A Polícia Civil desarticulou um esquema de distribuição de drogas e prendeu dois homens, de 43 e 27 anos, na tarde desta terça-feira (26), em Rondonópolis. A ação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio do Núcleo de Inteligência, terminou com a apreensão de 178 tabletes de maconha e um prejuízo estimado em quase R$ 400 mil ao crime organizado.

A investigação começou em março deste ano após denúncias apontarem que uma Renault Kangoo estaria sendo utilizada para abastecer municípios menores da região sul de Mato Grosso com grande quantidade de entorpecentes. A partir disso, os policiais iniciaram monitoramentos e levantamentos para identificar a atuação dos suspeitos.

Durante diligências no bairro Rui Barbosa, os investigadores flagraram o momento em que o condutor de um Chevrolet Ônix abriu o porta-malas e iniciou, junto com o motorista da Kangoo, o transbordo de diversos fardos suspeitos entre os veículos.

Diante da movimentação e das informações já reunidas durante a investigação, as equipes realizaram a abordagem. Nas buscas, os policiais localizaram 178 tabletes de maconha, além de uma porção da mesma droga. Os dois veículos utilizados pelos suspeitos também acabaram apreendidos.

Os dois homens receberam voz de prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Em seguida, os policiais encaminharam os suspeitos para a 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis.

A Polícia Civil informou que a ação representa mais um duro golpe contra o crime organizado que atua na região sul do estado.

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Deputado afirma que gastos do governo Lula elevaram dívida pública a níveis recordes e colocam a economia brasileira em risco

O deputado federal Zé Medeiros (PL) criticou o aumento da dívida pública federal, que já ultrapassa R$ 8,6 trilhões. O deputado bolsonarista afirmou que o governo Lula (PT) ampliou os gastos públicos, levando o país a pagar mais de R$ 1 trilhão por ano apenas em juros da dívida, valor recorde na história do Brasil.

Segundo Medeiros, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, os juros da dívida pública vinham em queda e permaneceram entre R$ 300 bilhões e R$ 400 bilhões, inclusive durante a pandemia da Covid-19. Já no atual governo, os custos voltaram a atingir níveis recordes.

“A economia do poder público não é muito diferente da nossa economia de casa. Se um cidadão já está todo endividado e ele precisa ir ao agiota para poder fechar as contas, então ele vai precisar sujeitar os juros que o cara cobrar. No caso do Brasil de Lula, o mercado observou que o governo desesperadamente aumenta impostos. Não para de crescer a gastança e aí entra a questão do risco do calote”, afirmou.

O parlamentar responsabilizou o atual governo pelo aumento do endividamento público e criticou a condução da equipe econômica.

“Lula pegou há quatro anos o Brasil com dívida próxima de 400 bilhões e já levou para casa do trilhão. Quem vai resolver isso? Haddad? Gente, pelo amor de Deus, tirar o PT do poder é um ato de amor ao Brasil”, alertou.

Zé Medeiros ainda criticou a retomada de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para países como Cuba e Venezuela, que acumulam histórico de inadimplência com o Brasil.

“Mesmo nesse lamaçal econômico, eles acabam de aprovar uma legislação para voltar a despejar dinheiro em países que são conhecidos por darem calote. Nós precisamos salvar o Brasil. Do jeito que está, o Brasil vai quebrar”, disse o deputado.



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Parlamentar de Mato Grosso minimiza tom beligerante de governadora paraense e defende termo de cooperação para socorrer moradores isolados na divisa estadual

A iminente audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), marcada pelo ministro Flávio Dino para o próximo dia 10 de junho, reacendeu os bastidores políticos da disputa territorial de 22 mil quilômetros quadrados entre Mato Grosso e Pará. Em contraposição à postura rígida adotada pelo Palácio dos Despachos, em Belém, o deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho(Republicanos) busca construir uma saída diplomática focada no pacto federativo e na assistência à população local. O parlamentar mato-grossense minimizou os discursos inflamados da governadora Hana Ghassan e sugere a adoção de um termo de cooperação técnica e social entre os dois Estados até que a Suprema Corte dê o veredicto definitivo sobre a linha divisória.

