Na data de terça-feira (20/2), o especialista brasileiro em mercado financeiro, Leandro Ruschel, divulgou em seu perfil no Twitter/X um vídeo alarmante: um funcionário da ONU (Organização das Nações Unidas) auxiliando um membro do grupo terrorista Hamas a mover o corpo de um civil judeu. Este trágico evento remonta ao ataque perpetrado pelos terroristas contra Israel, datado de 6 de outubro de 2023. Câmaras de segurança registraram atividade criminosa ocorrendo na manhã do dia seguinte, no dia 7 de outubro. Veja:

O indivíduo identificado como colaborador da ONU é Faisal Ali Mussalem Al Naami, que figura nas filmagens vestindo preto. Notavelmente, Al Naami, funcionário da agência de assistência e obras das Nações Unidas para os refugiados palestinos no Oriente Próximo (UNRWA), desempenhava o papel de assistente social.

Ruschel denuncia em sua publicação que diversos colaboradores da ONU estiveram envolvidos com o Hamas durante o ataque terrorista, resultando no trágico falecimento de mais de mil judeus, muitos dos quais foram sujeitados a torturas e violências antes de sua execução. O atentado também resultou no sequestro de 253 israelenses.

 

As forças de defesa de Israel recentemente descobriram um centro de comando do Hamas no subsolo de um edifício que abriga a sede da agência da ONU na Faixa de Gaza, onde armas e suprimentos do grupo terrorista foram encontrados. Essas revelações levaram diversos países a suspenderem os repasses de ajuda humanitária à agência.

A ONU tomou medidas ao demitir os funcionários implicados na colaboração com o Hamas e iniciou uma investigação para apurar os fatos. Ruschel conclui sua publicação apontando que, enquanto isso, o ex-presidente Lula anunciou planos para aumentar as doações do Brasil à agência, mesmo após as evidências de colaboração com terroristas.

Recentemente, o governo de Israel declarou Lula “persona non grata” em resposta aos comentários do presidente brasileiro que equipararam Israel a Hitler, feitos durante uma discussão sobre a atuação das forças israelenses na Faixa de Gaza. Essa declaração foi amplamente criticada por Israel, que considerou as palavras de Lula uma “vergonha”.



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A Conferência Municipal de Tecnologia e Inovação já tem data marcada para acontecer: próximo 12 março, antecedendo a Estadual que ocorrerá no final do próximo mês. A definição saiu na reunião realizada pelo Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Comcit), na terça-feira (20), na sede da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciti), que fica localizada no complexo educacional de ensino superior Padre Lothar Bauchrowitz (Unemat).

A iniciativa, que visa fomentar o debate dos atores de todo o ecossistema do setor para estimular a inovação e tecnologia em Rondonópolis, está inserida no contexto da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), que ocorrerá em Brasília, em junho próximo, com o tema Ciência, Tecnologia e Inovação para um Brasil Justo, Sustentável e Desenvolvido.

“A realização de reuniões com as instituições e a sociedade civil organizada para tratar dessa temática é fundamental, pois o Município de Rondonópolis merece destaque no que se refere à Tecnologia e Inovação. Somos um polo estudantil e é de extrema importância a nossa participação na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação”, afirmou a secretária da pasta de Inovação, Neiva de Cól.

Realizada de maneira híbrida, ou seja, online e presencial, a reunião contou com a participação de conselheiros e convidados de instituições públicas e privadas de ensino e inovação.

Entre os quais, além da equipe a secretária Neiva, que preside o COMCIT, os professores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), Roger Resmini e Fábio Nobo, da FASIPE, Marco Antônio Oliveira, e Ângela Marcia de Souza do Laboratório de Inovação, Tecnologia e Gestão de Rondonópolis (Colaborama).

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), está enfrentando questionamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca de suas declarações relacionadas à vacinação forçada contra a Covid-19 como requisito obrigatório para matrícula de crianças em escolas estaduais. Em resposta ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, Zema reiterou que a vacinação nunca foi compulsória para esse fim. O STF se manifestou após reclamação apresentada pelo PSOL. A resposta foi dada na segunda-feira (19).

