O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, decidiu prestar uma homenagem à memória do empresário e político Odílio Balbinotti (Pé Vermelho), conhecido como o maior produtor de sementes de soja do Brasil, empregando milhares de pessoas na nossa região, que faleceu dia 4 de fevereiro passado. Ele tomou a iniciativa para que a Policlínica Regional, cuja ordem de serviço das obras foi dada na sexta-feira (6), leve o nome de Odílio Balbinotti.

Para isso, o projeto de lei nº 085, de autoria do prefeito Cláudio Ferreira, foi enviado à Câmara Municipal e aprovado pelos vereadores na sessão desta quarta-feira (11), fazendo com a unidade de saúde a ser construída seja denominada de “Policlínica Regional Odílio Balbinotti” (Pé Vermelho). A Policlínica Regional vai ficar localizada na Avenida Bandeirantes, em frente ao Assaí, próximo ao Bairro Jardim das Hortênsias, sendo uma referência em serviços de consultas, exames e diagnósticos.

Em mensagem enviada à Câmara, o prefeito justifica que Odílio Balbinotti construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, pela visão empreendedora e pelo compromisso com o progresso do país. Como fundador da ATTO Sementes, aponta que ele teve papel decisivo no fortalecimento do agronegócio brasileiro, contribuindo para a consolidação de um dos setores mais relevantes da economia nacional e projetando o Brasil como referência mundial na produção de sementes de soja.

O gestor observa ainda que a atuação na vida pública de Odílio foi igualmente expressiva, exercendo os cargos de vereador e prefeito do município de Barbosa Ferraz, no Estado do Paraná, e representando o povo brasileiro como deputado federal por quatro mandatos, entre os anos de 1995 e 2015, período em que dedicou seu trabalho ao fortalecimento das instituições, ao desenvolvimento econômico e à promoção de políticas públicas voltadas ao interesse coletivo.

“Ao homenagear uma trajetória construída com trabalho e dedicação, o Município de Rondonópolis reconhece uma história que sempre esteve ligada ao compromisso com as pessoas e com o desenvolvimento. Dar seu nome a uma Policlínica Regional é transformar esse legado em algo vivo e presente no cotidiano da cidade, associando-o a um espaço que acolhe, cuida da saúde e valoriza a vida”, repassou o prefeito na proposição.



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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, se reuniu nesta terça-feira (10) com o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi, na sede do Parlamento mato-grossense, para discutir a lei que transferiu o território onde está sendo construído o novo Hospital Universitário Júlio Müller para o município de Santo Antônio do Leverger. A principal solicitação do prefeito é a revogação da norma e a manutenção da unidade em território cuiabano. Estiveram presentes ainda os deputados Wilson Santos e Carlos Avalone.

Segundo Abilio, a mudança pode gerar entraves administrativos e atrasar a entrega do hospital, prevista para este ano. “A gestão plena no município de Cuiabá é o que garante que o Júlio Miller tenha mais respaldo do Ministério da Saúde. Nossa intenção é não fazer nada que atrapalhe a entrega desse hospital neste ano”, afirmou.

O prefeito argumenta que o modelo atual de gestão, firmado entre União, Estado e Município, foi estruturado considerando Cuiabá como responsável pelo monitoramento dos serviços e pela contratualização da assistência. “Um hospital universitário dentro da gestão plena do município de Cuiabá permite maior capacidade de execução financeira e de contratos de prestação de serviço”, disse.

Durante a reunião, representantes do hospital e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) também apresentaram considerações técnicas sobre o funcionamento da futura unidade. O superintendente do Hospital Universitário Júlio Müller, Reinaldo Gaspar, destacou que a experiência administrativa e a estrutura já existente na capital são fatores relevantes para a sustentabilidade do projeto. “Tecnicamente, hoje nós temos com Cuiabá uma segurança bastante desenvolvida para garantir a estrutura e a manutenção dos serviços do novo hospital”, afirmou.

O deputado estadual Wilson Santos, que participou do encontro, avaliou a reunião como produtiva e disse que o diálogo continua nos próximos dias. “Avançamos bastante e, na sexta-feira, teremos uma nova reunião entre a Prefeitura de Santo Antônio do Leverger, a reitoria da UFMT e a equipe técnica do Hospital Júlio Müller. Talvez seja a última reunião para fechar o entendimento”, declarou.

A discussão ocorre após a aprovação de uma lei estadual que redefiniu limites territoriais na região do Morro de Santo Antônio, fazendo com que a área do hospital passasse a pertencer oficialmente ao município vizinho. A expectativa das lideranças políticas e institucionais é chegar a um consenso até o fim do mês, evitando impactos na conclusão da obra e no início do funcionamento da unidade hospitalar.



