A Polícia Militar prendeu um homem na noite deste domingo (15), no bairro Jardim Atlântico, após espancar a ex-companheira, furtar uma bicicleta elétrica e descumprir medida protetiva. A ocorrência entrou no registro da Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas e mobilizou equipes do 5º BPM.

De acordo com a PM, a vítima relatou que estava em um comércio do bairro para comprar ração quando encontrou o ex-amásio no local. Diante do perigo, ela entrou na conveniência e, nesse momento, o suspeito subtraiu a bicicleta elétrica e deixou o local. Pouco depois, ao retornar acompanhada de uma amiga em uma motocicleta, o agressor reapareceu e desferiu socos na região da cabeça da vítima.

Durante diligências, os policiais localizaram o suspeito cerca de 400 metros do local, em um estabelecimento conhecido como “Bar do J.”, ainda com a bicicleta elétrica. A equipe conduziu o homem à 1ª Delegacia de Polícia, com uso de algemas. A vítima informou possuir medida protetiva contra o agressor, apesar de não apresentar o documento no momento da ocorrência.



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A Prefeitura de Rondonópolis interditou totalmente, nesta quarta-feira (18), um trecho da Rua Otávio Pitaluga, na Vila Aurora, para executar a manutenção da via após a identificação de um afundamento no asfalto. A interdição ocorre no segmento entre a Avenida Padre Anchieta e a Avenida Duque de Caxias.

A equipe técnica do município entrou em ação assim que o problema apareceu, com início imediato do serviço no local. A previsão indica duração de um dia, com foco na correção da base da pista e na recuperação da estrutura comprometida.

Durante o período de trabalho, motoristas que utilizam a Otávio Pitaluga devem buscar rotas alternativas, já que o bloqueio permanece total até a conclusão da manutenção.



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A Polícia Militar atendeu uma ocorrência de violência doméstica na madrugada desta quarta-feira (18), na Rua Diadema, em Primavera do Leste, após vizinhos acionarem o 190 por causa de uma discussão intensa dentro de uma quitinete. No local, a equipe encontrou um casal sentado, ambos ensanguentados, ainda trocando ofensas e empurrões.

A vítima, uma adolescente de 17 anos, relatou que retomou o relacionamento após o companheiro, de 18 anos, prometer mudança de comportamento. Segundo o depoimento, os dois ingeriram bebida alcoólica e, em seguida, o rapaz passou a xingá-la, repetindo um padrão de agressões já registrado anteriormente em boletim de ocorrência.

Conforme a jovem, durante a nova discussão o companheiro iniciou as agressões físicas. Para se defender, ela reagiu. O rapaz apresentava lesões no rosto, pescoço e costas. A adolescente afirmou ainda que ele a segurou pela orelha e que utilizou uma garrafa para conseguir se desvencilhar.

A vítima apresentava ferimentos no rosto e nas pernas, além de marcas de mordidas no peito, ombro, mãos e braços. Ela também informou que o companheiro quebrou o celular ao arremessá-lo contra a parede durante o desentendimento.

Diante da situação, a equipe realizou a contenção dos envolvidos e encaminhou ambos à Central de Flagrantes. O suspeito seguiu algemado, diante do risco de novas agressões e para garantir a segurança da guarnição. Ele também apresentava uma lesão no pescoço causada por mordida, supostamente relacionada a episódio anterior.



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O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União solicitou à Corte a abertura de processo para identificar autoridades públicas federais que teriam participado de eventos realizados na casa de veraneio de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em Trancoso, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia.

O pedido aponta que a eventual presença de integrantes da alta cúpula dos Três Poderes da República nos encontros, conhecidos como “Cine Trancoso”, pode configurar risco sistêmico à confiança nas instituições públicas.

Segundo o documento, os eventos teriam reunido autoridades do Poder Executivo do governo anterior, além de representantes do mercado financeiro, da política e do meio jurídico.

De acordo com o MPTCU, a situação expõe indícios de possíveis irregularidades e levanta questionamentos sobre impactos na administração pública federal. O órgão ressalta que a credibilidade do Judiciário, do Executivo e de outras entidades públicas pode ser afetada caso não haja apuração rigorosa e transparente dos fatos.