A movimentação ocorre após declarações da governadora em exercício do Pará, que subiu o tom contra as pretensões de Mato Grosso. “O Pará não se divide. Nós não vamos ceder um palmo da terra que pertence aos paraenses”, afirmou Hana Ghassan nas redes sociais. Segundo ela, a tentativa de reabrir o caso, encerrado temporariamente pelo STF em 2020, põe em xeque uma área equivalente ao tamanho do Estado de Sergipe, englobando seis municípios paraenses.

Para Nininho, contudo, a reação da mandatária é legítima dentro do contexto político regional, mas o impasse exige pragmatismo. “Eu vejo essa declaração da governadora com a maior tranquilidade. É natural que ela tenha que dizer para o público e para a população dela que não vai abrir mão de nada”, interpreta o deputado. Ele ponderou, no entanto, que o fórum adequado para a solução é o Judiciário. “Quem vai dizer isso é a Justiça. O ministro Flávio Dino reabriu essa discussão, e ela tem que ser pautada pelo bom senso”, acrescenta.

MAPAS HISTÓRICOS E ISOLAMENTO

A tese defendida por Mato Grosso sustenta-se em uma suposta falha cartográfica que remonta aos levantamentos do Marechal Cândido Rondon no início do século 20. De acordo com estudos do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), a divisa original entre o Salto Augusto, no Rio Juruena, e a Ilha do Bananal deveria seguir uma linha reta. Contudo, convenções posteriores geraram um desvio geográfico, que transferiu mais de 2 milhões de hectares para o território paraense.

A principal preocupação de Nininho reside no vácuo administrativo provocado pela indefinição. Cidades da franja norte mato-grossense, como Paranaíta e Alta Floresta, hoje absorvem a demanda por serviços básicos de moradores que, no mapa, pertencem ao Pará. “Quem mora próximo a Paranaíta, mas no município paraense de Jacareacanga, precisa rodar mais de 1.200 quilômetros por terra para chegar à sede da própria prefeitura”, aponta o parlamentar. Em Novo Progresso (PA), a distância ultrapassa 650 quilômetros.

IMPACTO ECONÔMICO E JUDICIAL

A indefinição sobre os limites geográficos traz consigo insegurança jurídica para o setor agropecuário, com potenciais perdas de arrecadação e instabilidade em títulos de propriedades rurais. Gestores municipais de Mato Grosso também alertam para o risco de questionamentos por órgãos de controle, uma vez que aplicam recursos locais na manutenção de transporte escolar e saúde de cidadãos formalmente registrados no Estado vizinho.

A audiência do dia 10 de junho é vista como o primeiro passo para estancar o desgaste administrativo. Tanto Mato Grosso quanto o Pará mobilizam suas bancadas estaduais efederais e equipes técnicas para a sessão com o ministro Flávio Dino. O objetivo de Nininho é garantir que, independentemente do redesenho cartográfico, haja amparo imediato aos assentados.

“Mesmo que não venha a oficializar o desmembramento para Mato Grosso do que é de direito, que se faça um termo de cooperação para dar o mínimo de conforto e apoio a essas pessoas que moram na área de conflito”, conclui o deputado.



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Um homem acabou esfaqueado no pescoço e nas costas durante uma violenta briga registrada na madrugada desta terça-feira (26), por volta das 3h40, em uma residência. O caso ocorreu no município de Alto Garças-MT e devido a gravidade a vitima seguiu para o Hospital Regional de Rondonópolis-MT.

A Polícia Militar do 15º BPM atendeu a ocorrência após denúncia de um desentendimento seguido de agressões entre duas pessoas.

De acordo com informações, no local, os policiais encontraram uma das vítimas com um ferimento no pescoço e duas perfurações profundas nas costas, na região lombar. Devido à gravidade dos ferimentos, a equipe médica encaminhou o homem para atendimento especializado em Rondonópolis.

O outro envolvido apresentava lesões aparentes, incluindo uma mordida no rosto e um corte na cabeça. Conforme a PM, ambos permaneceram sob observação médica no hospital municipal e, por isso, não seguiram para a delegacia naquele momento.

Uma mulher apontada como testemunha acompanhava a situação na residência. Já a proprietária do imóvel recusou atendimento médico e medicação, relatando apenas dores nos braços.