O atrito é mais antigo: em fevereiro (16), decretos emitidos por pelo menos 19 municípios de Santa Catarina dispensando a apresentação de comprovante de vacinação forçada para matrícula na rede pública de ensino foram suspensos pelo ministro Cristiano Zanin. “No caso da vacinação contra a Covid-19, uma vez incluída no Plano Nacional de Imunização, não pode o poder público municipal normatizar no sentido de sua não obrigatoriedade, sob pena de desrespeito à distribuição de competências legislativas“, afirmou o ministro.

Paralelamente à decisão de Zanin, Moraes intimou Zema a explicar em até cinco dias suas declarações de que a vacinação das crianças não seria exigida nas escolas do seu estado. O pedido de esclarecimento é resultado de reclamação ajuizada por deputadas e vereadoras do Psol de Minas Gerais

Tudo começou assim: Zema, em um vídeo divulgado nas redes ao lado do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador Cleitinho (PL-MG), afirmou que não exigiria a apresentação do cartão vacinal para a matrícula de estudantes na rede pública, incomodando os ministros do STF. Depois, Zema ainda reiterou, em entrevista à CNN Brasil, que as crianças deveriam frequentar o ensino público estadual mesmo sem a carteira de vacinação em dia.

Moraes disse que as informações solicitadas a Zema são cruciais para investigar se houve “violação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 754”. A fala de Zema entra em conflito com a determinação do então ministro Ricardo Lewandowski, em 2022, ordenando que os estados vacinassem menores de 18 anos contra a Covid-19.

A não obrigatoriedade do cartão de vacinação no ato da matrícula escolar entra em conflito com a posição do governo atual, que, em janeiro deste ano, incluiu a vacina contra a Covid-19 no plano obrigatório para crianças de até cinco anos. Diante dessa obsessão política, o discurso do governador foi interpretado como um gesto aos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na resposta enviada ao ministro em fevereiro (19), Zema esclareceu que, atualmente, a apresentação do cartão de vacinação para estudantes com até 10 anos é solicitada como uma forma de sensibilização aos pais/responsáveis sobre a importância dos cuidados com a saúde infantil. O governador questionou o uso do STF pelo PSOL, argumentando que a ação partidária teria a intenção de submeter diretamente ao Supremo Tribunal Federal um litígio de índole política.

No despacho recente contra o governador, Moraes afirmou que as justificativas de Zema seriam avaliadas para verificar se o governo de Minas Gerais tem cumprido a ordem do STF, que em 2020 determinou a vacinação completa de menores de 18 anos contra a Covid-19, ao julgar constitucional a vacinação compulsória.

Contudo, a decisão de 2020 não levou em consideração os alertas médicos sobre os riscos da vacinação obrigatória – como o da própria Pfizer – sobre todas as vacinas de mRNA em crianças e adolescentes, bem como os casos suspeitos de reações adversas e mortes associados à vacinação contra a Covid.

Zema respondeu dizendo que a imunização em Minas Gerais segue o calendário nacional de vacinação, e o governo estadual investiu significativamente em ações de imunização extramuros, destinando recursos consideráveis para a compra de vacimóveis, vans adaptadas para funcionarem como unidades itinerantes de vacinação. O total investido em 2023 foi de mais de R$ 260 milhões, com destaque para R$ 101 milhões repassados aos municípios. Para 2024, estão previstos mais R$ 100 milhões em recursos para incentivo à imunização.

O debate é antigo no Brasil

O Ministério da Saúde do regime petista incluiu a vacina contra a COVID-19 no Programa Nacional de Imunização (PNI), tornando obrigatória a vacinação contra a doença para crianças de 6 meses até 5 anos de idade a partir de 2024. Famílias que optarem por não vacinar as crianças nessa faixa etária podem ser multadas e perder benefícios sociais como o Bolsa Família.