No pedido encaminhado ao TCU, o Ministério Público elenca uma série de medidas a serem adotadas no âmbito da fiscalização:

  • Identificação das autoridades públicas federais que participaram dos eventos, diante da avaliação de que o envolvimento de membros da alta cúpula pode representar risco à integridade institucional;
  • Verificação de eventual participação de órgãos ou entidades federais na promoção ou no financiamento dos encontros;
  • Avaliação de possíveis consequências financeiras ou administrativas para instituições públicas, como o Banco do Brasil, o Banco de Brasília e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES);
  • Adoção de medida cautelar com base nos requisitos do fumus boni iuris e do periculum in mora, para garantir a imediata apuração dos fatos, incluindo requisição de documentos, coleta de informações e oitiva de testemunhas, com o objetivo de evitar a dissipação de provas;
  • Encaminhamento dos resultados da investigação ao presidente do Congresso Nacional, para conhecimento e eventual adoção de providências.

O MPTCU sustenta que a ausência de esclarecimentos pode gerar “impacto devastador” na percepção pública sobre a imparcialidade e a integridade das instituições.



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Uma chamada de vídeo (assista no final da matéria) realizada minutos antes dos disparos ganhou destaque na investigação do feminicídio que resultou na morte de Pricila Maria Dolla Gomes, de 38 anos, em Rio Negrinho, no Norte de Santa Catarina. O caso ocorreu recentemente e segue sob apuração da Polícia Civil. As informações são do Jornal Razão.

De acordo com apuração do Jornal Razão, Gustavo Danielski, de 29 anos, realizou uma ligação de vídeo para a própria irmã pouco antes do crime. Durante a chamada, Pricila aparece tentando acalmá-lo. Em trechos transcritos, ela pede: “por favor”, “olha aqui pra mim”, “respira”, e insiste para que ele não faça nada contra ela.

Ainda conforme a publicação, em determinado momento a vítima afirma: “tu não vai fazer isso”, “vamos sentar e conversar”, além de declarar que se ajoelharia diante dele. Em outro trecho, ela apela: “pelo amor que você tem pelas tuas irmãs, pelas tuas sobrinhas”, e completa dizendo: “eu tenho filho”, numa tentativa de impedir o avanço da violência.

Segundo testemunhas, horas antes Pricila havia comentado com amigas que pretendia encerrar o relacionamento. Já no início da noite, pessoas próximas enviaram mensagens alertando que Gustavo estava na residência e que teria afirmado que iria matá-la. Uma amiga chegou a acionar um policial militar pedindo socorro. Pouco depois, os disparos ocorreram.

Tentativa de suicídio

A Polícia Militar de Santa Catarina encontrou Gustavo caído na porta da casa, com ferimento na cabeça provocado por disparo de arma de fogo. Ao lado dele, os policiais localizaram uma pistola calibre 9 mm. Dentro do imóvel, sobre um colchão no chão, Pricila estava sem sinais vitais, atingida por tiros no tórax. O Corpo de Bombeiros confirmou a morte no local.

Os pais da vítima moram a cerca de 100 metros da residência. Conforme relato à polícia, eles receberam uma ligação informando que Gustavo estava no local “para matá-la” e seguiram imediatamente até a casa. O pai afirmou que não tinha conhecimento de término ou discussão grave, já que o casal havia passado o fim de semana junto. A mãe também relatou surpresa diante da situação.

A área permaneceu isolada para os trabalhos da Polícia Científica. O caso segue registrado como feminicídio consumado e tentativa de suicídio. Gustavo sobreviveu ao disparo, recebeu atendimento médico sob escolta policial e já se encontra preso. A Polícia Civil investiga a dinâmica dos tiros, a origem da arma e o conteúdo completo da chamada de vídeo, que pode se tornar prova central no inquérito.

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, caiu de motocicleta na tarde de terça-feira (17), enquanto participava de uma trilha com grupo de motociclistas na região da Serra das Laranjeiras, no Distrito de Aguaçu, a cerca de 30 quilômetros da Capital. O percurso integrou a programação do evento Carnaval Cerrado Off.

Segundo nota divulgada pela Prefeitura de Cuiabá, Abilio sofreu apenas escoriações no braço direito e pequenos hematomas. Ele passou por avaliação médica e, conforme a administração municipal, não apresentou lesões graves. Mesmo após o incidente, manteve parte dos compromissos previstos na agenda e marcou presença no evento católico “Vinde e Vede”, realizado na Arena Pantanal.