A Polícia Militar confeccionou o boletim de ocorrência e o caso seguirá sob investigação das autoridades competentes.



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O vereador José Felipe Horta, o Dr. José Felipe (PL), acompanhou na semana passada, o andamento dos trabalhos de recuperação das vias na região da comunidade Nova Galileia, em Rondonópolis. A visita contou com a presença da secretária-adjunta de Agricultura, Kaitiane Salamão, além de representantes da comunidade local.

Durante a agenda, o parlamentar destacou a importância da manutenção das estradas, ressaltando que a região é considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola e também atende uma linha de transporte escolar.

Segundo Dr. José Felipe, a ação atende uma solicitação apresentada pela associação da comunidade, por meio do vice-presidente Rogério César Trindade, que também esteve no local acompanhando os serviços executados.

A secretária-adjunta de Agricultura explicou que, além do patrolamento, está sendo realizado o alargamento da via, já que o trecho ficou um longo período sem receber manutenção adequada.

“Quero agradecer o vereador e a secretaria pelo trabalho, que é muito importante para a nossa comunidade”, afirmou Rogério César Trindade.

O vereador também reforçou a necessidade das melhorias para garantir melhores condições de tráfego aos moradores da região. “Essa comunidade precisa muito dessa via em plenas condições”, destacou Dr. José Felipe



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A Justiça de Rondonópolis autorizou uma grande operação da FICCO contra integrantes do Comando Vermelho investigados por tomar uma associação de moradores à força em Poxoréu e passar a cobrar taxas de água, energia e mensalidades dos moradores.

Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso (FICCO/MT) deflagrou, nesta quarta-feira (27/5), a Operação Dreamfall, com o objetivo de desarticular a atuação de grupo criminoso nos municípios mato-grossenses de Primavera do Leste e de Poxoréu.

A investigação teve início a partir do compartilhamento de informações pelo Comando Regional de Primavera do Leste da PM/MT, que indicavam a infiltração de integrantes de um grupo criminoso em uma associação de moradores situada no distrito de Vale dos Sonhos, em Poxoréu.

Conforme apurado, a direção da entidade teria sido assumida mediante violência e grave ameaça. As investigações também apontaram que o grupo passou a impor cobranças compulsórias a moradores, a título de mensalidades associativas, além da exigência de pagamentos relacionados ao fornecimento de serviços essenciais, como distribuição de água e energia elétrica.

Na ação de hoje, policiais cumprem três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis/MT. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, de lavagem de dinheiro e de extorsão.

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A Polícia Federal deflagrou uma megaoperação contra uma organização criminosa envolvida com tráfico interestadual e lavagem de dinheiro, tendo Rondonópolis como um dos principais alvos da investigação. Mandados foram cumpridos nesta terça-feira (26) contra um empresário da cidade suspeito de utilizar empresas para dar suporte logístico ao esquema criminoso.

Conforme as investigações, a força-tarefa federal cumpriu 14 ordens judiciais, sendo 10 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Os alvos estão espalhados por municípios de Mato Grosso, Goiás, Bahia, Pará, Tocantins e Ceará.

Segundo a PF, a investigação começou após uma abordagem em outubro de 2025, no município de Campinaçu (GO), quando agentes interceptaram um caminhão carregado com melancias. Durante uma vistoria minuciosa, os policiais localizaram um fundo falso escondendo cerca de 466,8 quilos de cocaína pura.

A partir da apreensão, o setor de inteligência da Polícia Federal passou a rastrear os financiadores, integrantes e a estrutura logística utilizada pela quadrilha para distribuir os carregamentos da droga pelo país.

Em Mato Grosso, o foco da operação concentrou-se em Rondonópolis. Conforme a investigação, as equipes federais cumpriram buscas em estruturas ligadas a um empresário da cidade, suspeito de utilizar atividades comerciais para movimentar recursos e dar suporte ao grupo criminoso. A identidade do investigado não teve divulgação oficial.

Paralelamente, durante o cumprimento dos mandados na cidade de Alagoinhas, na Bahia, a PF localizou um entreposto utilizado pela organização criminosa. Dentro de um galpão, os policiais apreenderam mais de 300 quilos de cocaína que haviam sido deixados para trás pelo grupo.