A secretária de Vigilância do Ministério da Saúde, Ethel Leonor Noia Maciel, afirmou que o registro da vacinação contra covid será exigido no ato da matrícula escolar. “Temos já elementos muito robustos e contundentes que indicam a segurança e a efetiva da vacina”, afirmou Ethel. “No Brasil, tínhamos 4 mil pessoas morrendo todos os dias de covid. Hoje temos 42. Essa é a maior prova da efetividade da vacina”, afirmou a secretária, sem especificar os índices de mortalidade na faixa etária das crianças e sem considerar a possibilidade de imunização natural.

Além das crianças pequenas, o Ministério da Saúde deve priorizar a vacinação de outros grupos considerados mais vulneráveis, como pessoas com mais de 60 anos, pessoas com baixa imunidade, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, trabalhadores da saúde, gestantes e presos.

Para o médico infectologista Francisco Cardoso, a decisão do governo Lula “infelizmente não é uma surpresa”. Segundo ele, as vacinas são comprovadamente ineficazes para deter a doença.

“Não há por que ficar usando as vacinas que não impedem a transmissão da doença, muito menos na faixa etária entre 6 meses e 5 anos, que não são, nunca foram e nunca serão um grupo de risco para covid. Em que pese ter havido óbitos nessa faixa, os casos fazem um traço no zero. Quando você joga a curva de mortalidade nas idades populacionais por faixa etária antes dos 11 anos, essa curva é praticamente uma linha reta. Só a partir dos 12 anos que a gente começa a ter alguma curva de mortalidade por covid, que sai um pouco da linha reta. Portanto, as crianças mais novas não são grupo de risco. Isso é falso, é mentira.”

“É inaceitável o governo usar um pretexto falso, mentiroso, sem evidências científicas, para justificar essa imposição. Isso vai gerar uma guerra na sociedade”, declara o infectologista. “Por outro lado, o governo não incorporou a vacina de dengue no PNI. Essa sim é uma vacina boa, testada, com qualidade. Muitas pessoas vão morrer de dengue esse ano porque o governo não incorporou essa vacina. Isso tem que ser combatido sem censura, sem medo de censura, vai morrer gente por conta dessas atitudes que o Ministério da saúde vem tomando”.

Não é por ignorância que estão ignorando os problemas da vacina. Em outubro (25), o regime petista publicou, no Diário Oficial da União, o Decreto n° 11.753, que institui o Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública. Enfrentamento esse, obviamente, de qualquer informação que prejudique a disseminação dessas vacinas – mesmo que seja informação da fabricante. Leia aqui a íntegra do decreto.

Não se esqueça

Antes de qualquer alegação de que “isso é problema apenas da AstraZeneca”, vale lembrar o seguinte: Ironicamente numa sexta-feira 13 de outubro, em nota publicada no site oficial, a Pfizer admitiu, pela primeira vez, os riscos graves, principalmente em crianças, de miocardite e pericardite associados ao uso das vacinas de mRNA aprovadas para a “prevenção” da covid-19 em todo o mundo.

Miocardite e pericardite. Os processos mencionados em tela são a respeito de Trombose Imunológica Induzida por Vacina com Trombocitopenia. Basta esperar, e as notas assumindo também estes riscos irão aparecer. Aliás, no processo de Scott, já é definitivo que a Trombose cerebral foi causada pela vacina. A defesa no processo apenas alega que não é responsável, já que “havia outros fatores que estimularam a condição”.

Em relação à vacina da Pfizer, no trecho das “INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SEGURANÇA”, eles deixaram o seguinte e primeiro alerta:

“Você NÃO deve receber COMIRNATY (vacina COVID-19, mRNA) se tiver tido uma reação alérgica grave a qualquer ingrediente da COMIRNATY ou a uma dose anterior de uma vacina Pfizer-BioNTech COVID-19.”