O trajeto do Carnaval Cerrado Off começou às 6h30 na Orla do Porto, em frente ao Aquário Municipal. A programação incluiu café comunitário, subida da serra em ritmo reduzido, visita à Cachoeira dos Macacos e retorno a Cuiabá pela região da Guia.

Abilio pilotava a própria motocicleta durante o percurso. Ao longo da trilha, destacou o incentivo ao mototurismo como estratégia para movimentar a economia e fortalecer a Baixada Cuiabana. A primeira-dama e vereadora Samantha Iris acompanhou a programação, assim como a vereadora Baixinha Giraldelli.



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Em novo desdobramento do caso Master, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), incluiu quatro servidores federais no inquérito das fake news. Eles são suspeitos de acessarem irregularmente, em sistemas da Receita, dados fiscais da mulher dele, de outros ministros e parentes, para vazar as informações.

A investigação se relaciona ao Master em razão da publicação de reportagens recentes que informaram sobre ganhos da advogada Viviane Barci de Moraes. Além do contrato de R$ 129 milhões com o banco, o jornal O Globo revelou, no fim do ano passado, que o patrimônio pessoal dela saltou de R$ 24 milhões para R$ 79,7 milhões no período de 2023 a 2024, um crescimento de 232%.

Além da mulher de Moraes, Dias Toffoli também teve transações relacionadas ao Master publicadas na imprensa. No último fim de semana, o jornal O Estado de S. Paulo publicou mensagens do dono do Master, Daniel Vorcaro, em que pergunta ao cunhado e operador, Fabiano Zettel, sobre pagamentos ao resort da família do ministro que somaram R$ 35 milhões. O Globo também publicou que ele enviou a seu advogado prints de contratos com a advogada Roberta Rangel, ex-mulher do ministro.

Os servidores da Receita serão investigados pelo suposto cometimento do crime de violação de sigilo funcional, uma vez que teriam acessado dados fiscais sem autorização da Justiça. Segundo o STF, foram constatados “diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema da Receita”, um “bloco de acessos cuja análise, pelas áreas responsáveis, não identificou justificativa funcional”. 

A Procuradoria-Geral da República (PGR), que pediu a Moraes a operação, destacou que houve “exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas, divulgadas sem contexto e sem controle jurisdicional, tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”.

A Receita, que colaborou com a investigação, afirmou que, em janeiro, a pedido do STF, iniciou uma auditoria em seus sistemas para rastrear acessos a dados de ministros e parentes ao longo dos últimos três anos. Desde 2023, afirmou o órgão demitiu três servidores e aplicou punições mais leves a outros quatro.

Segundo o órgão, o STF também requisitou verificação sobre possível acesso a dados do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de seus familiares. Em nota, a Receita informou que não foi detectado nenhum acesso a dados dele e de parentes.

Os quatro servidores alvos da operação desta terça (17) tiveram os nomes divulgados pelo STF. Nenhum deles tem foro privilegiado para ser investigados pelo tribunal, como ocorre com dezenas de outras pessoas que já foram incluídas no inquérito por Moraes por “ataques” aos ministros – na maior parte dos casos, críticas, ilações, ofensas ou ameaças em tom de bravata nas redes sociais.

Ministros também desconfiam que PF vaza informações do caso Master

A desconfiança no STF não recai apenas sobre servidores da Receita. Para vários ministros, informações comprometedoras sobre as relações de alguns deles com o Master também têm vazado da Polícia Federal, em razão da insatisfação de investigadores do caso Master com a supervisão do inquérito por Toffoli.

A revelação de pagamentos feitos à empresa do ministro por um fundo ligado a Zettel o forçou a abrir mão da relatoria do inquérito na semana passada. Os demais ministros descartaram, no entanto, considerá-lo suspeito para atuar na investigação.

Numa reunião fechada, vários disseram que o relatório da PF detalhando as transações seria nulo, uma vez que produzido sem prévia autorização da Corte – declarações literais nesse sentido foram divulgadas pelo site Poder360. Se os ministros fixarem o entendimento de que apuração foi ilegal, abre-se caminho para abortar, de início, uma investigação criminal contra Toffoli, uma vez que as provas seriam inválidas.

