A Prefeitura de Rondonópolis já realizou o pagamento dos servidores públicos municipais nesta quinta-feria (26). Os valores referentes ao salário do mês de fevereiro estarão disponíveis para saque durante o dia de hoje. Para os servidores que recebem via portabilidade é preciso aguardar os trâmites entre as instituições financeiras.

O secretário de Finanças do município, Gilson de Oliveira, comentou que a gestão do prefeito Cláudio Ferreira segue trabalhando com seriedade e dedicação para valorizar cada profissional que ajuda no funcionamento da máquina pública.

De acordo com o secretário, é uma determinação do prefeito manter, com responsabilidade e transparência, sempre em dia o pagamento dos servidores e dentro do mês trabalhado.



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Um cachorro de rua acabou atropelado no final da tarde desta terça-feira (24), na Rua Jucimar Ferreira de Queiroz, esquina com a Avenida Daniel Clemente, no bairro Jardim Maria Tereza, em Rondonópolis. A motorista de um Ford Ka branco invadiu a pista contrária e atropelou o animal, que estava deitado na via, e deixou o local sem prestar socorro.

De acordo com o comunicante, o cão é conhecido pelos moradores da região e costuma circular pelas ruas do bairro. Segundo relatos, motoristas que passam pelo local geralmente reduzem a velocidade ou desviam para evitar atropelamentos. No entanto, nesta ocasião, a motorista teria invadido o lado oposto da rua e atingido o animal.

Testemunhas que estavam próximas, entre elas uma protetora da causa animal, presenciaram o momento do atropelamento. A protetora tentou chamar a condutora para que parasse o veículo e prestasse assistência, mas a mulher acelerou e saiu em alta velocidade, alegando que não poderia fazer nada.

Após o atropelamento, o cachorro correu e tentou se esconder, mesmo ferido. A protetora colocou o animal em seu próprio veículo e o levou para atendimento veterinário, buscando garantir tratamento imediato.

Conforme o relato, a conduta pode se enquadrar no artigo 32 da Lei 9.605/98, que trata dos crimes de maus-tratos contra animais. O comunicante informou que não possui mais detalhes sobre a identificação da motorista até o momento.



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Por Leandro Viegas*

Nos últimos anos, é possível enxergar o avanço dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio como um termômetro claro de aperto de caixa. O setor sempre conviveu com risco, mas o cenário recente combinou custo financeiro elevado, margens mais apertadas, oscilação de preços e problemas climáticos em sequência. Quando isso acontece, quem está mais alavancado e, principalmente, sem gestão de custo bem-feita, sente primeiro.

Os números ajudam a mostrar esse movimento. No segundo trimestre de 2025, o agronegócio registrou 565 pedidos de recuperação judicial, alta de 31,7% sobre o mesmo período de 2024. Já no terceiro trimestre, o volume subiu para 628 pedidos, o maior da série desde 2021, segundo a Serasa Experian. O dado reforça o que podemos sentir na prática: não se trata de um problema isolado de um elo da cadeia, mas de uma pressão financeira espalhada entre produtores (PF e PJ) e empresas ligadas ao setor.

Esse cenário tem uma parte cíclica e outra estrutural. A primeira todo mundo conhece: safra, clima, preço e mercado. A estrutural é mais desafiadora, porque a cadeia ficou mais complexa e mais financeirizada. Hoje há mais operações a prazo, mais dependência de capital, mais barter e mais exposição ao risco de crédito. Quando uma empresa começa a falhar, o efeito dominó pode atingir revendas, distribuidores e, no fim, o produtor, que fica sem crédito, com entrega atrasada ou sem suporte técnico no meio da safra. É exatamente por isso que a recuperação judicial deixou de ser um tema “jurídico” e passou a ser tema de gestão e sobrevivência no campo.

Esse aperto também aparece no ambiente financeiro. O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano em janeiro de 2026, no maior patamar em quase 20 anos, o que encarece o crédito e aumenta a seletividade dos financiadores. Além disso, o Boletim de Crédito Rural do BC (março/2025) mostrou que, entre julho de 2024 e março de 2025, o crédito rural concedido somou R$ 278,1 bilhões, com queda de 16,9% em relação ao período anterior, enquanto o endividamento dos beneficiários chegou a R$ 752 bilhões.

