A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (13.5), a Operação Rota Estéril, voltada ao aprofundamento das investigações sobre um esquema criminoso de adulteração de cargas de fertilizantes destinadas a propriedades rurais do Mato Grosso.

A operação cumpriu três mandados de busca e apreensão no Estado do Paraná, com o objetivo de reunir novos elementos de informação sobre a atuação do grupo investigado, que teria promovido a adulteração de cargas durante o trajeto logístico entre o fornecedor e o destinatário final. As ordens judiciais foram expedidas pelo Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá.

As apurações, desencadeadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, tiveram início após a comunicação de suspeita de fraude envolvendo cargas de sulfato de amônio transportadas para Mato Grosso. Após a entrega do produto, foram identificados indícios de alteração da carga, posteriormente reforçados por análises técnicas.

Durante as investigações, a equipe da Derf localizou o caminhão utilizado no transporte em Rondonópolis. Na ocasião, o motorista foi preso em flagrante pelo crime de receptação qualificada no exercício de atividade comercial. Segundo os elementos apurados, ele teria recebido vantagem financeira para permitir a adulteração da carga em um barracão situado na região metropolitana de Curitiba.

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O avanço das diligências revelou indícios de uma estrutura criminosa mais ampla, com possível uso de empresas de fachada, endereços fictícios, informações cadastrais inconsistentes e mecanismos voltados à ocultação patrimonial e lavagem de dinheiro.

Até o momento, os elementos reunidos apontam para a possível prática dos crimes de associação criminosa, fraude envolvendo cargas, receptação, lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

A Derf de Rondonópolis segue com as investigações para identificar outros envolvidos, delimitar a extensão do esquema e apurar a eventual atuação do grupo criminoso em outros estados.

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Uma jovem de 23 anos identificada como Clara Vitória da Silva, 23 anos, acabou encontrada morta com sinais de violência, no final da manhã desta terça-feira (11), em Tangará da Serra-MT.

De acordo com informações, uma amiga da vítima foi quem a encontrou morta dentro de casa, no bairro Jardim Esmeralda, com sinais visíveis de violência.

A Polícia Civil recebeu o chamado e esteve no local. O Samu também atendeu a ocorrência e confirmou a morte da jovem.

As autoridades competentes investigam o caso.

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Um dos jatos executivos mais luxuosos do mundo pousou em Cuiabá nesta segunda-feira (11) e movimentou os bastidores políticos e empresariais de Mato Grosso. A aeronave Bombardier Global 7500, avaliada em mais de R$ 400 milhões e com prefixo PS-BTG, pertence ao banco BTG Pactual, ligado ao empresário André Esteves.

A presença do avião na capital mato-grossense ganhou repercussão após publicação do Aeroporto Bom Futuro nas redes sociais. O pouso ocorreu justamente na véspera de um julgamento bilionário no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), envolvendo a disputa judicial sobre a Fazenda Santa Emília, avaliada em mais de R$ 2 bilhões.

O processo discute a legalidade da arrematação da propriedade rural e envolve uma tradicional família de Rondonópolis, conhecida no setor do agronegócio. O caso desperta forte interesse empresarial devido ao valor da área e aos impactos econômicos da decisão judicial.

O Bombardier Global 7500 chama atenção pelo padrão de luxo e tecnologia. A aeronave possui autonomia para voos intercontinentais, cabine dividida em ambientes exclusivos e capacidade para longas viagens sem escalas, sendo considerada uma das mais sofisticadas da aviação executiva mundial.

Nas redes sociais, o pouso do avião gerou especulações sobre possíveis agendas empresariais e jurídicas ligadas ao julgamento no TJMT. 

Entenda a briga jurídica:



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O governo federal anunciou nesta terça-feira (12) o fim da cobrança do imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida popularmente como “taxa das blusinhas”. A decisão veio por meio de uma Medida Provisória assinada pelo presidente Lula e divulgada nas redes oficiais do Governo do Brasil.  

A postagem do governo, celebrando o fim da cobrança com frases como “A-CA-BOU a taxa das blusinhas”, rapidamente gerou críticas e ironias nas redes sociais, já que a taxação entrou em vigor durante o próprio governo Lula, em agosto de 2024. A medida fazia parte do programa Remessa Conforme e criou uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50.  