Em seguida, eles assumem que “existe uma chance remota de que a Comirnaty possa causar uma reação alérgica grave”, que “geralmente ocorre alguns minutos a 1 hora após uma dose da vacina.” Segundo eles, os sinais de uma reação alérgica grave podem incluir:

  • Dificuldade em respirar;
  • Inchaço da face e garganta;
  • Batimento cardíaco acelerado;
  • Erupção cutânea grave em todo o corpo e;
  • Tonturas e fraqueza.

Vale lembrar que, nas remessas de vacinação anteriores, que compartilham alguns dos mesmos ingredientes que a nova vacina Comirnaty, as alegações de efeitos adversos, como “dores, tonturas, fraqueza e batimento cardíaco acelerado” foram abundantes, principalmente entre os jovens. Isso, aparentemente, já é razão definitiva para se alertar com o primeiro aviso.

A Anvisa já havia informado, em 2021, que os Estados Unidos (EUA) relataram a ocorrência de casos de miocardite e pericardite causadas pelas vacinas. Mas agora, e só agora, é a vez da própria Pfizer, registrada pela Anvisa para uso no Brasil. Sem entrar no métiro da eficácia, toda a militância têm insistido na ficção dos soros anticovid, minimizando os graves efeitos adversos e as mortes suspeitas associadas à vacinação.

Com acusações de “negacionismo” contra qualquer pessoa pública ou cidadão comum que apresente dados contrários à narrativa adotada pela esquerda mundial no que ficou conhecido como o maior experimento médico e social já realizado, abafaram quase todas as evidências e pedidos de socorro de pessoas que denunciavam essas reações – e mortes – causadas pelas vacinas.

Crianças mortas, jovens com seus cérebros definhados, atletas infartados e pessoas paraplégicas – como jovem católico Julian Young, que foi obrigado a abandonar o seminário por conta do desenvolvimento de doenças auto-imunes após ter tomado vacina contra a COVID-19 – viraram apenas rastros e farelo por onde essa ganância sanitária marchou.

Agora, sem nenhum escrúpulo das mortes causadas, a Pfizer assume, depois de anos, a gravidade das reações adversas dessas vacinas, glorificadas como absolutamente puras e perfeitas, dogmas infalíveis da mídia. Sobre todos os tiposd e vacina autorizadas, eles assumem:

“As vacinas de mRNA contra a COVID-19 autorizadas ou aprovadas apresentam riscos aumentados de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) e pericardite (inflamação do revestimento externo do coração), especialmente na primeira semana após a vacinação. Para COMIRNATY, o risco observado [que é o mesmo] é mais elevado em homens entre os 12 e os 17 anos de idade.

Procure atendimento médico imediatamente se tiver algum dos seguintes sintomas após receber a vacina, especialmente durante as 2 semanas após receber uma dose da vacina:

  • Dor no peito;
  • Dificuldade em respirar;
  • Sensação de ter coração batendo, batendo ou batendo rápido.

Sintomas adicionais, especialmente em crianças, podem incluir:

  • Desmaio;
  • Fadiga incomum e persistente ou falta de energia;
  • Vômito persistente;
  • Dor persistente no abdômen;
  • Pele fria e pálida incomum e persistente.”

Reiteramos o trecho: “especialmente em crianças”.

A vacinação contra o vírus chinês foi imposta à população sem garantia alguma de eficácia. E agora? A “extrema-imprensa” está diante de um dilema: admitirão a censura e a perseguição a quem defendeu a autonomia médica e a liberdade do paciente ou manter-se-á guardiã de uma narrativa verdadeiramente imprudente e assassina. Acontece que, independente das narrativas, a realidade sempre se impõe e a Pfizer finalmente se manifestou oficialmente.

“A vacina Pfizer-BioNTech COVID-19 pode não proteger a todos”, declaram.



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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quarta-feira (21.02) a Operação Guilhotina para cumprimento de 10 ordens judiciais de prisões preventivas e de buscas, além de afastamento de sigilo de dados, contra um grupo investigado pelo roubo de carga de óleo e de um caminhão na região sul do estado.