Ao mesmo tempo, o quadro não é homogêneo, e isso é importante dizer. Dados mais recentes do Mapa, com base no Sicor/BC, mostram que no período de julho de 2025 a janeiro de 2026 o crédito rural empresarial contratado alcançou R$ 316,57 bilhões (alta de 6%), puxado pelas CPRs, mas com recuo de 20% no crédito para investimento e com o próprio governo reconhecendo um ambiente de cautela na oferta e demanda de crédito. Ou seja: há dinheiro circulando, mas com perfil mais conservador, mais concentrado e com mais exigência de segurança.

Outro ponto que reforça essa leitura é a inadimplência. A Serasa Experian apontou que 8,3% da população rural estava inadimplente no terceiro trimestre de 2025, com alta anual e sinais de desaceleração apenas na margem. E um dado que chama atenção: a inadimplência se concentrou principalmente em dívidas com instituições financeiras (7,3%), enquanto os débitos com credores do próprio agro ficaram em 0,3%. Isso mostra como a pressão de caixa e o custo do dinheiro pesam no sistema como um todo.

Reflexos práticos

No dia a dia da fazenda, esse cenário afeta o básico. O prazo encurta, o crédito trava, as condições mudam durante a safra e aumenta o risco de atraso de entrega. E o agro não espera. Por isso, insisto em alguns sinais práticos de alerta antes de fechar negócio: preço muito abaixo do mercado sem explicação, pressa excessiva para fechar, mudança constante de regra ou prazo, dificuldade para formalizar contrato ou garantia e histórico ruim de entrega e pós-venda. Em momentos de pressão, muita gente erra tentando resolver tudo só no preço, e esse é um dos erros mais caros no campo.

A recomendação é simples, mas exige disciplina. Primeiro: comprar por etapas e não concentrar tudo em um único fornecedor. Segundo: travar com antecedência o essencial da safra, especialmente semente e defensivos. Terceiro: manter sempre um plano B logístico e comercial. Se um parceiro falhar, você precisa saber de onde comprar e como reagir sem parar a operação. No agro, preço não é custo total, o barato que atrasa pode sair muito mais caro em produtividade perdida.

O produtor precisa tratar a gestão financeira como ferramenta de produção. Não dá para controlar clima e preço, mas dá para controlar custo por hectare, fluxo de caixa e timing de compra. Quem conhece seu ponto de equilíbrio decide melhor e evita contratos no escuro. E, do lado das empresas, a confiança se mantém com transparência e previsibilidade: melhor dizer a verdade cedo do que prometer e falhar. Contrato claro, condição formalizada, padrão definido, assistência prevista e pós-venda funcionando.

Resumindo, para tomadas de decisões mais seguras em 2026, é necessário fazer o básico muito bem feito. Caixa em primeiro lugar, custo por hectare na ponta do lápis, compras planejadas e diversificadas, contrato simples e por escrito. Além de um parceiro confiável no centro da estratégia. A melhor proteção no agro continua sendo antecipar o risco, e não reagir quando o problema já explodiu.

*Administrador, bacharel em Direito, CEO da Sell Agro.



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Com as constantes chuvas que ocorrem desde segunda-feira (23/2), a Defesa Civil do Município entrou em alerta diante da alta do nível do Rio Vermelho, que atingiu os 3,04 metros de profundidade em Rondonópolis no começo da tarde desta quinta-feira (26).

O coordenador da Defesa Civil do Município, Marcelo Cardinal, informou que, com o rio subindo no momento, vai continuar fazendo a medição do nível de duas em duas horas. Ele explica que essa alta é resultado das chuvas registradas na cabeceira no rio, em Poxoréu.

A Defesa Civil entra em alerta a partir dos 3 metros do rio, sendo emitido o alerta para a população a partir dos 4 metros. Os alagamentos em áreas habitadas ou construídas ocorrem quando o Rio Vermelho chega aos 6 metros, atingindo por exemplo o Cais e Parque das Águas. 

Além disso, mais um fator de atenção é que a Defesa Civil de Mato Grosso emitiu um alerta laranja, válido até esse dia 27 de fevereiro, com previsão de chuvas de até 100 mm/dia e ventos intensos em grande parte de Mato Grosso, incluindo Rondonópolis.

