistema e a resposta rápida do contribuinte, a emissão do alvará pode acontecer no mesmo dia”, explicou.

Ela também reforçou a importância da participação do empresário para garantir a rapidez no processo. “A agilidade vai depender também do retorno do contribuinte. Estando toda a documentação correta e com as respostas enviadas dentro do sistema, conseguimos dar a devolutiva praticamente imediata. Esse é um ganho muito grande tanto para a Vigilância quanto para quem precisa do serviço”, completou.  

O superintendente de Inovação, Rafael Michiles, ressaltou que a iniciativa integra o processo de transformação digital da gestão municipal. “Hoje damos mais um passo importante rumo à modernização dos serviços públicos em nosso município. Estamos implantando o novo sistema da Vigilância Sanitária, que permitirá a emissão de certidões de forma totalmente online e, melhor ainda, no mesmo dia. Essa evolução traz mais agilidade, transparência e comodidade para a população e para os empreendedores que dependem desse serviço”, disse Rafael. 



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A Polícia Militar prendeu suspeitos de roubo, sequestro e tortura, na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 07h00, na zona rural de Pedra Preta, após libertar uma família mantida em cárcere privado durante toda a noite.

De acordo com as informações, a equipe recebeu denúncia de que um roubo estava em andamento em um assentamento rural, com vítimas amarradas. Diante da gravidade, os policiais seguiram até o local com apoio de um investigador da Polícia Civil e conseguiram abordar os suspeitos a cerca de 2 km da rodovia, em uma estrada de terra. Com eles, os militares encontraram um revólver calibre .38 com munições, dinheiro em espécie, celulares das vítimas, uma motocicleta roubada e outros objetos.

As vítimas relataram que os criminosos invadiram a residência por volta das 22h de quarta-feira (22) e renderam todos os moradores. Durante a noite inteira, os suspeitos mantiveram as vítimas amarradas, sob constantes ameaças de morte. Os criminosos encostavam faca no pescoço das vítimas e desferiam golpes com o cano da arma na cabeça, além de intimidar o tempo todo para evitar qualquer reação.

Ainda conforme o relato, os suspeitos mantinham contato com outros envolvidos por telefone, recebendo ordens e afirmando que integravam o “Comando”. Já na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 06h15, a filha das vítimas chegou à residência e também acabou rendida e amarrada, sob ameaça com arma apontada para a cabeça. Pouco depois, ela conseguiu se soltar e percebeu que os criminosos haviam fugido, acionando a Polícia Militar.

Veículo localizado

Além dos itens recuperados com os suspeitos, as vítimas informaram que outros envolvidos levaram uma caminhonete Strada vermelha, três roçadeiras, documentos pessoais, dinheiro e uma espingarda de pressão. Durante a ocorrência, a PM repassou as informações via CIOSP, o que possibilitou a localização do veículo roubado em Porto Esperidião, com apoio do Gefron.

Os suspeitos receberam condução até a Delegacia de Polícia Civil de Pedra Preta, junto com todo o material apreendido, para as providências cabíveis.

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Uma jiboia de grande porte apareceu em meio à plantação de girassóis que virou ponto turístico na cidade. O flagrante aconteceu na manhã desta quinta-feira (23), quando um morador que passava pelo local registrou o animal em vídeo.

O espaço, conhecido por atrair muitas pessoas em busca de fotos, agora exige cuidado redobrado. Apesar de não ser peçonhenta, a jiboia pode reagir se se sentir ameaçada.

Fica o alerta: ao visitar o local, mantenha distância, evite entrar na plantação e respeite a natureza.

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