A mesma lógica pode ser aplicada às informações sobre a evolução patrimonial de Viviane Barci de Moraes e do contrato de seu escritório com o Master. Se Moraes confirmar que os dados saíram da Receita de forma irregular, ele poderia considerar que seriam provas nulas para uma eventual investigação criminal sobre a contratação.

Na operação desta terça (17), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Os servidores foram afastados da Receita, proibidos de usar os sistemas do órgão, impedidos de sair do país, com passaportes cancelados, e agora serão monitorados com tornozeleira eletrônica.

Computadores, celulares e papéis em posse deles serão agora analisados por delegados da PF que respondem diretamente a Moraes. Com a operação, o ministro passa recados: de que não tolera vazamentos contra os integrantes do tribunal e que, novamente, não se vê impedido para atuar diretamente num caso relacionado à sua esposa. Com isso, tenta emparedar também investigadores da PF que atuam no caso Master e suspeitos de vazarem informações contra os ministros.

Não é a primeira vez que Moraes investiga servidores da Receita. Em 2019, no mesmo inquérito das fake news, ele suspendeu uma fiscalização sobre 133 contribuintes e afastou dois auditores fiscais que atuavam nesse procedimento, por entender haver desvio de finalidade, quebra indevida de sigilo e direcionamento das apurações em prejuízo de autoridades, inclusive ministros do STF

No STF, o inquérito do Master foi transferido por sorteio para André Mendonça. Como novo relator, cabe a ele analisar indícios levantados pela PF contra Toffoli. Antes, colherá parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que recebeu uma cópia do documento, enviado pelo presidente do STF, Edson Fachin. A PGR pode nem sequer pedir investigação se considerar que seriam provas inválidas.



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Uma mulher acabou na UPA após ser arrastada no asfalto e apedrejada, manhã desta segunda-feira (16), em Barra do Garças. A vítima reagiu e esfaqueou o agressor, que também precisou de atendimento médico.

Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar recebeu o chamado às 10h31 para atender uma denúncia de tentativa de homicídio.

Já no local, a PM constatou que o homem teria apedrejado a mulher na cabeça, e na sequência, a arrastou pelo asfalto. A mulher reagiu, se apossou de uma faca e atingiu o agressor.

O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência e encaminhou a vítima de imediato para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu cuidados médicos.

O suspeito também foi levado à UPA e após receber alta médica, ele foi conduzido à Central de Flagrantes para as demais providências que o caso requer.



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A Polícia Rodoviária Federal atendeu, na tarde desta terça-feira (17), um grave acidente na BR-070, nas proximidades do Posto Cinquentinha, cerca de 50 quilômetros antes de Cáceres (MT). A colisão envolveu uma carreta boiadeira e um Fiat Uno e duas pessoas que ocupavam o carro morreram no local.

Segundo as informações apuradas no local, o impacto aconteceu de forma violenta e provocou a morte imediata dos dois ocupantes do Fiat Uno. As vítimas ainda não tiveram a identificação confirmada oficialmente pelas autoridades.

Equipes de resgate e forças de segurança atuaram na rodovia, que passou por isolamento para os trabalhos periciais. As circunstâncias do acidente seguem sob investigação.

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Um homem de 38 anos perdeu o controle após brochar durante um programa, exigir a devolução do valor pago e promover um quebra-quebra na casa de uma garota de programa de 24 anos, na madrugada deste domingo (15), em Sorriso. Diante da negativa em devolver o dinheiro, ele passou a ameaçar, xingar e destruir objetos do local.

Conforme o registro policial, a ocorrência aconteceu por volta das 3h40. Após apresentar dificuldade para manter a excitação, o cliente passou a puxar o cabelo da profissional, proferir ofensas e ameaças. A vítima encerrou o atendimento e manteve a recusa em devolver o valor, alegando que o serviço ocorreu.

Imagens de câmeras de segurança registraram o descontrole, com o homem quebrando móveis enquanto outra mulher acompanhava a cena. Em determinado momento, ele correu atrás da vítima, que se escondeu em um cômodo, e ainda tentou danificar a porta da geladeira.

A mulher procurou a Polícia Civil e formalizou o boletim. O caso segue sob apuração pelos crimes de lesão corporal, ameaça, dano material e injúria.

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