Em situação normal, a Defesa Civil faz duas medições do nível do Rio Vermelho ao dia e vai ampliando a quantidade de medições ao longo do dia conforme o nível vai subindo.



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Velocidade é definida por lei e considera segurança, movimentação de pedestres e características da via

O limite de velocidade de 40km/h, regulamentado para muitas vias importantes de Rondonópolis, não é uma exclusividade do município. Vias importantes de grandes cidades e até trechos urbanos de rodovias federais estipulam velocidade de 40 km/h.

Ao cruzar o perímetro urbano de Rondonópolis, por exemplo, mesmo sendo rodovias federais, o motorista se depara na BR-163 com velocidade de 40 km/h vindo de Campo Grande/MS ou vindo de Cuiabá e ainda na região próxima ao viaduto sobre a Presidente Médici.

A regulamentação da velocidade nas ruas, avenidas e rodovias segue diretrizes do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), considerando estudos técnicos com base nas características da via, na segurança, no fluxo de veículos, na presença pedestres, entre outras.

Conforme o CTB, as vias de uma cidade podem ser classificadas como de trânsito rápido (80km/h), arteriais (60km/h), coletoras (40km/h) e locais (30km/h). Em Rondonópolis, não há nenhuma via de trânsito rápido. Por sua vez, a única via arterial em âmbito local é a Avenida dos Estudantes.

Assim, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) diz que a velocidade máxima permitida na Avenida dos Estudantes é de 60km/h. Por questão de segurança dos pedestres frequentes, o trecho dessa via em frente ao Lar dos Idosos teve a velocidade permitida de 50km/h na lombada eletrônica instalada no local.

A Semob explica que, para se ter essas velocidades maiores, várias características precisam ser observadas, como a existência de cruzamentos apenas por rotatórias, não permissão de estacionamento de veículos e passagem de pedestres por mecanismos especiais, assim como passarelas e semáforos específicos.

Considerando a legislação e os estudos técnicos, vias como Dom Pedro II, Rio Branco e Fernando Correia, com muitos cruzamentos viários, foram consideradas como coletoras, com velocidade de 40km/h. Outras vias como Presidente Médici, Otaviano Muniz, Júlio Campos e Durvalino Vitorino (Poguba) tiveram velocidade estipulada de 50km/h.

A normalidade na velocidade de 40km/h em vias importantes também pode ser vista em outras cidades, como em Cuiabá, onde equipamentos de fiscalização instalados na Rua Fernando Correia da Costa, uma das mais movimentadas da capital, constam essa permissão.

O apontamento da permissão da velocidade de 40km/h, mesmo em trechos urbanos da BR, veio à tona agora com a implantação da fiscalização eletrônica em Rondonópolis, evidenciando que esse limite no perímetro urbano não é uma novidade e nem algo exclusivo da cidade.



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A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovou nesta quinta-feira (26) as quebras de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Lulinha. A sessão chegou a ser suspensa após confusão entre os integrantes da CMPI.

A comissão apura os desvios no repasse de benefícios pagos a aposentados e pensionistas do INSS. Conhecido como Lulinha, Fábio Luís Lula da Silva teve o nome citado como um dos possíveis beneficiários do esquema de desvios em uma das fases da Operação Sem Desconto.

Embora tenha menções ao seu nome, o filho do presidente ainda não foi alvo da operação. da PF (Polícia Federal), que investiga o esquema.

Investigadores da corporação colheram menções diretas e indiretas a Lulinha que o apontam como um possível “sócio oculto” de Antonio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.

Antunes é acusado de ser o intermediador do esquema, recebendo os recursos que eram debitados indevidamente dos aposentados e pensionistas, e, depois, repassando parte deles a servidores do instituto.

Suposto envolvimento de Lulinha

Em depoimento à PF, Edson Claro, ex-funcionário do “careca do INSS”, afirmou que Lulinha recebia uma “mesada” de R$ 300 mil de Antunes.

Esse mesmo valor é citado em uma troca de mensagens entre Antunes e a empresária Roberta Luchsinger. Na conversa, Antunes diz que tem que repassar R$ 300 mil para o “filho do rapaz”

O presidente Lula tem tentado se blindar das acusações contra o filho. O petista já afirmou publicamente que “se tiver alguma coisa”, Lulinha pagará o “preço”.

