{"id":14124,"date":"2026-02-03T13:37:47","date_gmt":"2026-02-03T15:37:47","guid":{"rendered":"https:\/\/ligana104.com.br\/2021\/2026\/02\/03\/sob-lula-rombo-fiscal-fecha-3o-ano-seguido-acima-de-r-1-trilhao\/"},"modified":"2026-02-03T13:37:48","modified_gmt":"2026-02-03T15:37:48","slug":"sob-lula-rombo-fiscal-fecha-3o-ano-seguido-acima-de-r-1-trilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ligana104.com.br\/2021\/2026\/02\/03\/sob-lula-rombo-fiscal-fecha-3o-ano-seguido-acima-de-r-1-trilhao\/","title":{"rendered":"Sob Lula, rombo fiscal fecha 3\u00ba ano seguido acima de R$ 1 trilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong><em>Ao considerar os gastos com juros da d\u00edvida, rombo nas contas p\u00fablicas foi de R$ 1,076 trilh\u00e3o em 2025<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O setor p\u00fablico consolidado \u2013formado por Uni\u00e3o, Estados, munic\u00edpios e estatais\u2013 fechou com um rombo fiscal acima de R$ 1 trilh\u00e3o pelo 3\u00ba ano seguido. O deficit nominal acumulado em 2025 foi de\u00a0<strong>R$ 1,076 trilh\u00e3o<\/strong>. Havia sido de R$ 1,074 trilh\u00e3o em 2023 e de R$ 1,065 trilh\u00e3o em 2024. Os valores foram corrigidos pelo IPCA (\u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo), com refer\u00eancia em dezembro de 2025.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Poder360<\/strong>\u00a0fez o levantamento com base nos dados divulgados pelo\u00a0<a href=\"http:\/\/bcb.gov.br\/\">BC<\/a>\u00a0(Banco Central) na 6\u00aa feira (30.jan.2026). O resultado nominal do setor p\u00fablico consolidado \u00e9 um indicador mais abrangente que o resultado prim\u00e1rio, comumente citado pelo ministro da Fazenda,\u00a0Fernando Haddad. Os n\u00fameros da autoridade monet\u00e1ria consideram os gastos com juros da d\u00edvida p\u00fablica. Leia a\u00a0<a href=\"https:\/\/static.poder360.com.br\/2026\/01\/estatisticas-fiscais-bc-30jan2026-1.pdf\">\u00edntegra<\/a>\u00a0(PDF \u2013 338 kB).<\/p>\n<p>O patamar elevado do deficit nominal \u00e9 um term\u00f4metro da deteriora\u00e7\u00e3o das contas p\u00fablicas brasileiras. Mesmo que o governo\u00a0Luiz In\u00e1cio Lula da Silva\u00a0(PT) tenha tido uma\u00a0arrecada\u00e7\u00e3o recorde em 2025\u00a0com o aumento de impostos e outras iniciativas de eleva\u00e7\u00e3o de receita, a d\u00edvida p\u00fablica do Brasil segue em trajet\u00f3ria acelerada de alta.<\/p>\n<p>A DBGG (D\u00edvida Bruta do Governo Geral) \u2013que contempla o governo federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e os governos estaduais e municipais\u2013 terminou 2025 aos 78,7% do PIB (Produto Interno Bruto). Em valores, corresponde a R$ 10 trilh\u00f5es. A d\u00edvida\u00a0aumentou 7,0 pontos percentuais no governo Lula.<\/p>\n<p>O Tesouro Nacional divulgou na 4\u00aa feira (28.jan.2026) que s\u00f3 a DPF (D\u00edvida P\u00fablica Federal) fechou 2025 aos\u00a0R$ 8,65 trilh\u00f5es, registrando a\u00a0maior alta anual desde 2015. O estoque poder\u00e1 atingir\u00a0R$ 10,3 trilh\u00f5es neste ano de elei\u00e7\u00f5es, segundo o Minist\u00e9rio da Fazenda.<\/p>\n<p>Em valores corrigidos pela infla\u00e7\u00e3o, o setor p\u00fablico consolidado gastou R$ 1,023 trilh\u00e3o com juros da d\u00edvida. O valor est\u00e1 relacionado com a taxa b\u00e1sica, a Selic,\u00a0em 15% ao ano desde junho. Os juros mais altos encarecem o custo da d\u00edvida.