Na época, a cobrança provocou forte desgaste político e revolta entre consumidores que compravam em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. O governo argumentava que a taxação ajudaria no combate a fraudes e na regulamentação das importações, além de atender pressão do varejo nacional.  

Agora, ao anunciar o fim do imposto, o Palácio do Planalto tenta transformar a revogação em uma vitória popular. A estratégia, porém, acabou gerando críticas de internautas e opositores, que acusam o governo de comemorar a solução de um problema criado pela própria gestão.

Apesar do fim do imposto federal, o ICMS estadual de 17% sobre compras internacionais permanece mantido dentro do programa Remessa Conforme.  

O debate sobre a chamada “taxa das blusinhas” dividiu setores da economia. Enquanto consumidores criticavam o aumento nos preços, representantes da indústria têxtil defendiam a cobrança alegando concorrência desleal com produtos importados. Entidades do setor chegaram a afirmar que a medida ajudou a preservar empregos e fortalecer a indústria nacional. 



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A Prefeitura de Rondonópolis deu mais um passo importante no combate à corrupção e na promoção da boa gestão pública. O prefeito Cláudio Ferreira de Souza encaminhou à Câmara Municipal o Projeto de Lei Complementar nº 024/2026, que reestrutura a Secretaria de Transparência e Controle Interno e cria uma nova função técnica especializada em Compliance e Integridade Pública.

A partir da aprovação do projeto, a principal novidade é a criação do cargo de Gestor Técnico de Compliance e Integridade Pública, ocupado exclusivamente por servidores de carreira da área de Controle Interno. O profissional será responsável por monitorar processos, identificar riscos, promover treinamentos sobre ética e conduta e garantir que a administração municipal siga rigorosamente as leis vigentes.

Conforme a gestão, mais do que uma mudança administrativa, a medida representa um compromisso concreto com a cultura de integridade dentro da Prefeitura.

“Estamos construindo uma cidade mais eficiente em todos os sentidos. Assim, a adoção de mecanismos de compliance e integridade no setor público é essencial para consolidar uma cultura ética, prevenir a corrupção e assegurar que a gestão de recursos seja pautada pela eficiência e transparência em nosso município”, avalia o gestor.

O projeto seguiu para a Câmara em regime de urgência e, após aprovação dos vereadores, entrará em vigor.



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O senador Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, defendeu nesta terça-feira (12), durante a 14ª edição do Encontro da Indústria do Setor Elétrico, em Cuiabá, a ampliação dos investimentos em infraestrutura energética como condição essencial para o desenvolvimento econômico, industrial e social do estado.

Presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), Wellington destacou que Mato Grosso vive um novo momento de crescimento e precisa preparar sua estrutura energética para acompanhar o avanço da produção agroindustrial, da tecnologia e da industrialização.

“Energia hoje não é apenas um tema técnico. Energia é desenvolvimento, competitividade e geração de emprego. Sem energia segura e de qualidade, não há indústria forte, agroindústria competitiva e desenvolvimento para Mato Grosso”, Fagundes.

Durante o evento, Wellington Fagundes ressaltou a importância da renovação da concessão da Energisa em Mato Grosso, resultado de uma articulação conjunta da bancada federal e estadual junto à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia. Segundo ele, a renovação garantirá mais de R$ 9 bilhões em investimentos entre 2026 e 2030, com foco na expansão da rede, modernização e melhoria do atendimento principalmente na área rural.

O pré-candidato ao Governo de Mato Grosso também defendeu o fortalecimento da matriz energética brasileira e o incentivo a diferentes formas de geração de energia no país, destacando o potencial das fontes renováveis e a necessidade de segurança energética para garantir competitividade ao setor produtivo.

Wellington ainda citou a importância estratégica de grandes usinas hidrelétricas para o desenvolvimento regional, usando como exemplo a Usina de Manso, em Mato Grosso. Segundo ele, além da geração de energia, empreendimentos desse porte contribuem diretamente para o turismo, movimentam a economia local e ajudam no controle de enchentes.

“A usina de Manso é um exemplo claro de como um empreendimento energético pode transformar uma região. Além de gerar energia, trouxe desenvolvimento, turismo e ainda contribui para evitar grandes enchentes nas cidades”, destacou Fagundes.