Foram cumpridas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) três prisões preventivas e buscas em sete endereços nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

O inquérito instaurado pela GCCO apurou a atuação de um grupo criminoso envolvido no roubo a uma carreta que transportava 56 mil litros de óleo diesel. O crime foi registrado em setembro do ano passado contra o motorista do caminhão Mercedes Benz que fazia o transporte do combustível que saiu de Paulínia, no interior de São Paulo, com destino a Várzea Grande.

A investigação apontou que o grupo é liderado por A.J.D.C., de 45 anos, conhecido do meio policial e que já agiu em diversos roubos de cargas na capital e no interior do estado. O grupo conta ainda com a participação da mulher do líder criminoso, E.M.D.G.C., de 44 anos, e de um homem identificado como a pessoa que conduziu o caminhão roubado entre Rondonópolis e Várzea Grande.

Roubo em Rondonópolis

Quando o motorista da carreta tanque chegou a Rondonópolis, na noite de 20 de setembro passado, ele parou o veículo na entrada da cidade e solicitou autorização da transportadora para seguir a viagem até Várzea Grande. Ao voltar para a estrada, percebeu um problema na marcha e saiu do veículo para verificar o que teria acontecido. Nesse momento, a vítima foi abordada por um casal armado, que anunciou o roubo.

Os criminosos ordenaram que o motorista entrasse no caminhão e um deles ficou sentado atrás do banco do condutor apontando a arma de fogo contra a vítima, que foi ordenada que seguisse pela estrada e cruzasse a cidade de Rondonópolis. Logo depois, após passar por uma praça de pedágio na BR-364, foi mandado que a vítima parasse o caminhão perto de um veículo que os aguardava na beira da rodovia.

O motorista teve a cabeça coberta por um capuz, mas percebeu que um terceiro suspeito entrou no caminhão, quando ele então foi retirado da carreta e levado por um dos criminosos para dentro de um matagal, onde ficou durante o restante da noite. Na manhã seguinte, o criminoso recebeu uma ligação e depois amarrou as pernas da vítima com um cadarço e saiu do local. Minutos depois, a vítima conseguiu se libertar e caminhou até a rodovia, sendo socorrida até um posto de PRF e depois encaminhada a uma unidade da Polícia Civil.

Investigação

A GCCO identificou o trajeto do caminhão desde a subtração da carga de óleo e o veículo, modelo Fiat Pulse, que forneceu apoio à ação criminosa.

Em diligências, a equipe policial apurou que o veículo foi locado por uma empresa de transporte, de propriedade do casal investigado, e que foi devolvido à locadora um dia depois do roubo. Dias antes do roubo, o Fiat Pulse esteve em um endereço no Jardim dos Estados e depois no Jardim Paula 1, ambos em Várzea Grande.

O mesmo veículo esteve ainda no endereço da empresa do casal investigado e no mesmo dia seguiu para Rondonópolis, onde pernoitou, no dia 20 de setembro. A equipe da GCCO confirmou ainda o veículo era conduzido pelo líder do grupo criminoso, que estava com sua mulher.

Veículo apreendido 

Os policiais da unidade especializada identificaram ainda a pessoa que conduziu o caminhão após o roubo, abandonado em Várzea Grande no dia 21 de setembro, além do veículo que deu apoio a esse motorista, alvo de um dos pedidos de prisão preventiva.

O delegado responsável pelo inquérito, Mário Santiago Júnior, explica que o líder do grupo não participou ativamente no momento da abordagem à vítima, para evitar sua exposição e riscos, mas acompanhou toda a ação, mantendo-se a certa distância do caminhão alvo, porém acompanhando o veículo antes e após o roubo.



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O jovem, de 25 anos, confessou que matou o funcionário do seu tio e enterrou o corpo em uma cova rasa próximo da casa em que ele morava, em uma fazenda na zona rural de Ribeirão Cascalheira. As autoridades identificaram a vítima como Jean Carlos da Silva, 48.

De acordo com relatos, o dono da fazenda comunicou a polícia sobre o crime. O homem recebeu a informações que Jean e o sobrinho, de 25 anos, passaram o domingo consumindo bebida alcoólica e recebeu vários telefonemas do jovem durante a noite.