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A Força Tática da Polícia Militar entrou em confronto com um suspeito na região do Vale Verde, em Primavera do Leste, após denúncia anônima indicar que uma propriedade rural funcionava como possível depósito de armas de uma organização criminosa. O caso ocorreu durante patrulhamento na área e terminou com um homem morto. Nenhum policial ficou ferido.

Conforme as informações repassadas à equipe, um veículo Honda branco seguia em direção à chácara denunciada. Durante as rondas, os policiais localizaram o automóvel em frente ao imóvel. Ao tentarem realizar a abordagem, o suspeito reagiu armado e efetuou disparos contra a equipe. Diante da agressão, os militares revidaram.

O homem acabou baleado, recebeu atendimento do Samu e seguiu encaminhado a uma unidade de saúde, porém não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia, ele possuía passagens por tráfico de drogas e ameaça.

No local, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, um fuzil Colt calibre 5.56, munições, cinco tabletes e porções fracionadas de substância análoga à maconha, além de porções semelhantes à pasta base de cocaína. Também recolheram colete balístico com capa, roupa camuflada e kit de primeiros socorros.

A ocorrência registra crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, posse ilegal de arma de uso restrito, tráfico ilícito de drogas, desobediência, resistência e morte por intervenção policial.

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A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira (11), no Residencial Celina Bezerra, um dos suspeitos de envolvimento na morte do advogado e motorista de aplicativo Paulo de Souza Freitas Júnior, em Rondonópolis. A investigação segue sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Conforme a apuração conduzida pela Polícia Civil, Paulo teria morrido após reagir a um assalto durante uma corrida. As informações fazem parte da versão apresentada pelos próprios suspeitos e ainda integram o conjunto de diligências em andamento.

De acordo com o relato colhido pelos investigadores, ao final da corrida os suspeitos orientaram o motorista a seguir até uma área mais isolada da cidade. Já no ponto indicado, anunciaram o roubo e passaram a ameaçá-lo com uma faca e uma arma de brinquedo. Segundo essa versão, Paulo reagiu e entrou em confronto físico com os assaltantes ainda dentro do veículo.

O delegado João Paulo, da DHPP de Rondonópolis, informou que os suspeitos imobilizaram a vítima com um golpe conhecido como “mata-leão”, fazendo com que ela perdesse a consciência. Em seguida, assumiram a direção do carro e conduziram o veículo até outro ponto afastado.

Ainda conforme o delegado, ao perceberem que o motorista não recobrava os sentidos, os criminosos abandonaram o corpo no local onde ele acabou localizado na manhã seguinte, já sem sinais vitais.

O caso ganhou grande repercussão na cidade desde o desaparecimento de Paulo, registrado na noite de quinta-feira (5), quando ele trabalhava como motorista de aplicativo. A Polícia Civil mantém as investigações para esclarecer todos os detalhes da dinâmica do crime e localizar o segundo envolvido, que ainda não apareceu.



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A Polícia Militar atendeu, na tarde de segunda-feira (10), uma ocorrência de homicídio em frente à Escola Estadual São Pedro, no município de Peixoto de Azevedo, região norte de Mato Grosso. Um adolescente de 17 anos acabou morto por membros do CV a tiros em plena via pública, em um crime registrado por câmeras de segurança.

Moradores do bairro Mãe de Deus acionaram a PM após ouvirem vários disparos. Durante o deslocamento, a guarnição recebeu a informação de que havia um jovem caído em frente à unidade escolar. No local, os policiais encontraram a vítima já sem sinais vitais.

Imagens de vigilância mostram dois homens em uma motocicleta de cor escura se aproximando do adolescente. O garupa desce e efetua diversos disparos contra o jovem. Em seguida, a dupla foge e toma rumo ignorado. A suspeita inicial indica o uso de pistola calibre 9 milímetros.

Familiares relataram aos policiais que o adolescente mantinha ligação com uma facção criminosa e que o assassinato pode ter relação com a morte de um integrante de grupo rival registrada no dia anterior. Apesar da informação, consulta aos sistemas de segurança não aponta registros criminais em nome da vítima.

A Polícia Civil conduz as investigações para identificar e prender os autores do crime.

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O deputado federal José Medeiros (PL) criticou a situação financeira dos Correios e acusou o governo federal de quebrar as estatais, após a empresa anunciar a venda de imóveis e terrenos para cobrir prejuízos acumulados. O parlamentar também alertou que as políticas econômicas do governo Lula, marcadas pelo excesso de burocracia e pela alta carga tributária, estão expulsando empresários e prejudicando o setor produtivo brasileiro.