Ao defender um novo ciclo de desenvolvimento para o estado, Wellington reforçou que Mato Grosso precisa avançar na industrialização para gerar empregos e agregar valor à produção local.

“O nosso desafio é transformar a riqueza produzida no campo em oportunidade para a nossa população. E isso passa diretamente pela energia, pela infraestrutura e pela capacidade de industrializar Mato Grosso”, concluiu.



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A Polícia Civil prendeu em flagrante dois homens, de 32 e 23 anos, nesta terça-feira (12), após a invasão de propriedades rurais localizadas na região do Sítio de Recreio Boa Vista, no bairro Paulista, em Rondonópolis. Os suspeitos responderão pelos crimes de esbulho possessório e destruição de floresta de preservação permanente.

O caso chegou até a Delegacia Especializada em Defesa da Mulher (DEDM) depois que um idoso de 68 anos procurou a unidade policial denunciando que suas chácaras haviam sido ocupadas irregularmente. Conforme o relato, vizinhos perceberam movimentações suspeitas no local e informaram que pessoas realizavam queimadas e derrubavam árvores nativas preservadas pelo proprietário.

Ao chegar na propriedade, o idoso encontrou quatro homens trabalhando dentro da área invadida. Questionados, eles alegaram que haviam recebido ordens de um suposto invasor, porém não revelaram quem seria o responsável. Mesmo após o pedido para deixarem o local, os suspeitos se recusaram a sair da área.

Diante da denúncia, investigadores seguiram imediatamente até as chácaras e localizaram os envolvidos. Durante a ação, os policiais encontraram diversos pontos de queimadas e árvores nativas cortadas dentro da propriedade rural.

Segundo a Polícia Civil, os homens apresentaram versões contraditórias sobre a permanência no local. Após os levantamentos iniciais, dois suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e seguiram encaminhados para a delegacia.

A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos na invasão e nos danos ambientais registrados na área.

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Prefeitos e lideranças alinharam estratégias para a audiência de 21 de maio no STF; prioridade é segurança jurídica aos municípios de MT que querem oferecerassistência aos moradores de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) foi palco, nesta terça-feira (12), de uma articulação política e jurídica para o futuro do norte do Estado na divisa com o Pará. Sob a liderança do deputado estadual OndanirBortolini – Nininho (Republicanos), prefeitos, vereadores, produtores rurais e juristas da região reuniram-se em audiência pública para definir a estratégia que Mato Grosso levará ao Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 21 de maio, na agenda com o ministro Flávio Dino.

O deputado Nininho explica que embate gira em torno de uma disputa antiga por mais de 2 milhões de hectareslocalizados no lado paraense. O estado de Mato Grosso busca reverter decisões anteriores que, baseadas em perícias do Exército que agora são questionadas, entregaram áreas historicamente mato-grossenses ao Pará, deslocando a divisa em cerca de 140 quilômetros.

A ênfase do debate foi a área que envolve o Salto das Sete Quedas e trechos entre municípios como Jacareacanga e Paranaíta, além de Alta Floresta e Novo Progresso. A tese defendida por Mato Grosso aponta um erro em decisões anteriores que teriam deslocado uma área estimada de 22 mil quilômetros quadrados para o Pará, o que equivale a cerca de 2,2 milhões de hectares.

Esse território está situado na divisa entre os dois estados, abrangendo o sul do Pará e o norte de Mato Grosso, nas proximidades de Jacareacanga e Novo Progresso (PA) e Apiacás (MT), sendo uma zona de forte influência econômica de cidades mato-grossenses como Paranaíta, Alta Floresta e Guarantã do Norte.

CUSTO MATO GROSSO

A área em disputa, que abrange cerca de 330 mil hectares produtivos apenas em um dos trechos do município de Jacareacanga, vive uma realidade paradoxal: o território pertence legalmente ao Pará, mas a vida acontece em Mato Grosso. O prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, apontao isolamento logístico enfrentado pelos moradores do lado paraense.

“O município que faz divisa com Novo Progresso obriga essas pessoas a viajarem cerca de mil quilômetros, passando por Mato Grosso, para chegar à cidade de Novo Progresso, no Pará, para documentação”, relata Gamba. Enquanto isso, a infraestrutura e os serviços de Alta Floresta estão a uma fração dessa distância.