Preocupado, ligou para Jean e foi informado que o rapaz estava bastante bêbado e que ‘não falava coisa com coisa’. Já na manhã de terça, por volta das 5h de segunda-feira (19), recebeu uma mensagem do sobrinho informando que tinha matado Jean.

Em seguida, o tio até tentou contato com Jean, mas sem sucesso. Além disso, o sobrinho também não respondeu mais mensagens e nem atendeu os telefonemas.

Ainda na terça, a polícia esteve na casa e não encontrou ninguém. Os policiais receberam uma denúncia de que o suspeito estava a pé em uma estrada, junto com a esposa e com as filhas.

Confissão

Os policiais o encontraram, abordaram mas ele negou o crime inicialmente, dizendo que estava indo embora da chácara e que não ficaria mais ali. Diante da situação, a polícia o encaminhou para a delegacia, onde confessou o crime.

Ele matou Jean após uma briga e enterrou o corpo perto da casa. Equipe da Polícia Civil, junto com a Perícia Oficial (Politec) foram até o local e encontraram a cova, que estava escondida com entulhos.

Para dificultar, o suspeito ainda queimou vários objetos em cima. Corpo foi retirado e encaminhado para a perícia em Água Boa. Caso segue sob investigação.



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Direito de dirigir suspenso por 12 meses e multa de R$ 2.934,70. Essas são as consequências impostas a uma motorista que tirou e postou, em uma rede social, uma foto com uma garrafa de cerveja, enquanto dirigia, em frente a um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais.

Conforme a instituição, após descobrirem a postagem, os policiais encontraram o carro e abordaram a mulher.

Foram lavrados autos de infração de trânsito — infração gravíssima com multiplicador de 10 vezes no valor da multa, totalizando R$ 2.934,70 — e suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por 12 meses.

Caso a mulher seja flagrada cometendo o mesmo crime no período de um ano, o valor da multa pode dobrar e chegar a R$ 5.869,40.

“Estudos apontam que o condutor, quando ingere bebida alcoólica, apresenta diminuição dos reflexos, aumento da sonolência e dificuldade de compreender informações sensoriais, colocando em risco a sua vida e de sua família”, adverte a PRF.



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Um homem condenado pelo homicídio e ocultação de cadáver de uma adolescente, há 26 anos no município de Jangada, foi preso nesta terça-feira (20.02) na região de Rosário Oeste pela equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado, com apoio da Polícia Rodoviária Federal .

Conforme a denúncia, Faustino Marques, de 54 anos, assassinou e sumiu com o corpo de Dionísia Gonçalves de Castro, que tinha 15 anos à época do crime. A adolescente desapareceu no dia 22 de abril de 1997, após pegar carona com o investigado.

De acordo com a investigação, a menor morava em Várzea Grande e teve um relacionamento breve com o investigado quando esteve a trabalho na cidade de Jangada. Em abril de 1997, quando o filho tinha um ano de idade, ela foi até Jangada com a criança a fim de coletar sangue para um exame de DNA, na investigação de paternidade em relação ao réu. No retorno para casa, Faustino ofereceu carona à adolescente e ela nunca mais foi vista com vida.

A criança foi encontrada, abandonada em uma estrada, quatro dias depois do desaparecimento da mãe, em uma área próxima ao Trevo do Lagarto, no município de Várzea Grande.

A investigação apontou que Faustino Marques, ex-policial militar, assassinou e desapareceu com o corpo de Dionísia e o conselho de sentença do tribunal do juri, por maioria de votos o condenou pelo homicídio praticado por motivo fútil, uma vez que o réu matou a vítima somente porque não queria assumir a paternidade da criança.

Em 2016, ele foi condenado a 18 anos de prisão pela Comarca de Rosário Oeste e recorreu da sentença no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e no Superior Tribunal de Justiça. Ambas as instâncias negaram os recursos.