<\/p>\n<p>Com a d\u00edvida p\u00fablica federal crescendo R$ 2,79 trilh\u00f5es em 2025, os agentes financeiros incorporam fatores de riscos no cen\u00e1rio econ\u00f4mico de longo prazo. Os investidores entendem que o governo est\u00e1 expandindo gastos, o que impulsiona a economia e imp\u00f4s desafios para a pol\u00edtica monet\u00e1ria.<\/p>\n<p>Quanto maior a Selic, mais caro fica para o governo pagar os juros da sua pr\u00f3pria d\u00edvida. O BC aumentou o juro base para 15% ao ano para frear a economia, que mostra forte aquecimento no mercado de trabalho e press\u00f5es inflacion\u00e1rias que levam o IPCA para fora do intervalo da meta de 3%.<\/p>\n<p>O governo aumenta o endividamento e tamb\u00e9m piorou a trajet\u00f3ria do saldo das contas. O setor p\u00fablico consolidado registrou deficit prim\u00e1rio \u2013que exclui os juros da d\u00edvida\u2013 de R$ 53,3 bilh\u00f5es, em valores reais, em 2025. O saldo negativo aumentou 6,7% em rela\u00e7\u00e3o a 2024 em termos reais.<\/p>\n<p>A Selic alta \u00e9 o pr\u00eamio de risco para atrair investidores. Se o retorno financeiro for baixo, a atratividade dos t\u00edtulos diminui. Na pr\u00e1tica, os juros altos servem para que os agentes financeiros continuem financiando a d\u00edvida brasileira.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Poder360<\/strong>\u00a0j\u00e1 publicou que a lei que controla o crescimento das despesas proposta pelo ministro Haddad n\u00e3o melhorou as perspectivas futuras para a d\u00edvida p\u00fablica. As estimativas para a d\u00edvida bruta est\u00e3o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.poder360.com.br\/poder-economia\/marco-fiscal-de-haddad-piorou-perspectivas-sobre-a-divida-do-brasil\/\">piores do que antes do in\u00edcio do governo Lula<\/a>.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>TESOURO NACIONAL<\/strong><\/h2>\n<p>O Tesouro Nacional divulgou na 5\u00aa feira (29.jan.2026) que o governo central (formado por governo federal e Banco Central) registrou um\u00a0deficit prim\u00e1rio de R$ 61,7 bilh\u00f5es em 2025. Para atingir o resultado e cumprir as metas do arcabou\u00e7o fiscal, a equipe econ\u00f4mica desconsiderou R$ 48,7 bilh\u00f5es em despesas, o que resulta em saldo negativo de R$ 13 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo o governo federal, a despesa total aumentou de 18,7% para 18,8% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2022, antes do governo Lula, era de 18%.<br \/>\n<!-- H&aacute; banners, eles s&atilde;o deficientes ou nenhum qualificado para este local! --><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/rgtnews.com.br\/noticias\/politica\/sob-lula-rombo-fiscal-fecha-3o-ano-seguido-acima-de-r-1-trilhao\/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sob-lula-rombo-fiscal-fecha-3o-ano-seguido-acima-de-r-1-trilhao\">Fonte da Noticia <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao considerar os gastos com juros da d\u00edvida, rombo nas contas p\u00fablicas foi de R$ 1,076 trilh\u00e3o em 2025 O setor p\u00fablico consolidado \u2013formado por Uni\u00e3o, Estados, munic\u00edpios e estatais\u2013 fechou com um rombo fiscal acima de R$ 1 trilh\u00e3o pelo 3\u00ba ano seguido. O deficit nominal acumulado em 2025 foi de\u00a0R$ 1,076 trilh\u00e3o. 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