Computadores, documentos fiscais, celulares e balanços contábeis recolhidos durante as buscas seguiram para análise pericial da Polícia Federal. Os investigadores tentam identificar novos integrantes da quadrilha e rastrear patrimônio oculto ligado ao esquema criminoso.



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Pela primeira vez na história, desde que a Exposul migrou para o novo recinto, todos os portões do parque de exposições de Rondonópolis estarão abertos ao público sem cobrança durante todos os dias do evento. A mudança que o povo esperava há anos se torna realidade na 52ª edição da festa, marcada para acontecer de 3 a 9 de agosto de 2026.

A viabilização do novo formato é resultado de um acordo entre a Prefeitura Municipal e o Sindicato Rural. O prefeito Cláudio Ferreira abraçou a causa como própria e garantiu o aporte necessário para que nenhum rondonopolitano fique do lado de fora. A gratuidade se estende também ao rodeio profissional, que será aberto ao público de quarta a sábado.

Para o prefeito, a decisão reflete o momento que a cidade vive. “Rondonópolis vai para frente, é uma cidade grande e precisamos pensar grande. Não vamos deixar ninguém para trás”, afirmou Cláudio Ferreira.



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A 52ª Exposul já tem data, atrações confirmadas e uma novidade histórica: pela primeira vez desde a mudança para o novo recinto, todos os portões estarão abertos gratuitamente para a população em Rondonópolis.

O anúncio aconteceu durante o lançamento oficial da feira e contou com a participação do prefeito Cláudio Ferreira, que garantiu aporte da Prefeitura ao Sindicato Rural para viabilizar o novo formato da festa. Além dos shows, o rodeio profissional também terá entrada gratuita entre quarta-feira e sábado.

A Exposul 2026 acontece entre os dias 3 e 9 de agosto, no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, com uma grade de atrações nacionais de peso.

Confira os shows confirmados:

📅 03 de agosto — Deive Leonardo
📅 05 de agosto — Mariana Fagundes e Natanzinho
📅 06 de agosto — Eduardo Costa
📅 07 de agosto — Murilo Huff e Zé Neto & Cristiano
📅 08 de agosto — Gusttavo Lima

A edição deste ano conta com apoio da Prefeitura de Rondonópolis, Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Câmara Municipal, Senar e parceiros do agronegócio.

Durante o lançamento, Cláudio Ferreira destacou que a proposta é aproximar ainda mais a população da maior feira agropecuária da região.

“Rondonópolis vai para frente, é uma cidade grande e precisamos pensar grande. Não vamos deixar ninguém para trás”, afirmou o prefeito.



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A Polícia Militar iniciou nesta terça-feira (26) a Operação Batalhão Itinerante em Rondonópolis com foco no reforço da segurança em bairros mais afastados da região central e no aumento da presença policial em áreas consideradas estratégicas. O lançamento aconteceu em frente à Escola Municipal Terezinha Silva de Souza, no Residencial Celina Bezerra, reunindo equipes do 5º Batalhão, Força Tática e Companhia de Proteção Ambiental.

A ação busca aproximar a PM da comunidade e acelerar o atendimento das ocorrências nos bairros. Além do policiamento ostensivo, a operação também terá palestras nas escolas, atividades preventivas e trabalhos voltados à orientação de estudantes e moradores.

Conforme o comandante do 5º Batalhão, tenente-coronel Osório, a operação nasceu da necessidade de ampliar o contato direto entre a população e a segurança pública, levando as equipes para dentro das comunidades e aumentando a sensação de segurança nos bairros.

Durante a operação, as equipes também irão realizar barreiras policiais, abordagens e ações orientadas pelo setor de inteligência da PM. A Força Tática dará apoio nas regiões com maior índice de criminalidade, enquanto a Companhia Ambiental atuará em fiscalizações e ações específicas.

O comandante do 4º Comando Regional, coronel Fernando Francisco Turbino, destacou que o objetivo consiste em fortalecer a presença policial em pontos mais críticos da cidade e garantir respostas mais rápidas às demandas da população.

A Operação Batalhão Itinerante seguirá ao longo do ano e deve passar por diferentes regiões de Rondonópolis.

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