No mês de novembro do ano passado, o juízo da Comarca de Rosário Oeste expediu o mandado de prisão definitiva, cumprido nesta terça-feira.



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Sete pessoas ficaram feridas após um helicóptero cair na avenida Marco, localizada na cidade de Barueri, na região metropolitana de São Paulo.

Conforme o programa Brasil Urgente (ASSISTA AQUI), da Band, um casal e dois filhos que seriam de Mato Grosso estariam entre os feridos, além do piloto. Uma babá das crianças também estaria entre os feridos. Nenhuma das vítimas foi identificada.

De acordo com informações fornecidas pelo Corpo de Bombeiros, o piloto do helicóptero ficou preso às ferragens, sendo resgatado e posteriormente encaminhado ao Hospital Central de Barueri para receber atendimento médico.

Além disso, a mulher, que seria a mãe das criaças, que se encontrava em parada cardiorrespiratória foi resgatada e conduzida ao Pronto-Socorro do Engenho Novo, também em Barueri. As crianças, entre 8 e 9 anos, assim como o pai sofreram apenas ferimentos leves.

“Algumas vítimas já estavam fora da aeronave quando da chegada das nossas equipes no local”, disse.

No total, sete pessoas estavam na aeronave: duas crianças, duas mulheres e três homens, um deles o piloto.

Conforme relatos, populares visualizaram o helicóptero caindo e ajudaram no resgate das vítimas assim como no controle do fogo da aeronave.

Mais informações em instantes.



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Rondonópolis irá discutir as políticas públicas de atendimento a imigrantes durante a 1ª Conferência Municipal de Migrações, Refúgio e Apatridia – Comigrar: Cidadania em Movimento. A cidade está entre os três a fazerem a discussão com a sociedade em todo o Mato Grosso. O evento acontece no auditório da prefeitura, no dia 01 de março das 13h às 18 horas. Além de Rondonópolis, Cuiabá e Várzea Grande e Cáceres também discutirão o tema imigração com a população.

A conferência elencará as propostas para compor o documento estadual que será posteriormente discutido em âmbito nacional para composição e reformulação das políticas públicas para quem escolhe o Brasil como segunda pátria. Entre as obrigatoriedades para a realização está a participação de 30% de estrangeiros e o encaminhamento de três propostas por eixo discutido para constar num documento que será encaminhado para o Ministério da Justiça.

São as igrejas que estão fazendo a parte de acolhimento para os estrangeiros que chegam na cidade. Primeiramente foi a Igreja Católica, através da Diocese e agora duas frentes estão ativas, uma na Igreja Batista e outra na Assembleia de Deus. Os grupos de imigrantes se encontram semanalmente para fazerem celebrações na língua deles nestes locais e reencontrarem amigos e confraternizarem.

No evento, o Ministério do Trabalho fará uma palestra sobre trabalho para as pessoas de outros países que moram no município. O palestrante será o procurador Pedro Henrique Godinho Faccioli, que já trabalhou com povos de outros países, em Roraima. Depois da palestra, será a discussão com a plenária a elaboração das propostas da cidade para posterior encaminhamento para a discussão estadual e nacional.

“Estaremos elaborando um documento daqui da cidade com sugestões para melhorias para pessoas estrangeiras e pedimos que ela participem desta discussão comparecendo no domingo”, afirmou a assistente social da Secretaria Municipal de Saúde, Edna Soares, uma das coordenadoras da conferência.

Em março, Cuiabá será a sede da 2a Conferência Estadual de Migrações, Refúgio e Apatridia de Mato Grosso, nos dias 14 e 15. Em junho, será realizada a nacional em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A discussão nacional está sendo coordenada pelo Ministério da Justiça e Cidadania, nos Estados pelas secretarias da pasta e em Rondonópolis o evento é coordenado pela prefeitura através da Secretaria Municipal de Saúde e de Promoção e Assistência Social, pela Pastoral da Mulher Marginalizada – Diocese de Rondonópolis-Guiratinga e conta com a participação de representantes da comunidade de haitianos e venezuelanos.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT



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