Lulinha não é o único familiar do chefe do Executivo com suspeita de envolvimento no esquema do INSS.

O irmão de Lula, Frei Chico, é presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos). A instituição é um dos alvos da Oposição ao governo dentro da comissão. De 2020 a 2024, os valores repassados pelo INSS para o Sindnapi cresceram 564%.

Quebras de sigilo

O requerimento para quebrar os sigilos bancário e fiscal de Lulinha foi apresentado pelo relator da CPI, deputado Alfredo Gaspar (União-AP).

Com as quebras, a comissão poderá ter acesso a extratos, movimentações financeiras, declarações de Imposto de Renda e contratos de Lulinha, o que dará a chance aos congressistas de verificarem entradas recorrentes compatíveis com a suposta “mesada” de R$ 300 mil.

Outros requerimentos

A base aliada do governo presente na comissão votou para que os requerimentos da pauta do dia fossem votados “em bloco”, ou seja, os pedidos seriam votados em grupo, sem que fosse feita uma análise de cada um deles individualmente.

Com a votação, 87 requerimentos foram aprovados. Dentre eles, pedidos para a convocação de João Roma (PL-BA), que foi ministro da Cidadania do governo Bolsonaro; e para as quebras de sigilo bancário e fiscal do Banco Master, investigado por fraudes financeiras bilionárias.

A sessão foi suspensa após confusão entre os integrantes da CMPI. Até então, como a base aliada do governo tem maioria, governistas vinham conseguindo barrar pedidos da Oposição. Dessa vez, no entanto, a Oposição conseguiu aprovar os requerimentos de seu interesse.





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A CPI do Crime Organizado aprovou, nesta quarta-feira (25), convocações de dois irmãos do ministro Dias Toffoli e convite à esposa do ministro Alexandre de Moraes. As medidas da comissão de inquérito instalada no Senado tentam ampliar as investigações de suspeitas sobre as atuações dos integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso que apura fraudes bilionárias do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

As convocações e os convites miram José Carlos e José Eugênio, irmãos de Toffoli, e a advogada Viviane Barci, esposa de Moraes. Mas a CPI também aprovou as quebras de sigilos de empresas citadas como ligadas a crimes financeiros do Master. Entre as empresas que devem ter expostos dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos, está a Maridt Participações, que tem Toffoli como sócio; além da Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, foco das suspeitas de abastecer a facção PCC e de inflar o patrimônio do banco de Vorcaro.

A Maridt, de Toffoli, foi citada nas investigações da Polícia Federal como tendo recebido repasse milionário do Master, segundo mensagem encontrada no celular de Vorcaro. Tal pagamento, que seria de R$ 35 milhões, teria favorecido o ministro que atuava como relator da investigação que questionava os motivos da liquidação do Banco Master, pelo Banco Central.

“A CPI do crime organizado aprovou a quebra de sigilo de empresas ligadas ao caso Master, inclusive a Maridt, e convites e convocações de diversas figuras, inclusive a Dra. Viviane Barsi [sic] (convite por ser advogada) e os irmãos Toffoli (convocação)”, comunicou o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, em publicação na rede social X.

Convidada neste primeiro momento, Viviane Barci de Moraes pode ser convocada, caso não compareça para explicar quais serviços prestou o prestaria ao Banco Master, por meio do contrato de R$ 129 milhões de seu escritório jurídico com o banco de Daniel Vorcaro.



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A Polícia Civil prendeu dois adultos e apreendeu dois adolescentes por envolvimento na execução de Vagner Augusto Nunes Cipriano, de 20 anos, ocorrido em dezembro, em Pontes e Lacerda. O crime ocorreu por vingança após a vítima ter esfaqueado o membro de uma facção criminoso durante uma briga em um bar na cidade.

De acordo com informações, prisões temporárias e as apreensões foram cumpridas nesta quarta-feira (25), após avanço das investigações conduzidas pela Delegacia de Polícia Civil do município.

Conforme a investigação, o caso teve início após uma briga registrada na cidade. Informações preliminares apontam que Vagner teria se envolvido em um desentendimento na madrugada do dia 14 de dezembro, quando teria desferido golpes de canivete contra um homem, membro de uma facção.