Os Correios vão vender imóveis para tentar conter a crise financeira. A meta é arrecadar até R$ 1,5 bilhão ainda neste ano. Em 2025, o prejuízo somou R$ 10 bilhões, sendo R$ 6 bilhões apenas nos primeiros nove meses do ano.

Medeiros lembrou que, ao final do governo Bolsonaro, os Correios registravam lucro. “Tinham mais de R$ 3 bilhões de superávit. Os Correios deram lucro na época do Bolsonaro. Aí o PT volta e, logo em 2023, os Correios já tiveram prejuízo. Em 2024, mais prejuízo. Em 2025, mais prejuízo”, afirmou.

O deputado também denunciou a má utilização dos imóveis da estatal, já que os Correios mantêm contratos de aluguel com terceiros mesmo possuindo patrimônio próprio ocioso. “Alugam prédios mesmo tendo imóveis próprios sobrando. Se não bastasse, os proprietários que alugam para os Correios não estão recebendo”, criticou.

Para Medeiros, a situação dos Correios é o retrato do governo Lula. “Estamos vendo o Brasil ser destruído. Todas as estatais estão com rombos, enquanto o governo segue inchando a máquina pública, aumentando gastos e criando novos impostos”, disse.

O parlamentar alertou ainda que a política econômica adotada pelo governo federal está afastando empresários brasileiros do país e citou declaração do senador Flávio Bolsonaro, que ironizou ao afirmar que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, seria “o melhor ministro do Desenvolvimento Econômico do Paraguai”, diante do grande número de empresas brasileiras que estariam migrando para o país vizinho.

Medeiros disse que conversou recentemente com o senador paraguaio Eduardo Nakayama, que teria relatado um aumento expressivo no número de empresários brasileiros instalando atividades no Paraguai. “Segundo ele, somente em 2025, o número triplicou em relação ao ano anterior”, afirmou.

Na avaliação do deputado, o ambiente de negócios no Brasil se tornou hostil. “Hoje, a atividade meio das empresas está quase custando mais do que a atividade fim, apenas para lidar com a burocracia. Esse governo age sistematicamente contra quem produz”, concluiu.



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O prefeito de Cuiabá afirmou que a gestão municipal mantém tolerância zero contra qualquer tipo de assédio e que todas as denúncias serão investigadas pelos órgãos competentes. A declaração foi feita durante entrevista coletiva concedida na manhã desta terça-feira (10), na Câmara de Cuiabá, ao comentar o caso envolvendo um ex-secretário municipal.

Segundo o prefeito, a administração municipal já adotou medidas administrativas e encaminhou a situação para apuração institucional, reforçando que o compromisso da gestão é garantir a proteção das vítimas e a responsabilização, caso irregularidades sejam confirmadas.

“É importante colocar que nós, de maneira alguma, em momento algum, toleramos qualquer tipo de situação de assédio. Isso para nós é intolerável. Seja de assédio moral, seja de assédio sexual, qualquer tipo de assédio nós não toleramos”, declarou.

O prefeito também destacou que o combate ao assédio é uma política permanente da administração municipal e não uma ação pontual. De acordo com ele, orientações sobre o tema têm sido reforçadas em reuniões internas e junto às secretarias.

“Então, assim, o combate ao assédio é uma pauta prioritária da Prefeitura desde o início da nossa gestão. Em algum caso ou outro que esteja acontecendo, a gente precisa corrigir e investigar”, afirmou.

Durante a coletiva, o gestor explicou que a denúncia foi encaminhada para análise da Controladoria Municipal e que o registro policial já está sob responsabilidade da Polícia Civil. Ele reiterou que a Prefeitura está à disposição para colaborar com as investigações.

“Eu espero que a investigação consiga demonstrar tudo o que aconteceu nesses fatos. Se precisar de qualquer informação da Prefeitura, nós estamos à disposição para colaborar”, disse.

O prefeito reforçou que a prioridade, neste momento, é assegurar a apuração dos fatos com responsabilidade e respeito às pessoas envolvidas, garantindo que todas as medidas necessárias sejam tomadas para coibir práticas de assédio no serviço público municipal.



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O braço direito do principal alvo da Operação Imperium, o faccionado A.A.S.N. foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, após ser localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ). A ação resultou ainda na apreensão dois veículos, uma BMW ligada ao grupo criminoso e uma caminhonete Chevrolet S-10, que era utilizada pelo faccionado no estado fluminense. 

Deflagrada na terça-feira (10.2), pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a operação tem como foco a asfixia financeira de um dos núcleos da facção criminosa atuante na região sul de Mato Grosso. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso com o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio de uma parceria firmada entre as instituições, que já resultou em diversas prisões.