Essa dependência gera um ônus pesado para os cofres municipais mato-grossenses. Os prefeitos relatam que atendem a população vizinha em postos de saúde, escolas e manutenção de estradas, mas não recebem a arrecadação de impostos (como o ICMS da produção de soja e gado), que fica com o Pará.

DILEMA DOS PREFEITOS

O prefeito de Paranaíta, Osmar Mandacaru, expõe um tom de urgência jurídica ao debate. Para ele, a situação atual é de total insegurança o que impede a prestação de atendimento aos moradores dos municípios paraenses de Jacareacanga e Novo Progresso. “Se o prefeito atende, comete improbidade administrativa por gastar em outro estado. Se não atende, comete crime por omissão de socorro”, desabafa.

Paranaíta já tomou uma medida drástica: ingressou com uma ação no STF pedindo R$ 29 milhões em ressarcimento pelos atendimentos prestados à população de Jacareacanga (PA), além de uma pensão mensal de R$ 331 mil enquanto o imbróglio não for resolvido. “Hoje, para carregar um boi ou soja, precisa de coordenada geográfica. A bitributação e a falta de segurança jurídica estão inviabilizando a região”, informa Mandacaru.

ESTRATÉGIA PARA BRASÍLIA

O deputado Nininho, proponente da audiência, acredita que houve falta de atenção de governos anteriores de Mato Grosso durante as perícias cartográficas. Ele aponta que erros na interpretação de marcos geográficos, como a confusão entre o “Salto das Sete Quedas” e a “Cachoeira das Sete Quedas”, resultaram na perda territorial.

“Vamos para a audiência com o ministro Flávio Dino no dia 21 buscando, primeiramente, um Termo de Cooperação”, explica Nininho. A ideia é que, enquanto a discussão territorial definitiva corre no STF, os municípios de Mato Grosso tenham autorização legal e repasse de recursos para continuar atendendo os moradores da fronteira sem o risco de punições judiciais.

CAMINHO JURÍDICO

O procurador-geral da ALMT, Ricardo Riva, reforça que a Assembleia atuará como amicus curiae (amiga da corte) no processo. “O Mato Grosso hoje fica com o ônus e o Pará com o bônus. O ministro Flávio Dino, ao marcar essa audiência, já reconhece que existe uma situação administrativa que precisa ser regulamentada”, pontuaRiva. 

Segundo o procurador, se não houver consenso na conciliação, Mato Grosso está preparado para pedir a rediscussão completa dos limites territoriais com base em novas provas cartográficas. “Nosso Estado quer oferecer dignidade a quem produz e vive naquela região do Pará”, reforça Ricardo Riva. 



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O adolescente Eduardo, de 17 anos, acabou assassinado a tiros na comunidade do Cadeado, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, na noite da última quarta-feira (6). A vítima, conhecida pelo apelido de “Araçá”, havia se mudado para o local há pouco mais de uma semana e foi surpreendida por faccionados assim que saiu de casa. 

A perícia constatou que o jovem foi atingido por múltiplos disparos de arma de fogo, provavelmente calibre .38, que acertaram a cabeça, as costas, o tórax e ambos os braços. Durante a análise da cena do crime, os policiais encontraram um bilhete no bolso da calça da vítima, supostamente deixado pelos autores. 

O delegado Thiago Cavalcante, que esteve no local, informou que a mensagem atribuía a Eduardo a autoria de um homicídio anterior, sugerindo que a execução pode ter sido um acerto de contas ou ato de vingança. A Polícia Civil investiga o caso e analisa o conteúdo do bilhete para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso. 

O corpo foi removido ao Instituto de Polícia Científica (IPC) para os procedimentos periciais, e a Delegacia de Homicídios de Santa Rita segue com as investigações.

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) articula um novo pedido de redução de sua pena, imposta pela condenação na suposta tentativa de golpe, com base no projeto de lei da dosimetria.

A lei, aprovada no Congresso, visa reduzir as penas de condenados que participaram dos atos de 8 de janeiro de 2023, que culminaram na depredação da Praça dos Três Poderes.

Apesar da derrubada do veto do presidente Lula (PT) e promulgação do senador Davi Alcolumbre (União-AP), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu o projeto, afirmando que a Corte do Judiciário deve analisar o caso.



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