No dia 15, Vagner saiu de casa e passou a ser considerado desaparecido. O corpo acabou encontrado na manhã do dia 17, por trabalhadores que faziam limpeza na estrada de acesso ao Rio Guaporé, em meio à vegetação. Conforme relatado à época, ele estava com pés e mãos amarrados.

A Polícia Civil apura se os episódios têm relação direta e quais circunstâncias levaram ao homicídio. Conforme a apuração preliminar, a motivação pode estar ligada a conflito envolvendo integrantes de facção criminosa.

Os adolescentes acabaram apreendidos provisoriamente. Já os dois adultos tiveram a prisão temporária decretada para auxiliar na conclusão do inquérito.

Além disso, a Polícia Civil informou que a investigação está em fase final e que o inquérito deve ser concluído nos próximos dias.

Vídeo:





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A sessão desta quarta-feira foi marcada por reconhecimento a profissionais que fortalecem a segurança pública e o desenvolvimento jurídico de Rondonópolis.

A vereadora Kalynka Meirelles entregou moções de aplausos aos policiais do Grupo de Apoio da PMMT — Subtenente Rosevaldo Pereira de Souza, 3º Sargento José Isac Batista Santos, Cabo Roberto Rogério dos Santos Júnior, 3º Sargento Vanessa Dallacqua Magalhães, Cabo Macksuel Farias de Almeida e Soldado Ezequiel Morais de Oliveira Júnior, pela atuação rápida e estratégica na prisão de um suspeito de furtos que tinha como alvo principal mulheres na cidade.

Após trabalho de inteligência e análise de informações, a equipe conseguiu localizar e prender o indivíduo, demonstrando eficiência e comprometimento com a proteção da população.

Presente na sessão, o Tenente-Coronel Silva Sá agradeceu o reconhecimento:
“Essa valorização é muito importante para nós. Traduz, em moção, aquilo que sempre reforço ao GAP: servir com dedicação e honra.”

A sessão também destacou a produção acadêmica. Foram homenageados Wellyson Braga Mendes e Anderson Noguera Oliveira, coordenadores da obra Temas Contemporâneos do Direito Agrário.

Wellyson ressaltou:
“Estamos deixando nossa contribuição ao Direito Agrário em Rondonópolis e em todo o Mato Grosso. Já realizamos mais de 32 eventos técnicos e seguimos avançando.”

Outro destaque foi o Tenente-Coronel Gleber Cândido Moreno, reconhecido por sua contribuição na obra internacional Rural Policing, publicada na Austrália e nos Estados Unidos, onde apresentou o projeto de patrulhamento rural georreferenciado criado em Rondonópolis em 2013.

Ao encerrar, Kalynka afirmou:
“Hoje celebramos a bravura que protege e o conhecimento que transforma. Parabéns a todos.”

A sessão reafirmou o compromisso do mandato em valorizar quem contribui para uma Rondonópolis mais segura e desenvolvida.



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Um homem matou a ex-companheira e depois tentou cometer suicídio em um shopping de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, na noite desta quarta-feira (25/2). A vítima do feminicídio era funcionária de uma joalheria e estava trabalhando quando foi surpreendida pelo criminoso.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram a movimentação de policiais militares dentro e fora do estabelecimento.

Segundo informações preliminares, a ocorrência foi inicialmente comunicada à polícia como roubo a uma joalheria Vivara no shopping Golden Square, localizado na Avenida Kennedy. Quando os agentes chegaram ao local, tentaram negociar com o atirador para que ele se entregasse, mas o homem acabou atirando contra si. Ele foi socorrido e não há informações sobre o estado de saúde.

Em nota, o Golden Square lamentou o caso e se solidarizou à família. “O shopping está oferecendo todo o apoio ao lojista, à família da vítima e está à disposição das autoridades.”

Já a Vivara afirmou que a colaboradora foi “vítima de um ataque inaceitável de violência” e prestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de equipe da vítima. “Estamos oferecendo suporte psicológico e assistência integral a todos os envolvidos diretamente. Informamos que as autoridades foram acionadas prontamente e a loja permanecerá fechada. Estamos colaborando plenamente com as investigações”, acrescentou a joalheria. “A Vivara repudia veementemente qualquer forma de violência, especialmente o feminicídio, e reafirma seu compromisso com o acolhimento e a dignidade de suas colaboradoras”, finalizou a nota.





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