O preso, apontado como principal executor das tarefas determinadas pelo líder da facção, G.R.S., o “Vovozona”, foi localizado e preso, em um momento de lazer, enquanto desfrutava o dia e consumia produtos em uma conveniência em frente a praia do Recreio. Com ele, foi apreendida a caminhonete S-10, adquirida por meio da atividade criminosa.

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Funções na Facção

Dentre suas funções na estrutura criminosa, o faccionado era o responsável por repassar para os valores entre a “ponta” da facção e a liderança, atuando como uma espécie de contador e prestador de contas do grupo ligado diretamente ao líder.

Outro trabalho executado pelo investigado, era o de adquirir e levar veículos de luxo, de alto valor, para o Rio de Janeiro, onde seriam utilizados pelo líder da facção criminosa. Durante os levantamentos, foi possível identificar registros do veículo BMW, rodando na cidade do Rio de Janeiro. 

As investigações identificaram que a BMW, estava registrada em nome de uma empresa cuja sócia-proprietária é apontada como operadora financeira da facção, que também foi alvo da operação, presa no estado do Paraná. 

Além de ser apontado como braço direito de Vovozona, A.A.S.N. possui condenação por tráfico de drogas e possui uma empresa registrada em Lucas do Rio Verde, inexistente fisicamente. 

Conforme o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os elementos apurados evidenciam a prática de crimes de uso de documentos falsos e de lavagem de dinheiro, realizada pela facção criminosa de forma estruturada, estável e permanente.

“A prisão do braço direito do líder  e a apreensão de bens atende diretamente o foco da operação, que é  atacar o poder financeiro do grupo criminoso, seja assegurando o bem para evitar perecimento e dilapidação, seja bloqueando valores em contas, enfraquecendo a sua atuação”, disse o delegado.



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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um ato falho nesta segunda-feira (9), em Mauá, na Grande São Paulo, ao chamar a primeira-dama, Janja da Silva, pelo nome da ex-esposa, Marisa Letícia, durante um discurso sobre investimentos na saúde.

A gafe ocorreu quando Lula detalhava ações na região e citava uma visita a uma unidade móvel de exames. Ao falar que Janja o acompanharia, ele se confundiu e trocou os nomes.

– Semana que vem, eu vou com a Marisa numa jamanta… com a Janja, numa jamanta dessa, e a Janja vai fazer mamografia – disse o presidente, corrigindo em seguida.

A fala repercutiu nas redes sociais e gerou comentários e piadas sobre a situação, com internautas sugerindo que Lula “vai dormir no sofá”.

Marisa Letícia foi casada com Lula por 42 anos, de 1974 até 2017. Ela morreu em 3 de fevereiro de 2017, aos 66 anos, em São Paulo, após um acidente vascular cerebral hemorrágico.



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Mortos em confronto tinham ficha corrida recheada de crimes

A Força Tática de Rondonópolis, com apoio da Agência Local de Inteligência, neutralizou quatro faccionados fortemente armados durante uma ação policial após identificação de um possível escritório do crime. O confronto ocorreu quando a equipe tentou realizar a abordagem e recebeu disparos de arma de fogo.

Segundo informações apuradas, os policiais reagiram à injusta agressão e encerraram a ação com a apreensão de seis armas, incluindo dois fuzis Colt calibre 5,56, uma pistola calibre .380, três revólveres e cerca de 250 munições intactas, além de dois tabletes de maconha.

O que mais chama atenção na ocorrência está no extenso histórico criminal dos quatro envolvidos, com registros em diferentes cidades de Mato Grosso e até em outro estado.

Um dos faccionados acumulava roubos em série, tráfico de drogas, associação criminosa, porte ilegal de arma, lesão corporal e desobediência, com passagens registradas entre Nova Mutum, Sorriso, Peixoto de Azevedo, Sinop e Campo Verde, além de reincidência até 2022.

Outro integrante apresentava envolvimento contínuo com o tráfico de drogas, associação criminosa, corrupção de menores e atuação em quadrilha. Em 2024, esse mesmo suspeito entrou no sistema criminal por homicídio doloso consumado, com registro no Rio Grande do Sul.

O terceiro faccionado carregava uma ficha marcada por tráfico, ameaça, desacato, lesão corporal e tortura, com diversas ocorrências registradas em Rondonópolis, além de prisão por mandado judicial em 2025.

Já o quarto suspeito aparecia em registros por corrupção de menores, perturbação do sossego e outras ocorrências de natureza criminal, também concentradas em Rondonópolis.



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